Marketing Digital sem ‘Frufru’: Como o Feijão com Arroz no Google e no Meta Multiplica Vendas no B2B | Além do CNPJ (EP #030)
A Desconstrução da “Histeria da Internet”
No mercado corporativo contemporâneo, a expressão “marketing digital” foi deturpada por promessas irreais de enriquecimento rápido, metodologias complexas com nomes importados e a pressão sufocante para que empresários produzam conteúdo ininterruptamente. Como consequência, milhares de PMEs gastam recursos em agências genéricas ou desistem de investir na internet após acumular frustrações.
No episódio do podcast Além do CNPJ, o host Felipe Cassola recebeu Nicolas Dias — fundador da Agência DLB, jovem empreendedor e especialista em estratégias de aquisição, tráfego pago, desenvolvimento de plataformas e SEO (Search Engine Optimization).
Nicolas desconstrói as fórmulas prontas de influenciadores digitais e defende que nenhuma empresa precisa de estratégias mirabolantes para vender antes de dominar o feijão com arroz básico.
1. O Básico Inegociável: A Casa Arrumada do MKT
Antes de investir recursos em campanhas de tráfego pago ou contratar influenciadores, a empresa deve garantir que suas ferramentas básicas de presença digital estejam ativas e atualizadas:
[Google Meu Negócio + Avaliações] ➔ [Site Responsivo (LP de 1 Página)] ➔ [Perfil Atualizado (Instagram/Meta)]
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Google Meu Negócio: O primeiro ponto de contato. Deve conter fotos reais, horário de funcionamento e uma rotina ativa de coleta de avaliações de clientes (via QR Code ou mensagens pós-venda).
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Site / Landing Page: Um endereço digital próprio e direto. Um site desatualizado (ou com dados de anos anteriores) passa a percepção imediata de que a empresa encerrou suas atividades.
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Redes Sociais (Instagram / Facebook): Menos quantidade, mais consistência. Um post quinzenal de alta qualidade é infinitamente superior a perfis abandonados há meses.
2. Google vs. Meta: Qual Canal Escolher?
A decisão sobre onde aplicar a verba de anúncios deve ser orientada pela existência ou não de uma dor prévia no consumidor:
| Canal de Mídia | Tipo de Intenção do Cliente | Exemplo de Aplicação Prática |
| Google Ads (Rede de Pesquisa) | Busca Ativa (Dor Próxima): O cliente já sabe o que precisa e procura a solução no buscador. | Encanadores, advogados, contadores, assistências técnicas e serviços de emergência. |
| Meta Ads (Instagram / Facebook) | Descoberta e Impulso (Sem Dor Prévia): O cliente é impactado visualmente enquanto navega. | E-commerce de moda, gastronomia, produtos estéticos, eventos e lançamentos inovadores. |
3. A Estratégia dos “Pontos de Contato” e o Resgate de Carrinho
Para empresas que já dominam o básico, a aceleração de receita ocorre ao mapear a jornada completa do cliente e identificar onde estão os pontos de desistência (drop-off).
Em um estudo de caso aplicado pela DLB em um e-commerce parceiro, a simples implementação de um fluxo automatizado de e-mail marketing para abandono de carrinho (lembrete de compra + cupom de frete grátis após 24 horas) gerou um aumento de 30% no faturamento total da operação.
4. Recorrência: O Fim do “Matar um Leão por Dia”
Um dos maiores insights compartilhados no episódio foi a transição da DLB de um modelo de vendas pontuais de sites para o modelo de serviços recorrentes (Retainer/Gestão).
A venda de projetos isolados exige que a equipe comercial recomece o faturamento do zero a cada início de mês. A transição para contratos de gestão contínua (anúncios, mídias e otimização de conversão) garante caixa previsível, permitindo que a agência invista na equipe e acompanhe o crescimento do cliente a longo prazo.
5. Seja Feliz Hoje, mas Nunca Fique Estagnado
Encerrando a entrevista com sua mensagem de vida aos 22 anos, Nicolas reflete sobre equilíbrio e ambição:
“Seja sempre feliz na sua condição atual, mas nunca fique estagnado. Não espere ter a empresa perfeita ou estar milionário para aproveitar a jornada. Encontre a felicidade no dia de hoje, mas acorde todos os dias querendo melhorar $1\%$ a mais do que ontem.”
Quer aprender a estruturar o marketing digital do seu negócio, criar um fluxo de vendas recorrente e dominar o tráfego pago na prática? Assista ao episódio completo no canal Além do CNPJ!
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Eu falei assim: “Ganha dinheiro?”. Falou assim: “É”. Eu falei: “Pô, então tá fácil!”. Um dia lá chegamos lá, cara, tinha assaltado a loja. Parece que essas coisas acontecem quando você tá prosperando. Quando você tem raiva, você canaliza ela e vira combustível, cara. Executa! Independente se você não sabe tudo, você vai aprendendo no processo. Vai pro front, vai vender, vai faturar. O mercado é grande, como é que você vai fazer para você se diferenciar disso? Só que às vezes o cara não conhece a segunda página. A caminhada do empreendedor é isso, cara: você tem que abrir mão, tem que ter sacrifício, porque tem coisa que funciona para um e não funciona para outro. Não era o certo, é porque a gente tava tão [ __ ], porque acho que era o único jeito deles receberem. É você não se conformar com a derrota, eu me recusei a fracassar, por mais fracassado que eu estivesse.
Buenas, buenas, buenas, seja bem-vindo a mais um episódio do podcast do Além do CNPJ. Obrigado por você estar aqui para trocar essa ideia com a gente. Sinta-se… Sentem-se à mesa e vamos trocar essa ideia. Quero que você se sinta realmente sentado na mesa com a gente, como se a gente estivesse numa conversa aqui de bar, descontraída, trocando ideia para que você saia dessa desse podcast lotado de insights. E a única coisa que eu posso te garantir a partir de agora — que eu nem sei o que que vai ser falado, mas conhecendo o convidado que tá aqui na minha frente —, é que você vai sair com a cabeça explodindo, cara.
Quando a gente fala de marketing digital, tá, essa palavra “marketing digital” tá quase deturpada na internet, porque usaram o marketing digital para vender para te vender curso, usar o marketing digital para falar de… É como se fossem… É igual a palavra “como chama?”, “quântico” agora. Coach virou tudo “quântico”, e o marketing digital entrou, infelizmente, nesse universo deturpado da palavra que que o pessoal usou de maneira errada. Mas marketing, cara, marketing é tudo, né? E tudo que a gente faz hoje em dia envolve a internet pelo momento que a gente tá vivendo, então tudo é marketing digital. E é é lógico que eh isso dentro desse universo tem as coisas boas e ruins. E no mercado que cresceu do jeito que aconteceu, eh as pessoas elas falam o seguinte: “Beleza, eu sei que eu preciso de uma agência, eu sei que eu preciso de alguém para me ajudar, eu sei que eu preciso de uma estratégia”. Mas justamente por ter opção demais, gente falando demais, cada um falando uma coisa, as pessoas se sentem perdidas e muitas vezes procrastinam organizar de fato o marketing digital pro segmento que você precisa, pra estratégia que você precisa, por não saber para onde e com quem ir, e essa é a maior dor.
Eu vejo ofertas de marketing digital aos a às centenas na internet, mas pessoas muitas vezes precisando de uma de uma empresa de confiança e não sabendo a quem ir, porque tem opção demais. É nessa hora que eu apresento o nosso convidado, que além de um parceiro nosso, eh já foi aluno do Além do CNPJ também. Eh dentro da nossa base de de clientes do Além do CNPJ, de alunos, a gente naturalmente, sendo todos empresários, a gente promove lá um grupo de networking. Vendeu bastante dentro do grupo, sempre todos falando muito bem do teu trabalho, então isso, cara, isso já é um baita de um de um negócio legal também. E eu trouxe ele aqui porque falar de marketing digital a gente precisa desconstruir isso para falar de de marketing digital do jeito certo, do jeito que você já tá acostumado: vida real, sem esse negócio de “ah, não, tem que fazer tal coisa”, é falar: “Cara, isso aqui não faz sentido, todo mundo tenta te empurrar isso aqui, isso aqui não faz sentido pro teu negócio, agora já isso faz”, e explicar do jeito certo como o marketing digital tem que ser analisado do ponto de vista real empreendedor, que é o que eu e você estamos precisando, que é: pô, o que que de fato eu preciso fazer, onde eu preciso pôr energia? Pôr dinheiro aqui vai dar bom? Tá bom, entendi. Mas acabou, coloco energia ali, ganho dinheiro, faço, trago resultado, dependendo incremento o meu marketing digital com parte desse resultado, mas com calma eu vou fazendo isso.
Então, gente, o papo de hoje vai ser muito direto e reto, papo real mesmo, coisa que ainda mais no marketing digital tá difícil de encontrar por aí. Além de tudo, a agência que que ele é proprietário apoia o projeto do Além do CNPJ. Quando a gente trouxe esse projeto do podcast com toda essa estrutura, essa qualidade, tudo mais, cara, ele falou: “Opa, tô dentro, hein, tô dentro, quero apoiar o projeto!”. Então, além de tudo, muita gratidão também por você acreditar nesse projeto. E com vocês apresento Nicolas Dias.
Obrigado, meu querido, tamo junto! Obrigado por aceitar o convite. Sei sei que você veio de longe pra para esse podcast que a gente grava aqui em São Paulo. Obrigado mesmo. Eh cara, posso te te afirmar que o fato de você acreditar, sempre ter acreditado no projeto do Além do CNPJ, do podcast, quando a gente trouxe essa ideia pra internet, e você ter falado “opa, eu vou patrocinar e tá junto com a gente”, isso faz com que todo esse esse conteúdo e essa chuva de insights venham pro empreendedor com essa estrutura toda de maneira gratuita. Então você é um dos caras que eh promove todo esse conteúdo pra internet. Então, cara, obrigado mais uma vez, e cara, tenho certeza de que a gente vai trocar ideia vida real aqui, que é o que a gente precisa. Obrigado mesmo, cara.
Agradeço. A minha ideia hoje é justamente fazer o que tu falou: pegar o marketing, parar de falar em funil australiano, em matriz não sei o que lá, e falar o marketing que funciona na vida real pro pequeno empreendedor. Existem estratégias superavançadas, eu não vou falar nada de muito avançado hoje, a ideia é parar de falar em coisas supercomplexas e trazer o marketing pé no chão, vida real, para tu pegar tudo que eu vou falar hoje e começar amanhã mesmo, cara, tu tirar dois dias, dois dias para focar no teu marketing, tu resolve todos os pontos básicos que eu vou falar aqui. E eu garanto que uma coisa legal de tu fazer é tu comparar com os teus concorrentes: eu garanto que os teus concorrentes não fazem nem o básico ainda do marketing, o feijão com arroz tá negligenciado, e o cliente, o teu concorrente que faz isso, que faz o feijão com arroz, domina o teu mercado, é o concorrente teu que fecha lá 90% dos contratos da tua área, é ele que faz o feijão com arroz, e ele faz o avançado.
Olha isso aqui, que viagem! E, cara, eu tenho certeza eh de que esse assunto vai vai render muito, porque tá muito deturpado mesmo, né? É um mercado que ficou muito grande, então ele ficou inundado de pessoas querendo ganhar dinheiro rápido e fácil no sofá de casa. Teve alguns professores que são muito bons, mas que popularizaram demais, e aí entrou muita gente no mercado, e muita gente desqualificada. É um mercado que o problema dele hoje é aquele nivelado por baixo: tem 1 milhão de pessoas fazendo marketing a R$ 100,00 e entrega um resultado ruim, e e tu tenta uma, duas, três vezes. Muita gente desiste de mexer em marketing digital porque testou com várias pessoas que cobravam baratinho, achando, prometendo que iam entregar resultados incríveis, e aí ficam tristes depois de testar três, quatro vezes, dá sempre errado. E, cara, a eu eu ouso dizer que marketing digital nunca dá errado, feito da maneira correta nunca dá errado, nunca dá errado. Se seu se seu negócio testou marketing digital e não deu certo, você errou com quem você fez, com toda certeza.
Simples. Porque hoje tudo é digital, o marketing digital funciona mesmo para quando tu tá tentando vender assim “eu só posso vender para essa uma, duas, três empresas”. Tem uma área do marketing que é focada em conquistar uma conta, então assim, as pessoas pensam assim: “Ó, marketing, ah, não, é só para quem vende varejo, é só pra empresa que vende milhões”. Cara, mesmo se tu tiver só uma empresa, duas que tu pode vender, o marketing digital ainda assim vai te ajudar com uma estratégia para chegar lá.
Total, é isso. Então se você tentou fazer marketing digital, você tentou eh aplicar estratégia de marketing digital, se você contratou uma agência, se você contratou um freela, se você fez por conta própria e não teve resultado, você não fez do jeito certo, porque marketing digital sempre dá bom fazendo do jeito certo. Vixe, vai esse assunto vai render, vai render! Mas, meu cara, queria pedir licença rapidinho pra gente agradecer o patrocinador master, que é a São Lucas Contábil, do meu parceiro Leandro Bueno. Há mais de 20 anos no mercado, a São Lucas hoje atende mais de 800 empreendedores. Eles ajudam empreendedores a resolverem seus problemas com impostos e contabilidade. Eles são uma contabilidade digital especializada no segmento de e-commerce, serviços, cursos online e o mercado offline. O site deles aqui na tela, o @ deles aqui na tela, e aqui embaixo tá o @ do Leandro Bueno Contador. Quem não conhece o Leandro Bueno Contador, cara, o cara é um monstro, o o cara é a referência, o cara é um dos principais influencers no universo de contabilidade. Todo mundo que segue ele contador conhece o trabalho dele. Quem é do universo de contabilidade, provavelmente conhece muito bem o Leandro. Leandro é referência no que ele construiu, o cara realmente é uma uma personalidade, é um cara super do bem, gente boa pra caramba e, claro, um baita de um contador, né?
Eu já passei na mão de várias contabilidades de vários perfis diferentes, já quis economizar com contabilidade no passado porque achava que isso era custo, não era investimento.
Já tomou até golpe, né?
Já tomei até golpe. Ó, [ __ ], é verdade, cara, nossa, nem olha, seguidor da antiga, seguidor da antiga, hein! É, já tomei até golpe. Ó, vou até comentar isso aqui: já tomei golpe de contabilidade. Meu contador… Olha isso, caraca, nunca contei isso aqui! Meu contador me passava boletos do DAS, e aí eu fazia o pagamento. Eis que um dia a gente foi participar de uma licitação, e não saiu a certidão negativa, e a gente entendendo “caramba, o que aconteceu? Pera aí…”. Fui pesquisar: “Pera aí, seus impostos estão atrasados”. Quando a gente foi ver, a gente tava devendo maior grana, tinha, cara, eu acho que era 200 pau de imposto. Foi mentira, mano? R$ 200.000,00 de imposto atrasado. Aí eu fui atrás do financeiro achando que eu tava sendo roubado dentro da empresa. Quando eu fui ver, financeiro… Eu tava com tudo pago no sistema, tava tudo pago certinho. Quando eu fui ver o valor original da dívida, o valor original era o mesmo valor de fato que eu tinha pagado, tava lá no meu ERP, eu falei: “Pera aí, bicho, como assim, R$ 19.628,33, vai, e lá o mesmo valor no meu ERP?”. Eu falei: “Bicho, paguei!”. Eis que a gente foi a fundo e descobriu que o meu contador pegava o boleto do DAS, via o valor, entrava no banco, emitia um boleto do mesmíssimo valor, inclusive com os centavos, recortava no Photoshop o código de barras, e substituía, mandava pra gente. E aí o meu financeiro pagava. “Ah, Felipe, mas vocês foram burros, porque, querendo ou não, aparece para para se é um se é um boleto ou se é um DAS”. Mas na primeira vez que foi questionado isso pelo financeiro — inclusive tinha conversa de WhatsApp —, a menina falou: “Meu, não tá parecendo que é DAS, tá parecendo que é um bloqueto de de um banco aí”. Eu perguntei pro cara, que era o meu contador de confiança, ele falou: “Ah, não, é isso mesmo, de vez em quando aparece, pode pagar tranquilo”, e a confiança do cara fez eu falar “pode pagar”. Então, inclusive meu financeiro levantou a lebre, só que eu, pela confiança que tinha no cara, falei “pode pagar”. E dali em diante, esse cara tava me metendo um golpe que levantou 200.000 de crise, olha isso! Isso é a contabilidade.
