O Poder de Criar Ambientes de Negócios com Eduardo Elias

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O legal de quando a gente fala de ambientes e tal, porque você tem comunidade, todo mundo, né? Eu falo muito que o produto principal tem que ser muito bom, mas ele tem que criar um ambiente muito forte, porque venda não é argumento. Se você precisa argumentar, você não tá com o ambiente certo. Você não tá no ambiente certo. Se você tá precisando justificar muito, fazendo muito, o cara não entendeu o ambiente, ele não entendeu aquele negócio que você tá criando ou você não conseguiu criar de fato aquele negócio.

E aí isso que é legal quando você olha para alguns produtos do tipo a comunidade do Du, né? Porque ele usou um produto como Porsche para ancorar uma comunidade, criar um ambiente estratégico e ganha dos dois lados, porque aí quem senta com ele, quem está ali presente com ele, tá ganhando oportunidade de visibilidade, oportunidade de relacionamento, ganha todo mundo. É isso, todo mundo.

Buenas, buenas, buenas. Seja bem-vindo a mais um episódio do podcast do Além do CNPJ. Primeiro de tudo, muito obrigado por estar aqui pra gente trocar essa ideia de empreendedorismo, vida real. Aqui do meu lado eu tô com o mais magro da história, Bruno Vertosi. Esse cara aqui emagreceu que você não tá ligado, bicho. Tá fininho.

Eu que incentivei, ele me viu e foi o cara maior gostoso. O cara aparecia lá na musculação gostosão. Falei: “Tem que acertar”.

Influência. Influência. E porra, hoje o podcast vai ser muito legal o episódio, porque a gente tá com o cara aqui super gente boa. Estamos trocando ideia aqui nos bastidores, cara. Já dava para ter colocado para gravar, hein? Já saiu umas coisas boa aqui, hein?

Então, mas essa aí vai ter coisa boa esse ano. E o mais legal dos podcasts não são só a mesa, é o que acontece por trás da mesa, é os bastidores, é as coisas. E esse daí a gente vai contar de um jeito diferente esse ano.

É. E esse ano a gente vai ter novidades, cara. Esse podcast promete é bastante novidade para esse ano e em breve a gente já vai contar para vocês, porque a partir de fevereiro a gente já quer rodar.

É isso, já estamos, já tá rodando, se Deus quiser. Rodando.

Mas cara, aqui na nossa frente temos um empreendedor vida real com uma baita história, com uma baita trajetória. A gente estava trocando ideia sobre networking, meu vizinho mora lá na minha cidade, a gente nem sabia disso. E porra, é o empreendedor da vida real, que é a pessoa que a gente, as pessoas que a gente quer que sentam aqui na nossa frente para trocar essa ideia, sem todo um romantismo e tudo mais, falar real, falar onde acerta, onde erra, o que que aprendeu com isso. Tô aqui com Eduardo Elias, meu caro. Muitíssimo obrigado pelo convite. Seja bem-vindo.

Prazer estar com vocês aqui. E vamos para cima, meu caro.

Eduardo, antes da gente entrar assim no que que você faz e a galera te conhecer, o que que você tá tocando de business e tudo mais, o Eduardinho veio da onde? O Eduardinho nasceu onde? Como foi sua referência assim de criança? Teve pai e mãe presente? Que que eles, como que foi essa relação? Que que você queria ser quando você crescesse, né? Tipo, como que foi assim a parte da sua infância para dar um pouco de contexto no seu adulto de hoje? Dá um overview pra gente aí.

Tá legal. Cara, eu sou de São Paulo, né? Nasci ali perto de São Caetano, do outro lado do Rio, né? E era sempre um sonho passar pro lado de cá do rio. Jardim Patente ali, né? Jardim Patente. Eu nasci ali, né? Fiquei até os 8 anos, depois fui pra Vila Arapuá. Boa, né? E ali até eu casar, eu morei com os meus pais, ali estão lá até hoje, né? Eu falo que eu sempre fui, eu tive boas referências, foram meus pais, né? E quem puxa em casa é a minha mãe, né?

Então, sou filho de uma faxineira que virou sacoleira, que montou uma oficina de costura. Que legal, né? Meu pai era representante comercial, então. E ela me colocava para ajudar a gente fala que é arrematar a roupa, tirar os fiozinhos, tal, com 8, 9 anos. Então, assim, eu queria empinar pipa, ela, então ela me dava. Hoje eu entendo que isso trabalhou dentro de mim, né? Então tá, você quer empinar pipa? Ela me dá uma tarefa, faz isso aqui. Aí eu fazia o mais rápido possível para poder empinar pipa. Quero jogar bola. Tá. E sempre ela ia aumentando a quantidade de tarefas, porque eu sempre fui um cara também de estrategista, vamos dizer assim. Antes não era, mas acho que isso tá dentro da gente, né? Então eu tinha ali uma camiseta para cortar, né? Então eu olhava ela para fazer o menos movimento possível, empilhava várias porque eu queria empinar pipa, né? Eu queria jogar bola e isso eu fui desenvolvendo, né?

Então, e minha mãe sempre aumentando a quantidade de tarefas, tanto que chegou uma época que ela tinha duas funcionárias e eu fazia mais que as duas junto, só que isso só me ferrava, né? Naquela época.

Hoje a própria competência.

Exato. Hoje eu agradeço, né? Porque hoje eu consigo enxergar, porque chega um momento da sua vida que você fala: “Cara, da onde que saiu isso aqui?” É, né? Como que eu cheguei? Onde eu cheguei? E aí você começa a olhar para trás e você começa a enxergar a trajetória. Tem filhos?

Não, eu tenho duas meninas.

Cara, você começa a pensar muito nisso. E eu comecei a pensar muito nisso depois que eu tive filho. Uhum. Não sei se é porque como é recente, minha filha tá com dois anos, eu fico ainda, eu ainda lembro do que não é ter filho. E aí eu falo assim: “Cara, como isso que eu tenho aqui da onde foi como foi estimulado?”

Aí você fica tentando puxar a origem do que foi para tentar usar isso como benchmark na tua criação, né? Que é o que você tá falando, tipo, cara, isso aqui não é, isso aqui você não veio comigo, será que eu nasci assim? Não, isso aqui foi estimulado, foi colocado aqui. Como que isso foi, né? E os pais antigamente acertavam muito, né, cara? Diferente a reação, né? E engraçado é isso. Eles não sabiam o que eles estavam fazendo também.

Exato. É verdade. E eu acho que por isso que surge mais potencial do que o que a gente faz. Hoje é muito intencional e a gente tenta moldar de todo quanto é jeito. Cara, meu filho não pode isso, meu filho não pode aquilo. Não, isso aqui não fica natural. Você fica tentando arrumar artimanhas e para ver se você e você, não sei vocês, mas você fica se julgando o tempo inteiro, tipo, será que eu fiz certo? Será que eu fiz errado? Será que vai pesar na consciência do meu filho ali pra frente? Será que não vai pesar? Ele fala assim: “Cara, eu vivo mais ansioso do que meu filho. Imagina essa ansiedade que o senhor passar para ele. Ferrou.”

Total, total. Concordo.

Ei, mas isso daí concordo. Você fica se julgando. E a criança tá cagando. Ela nem sabe o que você tá passando.

Ela não sabe, né? É que hoje a gente tem a consciência e aí como você tem a consciência você sabe para onde que você tá levando. E aí você fala: “Pô, aí vem a cobrança da consciência, porque ah, era para ele tá brincando, eu tô aqui tentando montar, criar um empreendedor, né?”

É isso aí. Então, a minha mãe, ela queria resolver o problema dela de entregar um pedido. Me ajuda aí. É isso mesmo. Falou tudo. Você traduziu, mano. Mas sabe que antigamente fazia filho para poder cobrir mão de obra, né? Era sim, sim, sim, sim. Mas as minhas irmãs não trabalhou, cara. É mesmo? Minhas irmãs, eu tenho duas irmãs, sou do meio. Elas não, não virou. Sua mãe colocava, né? Tentou. Eu fui o único que, eu e meu pai, meu pai, ele trabalhou uma época como representante comercial, vendia madeira, eh, para umas madeireiras, fórmicas, essas coisas. E depois uma época ela começou a dar tão bem o negócio que ela falou: “Ó, pode parar com isso daí, vem me ajudar”. E meu pai ficava na oficina cuidando das funcionárias ali, né? Eh, minha mãe era a comerciante que ia pra rua buscar pedido, fechar com as lojas. Minha mãe trabalhou para Riachuelo, trabalhou para C&A, grandes, né, marcas do varejo. Aí a gente varava à noite ali para entregar pedido, milhares de peças, exemplo empreendedor de casa total. Hoje assim eu vejo que é, eu sou minha mãe melhorada, entendeu?

Ele é vivo ainda?

Tá, tá vivo. E então comecei na com o menino nisso. Daí a primeira venda que eu fiz para eu ganhar dinheiro foi na casa que eu mudei para Arapuá. E assim, por mais que ela tinha os negócios, tal, a gente tinha uma vida simples, não tinha regalias, né? Então, minha mãe sempre, a gente morava no apartamento, ela tava sempre investindo no negócio. Então, quando sobrava um dinheirinho, ela comprava uma outra máquina. Comprava, sobrava dinheiro, era outra máquina. Aí quando a gente, ela foi, teve um ano bem, ela comprou um sobrado porque ela queria aumentar a operação, tinha um salão que eles estão até hoje lá. Então assim, em casa era o básico, não faltava comida, não faltava educação, não faltava roupa, né? Mas não era roupa, não podia faltar mesmo.

É roupa, roupa tava fácil de resolver.

Resolver. Então a gente sempre teve sempre assim bem contadinho, né? E aí eu queria empinar pipa, eu queria. Aí eu roubava as moedas da minha mãe na época a gente tinha lá, ficava no fundo da bolsa pipa era moeda antigamente, né? Era 30 centavos, 40 centavos, 50 centavos. Você na minha época eu tô com 42 anos, não tinha pipa pronto. Eu comprava o bambu, eu comprava a vareta, a folha de seda e eu passava a noite fazendo o pipa e a rabiola, né? É.

E aí eu lembro que mudou um vizinho meu do lado e ele tinha uma certa um poder aquisitivo. Ele comprou um saco de pipa e aí ele porque era para não parar de empinar, né? E ele parava porque ele tinha que fazer a rabiola. Aí eu falei: “Cara, eu faço para você essa rabiola”. Aí cara, eu tinha 12 anos, cara. Eu passei à noite, eu peguei um carretel dos pequenos, cortei uns seis sacos da minha mãe de lixo, eu fiz tudo de rabiola, entreguei pro cara no dia seguinte, aí consegui uma graninha para comprar os meus, né, para fazer os meus pipas. Então que eu me lembro assim, essa foi a primeira coisa que eu fiz na época, eu nem sabia que eu tava fazendo, né?

Eh, então a minha infância ali, eu já tava sempre vendendo alguma coisa da hora. E aí depois o caminho foi, cara, fiz 18 anos, eu trabalhei de jovem cidadão que não sei se vocês conhecem, jovem cidadão, projeto do governo aí. E eu tava no ensino médio e aí eu fui trabalhar de repositor no Carrefour. Pior cagada que eles fizeram porque eles pegaram oito moleque da mesma sala e colocou a gente todo no mesmo mercado.

Nossa.

Aí a gente estragou tudo lá. Fiz curso, era seis meses de contrato com três. Tá, o gerente lá falou, ele me pegou porque a gente, que que a gente fazia? Eu lembro até hoje, o meu setor era do PAS, ficava ali os Danones, os negócios refrigerados. E aí tinha dois amigos lá nas bolachas, nos salgadinhos. A gente colocava no nosso carrinho e se trombava para trocar, entendeu? Te dou dois danone sem me dar. Fazendo quebra mesmo, abrindo os negócios e comendo. É moleque, né? Aham. E deu três meses, o cara chegou para mim e falou: “Ó, pode subir lá, vou te mandar embora. Não, vocês não trabalham, vocês não faz nada.” E aí eu subi, só que aí chegou lá, ele descobriu que ele não podia mandar embora, que tinha que cumprir os seis meses.