Tu não foi o único e nem o primeiro, eu pessoalmente conheço dois os empresários que foi a mesma coisa, o mesmo processo: emite o boleto falso, copia no Photoshop, cola no boleto, manda para pagar. E assim, contador real, cara.
E assim, foi um processo criminal, envolveu polícia nisso aí, com toda certeza, foi um caos na minha vida, um processo de um caos assim. Mas olha isso: não economiza com contabilidade, bicho! E outra, você precisa de um contador que te dê um respaldo, e hoje em dia, além de tudo, contabilidade não é mais um custo, é um investimento. Quem é o contador que só fica tratando “ah, olha aqui o baratinho, eu tô fazendo meio salário mínimo”, esse cara provavelmente tá fazendo o mínimo necessário, e talvez nem o mínimo necessário, nem as obrigações acessórias ele tá entregando, como já tive casos de… E aí não foi um só, não, vários contadores que eu já passei que nem a obrigação acessória tava sendo feita, tá, só sabia emitir boleto e eu pagar, o resto não era feito. Com a São Lucas, todas as informações que eu mando viram banco de dados, os caras me mandam dashboards, os caras mandam relatórios em Power BI mostrando meu turnover, mostrando um monte de informação que são bancos de dados que a gente já envia para eles mensalmente, só que eles não pegam isso e simplesmente arquivam, eles tratam esses dados e te entregam informações relevantes, cara, eles te ajudam na estratégia, olha isso, cara! Fora que assim, depois que eu comecei a trabalhar com a São Lucas, os caras me ajudaram demais na formação da holding, me ajudaram demais no processo tributário da empresa a aumentar minhas margens com tributações cada vez melhores, com sistemas cada vez melhores. Então você precisa ficar de olho se a tua contabilidade tá sendo de fato um braço estratégico para você ou não. Se a resposta for “não”, talvez você tá errando de contabilidade, e se você tá errando de contabilidade, talvez tá na hora de reavaliar se não vale a pena trocar de escritório. Trocar de escritório não é caótico, desde que você esteja indo para um escritório de qualidade, que inclusive gerencia essa essa transição. Então avalia, avalia de verdade, e considerando que trocar de escritório é uma possibilidade, é uma demanda, é uma necessidade de vocês hoje, considera a São Lucas, que eu posso afirmar para vocês: vocês vão estar super em boas mãos, os caras são monstros, e por isso chegaram onde chegaram. E vida longa a São Lucas! Obrigado, São Lucas, obrigado, Lê, obrigado, Leandro Bueno aí pela parceria, e vamos que vamos, sucesso, tamo junto!
Caraca, você lembrou uma história legal do sair do contador. Legal você ter contado. Cara, seguinte: me, mas antes de eu entrar nesse universo de marketing digital, antes de falar de DLB, como que você começou e etc., queria contar um… Queria que você contasse um pouco da tua história, o Nicolinhas, o cara que começou. Cara, o que você queria ser quando você crescesse, de onde você veio, você você não é daqui de São Paulo, você é de Porto Alegre, você sempre foi de Porto Alegre, nasceu lá, como que foi? Eh suas referências, por que que você empreende, quais foram suas referências? Eh me dá um overview.
Beleza, vamos lá. O Nicolas pequeninho queria ser jogador de futebol, eu acho que quase jogava.
Não, eu acredito que sim, minha mãe disse que eu jogava bem.
Boa!
Mas muito cedo… Já é referência, né? Mas muito cedo eu soube que eu queria empreender. É, eu acho que assim, meu primeiro negócio eu tinha acho que 4, 5 anos: eu fazia pulseirinha com a minha avó.
Caraca!
Eu ficava a tarde inteira com ela, aí eu vi ela fazendo pulseira para vender lá na com as amigas dela, e eu queria copiar ela. Comecei a fazer pulseirinha e vender na minha creche.
Caraca!
Vendia a R$ 1,00 a pulseira. Eu lembro que eu juntei R$ 10,00 vendendo pulseirinha.
Que da hora, bicho! Caraca, com quatro, quatro para cinco anos de idade!
E aí foi o meu primeiro, minha primeira brincadeira ali.
Que legal, isso já já já forma bastante o seu caráter quando uma criança tem esse ímpeto e não é podada dentro de casa, isso querendo ou não já forma muito seu caráter empreendedor, isso isso é importante.
Não, com toda certeza. Acho que a gente sempre deve uma boa parte do nosso caráter à nossa criação, né? A criação é… E assim, esse espírito assim, de sempre querer fazer alguma coisa, acho que sempre teve dentro de mim. Tem uma frase do Emicida que é bem legal, que ele fala que você é o único representante do teu sonho na face da Terra, e se isso não é o suficiente para fazer tu correr, nada mais vai fazer tu correr.
Caraca, forte!
A única pessoa que vai atrás de alguma coisa que vai fazer acontecer pelo teu sonho é tu mesmo. E assim, a gente a gente às vezes fica paralisado, olha: “não, não quero fazer, tenho medo, tenho receio do que que as pessoas vão pensar de mim, do que que vão achar, e se me acharem que eu tô sendo muito invasivo, que eu tô indo…”. Cara, é o teu sonho, tu tem um sonho, tu quer ter um negócio de sucesso, vai atrás, mete a cara, aparece em lugares, bota foto, tira foto, grava vídeo, faz um podcast, faz o que tiver no teu alcance. Esse é o mais importante, é não ter medo de fazer as coisas, não ter medo de fazer acontecer, total.
Cara, total! Falou tudo, cara, falou uma frase fortíssima!
Voltando à minha história: então eu cresci aí querendo futebol, mas logo cedo eu já sabia que eu queria empreender, assim, ali pelos 12 anos eu já sabia que o futebol não era para mim, não ia seguir carreira, e eu sempre quis ter uma empresa, sempre gostei de ver uma organização funcionando, eu sempre tive muito essa questão de querer liderar assim, “ah, você fui presidente do grêmio estudantil, ser líder de turma”, sempre gostei disso, e sempre vi que o meu futuro seria algo relacionado a criar alguma coisa em equipe, né, sempre tive essa mentalidade. Então comecei a empreender muito cedo, oficialmente comecei a minha empresa, eu tinha 19.
Caraca, então começou bem cedo. Você foi CLT?
Nunca fui CLT, eu fui estagiário, e aí quando acabou meu estágio, eu pedi pro meu chefe me contratar como PJ, porque eu não queria ser CLT, que legal, bicho, já tinha essa consciência. Eu não queria bater ponto, eu não queria que o governo ficasse com o meu uma parte do meu dinheiro. Então desde o início: “Olha, quando a gente acabar o estágio, eu quero ser PJ porque eu entendo… Tá mais alinhado com quem eu sou, com o que eu com o que eu acredito”, e fui PJ, então nunca tive a experiência de ter CLT, caraca, nunca tive uma carteira assinada por alguém.
Que da hora! Você trabalhou com o quê no começo?
Eu trabalhei na área de marketing de uma empresa de investimento imobiliário, foi onde eu basicamente formei assim o que eu sei de marketing, foi onde eu conheci o marketing digital, conheci o Érico Rocha, fui aluno do Érico Rocha lá do Fórmula de Lançamento, que é um dos grandes cursos aí do marketing.
É, é a base, uma ensina a base importantíssima pro…
Ensina muita coisa. E aí então entrei na faculdade com 18 ali, comecei a fazer estágio nessa empresa com 17, mais ou menos. Trabalhei dois anos ali entre o estágio e o PJ nessa empresa, e aí com 19 eu saí, tava no meio da faculdade ali, no meio no meio da pandemia, e tava ali fazendo faculdade, tava tudo EAD, então eu tinha bastante tempo livre para para estudar, para trabalhar, aí eu resolvi sair do meu emprego e comecei a fazer freela, comecei a fazer uns projetos por aqui, apareceram, fui começando a ganhar dinheiro, ganhar dinheiro, e assim que eu tive dinheiro para chamar uma pessoa, basicamente para contratar outro freelancer, eu contratei uma pessoa, trouxe. E aí ganhei dinheiro, já chamei outra pessoa, chamei outra pessoa, aí fiquei ali com mais ou menos quatro pessoas na equipe. Até até então, já era uma agência, então eu não me considerava ainda uma agência, eu já usava o nome um um freela, um freela em equipe, um freelancer. Eu já tinha um nome de agência, já usava, mas eu mesmo, Nicolas, não me considerava uma empresa séria como deveria ser, tanto que eu tava na época, inclusive, procurando estágio.
Nossa, que viagem, cara! Então você não tava se considerando empreendedor mesmo ainda?
Não, você era um freela em equipe real. Eu era realmente me considerava um freela em equipe. Eu queria ir pra área de Economia, então queria ir para a área dos investimentos, que eu sou estudante de Economia.
Não, eu ia te perguntar isso: por que que você tá fazendo Economia?
Então, na verdade, a pergunta é o que eu tô fazendo no marketing, exatamente! Você queria Economia e migrou.
Então eu comecei ali, eu sempre gostei muito de matemática, sempre fui muito bom nessa área, e sempre fui muito bom também na parte de português, história, geografia, nas áreas humanas assim. E aí a Economia é uma área que conecta as duas muito bem, e dá uma visão de mundo muito legal, dá uma visão sistêmica de como é que as coisas operam, e principalmente dá uma visão da segunda e terceira causa que uma coisa vai vai ter. Então assim, passou uma política, ela tem uma causa imediata, mas ela tem também um efeito em segundo grau, em terceiro grau. Mesma coisa na empresa: tu vai lá e fala pro teu pro teu gerente: “ó, faz isso”, tu falar para ele fazer uma coisa não vai ter só o efeito direto dele fazer, vai ter o que acontece na cabeça dele, vai ter o que ele fala pro colega dele, tudo vai ter um efeito em segundo, terceiro, quarto grau que vai ter impacto no teu negócio, e vai ter um efeito a curto prazo, a imediato, a curto prazo, a médio prazo e a longo prazo, isso aí. Que legal! E aí como eu fazia estágio na na área de marketing, apesar de estudar Economia, eu entendi que eu já tava fazendo um resultado muito legal. Então assim, o Érico fala bastante do do seis em sete, então eu estagiário já tinha feito seis em sete na empresa sendo só eu o marketing. Aí quando…
Caraca!
…quando a gente teve resultado expressivo, eu pensei: “Olha, se eu consigo entregar isso pra empresa em que eu trabalho, e talvez esteja na hora de eu fazer um freela“. E aí o marketing caiu de maduro, então eu queria empreender, sempre quis ter minha equipe, ter um negócio, mas sempre fica naquela questão: o que que eu vou fazer, o que que eu vou vender, o que que eu vou ofertar de serviço? E o marketing apareceu na minha vida e eu falei: “Olha, eu consigo entregar, então eu sou bom, beleza, vou fazer um negócio disso”.
Sabe fazer, caraca, top, hein!
E aí começou o freela em equipe, foi crescendo, crescendo, crescendo, se tornou… Se tornou uma agência antes de você perceber, aí na verdade eh antes de se tornar uma agência, eu fiz um estágio, na verdade. Eu fiquei três dias no estágio e me demiti no terceiro dia. Eu já vi que não era para mim, e quando eu me demiti do estágio, eu resolvi aí sim fundar realmente a agência. Aí eu parei de ter freela, contratei as pessoas…
Você já era um freela em equipe, procurou estágio, encontrou e começou…?
Não, inclusive a história de como eu encontrei o meu estágio é é legal para falar sobre ter foco no que tu quer e não ter vergonha. Eu queria fazer estágio na área de finanças, e eu procurei no LinkedIn as maiores empresas que eu encontrei em Porto Alegre, e nenhuma tinha vaga. Aí eu falei: “Beleza, mas eu vou dar um jeito”. Mandou mensagem para todas elas falando assim: “Olha, eu sou o Nicolas, eu tenho tantos anos, tô na faculdade aqui, eu vi que não tem nenhuma vaga, mas quando abrir uma vaga eu quero ser considerado. Essas são as minhas habilidades, eu acredito que eu posso agregar muito pra empresa”. Mandei isso, não só isso, eu fui lá no Registro.br, peguei o os sites dessas empresas, peguei o domínio delas — pega lá o dominio.com.br, tu bota lá no Registro.br e tu consegue descobrir quem que comprou aquele domínio, então quem que é o dono daquele domínio…
Caraca!
…e geralmente quem compra o domínio é o dono da empresa. Aí eu peguei o contato deles, peguei o e-mail, mandei os e-mails para eles.
Contato, caraca!
E aí recebi resposta de uma empresa que falou assim: “Olha, a gente não tem vaga, mas a gente pode abrir uma para ti, vamos conversar”. Conversei…
Caraca, conseguiu o estágio!
…mas em três dias eu me demiti, três dias. Eu sa-… Tão bonitinho eles, coitados, foi o filho da mãe, fez M-, fez marketing aqui, morrendo de vergonha de pedir a demissão, mas e foi até importante para mim, porque assim, eu podia ter passado um ano naqu- naquele estágio para depois de um ano ter coragem de me demitir.
Coragem, exato.
No terceiro dia, eu lembro que eu acordei de manhã e olhei pro teto e pensei assim: “eu não quero sair da cama”. Aí eu falei: “não, então tem algo errado aqui, eu não sentia isso há um ano, sei lá quanto tempo não sinto isso”. Sim. E eu sei o motivo de eu tá sentindo isso também. Isso é um ponto engraçado: a gente muitas vezes sabe o problema que a gente tem na empresa, na nossa vida, a gente sabe o problema, e a gente fica meses só evitando o problema. A gente sabe qual é o problema, a gente sabe o que causa, a gente sabe a solução.
A gente sabe a solução, isso é o pior!
A gente sabe a solução, e a gente não toma atitude. Sabe o que é isso: fugindo da dor.
Fugir da conversa difícil.
Fugir da conv-, fugir do confronto, isso aí, meu. Inclusive já queria começar dando uma dica de livro falando de conversa difícil. E tem dois livros bem legais: tem um livro que é só chamado Conversas Difíceis…
Caramba, que legal!
…é bem legal esse livro, tá? E aí tem um outro livro bem legal do Simon Sinek, que ele fala Por Que Líderes Comem por Último, não sei se tu já viu esse livro.
Uhum.
É, e num dos capítulos do livro ele comenta isso. O livro chama Por Que Líderes Comem por Último, caraca, nunca ouvi falar desse livro! É basicamente assim: tu teve um prêmio, teve um jantar, tu nunca vai ser a primeira pessoa a tá saciada, tu vai sempre garantir que a tua equipe tá bem primeiro, que as coisas estão funcionando, depois como tá. Eh… Mas é bem legal, ele fala sobre isso. Vou ler, vou ler sobre isso. E ele tem também um… Eu posso estar errado agora o nome do título, mas também tem um que ele fala sobre eh sobre o porquê, né, Comece pelo Porquê.
Ah, esse eu já…
Esse também é bem legal dele, então são dois livros bem legais. E cara, o como que é… Por Que os Líderes Almoçam por…? Eu não tô com certeza agora se é Por Que os Líderes Comem por Último ou Por Que os Líderes Não Comem Sozinhos, é um dos dois termos que ele usa, mas é bem legal, ele fala sobre isso.
Vou ler, vou ler sobre isso.
E cara, e de fato é isso, é é puro puro. E outro, que é esse para mim acho que é o melhor livro que eu já li, que é O Lado Difícil das Situações Difíceis.
Esse é um clássico.
Esse é top, e ele fala bastante também sobre essa coisa de tu evitar a conversa difícil, e é uma… E esse livro é papo reto, hein?
Papo reto, 100% do início ao fim, 100%.
É, esse livro foi muito bom, eu tentei quando eu tava lendo ele, eu tirei algumas fotos, coloquei no feed, e deu muito bom. A galera falou: “Cara, que livro é esse aí?”. Eu falei: “É O Lado Difícil das Coisas Difíceis“. Me… Então, e aí você pediu a conta do estágio, falou: “Bicho, isso aqui não é para mim, DLB vou levar a sério a minha empresa agora”. Demitiu todos os freelancers, contratou pessoas…?
Demitiu demitiu os freelancers ou dem-? Parei de trabalhar com eles, né, tá? Não não registrou eles, por exemplo. Isso, como eu fazia freela, eu falei assim: “Olha, assim que você encerrar esse projeto aqui, vamos acabar, não não vou mais trabalhar contigo, vou procurar alguém para ser realmente parte da minha equipe”.
Boa.
Encontrei as pessoas aqui em Porto Alegre, comecei a fazer um presencial lá em Porto Alegre, né, na época, e até os meus freelas eram daqui. Então era era totalmente online assim, e eu falei “não, eu quero uma equipe presencial, que a gente possa se encontrar, possa construir a empresa junto”. Isso já é uma coisa que diferencia a DLB, porque hoje tá tudo “ah, não, remoto”, e é uma merda, eu odeio remoto, cara.
Eu também não sou m- nunca gostei de remoto. Eu era fã, eu comecei fã do remoto, é mesmo? Mas a minha equipe me convenceu: “não, é horrível”. Depois comecei a ver o resultado, a diferença de resultado.
Exato, quando começou esse negócio de novo normal com com a COVID, eu falei: “Não vai existir novo normal nunca, isso aí é um delírio coletivo”. Por quê: porque na pior hipótese — e foi o que eu sempre defendi —, na pior hipótese vai ter um modelo híbrido, com uma semana de home office, o que de fato depois voltou presencial, com uma semana de home office. Mas algumas empresas até essa uma semana, esse um dia de home office tá caindo, cara. Nada como o olho no olho, tête-à-tête, a troca de ideias, o líder o o júnior aprendendo com com o pleno, que aprendeu com o sênior, cara. Senão a gente vai ter um apagão de mão de obra maior do que a gente tá tendo, se todo mundo ficar dentro da sua casa trabalhando, nunca aquele novo normal ia rolar. E eu não gosto porque é assim: e algumas pessoas trabalham muito bem no home office, mas a grandíssima maioria não. E aí as pessoas que trabalham bem no home office falam como se todo mundo conseguisse trabalhar igual elas no home office, falam: “Não, o home office funciona, olha como eu trabalho bem”. Cara, a maioria das pessoas não. Eu não consigo trabalhar muito bem no home office, eu sou uma das pessoas que não consegue. Eu não consigo olhar pro meu sofá no conforto da minha casa e ele não me chamar, a ponto de eu falar assim: “Tá, eu vou sentar aqui no sofá”, e aí eu fico “dorme daqui”. Só que automaticamente por estar no conforto do sofá, já começa a bater a preguicinha, e aí a tua no mínimo se você não render à preguiça, a tua produtividade cai. Agora, as pessoas que mais defendiam o home office… Teve teve eu tive amigos eh falando e defendendo numa discussão que home office é o melhor dos caminhos, porque aumentou a produtividade, que não tem o tempo de deslocamento de ida e volta, etc., etc., etc. E aí no final eu tenho que eu tenho que aceitar os argumentos de que a produtividade dele aumentou muito, aumentou muito por causa de tudo isso que ele tá falando. Cada caso é um caso, não dá para dizer regra assim “ó, 100% ver regra”. Eis que mais para a frente no papo trocando ideia, tal, tal, tal, tal, tal, tal, ele falou: “Ah, eu fui no mercado”. Eu falei: “Nossa, e essa mesa você preparou um banquete aí?”. “Ah, eu fui no mercado hoje mais cedo, tal, tal, tal, tal, tal, tal“. Falei: “Você não tá trabalhando?”. “Tô, pô, mas eu fui lá, fiquei com o celular ativo, tal, tal, tal, tal, tal, tal“. Opa, amigão, pera aí, você foi no meio do expediente buscar fazer compras? “Não, mas é…”. Então no final das contas, quem tem a mente de funcionário sempre vai achar melhor: “eu uso os argumentos: pô, tem gente indo treinar, tem gente respondendo e-mail da piscina”. [ __ ] isso por isso aí, não tem como me dizer que tu tá trabalhando focado numa piscina, exato. “Ah, mas o notebook tá aqui”. Bichão, não é, você tá falando isso porque é teu interesse falar que da que funciona. E outra, empresas que já são já têm os processos um pouco mais bem construídos e mais sem muita alteração, eu até consigo entender a pessoa aplicar sozinho em casa, mas quando é um pequeno negócio que tá reaprendendo todo dia a fazer as coisas, os processos todo dia tu tem que pegar um processo e criar um novo, então assim, se tu tá criando coisas muito do zero, tu tá sempre reinventando a roda, o presencial é muito superior. No presencial, um júnior tira uma dúvida com um sênior em segundos, em segundos, e enquanto que no online ele não teria nem coragem de chamar a pessoa para fazer uma chamada, porque ele pensa assim: “Olha, a minha dúvida é muito pequena, não vou chamar ele para um um Meet aqui”, e aí vai perdendo, vai perdendo o fio da meada, vai perdendo o timing, porque ele não pergunta, não aprende, não se desenvolve e faz merda, né, ou não faz tão bem quanto deveria porque perdeu aquela… Cara, não funciona, a longo prazo não funciona, a longo prazo não funciona, é isso. Tanto que as maiores empresas do mundo todas elas voltaram, e as pessoas falam assim: “Ah, essas empresas não perceberam que os seus funcionários estavam trabalhando bem no home office“. Tu acha mesmo que tu é mais inteligente do que todos os diretores e boards de todas as maiores empresas do mundo?
Exato, total! E você acha que assim… Eh algumas dessas empresas, inclusive no meio da pandemia, já diminuindo do pico, o pico já tinha passado, os números vinham caindo, por mais que estavam já ainda em COVID, algumas dessas empresas disseram: “Não só a gente eh vai não só a gente não vai voltar pro pro presencial agora, quanto a gente tá deixando isso definitivo, a gente não vai mais voltar pro presencial nunca”. Nem depois da pandemia, as empresas… E tivemos grandes empresas, empresas multinacionais e tudo mais, falando: “A partir de agora seremos 100% home office para sempre, forever“. Voltar atrás, até as que disseram isso. Então, amigão, não acho não acho que você é mais esperto do que a que a galera, né? Mas boa! E aí abriu a empresa…
Comecei a empresa, trabalhei bastante. Eh a vida é muito diferente quando tu começa um negócio, além de ter pouca idade, pouca experiência, é pouco dinheiro. É, então não comecei com alguém me bancando com dinheiro dos pais, com… Exato, foi na raça. Foi na coragem. Eu tenho assim um vídeo de um dos primeiros meses que eu que eu tenho a empresa, que acho que é tipo 3:00 da manhã, eu eu gravo o vídeo falando assim: “Olha, é 3:00 da manhã, eu tenho que pagar amanhã R$ 1.000,00 em salários, eu não tenho R$ 2.000,00 na minha conta…”. Caraca! “…e vou ter que dar um jeito para conseguir esse dinheiro”. E é isso, eu tô basicamente destruído aquele dia, e eu gravei pensando assim: “Olha, o Nicolas do futuro vai ter orgulho de ver o que o que ele passou, e de ver quando as coisas não tiverem mais nessa situação”.
Caraca, que legal!
E hoje eu já eu olhei hoje, inclusive esse vídeo, às vezes eu olho para me motivar, assim, para pensar: “Olha, se eu tive nesse ponto aqui e eu consegui sair disso aqui, consegui superar isso aqui, cara, agora o que vier tu mata no peito e leva isso”. E é isso, você vai ficando mais cascudo pros problemas, aos poucos, cada vez mais.
E Nicolas, cara, você tem hoje 22?
Bicho, [ __ ] papo de tiozão chato para [ __ ] que eu vou falar agora, mas eu tenho 34, eu tenho 12 anos a mais do que você, mas eu comecei com 22. O meu a minha vida empreendedora, né, eu era CLT até os 22. Bicho, eu com 20, 22 não sabia nada, eu com 22 não sabia nada, eu com 29 não sabia nada. Eu, quando eu olho para trás, eu comecei o Além do CNPJ com 31, eu não sabia nada. E essa sensação é muito boa. Conforme você eu comecei a ter essa sensação de enxergar a maturidade e falar: “[ __ ], esse negócio de maturidade é gostoso, meu, porque te dá uma visão de mundo muito legal”. Eu comecei a chegar a maturidade de me sentir uma pessoa mais madura 2, 3 anos atrás, porque até então eu me achava aquele menino, tal. Então hoje eu olho, a vida é muito muito diferente graças a todas essas experiências que eu passei. Então, bicho, olhando pra tua trajetória, ô Nicolas, cara, você tá com 22 anos, mano, tudo isso que eu tô falando é um elogio a você, tá, é um elogio! Você vai, mano, você vai voar, bicho, porque você tá onde você tá com 22 anos de idade, você é louco! Você não tem noção o quanto você vai! Porque pensa o seguinte, ó: o que que você vai… Vamos vamos comparar o Nicolas com 34, é daqui 12 anos. Só que você não vai eh então… Quanto tempo você tem a agência?
Tenho há 2 anos e meio.
2 anos e meio. Então, pô, eu multiplico isso por seis, só que a questão é: você não vai partir dos próximos eh os próximos passos do zero, você já tem o o background que você tem agora, você já tem o know-how que você tem agora. Bicho, os próximos 2 anos e meio já vão ser muito mais exponenciais do que os primeiros.
Isso é um ponto importante, né, que esse aprendizado todo ele não é linear, ele é exponencial, exponencial. Bicho, você vai ver, você vai ver assim… Tem um eu já vi uma fala que é assim: se tu não olha pro que tu faz tu fazia seis meses atrás e sente um pouquinho de vergonha, quer dizer que tu ainda não evoluiu o que tu poderia ter evoluído.
Exatamente.
Se eu olho as coisas de seis meses atrás, eu penso: “Nossa, como eu já tô muito melhor do que isso aqui!”.
Exato, você tem que se achar tolo, olhar para trás, tem que se achar tolo. E, bicho, você vai ver, continua nessa, continua passando perrengue, se colocando em risco, você eh você tá na idade de errar, vai para cima, bicho, vai para cima, erra, mas põe o pé no acelerador no fundo, mano, porque conforme o tempo vai passando, você vai ficando menos ousado, e eu tô aprendendo isso com a voz da experiência dos meus erros. E agora que eu tô… Eu tô casado, não moro mais com com os meus pais, eu tenho dívida, a empresa é grande, os tombos acabam sendo mais caros caso você tome decisões erradas. Agora você é pai, então, automaticamente, bicho, você vai eh colocando outras coisas na decisão na no meio da decisão, assim: “Puts, eu não posso ser mais camikaze, eu não posso pular aqui de cabeça”. Com 22 anos, só vai, fecha o olho e vai. Se errar, você volta atrás, você tem tempo, bicho, porque… Isso pode parecer papo de tiozão, eu não quero ter não quero estar com papo de tiozão. Isso vai te formar. Se eu não tivesse colocado o meu pé no acelerador do jeito que eu coloquei, de forma quase que inconsequente, eu talvez não teria adquirido a maturidade que eu tenho hoje. Graças aos erros que eu tive, eu me fodi de um jeito tão grande, de tantas vezes, fazendo coisas que eu achava que era o jeito certo porque eu dominava o mundo, e e eu ia falar: “Agora eu tô pronto”, de que hoje eu tenho a consciência de que não existe a verdade verdade absoluta, de que eu não sei [ __ ] nenhuma, e tudo isso é uma maturidade que você adquire para tomar decisões cada vez melhores, isso você vai ficando mais apurado. Mas eu acho que o que constrói isso é a juventude insana e tentar… Juventude insana, então vai para cima, bicho, porque você é muito ligeiro, você é muito esperto, eu te conheço, a gente troca ideia, você é um cara que fala bem, se comunica bem, é esforçado, não tem tempo ruim, os clientes… Você é um cara honesto, você é um cara íntegro, então todos os B.O.s que você pega para assumir e bate no peito estando preparado ou não estando preparado, você dá um jeito e faz. Então, bicho, vai para cima, mano, porque você com 34 anos vai estar voando, tô falando 34 anos sempre como 12 anos, você vai estar voando, não é papo de tiozão, não, mano, porque hoje em dia, ainda mais na molecada de 22, bicho, os seus pares são todos uns um bando de bobos, é sério, a a sua geração, mano, é a geração “nem-nem”: nem trabalha, nem estuda. Cara, a geração foi consumida pela mídia social e pela recompensa de curto prazo. A geração falhou, mano, não tô… E por mais que exista uma tendência da geração anterior achar que a futura geração falhou, mas cara, eu não tô entendendo para onde vai essa geração, real. Nós somos a primeira geração a ter o QI menor do que a geração anterior, cara. A questão é: beleza, ah, eu sou uma geração que eu não quero trabalhar, eu quero qualidade de vida, isso até concordo. Eu não quero trabalhar numa empresa que não compactua com os meus valores, até concordo e até concordo… Não concordo! A questão é: bicho, pessoal de 25 anos não trabalha e não tá estudando, o que que esse cara tá fazendo na vida? Acha que isso é qualidade de vida? Acha que ficar em casa o dia inteiro deitado é qualidade de vida? E sabe o que eu… Uma coisa que eu aprendi na minha vida é que não tem como ignorar a realidade. A realidade impera, ela vai vir forte uma hora, e essa galera vai ver a merda que eles fizeram. Eles estão achando que que o mundo é um mundo de algodão-doce.
Para quem é da minha geração, tem 20 anos, 20 e poucos anos ou até mais novo, tem um livro bem legal que fala Por Que os 20 Anos Importam. Pode pesquisar no Google, é uma psicóloga que atende basicamente por muito tempo atendeu jovens nessa faixa…
Legal!
…e ela fala basicamente o que que ela identificou de pessoas que já estão lá no final dos seus 20, o que que elas essas pessoas olhavam pro passado e viam de problemas, o que que elas se arrependeram de não ter feito nos seus 20 anos.
Caraca!
E uma das coisas que ela fala é justamente sobre isso que tu falou, de arriscar. Tu tá numa fase que se tudo der errado, tu volta pra casa dos teus pais e deu, exato. As dívidas que tu vai estar contraindo vão ser dívidas de R$ 2, R$ 3, R$ 5, R$ 4, R$ 5, R$ 10.000,00, tu vai resolver isso aí uma hora ou outra, então assim, relaxa que é pouco dinheiro, isso aí tu vai dar um jeito uma hora ou outra. Então assim, tu tá na idade que ela fala de construir o teu capital de trabalho basicamente, que é tu aprender, tu conseguir criar coisas, tu tentar, tu te conhecer, mas tu não ficar só no raso, pegar alguma coisa e ir aprendendo e melhorando.
Total, é isso, cara! Arrisca, bicho, arrisca, vai para cima, se joga de cabeça, não se joga não se joga de cabeça, que é isso aí que vai que vai te construir você. E assim, eu falo isso para todo jovem, mas você é um jovem diferente ainda, você é um cara… A coisa que mais importa na vida que eu acho que que eu acredito que influencia no sucesso de uma pessoa é a boa comunicação. Você se comunica muito bem, cara, você tem 22 anos, você tem uma maturidade já para uma idade que você tem, que é difícil, tá? Tem gente com 30 e poucos aí, tem gente com 40, tem gente com 60 que não tem a tua maturidade.
Fico feliz!
Então o que eu tô falando é como como isso é exponencial, bicho, acelera, bicho, porque tem muito potencial aí, então a aceleração na idade que você tem para você se ferrar, aprender errando, tal, se ferrando mesmo, vai te dar muito muita bagagem que, somada a esse potencial que você tem, vai voar, vai voar, vai para cima.