Nossa.

Aí eu era um dos mais terríveis assim, sempre fui bem levado. Ele falou: “Faz o seguinte, cara, não aparece mais aqui não, eu vou te pagar, fica na tua casa”. Pagou para ficar em casa.

Pagou para ficar em casa. Olha o nível, o nível crítico.

Família. Ele nossa família. Foi assim que começou. Aí quando eu fiz 18 anos, meu pai colocou eu na empresa de um de um amigo dele. Aí ali eu fui trabalhar de verdade mesmo. Ser office boy, rodei São Paulo todo, era ali no Ipiranga, meu pastor, inclusive ele era da igreja, né? Eh, fiquei 5 anos lá. Aí eu saí que a empresa fechou, a gente trabalhava com microfilmagem, tanto na na nos negativos, né, que era operações de banco, nossa caixa, eh, caixa econômica, isso vinha, os dados pra gente e as máquinas guardavam essas informações em microfilmagem. E ele criou também o CD. Então fazia aí minha parte era da parte do CD e eu saí, fui trabalhar num supermercado. Aí eu já mais mais cabeça, mais cabeça. Fiquei ali 7 meses no CPD e entrei no SENAI. Trabalhei no SENAI do do Ipiranga de trabalhando, trabalhei, trabalhei área administrativa e comercial, vendendo treinamento, curso. Eh, esses treinamento que você vê hoje aí saío faz tempo, cara. É, é, faz muito tempo. Eh, fiquei 10 anos no Senai, cara.

Aí lá que eu comecei a, cara, que que eu vou fazer? Aí você perguntou até essa, até essa época eu tava indo, eu queria ganhar dinheiro.

Você tava vivendo.

Eu acho que até hoje eu quero ganhar dinheiro, velho. Sim. É, é, é a é a história do empreendedor. Isso aí é através do que eu vou conseguir isso, né? E mas você nunca tinha pensado assim, tipo, em empreender necessariamente nesses 10 anos?

Não, não, nessa época não. Tanto que assim, eu entrei no SENAI, eu fiz vários cursos na área de eh mexer com computador, eh rede de cabeamento estruturado, manutenção de micro, que era o que tinha na época, né, que tava, né? Exato. Só que aí eu chegava no momento, eu falava, não é isso? Aí eu parava ou concluía que eram curso pequenos. Aí eu me inscrevi e fiz um processo seletivo para fazer técnico de eletroeletrônica, porque eu falei: “Pô, isso aqui acho que dá dinheiro, seis meses de fazendo o técnico”. Falei: “Não é isso aqui”. Aí eu parei e como eu tava dentro da escola, eu tinha facilidade de de e tinha contato, acesso aos treinamentos, então ficava olhando. Aí eu entrei no Senai do ali na no Ipiranga, que é de automobilismo. Todas as concessionárias, hoje a maioria os treinamentos de vendedores quando chega carro novo é no Senai mesmo, né? Então ele manda, ah, vai lançar um carro, a Peugeot vai pro SENAI, eles mandam treinamento e aí as concessionárias manda os vendedores.

É o Senai que faz o treinamento de todos os concessionários para poder fazer legal, cara. Que legal. Tem várias várias montador, mas aí já surgiu uma rede de contato e coisa que você já tinha.

Sim, mas na época não sabia, não. Hoje a gente já consegue usar isso daí, né? Eh, aí eu fiz cursos na área automotiva mecânico, eh, não era isso. Então, eu comecei a pingar fazendo vários cursos. E aí, quando eu fui pro Senai da ali da Moca Cambuci, lá era dentro da AMBEV, tinha uma unidade lá e lá era de gráfica, química e tinha mais um eletroeletrônica. Eu sempre gostei de desenhar quando era moleque, fazia grafite na escola, tal. Eu me identifiquei com design gráfico, né? Venas. Aí eu falei: “Pô, isso aqui acho que eu gosto disso”.

E e aí conversei com, eu sempre tive, gosto de fazer amizade, tenho facilidade de de relacionamento. A gente tinha um time na escola que eu jogava com os diretores, coordenador e eu caí na graça de um coordenador lá, que hoje ele é diretor de três unidades e falou: “Ó, faz um eu não tinha faculdade.” Falou: “Faz na faculdade qualquer curso na área gráfica e eu te coloco como professor.” Então eu ganhava ali três conto, dois conto por mês. Se eu fosse pra professora, eu ia ganhar, 10.

Caraca, bicho.

Então isso eu falei, pô, legal. Entrei, fiz um tecnólogo de design gráfico, né? Eh, aí aí eu concluí. Só que nesse meio tempo eu comecei a namorar, tal, e eu queria casar. E aí a minha minha esposa, ela vinha de uma família melhor que a minha. Eu falei: “Pô, se eu não não desenrolar esse negócio aqui, tiver um dinheiro, eu não vou não vou conseguir não.” Então esse foi, vamos dizer que um gatilho de eu precisar conseguir mais coisa para grana para porque assim, eu queria montar, levar meus amigos numa chácara, jogar bola e churrasco e casar lá. Para mim tava ótimo, mas ela não, ela queria um salão, um salão top. Aí eu olhava, falei: “Mano, a mina tá viajando, ela não tá vendo que ela tá casando”. É, mas assim, vou deixar ela, deixa ela viajar, deixa ela viajar porque eu quero casar com ela. Se eu, de repente, se eu mostrar ela vai me largar, né?