Fico feliz com isso. Eu até queria entrar nesse assunto, falar um pouco sobre arriscar, e contar um pouco de como eu te conheci pessoalmente.
Conta, conta aí.
Eu já seguia o Felipe, já era aluno da mentoria, tá, mas como aluno da mentoria não tinha contato pessoal com o Felipe. Mas aí eu vi um story dele um dia no avião, ele postou acho que postou umas 8:00 da manhã falando assim: “tô indo para Porto Alegre participar de um evento, de um fórum”. Eu vi o story dele era 11:00 da manhã, e eu pensei: “cara, se eu for nesse evento aqui, eu encontro o Felipe, o evento não é tão grande assim”. Comprei o ingresso na hora, peguei um Uber e fui, e fui lá pro evento. A gente gastou, sei lá, R$ 400,00 no entre o pagar o evento e pagar o Uber, e aí cheguei lá, fiquei procurando o Felipe no evento inteiro. Uma hora eu encontrei, ele ainda tava no meio das cadeirinhas, então era difícil de encontrar, uma hora eu encontrei o Felipe, comecei a conversar com ele, ele me deu um monte de dicas, basicamente assim: se eu fosse pagar uma consultoria do Felipe para ele vir falar sobre a minha empresa, ia custar muito mais do que isso.
Não, e eu nem dou consultoria.
Você não ia nem conseguir, então ele me deu uma consultoria basicamente particular ali por porque ele viu que eu tava a fim, que eu queria. Eu tirei foto com ele, então assim: tenha a coragem de ir atrás do que tu quer. Às vezes a gente acha assim: “olha, nossa, para eu falar com alguém, eu preciso de uma coisa superelaborada”. Seja criativo, total, total.
E, cara, o que que aconteceu: tô lá no meio do evento, do nada você: “Ô, Felipe, do Além do CNPJ, sou… Ó, vamos tirar uma foto”. No começo você nem me falou que você tinha feito isso, porque até então quando você me me me interagiu lá comigo, eu falei assim: “Cara, é um cara que me encont- que me segue, que por acaso tá no mesmo evento”. Eu nem imaginei que você tinha ido quando você me viu no aeroporto. Aí, eh papo vai, papo vem, começamos a trocar ideia, a gente sentou um do lado do outro, ficamos conversando o dia inteiro, e eu lembro da cara… Cara, e é é muito legal porque eu lembro que na época — vamos vamos entrar nesse assunto agora —, eu lembro que na época você tinha já a Agência DLB, só que você tava num impasse: você fazia sites, eh se eu se eu falar alguma merda, você me corrige, mas você fazia sites, eh inclusive muito bons, assim, os sites que você… O seu site é muito bom, e o site que você faz os sites que você faz também são são realmente muito bons, são muito interativos, é uma coisa diferente. Depois entra no no no site aí, coloca o o o BG do da DLB, por favor, ô Tiagão, mas entra no site dos caras, os caras vocês mandam bem nisso aí. E e aí você falou: “Cara, sabe qual o problema da da agência? Eu tô com uma dificuldade, tal, tal, tal, porque, cara, eu tenho caixa, tal, tal, tal, estamos vendendo, tal, mas eu todo mês virou um mês matar um leão por dia, é um leão por dia, porque você você não tinha recorrência, você tinha vendas de site e você fazia venda de site, venda de de site, vender de site, vender de site. Beleza, acabou o mês, faturei bem, faturei, não vendi muito, não vendi, não importa, virou o mês, zerou, e aí de novo você tinha que correr. E essa era a sua dúvida: o que que eu faço para conseguir… Sei lá o que você tava com ideia, eu não lembro quais ideias você tinha, eu falei: “Cara, você precisa de recorrência, você precisa de ir por esse caminho”. Conta essa história aí do do teu ponto de vista.
Beleza. Então na época eu tava fazendo muito projeto de site, era o carro-chefe da empresa, a gente já tava fazendo gestão de redes sociais e anúncios, mas era assim: eu tinha dois clientes nessa área, tinha recém-começado e tava pensando em dar um foco maior para essa área do que na parte de sites. E aí tu me falou: “Olha, tu tem que ir pra recorrência, porque é assim que tu vai conseguir gerar caixa de forma consistente para não ficar matando um leão por dia, não ficar gravando vídeo 3:00 da manhã achando que não vai ganhar dinheiro e não tem como pagar as contas”. Exato, cara, e foi isso que você fez, né, cara? Foi isso que a gente fez, a gente mudou a nossa matriz de vendas. Basicamente hoje a parte de gestão de anúncios e redes sociais é responsável pela maior parte do faturamento da agência, então a gente fez essa mudança, não abandonamos o o a parte do site pontual…
Claro.
…não abandonamos projetos pontuais, mas focamos muito mais na gestão para ter essa recorrência, essa tranquilidade do ponto de vista de empresa. E eu… Foi uma uma consultoria assim que eu poderia ter pago R$ 2.000,00, às vezes não teria recebido uma dica tão certeira pro meu caso ali do que…
Exato, foi para você, porque você você me contou a tua dor, eu te contei a a minha a minha solução que eu daria, e com base ainda numa experiência de que eu tive. Eu tive uma agência de marketing digital, e era exatamente isso, a gente a gente não faturava muito, acho que a gente faturava… Eu vendi a agência quando ela tava com uns 100, uns 200 pau por mês, então era uma agência pequena, mas eh que que aconteceu: que foi um negócio que dava dinheiro pra caramba! Nossa, agência de marketing digital bem gerida assim dá uma grana, hein! Porque, cara, a gente tinha dos R$ 200.000,00 que a gente faturava, 150 era recorrência, era contrato. Meu custo com tudo — funcionário, etc., etc., etc. —, tava com 110, então já tava dando um lucro bom só na recorrência, só que os outros 50 que eu agregava de valor de faturamento era de um sitezinho que eu vendia, tal, tal, tal, que eu não contratava freela, eu não contratava gente, por quê: porque eu já conseguia absorver até X valor pontual dentro da estrutura. Então, pô, já tava ganhando 40 pau por mês, mais um site de 50, vai, vendas de sites que somadas davam R$ 50.000,00, era lucro puro, porque eu já usava a equipe. Nossa, cara, teve mês lá que eu deixava 50% de Ebitda, cara. Eu falei: “Nossa!”. Só que a gente teve um problema assim: não tivemos nenhum problema societário, mas a gente teve um desalinhamento societário, e a gente começou a entrar em contas… Começamos a concorrer contas grandes na época, e eu lembro que a gente estava concorrendo a uma conta muito grande, a conta da Danone no Brasil, e a gente pecou por [Música] algumas… [ __ ] Vou medir minhas palavras aqui, mas eu não vou medir, não, [ __ ], vou falar o que o que vem na minha cabeça: a gente pecou por algumas irresponsabilidades, e eu sempre fui o cara que toquei um pouco a parte comercial, e um dos meus sócios na época eh não cumpriu a parte dele em preparar as apresentações do jeito que foi combinado e tudo mais, e e eu fui pra reunião despreparado por conta dele, me ferrei, perdi a conta, perdi a concorrência. Tudo bem, acontece, brigamos lá, discutimos, tal, tal, tal: “Vamos aprender com isso, e gente, a gente tá precisando a gente tá agora entrando em outra seara, estamos mudando de patamar, e a gente precisa se preparar para isso. Eu sei que essa é a parte técnica de vocês, eu cuido do administrativo e do comercial, mas eu queria que a gente estruturasse processos na nossa empresa pra gente conseguir eh ir para esse novo patamar. E vou marcar uma reunião todo dia, uma reunião diária, todo dia das 8:00 às 9:30, pra gente ficar todo dia se reunindo das 8:00 às 9:30 para discutir processos, para como atender melhor os clientes, para como para como criar um onboarding legal de contas, como estruturar uma parte comercial que me dê esse background para eu conseguir eh vender melhor. E, cara, porque eu disse o seguinte: beleza, eu entendo que essa dificuldade vocês têm, e e eu entendo que também consigo ajudar, só que para isso eu preciso que a gente esteja junto e vamos fazer esse negócio acontecer”. Resumindo: começar, aí eles toparam, a gente começou a fazer essas reuniões. Cara, ô Nicolas, sério, não tinha nenhum dia que eles chegavam no horário, nenhum dia. Teve um dia que depois aí eu comecei a me enfezar, me enfezar, me enfezar. Eu falei: “Bicho, esses caras não estão dispostos”. E as pessoas… Como a gente já tava ganhando um dinheiro, eles estavam acomodados com essa grana, só que isso não é dinheiro, pô. Ganhar 100 pau por mês é dinheiro pra caramba, mas não é dinheiro. E assim, nunca é legal que alguém da tua equipe faça isso, mas um sócio fazer isso é um nível de de um grau muito além, é um um grau de descompromisso muito grande. A equipe não é bom que isso aconteça, mas um sócio fazer uma coisa dessas é totalmente irresponsabilidade. Eles eles não conseguiam chegar no horário, e sendo que eu tava lá disposto como sócio a ajudar o setor que eles eram responsáveis a melhorar para a gente conseguir de fato atender esse novo patamar, porque, cara, a vida empreendedora é isso: você tem que ir pro próximo passo, nunca você pode ficar no mesmo lugar. E esses eh acontecimentos fizeram com que eu olhasse e falasse assim: por mais que essa agência tá dando grana, por mais que tá dando bom, por mais que tem tudo para dar certo, eh esses caras não vão estar comigo no sucesso absoluto, porque eu quero muito mais que isso aqui. Aí eh conversei com a Raísinha, com a minha esposa, e falei: “Por causa disso, disso, disso…”. Eu sei que tá dando maior grana por mês, tava dando 100 pau por mês, praticamente tava dando uma grana boa: R$ 100 mil, R$ 80 mil, mês ruim R$ 60 mil. Aí teve mês bom que a gente vendeu um monte de site e tudo mais, teve um mês lá que deu cem e poucos mil de Ebitda livre, falei “vamos embora”. Olha isso, eu larguei o osso mesmo, eu falei: “Raísa, vamos embora”. Fizemos, aí falei com eles, expliquei, 100% amigável, falei: “Ó, vocês estão num outro momento, vocês estão superfelizes com essa grana. Para mim isso é dinheiro, lógico, todo dinheiro é dinheiro, mas eu quero muito mais, cara, eu quero ir pro próximo passo. Vocês estão confortáveis com isso, a gente tá desalinhado com expectativa, vamos fazer o seguinte: fiquem com a empresa, eh vamos fazer aqui um valuation da empresa, paguem minha parte, vocês não têm grana agora, mas o próprio resultado da empresa consegue me pagar, e aí a gente cria isso em suaves parcelas, eu confio em vocês e vão embora”. Toparam, até porque fazendo isso, o valor da divisão dos dividendos ia ficar temporário, porque os meus a o que ia para mim de dividendos ia começar a ir como valuation de parcela de pagamento, sim, e quando acabasse, eles iam ficar com tudo para eles. E foi bem isso que tu falou, foi um desalinhamento, porque assim, não dá para dizer que eles estão errados. Talvez a ideia que eles queriam de empresa era faturar o seu valor, fechar ali, não queriam crescer, era fatura… Total! E aí saí da empresa, coloquei a grana do valuation no bolso, vendi ela e tudo mais. E, cara, é uma história triste, tá, porque os dois sócios que ficaram, eles eram amigos entre eles, e eu entrei na sociedade eh na verdade eles eles tinham a ideia de abrir uma agência, me trouxeram essa possibilidade, e aí eu falei “eu entro com vocês”, e a gente entrou junto. Eh e eles eram amigos antes de mim ainda, eles se conheciam, eu conheci eles já sendo amigos. Um roubou o outro, bicho, você acredita?
Quando eu saí da sociedade… Quando eu saí da sociedade, eu era eu sempre, todas as sociedades que eu fiz, eu abracei o administrativo porque eu tenho um corpo administrativo muito bom, a minha esposa é muito boa com isso, a Raísa, e e eu não coloco… E eu por fazer isso muito bem, sempre prestando contas pros sócios com relatórios e tudo mais, mas eu assumo essa essa parte eh o controle mesmo da gestão, eu que cuidava de tudo. Então quando eu vendi minha minha parte, a gente fez a transição para eles: “ó, aqui que entra no banco, aqui que faz tal coisa, aqui tá o sistema, aqui tá todo o histórico, tal, tal, tal, isso tem na conta”, fizemos toda a apresentação, explicamos, treinamos, etc., e um sócio ficou com isso, enquanto o outro sócio ficou tocando a parte operacional. E esse sócio, um filho da [ __ ] de marca maior, um cara que eu adorava, um cara que eu tinha um carinho enorme, um cara que eu via muito potencial, mas se perdeu pra ética, e começou a roubar o outro, e de forma indiscriminada, passando o cartão corporativo da empresa para um monte de coisa pessoal. O cara desviou a maior grana da empresa, maior grana, e o meu outro sócio, um dos caras mais gente boa que eu conheço, foi altamente prejudicado, e a empresa veio à falência, cara. Pegaram uma mina de ouro, uma mina de ouro, e destruíram. E ética numa sociedade é inegociável, é inegociável. E coitado desse meu brother, que se ferrou, um um cara gente boa demais, meu parceiro. E a vida é muito justa, esse cara se reergueu, mano! Esse cara se reergueu, ele tá voando! Ele e a esposa dele tão voando, graças a Deus, mano! Vou até falar o nome dele: Michel, mano, [ __ ], top que você tá voando, você tá ligado o quanto você é importante para mim, [ __ ], parceirão! E que esse filho da [ __ ] passe todos os mazelas de um cara deshonesto da vida. A vida empreendedora é complexa, a vida vai cobrar.
A gente falou no início, a realidade sempre vem, vai cobrar, é isso aí. E por mais que ele não fez mal a mim, honestidade para mim é inegociável, cara, esse cara foi um um um tremendo filho da [ __ ].
Estamos junto. Tu falou ali de fazer marketing para Danone. Nós vamos falar um pouquinho de marketing pro pro pequeno empreendedor ali.
Isso, isso que eu ia te falar, cara, exatamente, eu ia entrar nesse assunto, bicho! Cara, o pequenininho lá abriu uma oficina, abriu um escritório de contabilidade, abriu lá uma pizzaria, uma padaria, ou abriu uma vidraçaria, esse cara é uma “eu-presa”, ele é um pequenininho que mal sabe o que é marketing digital, tá perdido, e ele vê o marketing digital como um monstro do Lago Ness: “como que eu faço isso aí, cara?”. Qual é a diferença, começando assim com com o marketing, qual é a diferença de um marketing básico para um marketing intermediário que você pode que a gente pode chamar assim, por um marketing superavançado das grandes, uma Danone que faz um supermarketing, contrata influencer, etc.? Qual, me divide um pouco isso em caixas, eu sei que não dá para dividir porque é muito relativo, o pequeno a estratégia do pequeno pode ser extremamente importante pro grande e vice-versa, mas divide esse encaixe para ficar um pouco mais palpável pro pro público.
Sim, é importante deixar claro que cada negócio vai ter uma área do marketing que vai dar mais resultado, vai fazer mais sentido. A gente tava comentando antes que assim: se o teu negócio as pessoas não sabem que ele existe, tá vendendo algo inovador, algo que ninguém procura no Google, então tu anunciar no Google, tu ter um SEO não vai ser a tua prioridade em relação a tu anunciar lá no Instagram, lá no Meta, ou fazer uma estratégia baseada em contas. Então tu tem que entender o que que faz sentido para ti, mas vamos dizer assim, ó: o que que é o básico do marketing que a maioria das empresas não faz, o básico mesmo? Tu é uma empresa, tem uma empresa, tu fatura $1.000.000,00, tu tá começando, tá estruturando o teu marketing, vamos lá. Primeiro: Google Meu Negócio. Bem básico: entra lá no Google Meu Negócio, cria tua conta, cadastra teus dados todos, cadastra todos teus produtos, posta duas, três atualizações, e pega as avaliações do Google ali, pega o linkzinho de avaliação, manda para todos os teus antigos clientes, todo mundo que trabalhou contigo, faz uma mensagenzinha padrão ali: “olha, queria pedir um favor, se puder nos avaliar no Google, vai ajudar bastante a gente, pode deixar só as estrelinhas, não precisa fazer um comentário”. Beleza, Google Meu Negócio.