E aí eu comecei aí, pô, o que que eu vou fazer? E e aí começa a aparecer um padrão na na minha na minha persona, vamos dizer assim, né? Uma visão minha. Eu quando eu vou criar um negócio, vender algo, eu nunca vou pelo produto, eu vou pelas pessoas que eu tô envolvido. Então, se eu precisar levantar uma grana agora aqui, eu não vou pensar num produto para oferecer para vocês. Eu vou entender o que vocês estão precisando e o que que eu consigo trazer, porque eu já tenho dois caras para comprar. Sim, né? Então isso lá atrás eu já foi isso. Por quê? Eu falei: “Cara, preciso levantar dinheiro”. Eh, eu faço parte de uma de uma comunidade cristã, né? Congregação que está no Brasil. Conheço o Bruno de lá e eu conheci muita gente lá e eu tenho uma facilidade de juntar pessoas desde a escola. Os times de futebol quem montava era eu, quem cabeçava campeonatos era eu. Na igreja também os rolê que a gente fazia, eu tinha um time de futebol na igreja, tudo era eu, né? Eu era o cara que botava 10 carinhas no meu carro e levava os caras para jogar bola. Ah, vamos pra pizzaria. Era o meu carro. Então eu tava sempre trazendo, juntando. Então eu comecei a vender gravata na igreja porque a gente fica de social. Eu falei: “Cara, gravata aqui eu tenho já um monte de gente, né?

Ligeiro para caramba. Bíblia tem bíblia também.

É que aí eu ia concorrer com a igreja, né? A igreja vem de bíblia, mas também não era maravilhosa. Só que aí você tem a vergonha. É, né? Eh, eu fui com a minha sogra, ela me emprestou o dinheiro, fui na 25, comprei uma sacola de gravata, acho que foi umas 40 gravatas que eu comprei. E aí eu fui no aniversário de um amigo meu, Vini, e falei: “Pô, velho, e agora? Vamos cortar as gravata, a sacola. A sacola de gravata. Vou te contar do casamento.” Ah, você tava aí, você pagou a minha gravata. Eu falei: “Pô, e agora? Vou entrar com a gravata, uma sacola de gravata no aniversário?” Não faz sentido. Todos os meus amigos lá. Aí eu fui no cara mais vaidoso, cheguei perto dele e tal. O aí Gabri, tudo bem, tal? Cara, sabe aquelas gravatas lá que você vê usando que os cara eles me elogiavam? Como eu cresci no meio da moda? Então eu tinha uma noção de de combinar e aí os meus amigos ficar, pô, essa gravata aí, não sei o quê. Isso também foi algo que me sinalizou que a gravata poderia ser um produto. É. E aí cheguei nele e falei: “Pô, sei”. Falei: “Tô vendendo, sério mesmo?” Falei: “É, falei, tá lá no carro, tô com 40”. Ele falou: “Não, trazinho aqui, eu quero ser o primeiro. Vamos lá”.

Para você ter uma ideia, eu paguei R$ 4 na gravata. Cara, eu lembro até hoje eu vendi a 15 e umas que vinha na caixinha eu vendi a 20. Ele comprou umas oito e mais duas da caixinha. Praticamente ele pagou minha sacola. Aquilo ali. Falei: “Agora entrei com a sacola. Primeira vez agora só só sobrou. Ele foi primeiro no seu Josel ali estratégico. Depois, meu amigo, pago só preciso fazer uma vendinha. Fiz a venda, foi pra escala, eu zerei a sacola aquele dia, vendi tudo, caramba. E aí eu comecei a ir toda semana, eu saía do Senai ou na hora do almoço ou no final do dia. Eh, eu tava ali no Cambucci, Cambucci para 25 de março era rapidinho. Eu não almoçava, pegava meu carro e até a 25 na hora do almoço, comprava as gravatas, trazia, ficava sem almoçar, dava 5 horas, eu saía, eu ia pra casa dos amigos. Eu chegava em casa 11 horas da noite, caramba, meia-noite. E aí conhecia todo mundo, pô, não, Bruno, vou tomar um café aí, não sei o quê. chegava lá vender gravata. Porque você usa roupa social? Você já saiu algum dia para ir no shopping comprar gravata? E a grana, né? Gravata no só gravata você não sai, cara. Você não sabe comprar outra também. Você vai comprar gravata no lugar que vende terno.

É, é uma uma grana. Mas você não sai. Ninguém sai. Ah, vou, tô com precisando de umas gravatas. Você compra a gravata quando você vai comprar o conjunto. Aí você compra o terno, uma camisa e umas três gravatas.

Isso. Você só vai comprar de novo quando você for comprar outro terno. É. Agora se eu chego para você com várias gravatas, você aproveita, você aproveita a oportunidade. Esse era o o do negócio, né? Da gravata fui pra camisa, da camisa eu fui pro terno. Caramba.

E aí desse nesse meio a gente já tinha um Facebook, comecei a postar uns negócios. Um amigo meu lá dos Estados Unidos falou: “Cara, tô vendo você fazendo movimento aí e tal, você não quer fazer uma parceria? Eu te mando o que você quiser dos Estados Unidos, você vende, a gente racha”. Falei: “Pô, mano, tem dinheiro?” Ele falou: “Não, eu banco tudo, caramba. E a gente racha meia meio o lucro. Primeiro eu, você me devolve o que eu investi e depois a gente fez o que sobrar meia. Demorou. Ele saía lá nos Estados Unidos fazendo vídeo e eu falar: “Pega isso aqui, pega aquilo ali, pega a camiseta”. Aí eu comecei a vender camiseta, Hollister, relógio, é, lembra?

E a mala chegava aqui para mim, caramba. Eu fiquei uns seis meses com ele nisso daí eu tava ganhando dois no Senai, eu já fazia 5 6000.

Casei, Bruno foi [ __ ] de um salão top, né? O meu terno eu comprei, quem usa roupa social comprei na UDL, né? Então eu vendi a terna de R$ 300, mas o meu terno do casamento foi um terno de 2 pau, porque eu já entendia de tecido. Na época 2000 é um 10 pau hoje, 15 pau hoje. Caramba, pra caramba, né? Até hoje eu lembro que eh a eu casei, eram as duas irmãs e a gente casou junto, né? Então com meu cunhado, tal, se tinha 300 convidados, 250 era meu e 50 do caramba, não foi isso? Até o vídeo quando você vê assim, quando eu entro aquela aquela bagunça e eu consegui isso com as gravatas.

Caramba, que E aí falando aqui da da de vender a gravata, todo mundo faz o quê no casamento? Corta gravata.

Corta a gravata. No meu casamento eu levei uma sacola de gravata e eu dava a gravata inteira. Que da hora, pô. E aí conseguia conseguia vender, pegar mais grande, porque você levava uma gravata para casa. E até teve um um ano e pouco que eu contei isso num podcast, começou a aparecer os cara, pô, comprei a gravata, tal. Eu vendi até do a a minha de noivo. Caramba, que teve um cara falou: “Não, quero essa daí”. Falei: “Eu vendo, fazer negócio”. Mas é eu empreender. Foi nessa época que eu comecei. Boa.

Mas legal, vou agora vamos trazer pros dias de hoje. É, eh, eu conheci o do lá de trás e toda essa jornada que você vem aqui é muito ligada às pessoas, a relacionamento, a criar contexto, né? E eu tenho uma tese agora que eu que eu falo que network morreu. Por que que o network morreu? Vou explicar. Porque o networking ele virou só ROI. A galera não presta mais atenção em relacionamento. A galera se acha e aí tem aquele negócio do interessado e interesseiro. A galera se acha, faz de interessado e no final ninguém tá interessado em nada. Todo mundo é interesseiro no no dinheiro e nas coisas. E aí o que que acontece? Quando você se você forma esse tipo de networking vazio, a galera no final das contas você tem um um uma forma de escassez. Isso daí não é não é não é perig não não perpetua. Só que a hora que a gente olha paraos seus negócios hoje e como você constrói e você muito pautado em termos de relacionamento, de conexão, eu falo que a ideia é criar ambientes. Os ambientes criam as pessoas, as pessoas conectam com o ambiente e naquele ambiente surgem as coisas boas, né? o que traz valor, como você conseguiu entender de fato que o seu negócio era criar esses ambientes, era trazer essa essa riqueza dentro de um grupo que aí no final das contas um encontro de pessoas, mas via relacionamento, via ambiente e não só network frio, network de de cartão, tá? Eh, explica um pouquinho do que você faz hoje, né?

que aí tem uma para eu chegar onde eu cheguei hoje, eu eu saí do Senai e aí para você sair do CLT 10 anos, mesmo eu ganhando mais, mas tinha aquela coisa, empresa boa, tava garantido, convênio médico, não sei o quê. E aí um um cunhado meu que entendia, ele já era dono de uma empresa, ele me tirou da empresa. Então eu eu queria montar minha loja, mas aí eu não tinha essa coragem e dava para fazer tranquilo. Sim. Só que eu fui para uma outra empresa, fui ser financeiro, assistente financeiro, virei financeiro, mas por que que eu comecei a evoluir? Porque eu gosto de gente, cara. E aí meio que eu dominei a empresa porque eu conheci todo mundo, eu ia pra fábrica, eu me envolvi na fábrica, me envolvi na logística, me envolvi no comercial. E para vocês ter uma ideia, a empresa a gente faturava em média 4 milhões mês sem R$ 1 no caixa, caramba, antecipação 100%, negociação e era uma loucura. Só que ali para mim foi uma faculdade, uma pós-graduação. Ali eu aprendi mesmo a a ter negócio, a fazer negócio do nada, sem nada, né? Eh, depois eu fui trabalhar com o médico lá de São Caetano também na área financeira, na pandemia, caramba, que ele ele tinha uma empresa de RH médico, então pegava os contratos nas prefeituras e e ele contatava os médicos e entregava pro hospital. E aí tinha os hospitais de campanha, ele tentou me comprar num período e aí ele sentou comigo, eu falei com ele, falou: “Porra, não dá”. Aí quando entrou a pandemia que estourou desconto para ele, falou: “Cara, pode vir”. Aí eu falei: “Agora eu sou mais caro”. Porque porque quando ele me contratou ele não conseguiu pegar eu 100%, ele falou: “Então me ajuda”. Eh, me pagava quatro conto ali para fazer umas planilhas, uns controles para ele então quando ele quis meu falei: “Agora não ganho mais isso, eu ganho o que que eu ganhava lá, mais os quatro do que seu.” Então eu tenho que juntar, porque eu já acostumei com esse valor. Falei: “Não, pode vir, né?” Eh, fiquei dois anos e e aí o cara, o Júnior lá da empresa de plástico, ele me ligou, falou: “Cara, vou começar a correr e lá em Interlagos tem uma categoria, você não quer me acompanhar?” A gente era amigo de infância, tal. Eu falei: “Pô, vou eu já tava procurando da rabiola”. Não, não, não, não, não, não. Ia ser da hora. 10 depois ele ele começou a correr na no marquinhas, que a gente chama carros nacionais, golzinho, celtinha e eu fui lá para para ver ele correr e nessa época já tava mais, né, mais velho, tal, lendo o ambiente, entendendo. E eu já eu ia abrir uma agência de marketing, tava estudando para isso, só que eu falei: “Pô, tava ganhando bem”. Falei: “Cara, comecei a fazer conta, falei, vou ter que arrumar um monte de empresa para mim pagar R$ 1.000, R$ 1.500 para eu conseguir”. Aí eu falei: “Não, eu preciso vender algo de valor, não dá para voltar mais vender gravata, né? Aí ia demorar muito, eu ter que fazer uma pressão muito grande e eu falei: “Não, eu preciso trazer algo de valor”. E quando eu entrei no automobilismo, que eu fiquei sabendo quanto que os caras gastavam para brincar, uma brincadeira. É, eu enquanto eu juntei, eu juntava com os meus amigos para jogar bola, eu gastava por mês ali se colocar chuteira e tudo, R$ 1.000 no mês, eu disse, porque o cara gasta 40 pau? Ele tá vendo aqui fora conversando, né? É, é, é exatamente isso. A doideira que fica o negócio, a brincadeira não é surreal. Surreal. Falei: “Cara, isso aqui é interessante, esses caras tem grana e tá disposto a gastar. Esse cara às vezes na empresa dele aqui, ó, monte de vaca. Aí lá na brincadeira é o hobby, é o prazer, é onde ele tira ro lá, porque não é não tem.

Exatamente isso, cara. Tá aí, não tem ROI.