E se e se o cara é produto físico assim, ele pode pegar um QR code, pedir pro pessoal avaliar?
Consegue. Se tu tu tem um produto físico ou então tu tem uma loja, tu tem uma padaria, tá, tem estratégias para ti fazer isso acontecer também. Na padaria, tu pode botar um QR code ali: “avalie o nosso negócio, avalie o nosso negócio”. Tu pode até dar prêmios para isso, é legal tu sempre incentivar, então assim: tem um cliente meu que é uma rede de motéis que eles dão sempre uma espumante se tu avaliar eles no Google, então tu avalia eles no Google, mostra na recepção, e ganha uma espumante. Mas não precisa ser algo tão complexo, pode ser um bombom, pode ser uma balinha, sempre é legal incentivar. Mas esse é o básico, assim, não precisa nem pensar ainda nessas recompensas, primeiro manda para alguns clientes, coloca um QR code, só começa, depois tu pensa em ficar bom, depois tu pensa em ter uma estratégia superlegal para isso. Total. Primeiro faz esse básico. Então primeira coisa: Google Meu Negócio. Segundo: tem um site da tua empresa onde tu vai contar um pouquinho melhor o que tu faz. “Ah, Nicolas, não tenho dinheiro para investir, eu não quero chamar uma agência”, cara, vai num Wix da vida, que tu vai encontrar lá, passa um dia pensando nos textos, nas fotos.
Wix é uma plataforma que você cria site, uma plataforma simples ali de criar site, bem básica, para quem realmente está começando, tem várias na internet, mas cria um sitezinho básico, pensa bem no que tu vai escrever, fala todos os seus serviços, tudo que tu faz. Então primeiro ponto: Google Meu Negócio; segundo: teu site; terceiro: tuas redes sociais, não precisa fazer TikTok, não precisa fazer Twitter, cara, foca no básico! Tu tá começando agora: é Instagram, Facebook, e dependendo do teu negócio, LinkedIn. Então assim, Instagram e Facebook ainda é o mesmo post, ainda é tu só clica ali em publicar nos dois, já acabou, já era. E assim, não precisa começar fazendo lives e fazendo vários stories, começa pelo básico: arruma tua foto, bota, se é um teu negócio, bota o teu logo de foto, bota o nome da tua empresa, bota o que vocês fazem, bota para quem vocês fazem. Então assim ó: “agência de marketing para pequenos negócios, focado em e-commerce”, bota lá o básico na tua bio, faz uma postagem a cada 15, 20 dias, dizes que não tem tempo. Óbvio que é legal tu criar conteúdo todo dia, tu fazer conteúdos super mais complexos, tu gravar live, tu fazer story, mas se tu quer tá começando agora, grava um conteúdo por semana. “Ah, não tenho tempo”, um conteúdo a cada duas semanas. O mais importante é: tem que ter algo recente. Eu já desisti de comprar várias vezes de empresa que eu abro o Instagram e eu vejo que a postagem faz um ano.
Nossa, total! Eu também. Que que eu penso na hora: a empresa acabou, faliu. Pô, se eu vejo uma postagem no Instagram que faz um ano que não atualiza, para mim essa empresa faliu. É preferível o cara não ter Instagram, é preferível não ter Instagram, entendeu? Porque se procurar Instagram, eu falar: “Ah, não tem Instagram”, do que eu achar a empresa, olhar e falar “11 meses, bicho, já era, esses caras não existem mais”. Pro site é a mesma coisa, mostra mostra descompromisso. Tem umas empresas que que botam lá embaixo no site o ano em que foi criado, aí tá lá no site da empresa “2011”, quando eu vejo isso, eu já acho que a empresa faliu, o primeiro pensamento.
Nossa, cara, que doideira, e é verdade, acontece isso comigo também, tenho a mesma percepção, tenho a mesma percepção. Total, você fala de você fala de gravar conteúdo, não é necessariamente gravar, às vezes um post, uma foto que tu pegou na internet e colocou um conteúdo, se tu não tem tempo para fazer isso, não aí já não tem tempo para tocar o negócio, não, se você não tiver tempo para fazer isso, você tá se enganando. Então assim, se enganando. O que eu diria que é o básico do do marketing hoje para ti começar é ter um Google Meu Negócio, é ter um sitezinho e tu ter a rede social, ter algum conteúdo. Esse é o básico do básico assim, a primeira coisa que tu faz, e tu consegue fazer isso em um dia, tu arruma tudo isso em um dia: tu arruma tua bio, teu perfil, cadastra teu teu perfil no Google Meu Negócio e faz tudo isso num dia.
Digo mais: um dia com a construção do site no Wix!
Com a construção do site no Wix! Então não para um site de uma página só.
Exato, que é o que precisa, um cartão de visitas digital praticamente. É o básico. Aí beleza, já tem esse básico, aí tu começa a pensar em investir em anúncios: investir em anúncio no Google, investir em anúncio no Meta, lá no Instagram, no Facebook. “Ah, como é que eu decido se eu invisto mais dinheiro no Google ou mais dinheiro no Instagram e no Facebook?”. Primeira coisa é sempre testar, nada vai ser uma verdade absoluta, então testa. Mas que que dá para dizer assim, uma regra de bolso: o teu cliente precisa ter a dor antes para te contratar ou tu consegue convencer uma pessoa que não tem a dor a comprar? Por exemplo, se tu consegue convencer a pessoa a comprar apenas mostrando uma foto bonita do teu produto — então tu vende lá um lanche, tu vende uma roupa, tu vende carteira, tu vende cinto, tu vende qualquer coisa que tu consegue olhar ali no Instagram e pensar “pô, que legal, vou comprar”, e não sente muito —, foca mais no Instagram, total. Agora, se o teu produto precisa ter uma dor antes — ninguém contrata um advogado criminal numa quinta-feira à tarde olhando no Instagram, a não ser que tu tenha a dor de precisar de um advogado criminal —, total. Então se o teu ramo precisa ter uma dor primeiro, tu vai focar no Google, primeiro tu vai focar em se em ter anúncio no Google para depois focar no Meta.
Top!
Então assim, ó, cara, eu vejo muita gente com dúvida: “putz, gastar dinheiro com mídia, eu vou fazer gestão de tráfego, eu vou pro Facebook, pro Instagram, ou vou pro Google?”. Então Google é quando a pessoa precisa ter uma dor antes para comprar de ti, então você não vai convencer a pessoa rolando o feed, você vai… A pessoa vai ter a dor, e ela vai pensar o quê: “preciso ir pro Google achar alguém, preciso encontrar alguém para resolver a minha dor”, aí tu vai pro Google. Encanador vai pro Google. Ninguém tá andando no teu Instagram vendo vídeo e pensa em contratar um encanador: “nossa, aqui legal, adorei ele trocando esse cano, vou contratar ele, vou contratar ele”, exato. Então resolvedor pontual que as pessoas vão pro Google buscar uma solução: Google. A princípio, de novo, isso não é uma verdade absoluta, tem vários advogados, como eu comentei, que têm muito sucesso no Instagram e conseguem muitos clientes por lá, mas tu tá começando, vai por essa regrinha de bolso, e depois tu testa outra rede social, vai. E essa regrinha de bolso vai funcionar, vai funcionar, vai te dar um norte ao menos para ti começar. E no Instagram, no Meta, no Facebook, quando que é ideal pra pra empresa começar lá: quando o teu público tu consegue vender para ele sem ele ter uma dor prévia. Então assim, eu tenho camisa suficiente em casa, eu tenho camisa suficiente em casa, mas se eu vi uma camisa bonita, eu posso ser convencido apenas pela foto a comprar, e não vai fazer diferença na minha vida financeira assim comprar uma camisa que é um valor relativamente baixo. Então se o teu produto a pessoa tu consegue vender para essa pessoa sem ela ter uma grande dor antes, o Facebook e o Instagram vai ser o principal canal de aquisição de clientes, top.
Principalmente quando você pensa numa camisa, por exemplo, imagina uma pessoa indo pro Google procurar “camisa social”, ferrou, se você quiser concorrer a isso, você vai torrar o dinheiro e não vai ter resultado, é mais fácil você colocar esse dinheiro direcionado, e aí nesse caso o Google não funciona para você, é melhor você colocar esse dinheiro direcionado no Meta.
Claro que assim, tem empresas gigantes que estão lá no Google vendendo camisa, a Renner, sei lá, tem um monte de empresa assim, mas o ponto é: tu é uma empresa pequena, e tu consegue convencer o teu cliente a comprar apenas por impulso, já é um indício de que tu vai primeiro pro Instagram, esse vai ser teu foco; ou então se o teu público nem sabe que o teu produto existe, então tu vende alguma coisa muito inovadora, uma forma que ninguém vai pesquisar no Google, aí tu vai pro Instagram.
Top! E bicho, cara, qual é a dica que você daria pra galera média? Vamos lá, então tu já tem teu negócio, o que que é médio para você assim: eu tô considerando aqui básico/médio apenas o que tu já fez. Então primeiro tu faz esse básico, não importa o teu tamanho, primeiro tu faz esse básico de ter um site, de ter negócio feijão com arroz, e ter um Instagram funcionando, esse é o básico. Terminou isso, aí tu começa a pensar em investir em anúncios: investir em anúncios no Google e no Meta. De novo, faz os teus testes e aprende o que que funciona para ti. Terminou isso, tu consegue fazer mais coisas: tu consegue começar a investir em SEO, por exemplo, em posicionamento no Google. Se o Google faz… O Felipe tem um vídeo aqui inteiro no Instagram falando sobre como a empresa dele quase sumiu do dia pra noite porque caiu no no posicionamento do Google, né?
Exato, exato, foi uma loucura, cara, a gente passou um perrengue danado disso aí.
Então assim, segunda coisa que pode fazer é a parte de SEO. Isso já é uma coisa legal. Que que é SEO? SEO é Search Engine Optimization, é basicamente tu otimizar o teu site para ele aparecer nas buscas do Google de forma simples, de forma gratuita, né, de forma totalmente orgânica. SEO é para todo mundo? Não. Ou melhor dizendo, se tu tem muito dinheiro, óbvio que tu todo mundo vai investir em SEO, se tu tem uma empresa milionária, SEO vai estar lá no teu orçamento, que seja por branding, mas você… Mas eu tô falando assim: empresa pequena, não é todo mundo que o SEO vai fazer sentido tu investir o tempo e o dinheiro necessário para ter um resultado legal.
Total.
Então assim, depois que tu fez esse básico anúncios, SEO é uma das coisas legais.
Deixa eu te perguntar sobre SEO, entrar nessa seara: por que que é quando SEO é necessário?
Vamos lá, quando tu tem, primeiro de tudo, um volume legal de pessoas pesquisando o teu assunto. Então assim: eu sou um encanador de Porto Alegre, eu quero vender o meu serviço de encanador em Porto Alegre, então o teu site inteiro vai ser focado em palavras que pessoas que estão buscando encanadores em Porto Alegre vão pesquisar. E o que que elas vão pesquisar: “encanador”, apenas “encanador Porto Alegre”, “encanadores em Porto Alegre”, “encanador na minha rua em Porto Alegre”, “encanador barato em Porto Alegre”. Então tu vai pegar todas essas palavras-chave que tu entende que fazem sentido para o negócio, e tu vai… Tem umas estratégias para ti colocar no teu site, para ti criar um blog. Não vou focar tanto no como fazer o SEO, até porque é complexo demais, e teve um um convidado já que falou bastante sobre isso, né? Então… But essa é uma coisa importante de fazer, mas de novo, não é para todo mundo, como eu falei. É tem um a gente comprou uma carteira de papel superlegal de uma empresa lá do Rio Grande do Sul, ninguém tá procurando no Google “carteira de papel” porque ninguém sabe que isso existe.
Total.
Então assim, eles investem hoje em SEO? Com certeza, mas só começaram a investir em SEO depois que eles ficaram minimamente conhecidos para ter alguém pesquisando no Google “carteira de papel”, e aí automaticamente aparecendo como como orgânico eles empurram o produto. Até porque quando eles começaram, eu acho, não existia carteira de papel, hoje até tem concorrentes deles, mas quando começaram não existia. Então lá no início, para eles o foco deles nunca foi ou lá no início foi SEO, depois que fazia sentido.
Que legal pra entender o teu negócio.
Top, tá? Mas na dúvida tu faz o básico de cada um. Eu falei: na dúvida tu faz o Google Meu Negócio, tu investe um pouquinho no Instagram, um pouquinho no Google. Na dúvida, tu primeiro testa e depois vê o que funciona. Top. Nada do marketing digital — isso é um problema das pessoas que falam “ah, funil australiano, metodologia X, Y, Z” —, esse pessoal todo quer falar regra pro teu negócio sem conhecer o que que o teu negócio faz.
Regra, nossa, total! Isso aí é uma coisa que me enche um pouco o saco na internet: “Ah, não, faz tal coisa que vai funcionar”, “Ah, não, isso aqui é o melhor do caminho”. Não, e que é imprescindível pro seu negócio, bicho. Como assim? Às vezes não faz sentido nenhum, se para você agora, ainda mais no teu momento, às vezes o teu nicho é bom para SEO, a estratégia até caberia SEO, mas o teu momento não é, então é é muita variável para se analisar antes de você definir qual é a estratégia certa do do do teu momento de de empresa, inclusive para marketing digital, inclusive. E já passando aqui o merchan da da DLB, o vocês fazem uma análise, né, pras empresas?
Isso, a gente tem uma análise gratuita para quem é seguidor do Além do CNPJ, já teve várias pessoas que foram lá e cadastraram no site, e essa análise eu vou justamente pegar esses pontos do básico, do intermediário, e a gente vai analisar junto tudo o que vocês fazem e ajudar vocês a entenderem esse caminho inicial.
É o que agência… Ô Tiagão, põe aí o o o BG de novo, vai tá depois no na descrição aqui, mas é agenciadlb.com.br/alemdocnpj. Boa, agenciadlb.com.br/alemdocnpj. Você tá assistindo esse esse corte que acontece, agenciadlb.com.br/alemdocnpj, tem um formulário super-rápido, não tem… Você não pergunta muita coisa, você pega praticamente as informações básicas, e a Agência DLB faz para você uma análise do teu posicionamento na internet de forma gratuita. Quando você trouxe essa ideia lá no comecinho, eu falei: “Nicolas, meu, não vai colocar a faca no pescoço do cara”. Falou: “Não, sem compromisso, sem letra miúda”. Por quê: trazer mesmo a análise. Será que pro momento que eu tô vivendo, pro tamanho que eu sou, pro nicho que eu… Será que as estratégias que eu tô fazendo são as melhores? Será que eu não poderia melhorar? Será que eu não poderia tirar…? Às vezes a solução que você traz é: “Puts, como você tá precisando economizar ou trazer mais resultado, vamos parar de SEO, vamos parar de fazer SEO e vamos transformar esse dinheiro em mídia, que é para você ter mais resultado rápido”. Cara, a internet precisa, o marketing digital precisa de inclusive uma estratégia específica pro teu momento de negócio, e muitas vezes reanalisar as estratégias durante o processo, porque pode ser que você esteja num momento de baixa de caixa e você precisa readequar a estratégia. A Agência DLB tá fazendo isso para você sem custo nenhum, faz isso aí, e claro, fazendo sentido o que vocês estão fazendo de análise e tudo mais, aí você contrata a DLB, vai que vai, sem sem sem perigo, porque conheço os caras, tenho, como falei, seguidores que contrataram, que eu fiz essa pesquisa, e os caras falaram: “Meu, os caras foram sempre honestos, supercorretos com a gente, os caras são bons”. Eu falei: “Então vamos que vamos!”.
Até falando do básico, intermediário, avançado, uma das coisas mais avançadas que tu pode fazer é pagar para estar junto do teu cliente. Então quando eu fiz lá a mentoria Impacto com o Felipe, não só eu entendia que ela era boa pro meu negócio, mas assim, o Felipe vende para quem: para empreendedores. Eu vendo para quem: para empreendedores. Aí eu peguei o valor do curso e pensei: “Olha, se eu vender X serviços, já pagou, já pagou o próprio valor do curso”. Nem pensei duas vezes, peguei e comprei, e deu certo, porque você fez você fez você fez o site da Escala. Fiz muito mais do que do que eu gastei no no curso. A Escala inclusive até hoje é cliente nosso.
Que legal!
Então estamos trabalhando esse com eles, estamos trabalhando landing page, enfim, outras coisas. Gente boa o pessoal da Escala, né? O Rafael é muito muito querido.
Gente boa demais!
É, então e é isso, cara, é a realidade. Então, cara, pensa o que o que a Escala já te… Você conheceu a Escala na mentoria?
Conheci na mentoria, foi um cliente que veio da mentoria.
Então, então o que o que a Escala já te trouxe de de retorno foi…
De retorno, cara, ainda ainda mais no LTV que ainda existe, olha, foi mais de 15 vezes o que eu paguei no curso, então é isso.
Então olha olha a esperteza do Nicolas de falar: “Opa, pera aí, tal lugar vai ser uma vai ter uma rede de networking entre empreendedores, e esse é o meu público”. Você foi lá e fez.
É, cara, é isso aí. É isso aí que faz você ser diferenciado.
Isso aí, continue nessa nessa pegada.
Mas tu tá começando o teu negócio, essa estratégia ainda não seria o meu foco. Então assim, primeiro faz esse básico, depois tu vai pensar em coisas um pouco mais avançadas, como tu pagar para estar com o teu cliente. Exato, toda a cidade agora tem aquelas academias supercaras, sempre tem uma Biofit, Bio não sei o quê, que cobra R$ 300,00, R$ 400,00, R$ 500,00, a academia cara. Lá vai ter um monte de empreendedor, então se tu vende para empreendedor, talvez tu pagar uma academia para ti é investimento, óbvio que tu não vai pra academia querendo prospectar o cara, mas tu tá ali malhando, troca um papo, de repente faz uma amizade, começa a conversar: “Ah, eu também sou empreendedor, legal”, faz uma amizade aqui, uma amizade ali, e de repente tu fechou um negócio.
Exato, e aí valeu muito a pena aquele dinheirinho que tu investiu lá, já voltou.
Sem falar que tu aproveitou a academia, no caso. No meu caso, eu aproveitei o curso do Felipe inteiro e ainda fui basicamente fui pago para fazer aquele curso, porque os clientes que eu peguei lá dentro viraram muito mais gente, viraram clientes [ __ ].
Top! E, cara, agora voltando pro pra parte do do marketing digital, você explicou lá “ah, beleza, SEO quando, Meta quando, Face quando… Quando Meta, quando Google, e a estratégia pro básico, pro pequeno e pro intermediário”. O cara que já tá com esse feijão com arroz feito, para onde ele caminha no marketing digital? O que que ele precisa olhar para ver se tá sendo feito de de maneira de qualidade? Dá um overview aí pra gente.
Beleza. Então, voltando pra parte intermediária, o SEO já é um assunto que eu já investiria já depois de ter feito esse básico; a também investir a parte de e-mail marketing. Então a gente tem um cliente, por exemplo, que é um e-commerce que eu aumentei 30% do faturamento dele simplesmente implementando uma rotina de e-mail marketing.
Caraca, 30% de faturamento no e-commerce simplesmente…
…pegando quem sai do carrinho e mandando um e-mail pra pessoa: “ó, tu saiu do carrinho, volta a comprar com a gente”, depois manda outro e-mail: “ó, toma um desconto aqui para comprar de novo, toma um cupom de frete grátis”, 30% a mais de faturamento para fazer uma implementação de e-mail marketing, uma consultoria que eu fiz com eles já deu esse resultado.
Bicho, como que como que a Agência DLB, antes de você responder essa pergunta do intermediário, cara, você tá lá eh atendendo uma conta e tudo mais, como que você tem o insight? Você sempre tá sempre com a antena ligada, né, você fala: “Pô, eu preciso aumentar a conversão, vou colocar um e-mail marketing para checkout”. Como que como que você pensa nessa nessas soluções assim de cliente para cliente?
Uma coisa importante quando tu tá pensando em marketing é tu mapear todos os pontos de contato que o teu cliente tem com o teu negócio. Então assim: como é que é a experiência de comprar contigo? Eu vou lá, vou pesquisar no Google, vou olhar dois, três concorrentes, aí eu desisto, vou pro meu Instagram, vejo um anúncio, clico no anúncio, me inscrevo no formulário, baixo um e-book, então assim, tu vai analisar como é que funciona todos os pontos de compra. “Ah, eu chamo no WhatsApp”. Vamos supor que eu vendo um produto superpersonalizado que precisa que eu chame no WhatsApp, passe minhas informações, e tu monte uma proposta para mim supercompleta, então nesse caso, o que que é o meu foco: meu atendimento no WhatsApp ser bom, meu minha conta do WhatsApp ter um perfil legal, ter todas as fotos, todos os produtos cadastrados. Tu manda uma apresentação pro teu cliente? Então faz uma apresentação bonita de verdade, não faz só um um TXT ali que tu fez no Word, monta uma apresentação no teu negócio. Então assim, tu vai pensar: quais os pontos de contato? Então no e-commerce, que ponto que o meu cliente vai ter de contato com a minha empresa, e que ponto que ele pode desistir dessa minha empresa? Então no dando no caso no e-commerce, vai ter as pessoas que vão ver meu anúncio e não vão fazer nada, vão ter as pessoas que vão ver o anúncio, vão clicar, ir pro meu site e desistir direto, vão ter as pessoas que vão clicar no anúncio, ir pro meu site, navegar nele e desistir, as pessoas que vão clicar no anúncio, ir pro site, navegar, botar no carrinho e sair, as pessoas que vão fazer tudo isso e comprar. Quantas pessoas vão fazer tudo isso, chegar no checkout e desistir no checkout? Então assim, mapeei checkout, é os dados do cartão na hora de botar ali o…
Do cartão.
…então assim, mapeei todos esses pontos, o que que eu posso fazer agora? E outra coisa importante falar: isso isso é mapear mapear processos. A internet, cara, você consegue saber tudo, se o cara pôs os dados do cartão, não pôs, até onde ele chegou, tudo na na internet é vigiado, assim, vigiado no sentido… Então dá para você você consegue mapear tudo o que o cliente fez no seu site e aí criar uma estratégia para cada uma dessas etapas em que as pessoas desistiram. “Ah, mas eu não tenho site, eu mando uma proposta por e-mail”, eu uso um software que rastreia o e-mail: quando a pessoa abre o e-mail com a minha proposta comercial, eu sei que ela abriu o e-mail, eu sei todos os horários que ela abriu a proposta, eu sei quanto tempo ela passou com o PDF da proposta aberto.
Mentira!
Eu consigo ligar para ela quando ela tá lendo o meu PDF lendo.
Bicho, você vai me passar esse software agora!
Vendo o meu site, eu consigo ver quando ela tá online, eu consigo ter um chat, tem um chat ali inclusive no nosso site que eu consigo ver quem tá online na página, e eu consigo, eu empreendedor, começar o chat.
Caraca!
Então eu sei que tu tá na página do produto “copo de vidro”, aí eu mando uma mensagem no chat: “gostou do copo de vidro? Nós estamos com produtos relacionados em promoção, nós estamos com esse cupom aqui, você tá interessado em comprar comigo no WhatsApp?”. “Oi, oi, oi, tudo bem? Eu tô vendo que você tá vendo o copo de vidro aí, você tá com alguma dúvida, tá com alguma dúvida?”.
[ __ ] [ __ ]!
Então pensa: projetos mais complexos. “Ah, eu faço uma consultoria empresarial na área comercial”, aí a pessoa tá lá na página da consultoria pensando, tu vai lá e manda uma mensagem: “Nossa, eu vi que tu tá interessado na consultoria comercial aqui da nossa empresa. Tu tem alguma dúvida, eu posso te ajudar?”.
Nossa, isso, isso é poderoso, cara! Trazendo isso aí pra minha realidade, cara, como esse negócio aí é uma ferramenta única que eu vejo se o seu e-mail foi aberto, se o cara tá com a minha proposta aberta, como como que é isso aí?
A proposta, para eu ver a proposta aberta, eu tive que adaptar para estar dentro do meu site, que aí eu consigo saber.
Tá.
Então eu conectei duas ferramentas, mas uma uma mais simples, ao menos tu consegue só colocar no teu e-mail, eu vou te passar ali depois o link, tu coloca essa ferramenta no teu e-mail, assina ela bem baratinha, acho que é 1 dólar por mês, e aí ela vê quem abriu o teu e-mail, quando que ela abriu, todos os horários que ela abriu, e se tá com o e-mail aberto.
Nossa Senhora!
E o mais legal que assim, ela recebe uma tu recebe uma notificação: “Olha, esse e-mail acabou de ser aberto”.
Nossa!
Aí tu consegue fazer o quê: dá 5 minutos, pegar e ligar pra aquela empresa, pra aquela pessoa, e aí fica na cabeça dela uma um pensamento assim: “Olha, eu acabei de ver a proposta desses caras, eles estão me ligando, eles estão em todo lugar ligando”.
[ __ ] que merda, eu vou querer! Depois me passa o o link, eu vou colocar isso imediatamente no meu setor comercial, imediatamente, imediatamente.
Cara, é poderosíssimo. Então ó, olha isso, gente, tá vendo? Todas essas coisas que ele tá falando, [ __ ] é o know-how que a agência tem agora, que a agência que você contrata que tá olhando para você desse com esse olhar, pouquíssimas agências. Então por isso que eu falo que é legal trazer a DLB aqui inclusive para entrar aqui nessa nessa nesse rol de patrocinadores. Só entram quem realmente passa por essa curadoria, porque eu eu tô atrelando meu nome ao à marca que eu tô divulgando, então automaticamente eu tenho um zelo eh e um cuidado antes de de trazer alguém para cá. Então, pô, acho legal o jeito que a que a DLB tem essa essa estratégia, como vocês olham pra conta do ponto de vista de conversão mesmo, ferramentas para agregar a conversão do cara.
Tem muita gente, Felipe, que olha o marketing, que vê o marketing como fazer coisas bonitas, se foca muito em fazer coisas bonitas e esquece de fazer dinheiro. O marketing só vai ter sentido para a tua empresa investir numa agência se tu ganhar mais dinheiro do que tu gasta com ela. Os meus clientes, todos que investem em anúncios, eu faço uma planilha para eles com tudo o que eles venderam no mês, com o lucro deles, então eles passam lá quanto que eles tiveram de lucro naquele mês, desconta o gasto da agência, então tira o que ele gastou com a gente, tira o que ele gastou com o anúncio e mostra: “Olha, esse mês sobrou sobrou para ti, descontado da agência, descontado as ferramentas que tu contratou de marketing, descontado do teu investimento em marketing, sobrou tanto”. Por quê: o marketing só faz sentido para tua agência se tu ganhar mais dinheiro do que sem a agência que tu tinha antes. Por isso que volta ao que a gente falou no começo: se você fez marketing e não deu bom, você fez marketing errado, você fez marketing errado, pegou uma empresa que só queria botar dois, três posts no ar, botar um anúncio a rodar a vida inteira, deixar ela rodando, falar para que tá fazendo coisas do em cima do meu pouco conhecimento que eu tenho sobre marketing da parte técnica, mas eu sei que muito gestor de tráfego você vai lá, põe dois conto na no Google, paga para ele uma grana, ele vai lá, ele cria três anúncios, dá play, acabou, ele não analisa se o anúncio tá convertendo, se não tá convertendo, qual peça tá dando melhor, qual peça não tá dando melhor, não pausa o anúncio que tá dando ruim e melhora os anúncios que estão dando bons, não trabalha com essa…
E mesmo cuidando dos anúncios, Felipe, tu tem que também olhar, por exemplo, pro site. Então assim: “olha, eu não gosto de olhar só o anúncio”, eu sempre peço pro meu cliente… Eu tenho vários clientes, eu tenho o WhatsApp do comercial deles logado no meu computador, e eu junto deles analiso, eu ajudo eles a botar etiqueta nos leads que chegam, a implementar CRM…
Caraca!
…porque isso ajuda eles a verem o investimento em marketing voltando pra empresa.
Caraca, sabe um CRM que tá muito em alta, que tá bom pra caramba? Inclusive eu tô implementando lá, chama Kommo, K-O-M-M-O, Kommo CRM. É um é um CRM que linka todos os directs de Instagram, WhatsApp, e cara, é sensacional, é um é um CRM que eu tô implementando lá que, cara, tá muito muito muito top, depois eu te te dou esses detalhes aí. E cara, e é isso. E voltando então para aquela pergunta: qual qual é a estratégia do médio, vamos lá.
Voltando pro médio, então um dos pontos que tu pode fazer na parte mais média é investir num patrocínio. Eu tô aqui patrocinando patrocinando um podcast porque eu entendo que patrocinar um podcast vai gerar visibilidade pra minha marca e vai gerar mais resultado, mas eu não vou investir em patrocinar o podcast, em patrocinar uma equipe, uma outra empresa, em patrocinar em trazer um influenciador antes de eu ter meu site, antes de ter os anúncios, antes de ter o SEO.
Exato!
Então o intermediário: posso fazer um e-mail marketing, posso fazer um SEO, posso fazer um patrocínio, posso chamar influenciador, posso fazer parceria com empresas que vendem serviços complementares ao meu. Então assim, por exemplo, eu vendo para empreendedores, quem mais empreendedores precisam consultar? Precisam consultar com empresas, por exemplo, de contabilidade: todo todo empresário tem uma empresa de contabilidade, todo empresário tem um advogado que cuida da empresa. Então essas empresas podem ser parceiras nossas indicando pra gente, e vice-versa, e ganhando uma porcentagem, ganhando um tipo de presente, porcentagem, rebate, tá certo? Tem um Instagram, recomendo todo mundo seguir, se chama Rodrigo Noll. Ele é um brasileiro especialista em marketing de indicação que posta muito conteúdo gratuito muito legal falando não só essa parte de parceria, mas falando sobre como é que tu transforma o teu cliente em mais clientes, como é que tu faz pros teus clientes atuais te indicarem para novos clientes. Rodrigo Noll, recomendo muito seguirem e até trazer ele aqui no podcast.
Caraca, sabe muito! Rodrigo Noll, ah, já achei aqui.
Então, numa parte mais intermediária, isso que eu falei. Numa parte mais avançada, tu já pode estar pagando para estar junto do teu cliente. Então eu vou pagar para estar num evento, vou estar pagando para estar num podcast, vou estar pagando para estar num grupo, numa academia, num curso…
Acontece isso, você acredita que tem gente que fala assim: “Ah, [ __ ], queria ir no outro podcast convidado, pagar?”. Tem podcast que “quanto custa?”. Eu falei: “Não custa, tem podcast que não não não faz assim, não não aceito não”. Mas assim, até porque eu tô fazendo uma curadoria bem legal no que eu para quem com quem eu quero entrevistar. Mas tem gente que teve seguidor que falou assim: “Cara, quanto custa, me fala o preço que eu pago para você me para eu poder participar?”. Falei: “Cara, não tem preço, né?”. Mas acaba sendo um modelo de negócio você abrir um podcast e as pessoas pagam para serem entrevistadas porque ela quer visibilidade também, né?
Sim. Né, então o que mais pode fazer: tu pode fazer marketing por indicação, como eu comentei, tu pode ter outdoor, tu pode ter plaquinha na rua, tudo isso é parte de marketing.