É o ambiente, o ambiente faz. E aí você construindo, entregando valor pra pessoa, putz, já era. Você desarma, é, né? Eh, e aí respondendo a sua pergunta, lembra quando eu falei da minha mãe lá atrás que ela fazia? Eu também comecei sem saber até o momento que eu eu tive um crescimento muito rápido, foi onde eu parei e falei: “Que que tá acontecendo aqui?” E eu comecei a analisar o porquelas pessoas estavam comigo, por que eu tava conseguindo fazer o que eu tava fazendo. Aí eu consegui identificar que era um ambiente que eu criava. Foi exatamente esse ponto que talvez que minha mãe não parou para pensar como que ela conseguia me incentivar a a a as qual a cenourinha que ela me dava. Sim, né? Eu falei: “Pô, foi, eu lembro até hoje que foi primeiro camarote que eu montei na na MG Cup em 2022 e eu sempre trazendo coisas diferentes. Você tem uma ideia? Eu con eu conheci o próprio automobilismo, ele já é um acesso. Então, quando você chega num lugar e fala com que você trabalha, eu já tenho atenção todo mundo. Uhum. O cara já tem a curiosidade, ele quer saber. E o vendedor, ele só precisa de atenção para poder vender.

Exatamente. Doido. É isso. Quando o cara viu, já tinha uma gravada, cara. O cara fala: “Puta, eu vou te vender obra, cara. Que obra? Mercado eu que tô no mercado. Sou de consilado nada que você trabalha com seu civil. Ah, já vem um a que que você vai automobilismo. Caramba, como assim? É isso, atenção total, plena.

Tem, você tem, você tem. E aí eu comecei a entender e saber usar isso. Eu ia no E aí eu comecei a frequentar, na verdade, como que eu vendi o meu primeiro patrocínio, né? Quando eu comecei a fazer esse negócio com o Júnior, primeiro cara que eu vendi, você começou só a acompanhar ele, acompanhar. Aí você já entendeu, fui, eu fui duas vezes. Aqui tem um mercado bom. É, eu fui duas vezes, falei: “Pô, isso aqui é legal, só que eu não posso ficar vindo aqui e o cara me pagando, me bancando, eu preciso ser útil aqui, né?” Eh, e aí que que eu fiz? Eu comecei a ser o fazer tudo para ele. Ah, vou pegar no negócio, não, eu pego para você. Não, não sei que eu comecei a fazer toda essa, virei o manager dele, gente de manager, né? Eh, aí um dia eu cheguei, eu comecei a olhar, falei: “Cara, eu preciso vender alguma coisa aqui, não dá para ficar aqui só”. E eu comecei a ver as marcas no carro. E aí eu fui atrás e aí onde entra, eu já tinha consciência de marca, eu fiz design gráfico, eu já tinha e aí eu eu já tinha consciência comercial, eu sempre vendi, sim, e tava querendo abrir uma agência de marketing, então tava pronto, né? Aí eu cheguei pro pro piloto, falei: “Cara, quanto você gasta aqui?” Eu falei: “Ah, por etapa dá uns 30 pau”. Eu falei: “Dá para você correr de graça?” Fali: “Como?” falou assim: “A gente ia logar os espaços do seu carro aí, trazer umas marcas, tal”. Falei, “Mas sai fazer isso?” Eu falei: “Lógico que eu sei.” E ele já me conhecia, o cara já tava, cara, tava, ele me viu vendendo gravata tal, na hora certa da fazer o É, aí ele pegou e falou: “Não, então pode, pode vender”. Eu falei: “Então, só que eu preciso deuns negócios aí. Eu preciso fazer um site, eu preciso montar material, tal”. Eu falei: “Quanto você precisa?” “10.000”. Sabe onde eu conseguiria 10.000 se eu fosse pedir pros meus amigos? Nunca, velho. Nunca. Nunca. Ele me deu na hora. Por quê? Para ele não era nada.

E ali eu comecei a e peguei toda essa grana. Não fui pegar para mim, não foi fazer. Investi, contratei uma agência de marketing, falei: “Nem queria fazer, fiz o material, tal”. Aí eu falei: “Ó”. Aí teve um dia que a gente começou a no Marquinhas, ele como ele tinha grana, ele rapidamente ele também entendeu o ambiente, ele falou: “Não, eu quero por uma categoria melhor”. A gente entrou em 21, final de 21 ele tava na Mercedes, Mercedes Ben Challenge, né? Aí quando ele subiu aqui embaixo eu não consegui vender nada, mas eu tava atendendo meu cliente, né? Quando a gente foi para Mercedes, foi no mesmo período que Pablo Marçal estreou na MG Cup. E o Pablo Marçal eu já acompanhava ele há um ano e pouco.

E aí trouxe visibilidade pra categoria.

Não, ele ele usou aquilo lá. Eu eu uma coisa é você ver um cara desse na internet, outra coisa é você ver esse cara ao vivo e aí o que ele comunicava não era o que acontecia. Não tô falando que tá mentindo, mas a forma de comunicar. Então eu aprendi muito mais estando do lado dele. Sim. E vendo como que ele agia do que na internet. E aí eu vi que ele era ruim para caramba lá, mas a forma que ele usava aquilo, então aquilo ali me ajudou como piloto.

Você disse, é, mas é estrategista. Ex.

E aí que eu falo, né, que eu brinco, quem entende já está na mesa, porque sentar nas mesas certas com as pessoas certas te impulsiona entende o bastidor.

É, você entende o bastidor, você entende o que é real da pessoa e não é o que é na internet. A internet é pit, né? É, muit das vezes é difícil você, é difícil você entender a sensibilidade do que é verdadeiro, mas aqui e você e você ficou próximo do parçal por causa disso?

cara, ele é um cara muito persuasivo e eu sou um cara muito ligeiro. E como eu já tinha um um carinho pelo cara, tal, e conhecendo ele que eu acompan ele na época que ele nem tava estourado, eu falei: “Esse cara é muito bom e se ele me pegar, eu vi no escravo dele.” Então eu nunca apertei a mão dele. Era aprendendo, vendo de longe. Tanto que os pilotos não gostava dele na Porsche, na no automobilismo, por quê? Todo mundo lá era piloto amador, tal, mas era tava ali. E ele é um cara barulhento. Ele chegava lá como se ele fosse o Artão Sena, com seis, sete câmeras. Então a galera se sentia incomodada. É igual no futebol, nós jogador sabemos jogar. Chega um cara aqui com a melhor chuteira, com a melhor roupa, a gente falou: “Esse cara não sabe nem jogar bola. que que ele tá e chega com câmera, tal. Então isso no ambiente vê como muda percepção era horrível. E eu queria e ver ele, eu queria ir lá olhar. E aí o o o piloto Júnior, ele tinha meio que um ciúme de mim. E aí eu eu querendo ver ele, pô, esse cara, esse cara nem é piloto, não sei o quê, pá. Eu falei: “Não, mano, sabe dirigir?” É, é. E aí eu falei: “Não, só quero ir lá ver, não quero fazer nada não, tal”. Ah, e ele achando ruim, mas ele foi, ele foi comigo. Aí eu cheguei lá, olhei, eu só queria ler o ambiente, aí entendi. Na volta já fiz outra venda para ele. Eu falei: “Você é piloto há quanto tempo?” Ele: “É, tô aqui, você sabe?” Eu conectei tal. Eu falei: “Então, olhei sua rede aqui, não tem nada, velho. Ninguém sabe que você é piloto. Que que adianta você aqui? Você é o piloto, tal”. Falei: “Aí, chega um cara desse aqui, você quer ver um negócio?” Eu abri, ele tava, falou: “Quem tá transmitindo a corrida?” Aí ele abriu o canal que era no YouTube, canal da tinha lá 400 pessoas. Eu falei: “Agora damos nisso aqui.” Tinha 5.000 pessoas na live dele porque ele tava transmitindo. Falei: “Que adianta ser seu o pilotão aí? Ninguém saber que você existe”. Ele: “Arruma para mim aí um fotógrafo.” Falei, “Arruma”. fotógrafo e filmer. E aí eu comecei a andar com dois caras para fazer conteúdo do meu piloto, né? Aí foi onde eu comecei a a divulgar mais, né? Eh, e meu primeiro, meu primeiro patrocínio, eu vendi numa confraria de vinho que eu comecei a criar para atrair os caras, caramba, pro jantar, atrair o empreendedor, o cara di Exato. Chegava lá, eu vendia patrocínio para ele. Então, sempre criando experiência.

Você criava o ambiente para isso, né? É a criação do ambiente propício para você trazer aquele aquele ponto de venda. E foi, e aí essa confraria você criou para vender patrocínio.

Na verdade, a confraria tem um ponto aqui, ele criou para ser meu concorrente, porque na época eu tinha uma um negócio de vinho, tô brincando, mas ele trazia são dois motivos. Eu comecei para você aprender como que eu quero vender para você, eu preciso entender como que você funciona, onde que você vai, né? Quais são os seus hábitos? E eu comecei a andar com com piloto e eu comecei a tomar vinha. Pô, e a hora que você começa a o paladar ele ficar bom, você quer aí ia no mercado 300 pau garrafa, 400 pau. Eu tomava, eu tomava cerveja, velho. Tomava aurora, pérgola, aí você pagar 400 pau num vinho. Só que aí eu sou vendedor. Falei, eu não sei, não tem como ficar bancando isso aqui, mas aí eu vou ter que ensinar meus amigos, que aí esse aí eu não tinha cliente. Então, o jantar inicialmente foi para ensinar os meus amigos a tomar vinho, para eu vender para eles, para eu conseguir comprar tomar o meu vinho. Eu não queria gastar com isso. O primeiro eu fiz isso, só que aí tem um detalhe, eu trouxe o meu fotógrafo que era lá da corrida pro jantar e no jantar vinha um somelier que não sabia falar sobre vinho. Como que eu vou? Eu eu trazia um eu trouxe um chefe de cozinha e a gente fazia o jantar harmonizado e eu tirava foto profissional do jantar e entregar para todo mundo. Cara, você recebe material bom, você vai publicar ele. E aí começou a galera a publicar e é o jantar do negão, todo mundo conhece como negão, jantar do negão, tal, não sei que [ __ ] que legal. E, e, e aí o terceiro lá em São Caetano veio o presidente do Rotary, mais dois, três empresários, porque alguém que era do meu círculo já trouxe esses caras e aí eu comecei a ver os caras tocando cartão na mesa. Aí falei: “Opa, acho que o jogo mudou, não é mais vinho”. Então, continuei fazendo jantar, só que eu já não ficava mais vendendo vinho, ficava na mesa trocando ideia com os caras, conhecendo, apresentando. E aí o jantar, a confraria. Então hoje trazendo ali, né, o que que eu preciso fazer para tirar você da sua casa para vir até mim. Quanto mais coisa eu empilhar, Exato. Mais atrativo eu fico. Então eu identifiquei o carro, identifiquei o vinho, identifiquei a alfataria, identifiquei o charuto. Então quando te manda o convite e mostra tudo isso, você fala: “Não perco isso aqui por nada”. Sim. E na verdade só quero pegar você para apresentar para amigo meu. É, então o meu trabalho hoje eh uma das estratégias aí é essa, é essa, é essa.

E essa confraria existe até hoje?

Não, não existe, só que tá dentro do patrocínio, é o entregável. Na verdade, todos os eventos meu, o vinho, ele virou um item obrigatório. No meu camarote tem uma empresa de vinho servindo vinho para meus clientes. Nos meus jantares tem vinho. Tudo tem que ter vinho, cara.

E como foi esse processo de crescimento? Então você tinha a confraria que inicialmente serviu para tomar vinho e aí quem sabe vender vinho ou até mesmo a o patrocínio. Aí o negócio foi escalando. Que momento que você falou: “Não, agora eu vou focar na na parte de automobilismo mesmo, vou ter uma empresa para gerenciar isso que foi foi acontecendo natural.