Sim, exato.
As pessoas olham marketing só como marketing digital, achando que é Google, essas coisas. O marketing digital e o marketing, no final, é a mesma coisa. A questão é que hoje, por existir internet, tudo daria para se converter ao digital. Às vezes um panfleto você entrega, tem um QR code que leva pro site, então tudo isso não deixa de ser marketing digital, virou uma coisa só, as pessoas confundem, né? Inclusive o anúncio mais caro da do planeta Terra é anunciar lá no Super Bowl, lá na no intervalo do Super Bowl, e teve uma empresa de Bitcoin que fez um anúncio lá e simplesmente botou um QR code na tela. Pô, tu tá num Super Bowl, milhões de pessoas assistindo, as pessoas iam lá, viam um QR code, era para baixar o aplicativo deles e ainda ganhar um bônus lá. Então assim, todo anúncio pode virar digital, mesmo na TV, mesmo um outdoor, mesmo um panfleto, todo anúncio pode converter para…
E eu acho que na verdade essa é a inteligência de qualquer marketing que se faça: você tem que converter pro digital. Sabe por quê? Pelo pior cenário: porque o digital mensura. Se você coloca um anúncio na TV e simplesmente faz esse anúncio, acabou, você não mensura de fato o que que tá acontecendo, quais foram as impressões, o quanto aquilo trouxe de resultado. A partir do momento que você mete um QR code e as pessoas vão lá e convertem, tá mensurado o negócio, vai lá, se converte, deságua o teu o público que você atingiu, deságua pro teu site, e lá você pega tudo, você consegue fazer remarketing, você consegue dar um bônus e pegar algum um cadastro para depois fazer um e-mail marketing, aí começa a entrar nas coisas mais avançadas, mas cara, eu acho que todo marketing tem que desaguar no digital, independente se seja offline, justamente essa parte dos dados é muito importante.
Mas assim, Felipe, eu queria realmente deixar bem claro isso: tu não precisa fazer algo super bem-feito para começar, tu não precisa ter um site incrível igual o da minha agência para começar, eu falei: começa com Wix, não precisa me contratar, começa com Wix, começa com o básico, mas faz alguma coisa. O Wix custa R$ 15,00, acho que tem até plano gratuito, deve ter um plano gratuito. Então assim, acha alguma forma de fazer, não precisa fazer de uma forma complexa. “Ah, eu não posto no Instagram porque precisa de muito comprometimento”. Pô, precisa de muito comprometimento para fazer uma postagem por semana, para fazer uma postagem por quinzena, por mês que seja? Você pode fazer sabe o quê: você pode perder, no caso, investir meia hora, você faz quatro posts, desenha quatro posts, pega uma imagem tal, tal, tal, programa. Ao invés de, no próprio Instagram dá para fazer isso hoje, você vai lá, coloca publicar, programar, coloca assim ó: “segunda-feira tal tal horário, OK; segundo post, segunda que vem tal horário, OK”. Cara, você vai perder meia hora para fazer isso, cara. Isso não é, meu, se você falar que você não tem esse tempo, você tá fazendo coisa errada da sua vida, né? E aí assim, fez esse básico, começou, começou hoje, fez alguma coisa, arrumou a casa, aí tu parte para ter resultado, aí tu parte para começar a investir mais dinheiro, começar a pensar em anúncio, começar a pensar num site melhor, num posicionamento melhor, tudo melhorado depois, tu melhora. Primeiro tu começa.
Exato, é isso aí, é o acho que vai ser o erro do perfeccionismo, né, da mania de grandeza: “quero fazer um site, nossa, mas, putz, eu quero fazer um site top”. Então quando eu tiver dinheiro, eu faço esse site top. Cara, faz um site top do básico. Se tu não tiver vergonha do teu primeiro site, tu fez esse site muito tarde; se tu não tem vergonha do teu primeiro anúncio, tu fez o primeiro anúncio muito tarde, é isso aí, tu tinha que ter tentado antes.
Perfeito! [ __ ], é isso! Se você não tiver vergonha das coisas que você fez, é que você fez tarde.
É isso. E aí começou a fazer, começou a dar certo, começou a investir mais dinheiro: “vou investir em anúncio hoje, quero botar mais uma grana”. Beleza, olha sempre para quanto que tá voltando. Então botei R$ 1.000,00 em anúncios: quantas pessoas viram? Tantas mil. Quantas clicaram nesse meu anúncio? Só 500, aí tu vai lá e vai analisar a porcentagem: ó, tá uma porcentagem boa ou não? Pesquisei aqui no Google, vi que na minha média de mercado isso tá bom, beleza. Das que clicaram, quantas que chegaram no teu checkout, ou quantas que te chamaram no WhatsApp? “Ah, só tantos por cento”. Tá bom ou não tá? Beleza. Das que me chamaram no WhatsApp, quantos que eu vendi? “Ah, eu vendi para uma pessoa e deu mais dinheiro do que eu gastei em anúncios”, então já tá valendo, já valeu, já pagou. Já pagou. Mas tu tem que analisar, marketing sem dados tu tá fazendo só arte, tá fazendo marketing brincando, é aí que uma agência entra, porque também você descobrir onde tá sendo a quebra te dá um insight para descobrir qual é o problema.
Então, por exemplo, eu tô trazendo bastante gente pro site e não tô convertendo em não tô convertendo em lead, então o problema tá no seu site, às vezes até na na na campanha que tá levando um público errado, e aí o bounce tá grande, mas mesmo assim você já sabe que tá ali. Tu falou do gestor de tráfego que faz só três anúncios, deixa lá, cara, isso é um problema muito grave, nossa, tem muito gestor de tráfego que não para para olhar o site em que ele tá levando a pessoa, exato. Se o site não tiver um connect rate bom, não não carregar de forma rápida, não for fácil do cliente usar, tu vai estar jogando um monte de gente para lá e as pessoas vão estar desistindo sem clicar, só estão dando dinheiro pro Google, então tu precisa mapear, de novo: mapeia a experiência do teu usuário, como que ele faz para comprar comigo, mapeia todos os pontos de contato e tudo que ele pode desistir, e começa a metrificar quantos entram nesse ponto e saem nesse ponto, e vê se tá valendo a pena.
[ __ ], cara!
Mas tu tem que ganhar mais dinheiro do que tu gastou, é isso. Eu acho que o marketing digital é, o marketing no geral é isso: marketing digital é dinheiro, conversão, tem que trazer grana pro bolso do empreendedor, principalmente o empreendedor pequeno, que não tem dinheiro para esbanjar, ele precisa fazer o marketing digital se tornar uma ferramenta de vendas e não um investimento aleatório, não um gasto.
Num gasto, exato, é isso. E depois que tu começa a ver resultado, isso é o mais legal, tu começa a ver resultado, tu fica pensando: “cara, por que que eu não investi antes nisso aqui, por que que eu não botei dinheiro antes?”. Exatamente, você dá aquela sensação boa de “putz, agora vai!”, mas aquela sensação ruim também de “cara, por que eu não ajustei isso antes?”.
Eu tava falando hoje com com um cliente meu, que quando a gente começou a trabalhar com ele, tava ganhando 60.000 por mês, a gente em três meses foi para 240, nossa, cara! E eles, e aí ele tava até me comentando, eu falei: “cara, não se culpa, porque a vida tem dessas, nem tudo a gente consegue de primeira”, mas assim, é normal o sentimento depois que começa a dar certo, margem, tu consegue pensar: “é, por que eu não encontrei essa agência antes, por que eu não comecei a investir antes?”. Porque uma vez que dá certo, o resultado e o negócio começa a se tornar uma coisa mais mais exponencial e cada vez melhor. E quando você começa a ganhar dinheiro quando você faz o básico que dá bom, você começa a ganhar mais dinheiro, ganhando mais dinheiro você consegue trazer mais verba pro marketing, trazendo mais verba pro marketing você consegue fazer o negócio se tornar mais lucrativo ainda, e aí você começa a pensar em outras frentes, às vezes um branding, que é uma coisa que ninguém pensa, mas trazendo valor pra tua marca, e com isso você vai melhorando teu posicionamento, o negócio vai virando uma bola de neve de prosperidade, cara, porque o dinheiro vai gerar mais dinheiro, e aí você põe mais dinheiro, gera mais dinheiro, aí você vai indo do básico pro intermediário pro avançado, daqui a pouco você dominou teu mercado. E assim, eu posso falar isso porque parte da das empresas que a gente trabalha, a gente é muito forte em marketing, a gente faz isso, então, cara, putz, baita de um resultado, top, e graças a um trabalho de continuidade. Sabe aquele negócio: uma coisinha que você fez deu bom, você colocou mais dinheiro, deu bom, uma coisinha que você fez, deu bom, e aí nesse passo a passo, depois de 10 anos fazendo, cara, você se torna referência, e aí é só vir dinheiro, que vem que vem da internet que nem que nem de forma automática, que é um negócio que acontece.
E tu não precisa de muito para começar a investir, tu consegue investir com R$ 1.000,00. Às vezes as pessoas estão tirando R$ 10.000,00 de pró-labore e falam assim: “ah, não tenho dinheiro para investir em marketing”. Tá louco, cara! Corta teu pró-labore em R$ 1.000,00 e bota esse dinheiro na empresa.
É o cara O cara que reclama que marketing digital não dá resultado, que ele não tem tempo para fazer post que seja um por semana, ou que ele não tem dinheiro para investir em marketing, ele tá empreendendo errado, que é o que você falou: que seja R$ 1.000,00. Não tem 1.000, 500; não tem 500, 100, só começa, só começa, é isso aí, e tem cupom de de presente ainda no Google. E não desiste em um mês, exato, porque todos os anúncios eles as ferramentas, tanto Google como Meta, eles vão aprendendo com o tempo, então cada nova pessoa que clicar no teu anúncio, que ver teu anúncio, ela vai melhorando.
É, tem uma inteligência, né, por trás que vai que vai percebendo. Cara, o papo foi top! Olha como passa rápido, não é impressionante, mano? Impressionante, passa muito rápido, e mas não acabou, bicho, não acabou não, só quero pedir uma licença para agradecer aos patrocinadores, inclusive você, e aí daqui a pouco a gente já volta, tá bom? Vou fazer uma pergunta para você final. Tudo no esquema aí, Tiagão? Let’s go!
Queria agradecer a Semic Displays, do meu querido Adalto de Carvalho: tá precisando vender mais, então seu negócio precisa de soluções criativas para PDVs, conte com a Semic: balcões, bandejas, displays e muito mais. Semic Displays, site aqui na tela, aqui é o e-commerce deles, e aqui embaixo, Semic Displays, @ do Instagram. Cara, e quando você tem um produto físico, você tem um produto que que lida com uma pessoa, um ser humano, e nada como você trazer a experiência degustativa… E quando eu falo degustativa, não somente de paladar, mas às vezes um cheiro, uma experiência de experimentar, de utilizar, né? E tem um um shopping em Miami, que eu esqueci o nome do shopping, mas assim, você passa por lá e é um shopping de experiência, os vendedores já perceberam isso, os caras: “vem cá, quer mostrar um negócio, vem cá, deixa eu testar isso em você”. Pega o o pente, quer pentear seu cabelo, e aí o cara que vende o ferro quer passar tua roupa, os caras entenderam que quando ele mostra de fato aquilo acontecendo, faz você ter a experiência da degustação daquela amostra grátis, daquele cheiro do que o teu produto pode trazer, as pessoas naturalmente se sentem mais convencidas. Quando você entra no Mercadão aqui de São Paulo, o cara vem com uma fruta e tira um pedaço para você experimentar, tudo isso por quê: porque eles estão dando fruta gratuita? Não, porque eles entenderam o poder das experiências de PDV, e a Semic é uma empresa que consegue através de vários produtos oferecer essas experiências. E se você tem um contato uma uma empresa que consegue atrelar dentro do seu marketing essas experiências no seu PDV, a Semic é o canal. Só entrar no site dos caras aqui, entra na área deles, dá uma olhada nos produtos que eles têm: balcões, bandejas, a parte também de de displays, os caras têm toda uma linha de produtos que vai poder te ajudar, e com certeza absoluta vai aumentar suas vendas, não sou eu falando, é estatístico, você vai ver como que as coisas vão melhorar. Tamo junto, Adalto, tamo junto, Semic!
Segundo deles, Agência DLB, do meu parceiro Nicolas Dias: a única agência de marketing que seu negócio precisa, especialistas do web design aos anúncios, satisfação garantida ou seu dinheiro de volta! Isso aí ele bateu no peito, hein, bateu no peito com essa aqui! O site na tela, Agência DLB, o Instagram. Cara, o episódio inteiro foi falando sobre marketing digital e a importância de você olhar isso com atenção. É o que a gente falou hoje, acabamos de falar mais de uma vez inclusive: se marketing digital em algum momento você teve uma péssima experiência e você acredita que por conta disso o marketing digital não é pro seu negócio, você fez marketing do jeito errado, ou você fez do jeito errado ou com a pessoa errada, com a agência errada, e marketing digital no mundo atual sempre tem que dar bom, sempre tem que dar bom! E se por acaso você não teve uma experiência bacana, ou você acha que a experiência que você tá tendo, o resultado que você tá tendo poderia ser melhor, avalia considerar uma agência que olhe para isso uma visão mais 360º, mais holística, uma coisa considerando de fato todas essas esses pormenores que o marketing digital, gigante do jeito que é, tem para oferecer. Como o exemplo que o Nicolas deu, de adicionar um e-mail marketing numa página de abandono de carrinho fez com com que as vendas daquele daquele público que abandonava o carrinho e convertessem depois, 30%! Cara, isso se pagou, cara, só essa ação pagou praticamente o investimento com certeza de marketing que que a empresa tem num todo, então são ações… E para isso você vai precisar de uma equipe especializada do A ao Z, que a DLB faz isso muito bem para conseguir ter essa visão e trazer para vocês essas experiências. Aqui embaixo tá o site .com.br, mas o /alemdocnpj… Alé do CNPJ, agenciadlb.com.br/alemdocnpj vai trazer para você o quê: a possibilidade de você colocar os dados do seu site, e eles fazerem uma análise gratuita sobre o seu posicionamento na internet e te trazer uma consultoria grátis. E claro, se isso fizer sentido para você, e fizer e você achar que tá no momento, se você achar que você tá eh desamparado na no no segmento de marketing digital, conta com a a DLB, que os caras são brutos. Tamo junto! Obrigado aí, Nicolas e Agência DLB.
Pode fazer, claro.
Só queria dar uma palavrinha também para fechar nesse assunto: se tu for lá no nosso site agenciadlb.com.br/alemdocnpj, se cadastrar lá, a gente vai conversar sobre o teu negócio, e eu já fiz propostas, já tem projetos rodando assim que eu propus pro pro seguidor de vocês, eu falei assim: “Olha, essa proposta que eu fiz, eu nunca fiz para ninguém antes”. Ele falou assim: “Ah, você tá brincando, isso é truque de vendedor”. Quando eu fiz a proposta, eles só olham para mim e falam assim: “É, realmente ninguém me propôs uma coisa dessas antes”, porque assim, para quem é seguidor, para quem é empreendedor real, assim ó, a coisa que eu mais detesto é empreendedor que finge ser empreendedor, que é empreendedor de palco, e no meu ramo, que é o marketing, tem 1 milhão desses, tem 1 milhão de empreendedor por aí que não tá realmente com a pele no jogo, não tá apostando a vida dele ali. Então assim, quem se inscrever, quem falar com a gente lá e for seguidor do Além do CNPJ, a gente, além da análise, tá fazendo projetos muito especiais, muito especiais mesmo, assim, não é papo de vendedor. Que bom, cara! É coisa de tu me mostrar ali que tu é um empreendedor sério, que quer crescer, a gente faz. E por que que faz sentido pra gente fazer projetos superespeciais e com um preço super em conta: porque se tu é um empreendedor de verdade, que eu sei que tá no jogo não para seis meses, tu tá num jogo de 10 anos, tá num jogo de 20, 30 anos, tu é um empreendedor real que quer crescer, cara, eu quero um parceiro pra vida toda.
Exato, você vai junto.
Ele cresce, você vai junto. Eu não quero te esfolar, pegar todo o dinheiro em dois meses e tu me mandar embora daqui a dois meses, total, quero construir parcerias. A gente tá construindo, e já teve pessoas que foram lá, se inscreveram e fizeram parceria com a gente, e estão fazendo até hoje. Então assim, se inscreve lá que que eu garanto que as propostas e as ideias que a gente vai passar para ti nenhuma outra agência passa.
Top, [ __ ]! Tô até eu quase vou fazer um cadastro lá também.
Faz, e pior que é verdade, o ô ô Nicolas, cara, sabe o que acontece: eu no depois a gente vai trocar uma ideia no próprio Além do CNPJ, tem opção de de uns helps que eu faço assim, tô falando isso, mas assim as a agência… A gente já a gente tem marketing interno na no grupo, eh mas tem muita… Mas você sabe o que que é uma agência, né, o marketing interno. Ou eu vou ter 300 pessoas para fazer tudo, né, ou eu vou eu tenho o meu gerente de marketing da da da nossa empresa e tal, mas tem muita coisa que a minha equipe própria não consegue dar conta.
O ideal é sempre ter os dois, exato, o marketing ele é importante demais para ter só interno ou para ter só externo, exato, o ideal é tu ter interno, externo, e ainda consultoria além desses, para ver se tá funcionando realmente, se os dois não estão te enganando de alguma forma, esse é o ideal. Mas óbvio, isso é para quem tem muita grana.
Eng-, sim, eu vou vou trocar uma ideia contigo depois, a gente já já fala disso aí, e até para o Além do CNPJ também tô com umas ideias aí, a gente troca ideia.
E outra: tu tem uma equipe de marketing hoje, tu tá achando que eles não dão resultado, muitas às vezes o que tá faltando para a tua equipe interna dar resultado é tu ter uma equipe externa trabalhando junto deles para que eles possam se coordenar e fazer acontecer.
Total, vou fazer isso, vou fazer isso imediatamente inclusive, depois a gente vai trocar uma ideia disso aí. Boa, tamo junto, Agência DLB!
Próximo deles, SMB Store, do meu querido Alonso: desde 2018 a SMB Store tem ajudado micro e pequenos empreendedores a controlarem seu estoque, vendas e financeiro, com tudo isso com um sistema acessível e fácil de usar, permitindo que os empreendedores se concentrem então no que realmente importa, que é expandir seus negócios e aumentarem seus lucros. Se você tá começando um negócio, se você já começou um negócio e você não tem um ERP, um sistema integrado que integra todos os setores, eu já te afirmo: você tá errando de forma muito grotesca. Escuta o que eu tô te falando, não é porque eu tô fazendo merchan aqui da SMB, não, tô falando isso porque de fato eh mesmo você sendo sozinho, “eu-presa”, você precisa de um sistema que integre as vendas para organizar melhor o teu fluxo, para profissionalizar melhor tua empresa, para ter melhores informações geridas de forma mais profissional, e principalmente trazer relatórios que te tragam informações. Dados é tudo, então a SMB é um sistema superfácil de usar, ela é especialista em pequenos empreendedores, ele é extremamente intuitivo, superfácil mesmo, sabe quando você entra num numa rede social nova, que aí você não passa por um treinamento para usar, automaticamente, ao apertar três, quatro botões, você já entende o funcionamento, porque a a UX, né, a user experience, a experiência do usuário já é pensada para ser intuitiva, e a SMB é exatamente isso. Então, galera, se você tem um ERP que não te atende bem, ou se você não tem um ERP, considera a SMB como parceiro, é fácil de usar, preço super super superacessível, e, meu, é tão bom que a implementação naturalmente se torna muito fácil. Começar esse sistema é muito fácil, porque o que acontece: você vai aprender muito rápido por ser intuitivo, e a tua equipe também, então vai ficar fácil de colocar isso em prática. SMB é um baita de um sistema, eu já uso pro nosso Além do CNPJ, e implementei recentemente lá toda a gestão da Além do CNPJ na SMB, e, cara, é sensacional, um negócio que é um negócio muito rápido, é muito bom esse sistema. Para você ter certeza do que eu tô falando, é só testar, entrar lá e conversar com os caras. Tamo junto, obrigado, SMB!
Agora a WJR Consulting, do meu querido Wallenstein Júnior: gestão financeira descomplicada para empresários, @wjrconsulting, e o site wjrconsultingoficial.com.br. Gente, eu sou suspeito em falar, mas depois de muito tempo empreendendo — 6, 7, 8 anos empreendendo —, eu só girava, girava, girava, girava, girava dinheiro, e não segurava, o dinheiro não ficava na minha conta. Eu não entendia o que tava acontecendo, eu simplesmente tava me enfiando cada vez mais no buraco, 3 anos seguidos pegando empréstimo em cima de empréstimo para pagar o de terceiro, cara, um caos absoluto! Infelizmente era uma coisa que tava faltando para mim, que era um negócio chamado gestão financeira. Cara, gestão financeira infelizmente a gente não aprende, é difícil, ninguém ensina, ninguém comenta, na escola não se fala, e principalmente quando você sai ainda do patamar pessoa física, entra no patamar pessoa jurídica, que se torna ainda mais complicado. Quando eu comecei a olhar pra gestão financeira do jeito que precisava, e eu tive professores para me ajudarem, que foram eh consultores que entraram no meu negócio e me ensinaram uma precificação, uma planilha certa, e um jeito certo de fazer um fluxo de caixa, calcular meu meu capital de giro, e principalmente a coisa que eu mais sou apaixonado no mundo, que é o DRE, um Demonstrativo de Resultado do Exercício, que é um que é um documento da contabilidade que que foi migrado pra consultoria de forma gerencial para te dar visão estratégica da sua empresa, a minha vida mudou! Eu localizei inúmeros ralos de dinheiro, que com ajustes rápidos fizeram com que finalmente, depois de tanto tempo, eu começasse a ver a cor da grana. Então, gente, consultoria financeira com uma boa consultoria vai se pagar imediatamente, é um investimento que se paga no primeiro mês, e a WJR Consulting consegue te ajudar com isso, eles são especialistas nisso aí. O Wallenstein é um mestre, um nerd — quando eu falo nerd, no melhor dos dos dos elogios, porque o cara é um inteligente de carteirinha maior nesse segmento, é um gênio mesmo, o cara é admirável, fora que ele tem toda uma equipe de consultores que pode que podem te ajudar para todos os bolsos. Se você tiver uma superempresa enorme, gigantesca, ele vai conseguir te ajudar, da mesma forma que você, pequenininho, vai conseguir e encontrar um parceiro, um consultor da WJR que vai conseguir te ajudar em todos os segmentos, em todos os momentos de vida. WJR Consulting, só falar lá com o Wallenstein. Tamo junto, galera, obrigado, Valentin, pela parceria!
E por fim, Doit Live: transmissões ao vivo de maneira profissional, Doit Live, Doit Live. Basicamente, gente, é isso aqui que vocês estão vendo, é toda essa experiência, essa qualidade, essa câmera maravilhosa, esse áudio de qualidade, esse estúdio que não só existe aqui aqui de maneira física para vocês alugarem, produzirem conteúdos e tudo mais, mas principalmente também para fazerem transmissões ao vivo de toda a maneira que você pensar. Imagina que você quer lá transmitir um show, transmitir um evento, você tá fazendo uma palestra, você tá fazendo um congresso de vendas, quer transmitir isso ao vivo para as pessoas que moram em outros estados, quer transmitir isso ao vivo para os seus distribuidores, você quer gravar isso, e não só transmitir ao vivo, mas gravar isso e para a posteridade, ou para eh utilizar desse todo desse todo treinamento desse investimento altíssimo de você colocar isso em um em um evento e tudo mais, mas trazer isso para um conteúdo digital que você consegue colocar isso como forma de treinamento online pras pessoas, a Doit Live faz tudo isso aí, os caras são especialistas. Tiagão, que tá aqui atrás dos backstages, cara, o cara é monstro demais, o cara é meu amigo além de tudo, eh entende tudo dessa parte de transmissão. A Doit faz parte de um grupo, inclusive a Doit Live faz parte de um grupo muitíssimo especialista em todo o universo do audiovisual, os caras atendem as maiores toda a transmissão parruda ao vivo que você vê por aí, pode ter certeza de que a Doit Live tá por trás. E não é porque que eu tô falando da Doit Live de transmissões nesse alto nível que eu tô falando que os caras são caros, porque eles têm toda uma estrutura que atende a todos os bolsos de acordo com o que você precisa, certo? Você tá fazendo evento no Maracanã, você quer transmitir, automaticamente vai ter uma estrutura parruda. Ah, mas você quer fazer uma live, uma transmissão ao vivo de um evento que você tá fazendo lá na tua empresa, numa sala de reunião, os caras também têm essa estrutura. E sinceramente, transmissão ao vivo é perrengue, bicho, não queira fazer sozinho, não gaste energia para energia e dinheiro para no final ficar essa porcaria, que aconteceu isso comigo. Quem quem vê, quem pesquisa pode olhar aí, vai lá no primeiro episódio do podcast, olha lá o que que a gente fez: eu gastei R$ 25.000,00 de equipamentos, gente, e criei um estúdio de podcast lá na sala de reunião da da empresa, foi um caos, ficou uma merda, e estamos aqui alugando estúdio, que foi o que eu deveria ter feito desde o começo, e o equipamento tá lá parado. Eh não se meta, não se atreva no que você não sabe, a Doit Live vai conseguir te dar essa assessoria. Tamo junto, Tiaguera, tamo junto, Doit Live, os caras têm todos os maiores, viu, VOG, todos esses caras que você pode pensar de grande aí, a Doit Live tá fazendo agora. Obrigado aí, parcerias, obrigado aí, patrocinadores, vamos que vamos, vocês são monstro, sucesso!
Agora vamos falar da pergunta final. Tô batendo na mesa aqui porque, bicho… E você que mora em Porto Alegre, essa pergunta final vai ficar legal, hein, Tiagão? Porque ao invés de o carro bater, o avião cair. [ __ ], vai ser bem legal!
[risadas]
Brincadeira. Vem, o seguinte: bate na madeira para não não dar merda.
[batidas na madeira]
Basicamente, imagina que você tá saindo daqui, pegou o aviãozinho, tá voltando para Porto Alegre, o avião cai. [ __ ], tua última aparição pro mundo, cara! Nicolas, 22 anos, moleque voando, [ __ ] potencial, foi embora desse mundo. Tua última aparição: qual seria a mensagem que você deixaria pro mundo, pra humanidade? Trago todo esse contexto desse contexto de um acidente trágico, por isso que eu bato na madeira, mas só para trazer o peso da mensagem que eu quero trazer e extrair da tua mente: qual seria a mensagem que você deixaria pro mundo, bicho?
Vamos lá, minha última mensagem: eh seja sempre feliz, mas não fique nunca estagnado. Para mim, assim, eu nunca tô 100% contente com a minha situação atual, mas eu também nunca tô totalmente triste com ela. Seja a tua empresa, seja a o teu estudo, seja o teu corpo: “nossa, eu tô meu corpo não é nada do que eu quero”, beleza, ele tá assim por um motivo, por uma situação, vou ser feliz desse jeito, mas não quer dizer que eu não vou melhorar. Tu precisa sempre encontrar a felicidade, mas nunca se contentar com… Sempre querer estar melhor.
Pô, sabe, hein!
E sempre encontrar a felicidade mesmo não estando melhor, mesmo estando mal, sempre olhar assim: “beleza, tô mal por esse motivo, entendo, isso acontece, vou ficar melhor, mas eu não posso, só porque eu não tô no que eu queria, não tenho meu corpo do sonho, minha empresa não fatura milhões e eu não tô milionário, não é por isso que eu não vou ficar feliz. Eu vou encontrar felicidade do meu jeito, na minha realidade, na minha situação, seja ela qual for, mas eu vou sempre querer mais, vou sempre tá buscando um pouquinho melhor, um pouquinho melhor, todo dia um pouquinho melhor”.
[ __ ] bichão, bonito, hein! E sábio, bem sábio, porque é isso: você não pode se contentar, mas também a felicidade não tá ali, tá aqui. Se você esperar sempre a felicidade, depositar a felicidade no algo que você não tem, você vai descobrir a hora que você tiver que a felicidade nunca esteve ali, na verdade faltou a felicidade no dia de hoje.
É aquela pessoa que diz: “Ah, eu vou ser feliz só quando eu conseguir comprar um apartamento; eu vou ser feliz quando eu for pra Europa; vou ser feliz quando eu tiver um filho; vou ser feliz quando eu casar”, e no final, quando ela atingir todos esses objetivos, ela vai descobrir que isso não trouxe felicidade, e às vezes até mais frustração, porque ela descobriu que a felicidade não era ali, era no hoje, na situação que se tem.
[ __ ] de um de um conselho, adorei!
E tu tem que encontrar a felicidade, mas tu não pode achar assim: “Ah, isso aqui é o suficiente”, você tem que ser você tem que querer aquele 1%, tanto na vida pessoal como na tua empresa: “Ó, OK, as coisas estão do jeito que estão por um motivo, vou encontrar minha felicidade, mas eu sou o único representante do meu sonho na face da Terra, ninguém vai fazer por mim”. Então tu tem que estar feliz, mas tu tem que ser a pessoa que vai querer ao máximo alcançar o teu objetivo, al- alcançar um pouquinho a mais do que falta.
Topzeira, mano, obrigado! Prazer estar aqui, baita de um papo. Eu sabia que esse esse papo ia ser bom porque você é um cara que se comunica bem e tudo mais, falei: “meu, vai vai vai ser leve o negócio”. Passou muito rápido. Faço o convite para voltar quando você se se já girar a agenda, e a gente pode conversar para para ver uma próxima data de você voltar. Mas se por acaso, numa próxima vez que você for vir a São Paulo, por qualquer motivo você me avisa, a gente tenta encaixar, porque é uma das coisas que eu tô fazendo também: todos os convidados que estão vindo pela primeira vez, a gente conta um pouco da história e tudo mais, mas numa segunda ocasião eu quero trazer uma coisa mais tipo: fala os perrengues que você passou na na DLB, [ __ ], um cliente, contar case, contar coisa do dia a dia mesmo, que é coisa que…
Entrar na parte prática.
Parte prática. É, hoje eu eu fugi totalmente de usar termo do marketing, de usar falar de CPC, de CPA, porque eu queria falar com quem…
Exato.
…falar com quem tá entendendo, tá começando esse negócio, que é o que precisa. Você tá falando com o empreendedor. Mas assim, tem muito caso pra gente falar de tanto de problema que passou, como de coisas que deram certo também, cases bons e ruins, e eu acho que isso aí que vai é que tá. Então pro próximo podcast tá convidado já pra gente voltar e trocar ideias dessas coisas. Nicolas, tamo junto, mano, obrigado, cara, obrigado pela parceria, obrigado por aceitar o convite, obrigado por apoiar o projeto do Além do CNPJ. E, cara, você sabe, é só o começo de um projeto que no longo prazo, e tudo que eu faço eu eu entro de cabeça, tô fazendo, e isso aqui vai vai durar anos e anos e anos, vai ser um um projeto que a gente vai colher frutos juntos. Obrigado mesmo, mano, tamo junto, hein! Valeu, sucesso!
E você, você que ficou aqui até agora acompanhando esse conteúdo, curte, compartilha, clica no sininho e se inscreve, se você não tá inscrito. Muita galera que assiste não tá inscrita, então se inscreve no canal, e vamos que vamos! Obrigado por você acompanhar esse bate-papo, espero que você tenha se sentido sentado à mesa conosco para trocar essa ideia. Espero que você esteja cheio de ideias e, principalmente, ideias práticas para serem aplicadas imediatamente. Vai para cima, tamo junto e sucesso!
[Música]
Valeu!