É que o fim é o que é muito difícil vender patrocínio. Se você tem patrocínio aqui, você sabe é né a dificuldade que é porque é algo que as pessoas não entendem. a grande maioria. É, e se eu não entendo do produto, eu não consigo mostrar para ele o valor que tem, né? Eh, então eu trazendo o empresário e tendo atenção dele e ter tempo de te explicar isso, não e não te colocando media kit no teu e-mail, ex. Então, isso me facilitava. Então os eventos, ele começou a ser um um chamariz ali para o cara sentar comigo e eu falar, mostrar o carro e e aí ele é porque hoje em dia com a internet não é nem só a exposição que a que a própria corrida dá, mas é a exposição que você faz com material gerado. Isso aí é, mas é ele entendeu o jogo da da exposição, né? E, e isso é legal porque o produto dele é muito bom pro piloto, porque expõe o piloto e pro cara que tá se conectando, porque o cara se conecta com o piloto, se conecta com o ambiente, traz essa estrutura, né, mais eh parruda e por final ainda ganha um um documentário ainda com ele lá aparecendo no vídeo que consegue expor, da publicação, da campanha, da visualização.

Você tá na Porsche Cup, né?

Tô na Porche Cup. Foi o seu piloto que foi foi? Aí foi, a gente ficou 2022 na MG e no final de 22 ele já foi convidado para ir pra Porsche. A gente estreiou em julho e quando foi em outubro eu, quando eu tava lá na empresa como financeiro, eu comecei a assumir umas responsabilidades. Daí eu falei com o Júnior, falei: “Cara, você tá me dando um monte de coisa aqui que eu não, eu preciso, né, treinamento que é e uma empresa que faturava milhões era maior responsa, né? E aí eu fiz curso de de liderança e encontramos o curso do Marcos Marques Acelerador Empresarial, que era gestão de de empresa de empresa. Então eu fiz o curso dele em 2018, uma imersão de três dias e nunca mais vi ele. 2022, lá em Goiânia eu vi o Marcos no meio da galera e eu não sou um cara de ficar eh tietando ninguém. Eu eu vou falar com você se eu tiver algo para te dizer, senão eu não vou lá para tirar uma foto, né? eh, se eu tiver algo importante, aí eu vou lá. E aí falei: “Pô, eu já conheci a operação dele”. Falei: “Esse cara tá com os meus clientes na mão, porque ele já eu já conhecia a ele, ele o acelerador, o grupo acelerador surgiu antes do G4. Ele foi um dos primeiros a montar comunidade, né? E eu já conhecia isso porque eu ele me ofereceu lá atrás pra gente entrar, a gente não entrou. Então eu sabia que ele tinha um grupo de empresários, tal. Eu falei, se eu fechar com ele, eh, tá feito, certo, tá feito. E foi o que aconteceu, né? Então, para eu ter uma ideia, em 2022 a gente tava com 400.000 de você chegou, chegou, opa, Marcos, te conheço, cara. O cara é muito bom e vendedor, né? Eu falei: “Ó, pô, lembra de mim, tal?” “Não lembro, tal”. Muita gente passando ali. Aí falei: “Ó, fiz seu curso, tal”. Ele falou: “Mas que você tá fazendo aqui?” Eu falei: “Eu tenho uma equipe aqui”. E eu tava na Porche, já tem uma equipe, eu falei, inclusive o meu piloto foi seu aluno, ele falou: “Traz o cara aqui agora”. Mentira. Falei: “Ele fo”. Aí quando o Júnior chegou, ele já abriu a o celular dele e já fez um stories do aluno dele e tal, não sei quanto você cresceu. Mostra aí do mostra aqui a foto que você mostrou que eu tinha uma foto, tá até hoje lá no meu Instagram de 2018, nós três. Aí ele já mostrou, tá? Ele desligou, falou: “Quero uma reunião agora. Arruma a sala aí, vamos conversar”. Porque ele tinha sido levado lá depois de um ano e meio eu descobri pelo Rodrigo Nol.

Caramba, o Nol é dedicação.

Ele ia, ele ia patrocinar o NOL. Ia, ele ia ser o patrocinador master do NOL. Seria go pagar. Arranquei sem saber. Arranquei sem saber. É, foi sem saber. Eu nem conhecia o nome. Fique certo, cara. Patro. Foi ele que me contou isso que eu nem sabia, cara. Ele que me contou. depois, eh, por quê? Ele ia pagar para patrocinar o NOL para poder aparecer, levar os clientes, tá beleza? No meu processo, no meu modelo de negócio, eu não queria ele meu patrocinador. Tanto que ele tava vindo com a ideia de patrocinar, eu falei: “Não, cara, eu quero esse cara do meu lado, eu quero vender pra galera dele”. E aí a hora que ele entendeu que eu queria isso, então assim, custo zero para ele. É. E eu faturei de cara no final de de 22 a gente captou 1.Hão200 dentro do do da comunidade dele.

Caramba, só vendendo pra galera dele.

Só vendendo pra galera. Ele fez um evento, levamos o carro aí num carro da porte era do do piloto de Nard, era uma 992 de rua. Eu mandei pilotar igual o carro de corrida e desenhei as cotas, os números. Caramba. Então, e aí a gente fez um [ __ ] de um evento ali e no final a galera já vindo louca. Não, eu quero, eu quero a dois, eu quero a quatro, querendo saber se tá comigo não foi assim também, porque é, tinha um, é, um valor aí considerável, né? Eh, ali foi o começo da da do negócio, sabe? Da rampada, né?

Que da hora. E depois eu o fato de eu juntar com ele também, eu comecei a misturar muita coisa das comunidades, entender as estratégias lá e trazer pro meu negócio. E para que você falar, nossa, do nada com essa palavra você usou agora. Mas bicho, é muita construção, é muita construção, é muita resumir bastante, né? Não, porque assim, ah, eu vi o Marcos Marques aonde você tava na na por cara, outro cara nem ia trocar ideia. Ah, o cara tá lá curtindo, né? Tinha quieto. Mas é aquele negócio, quando a oportunidade bate na porta, a gente não tá preparado, a gente não aproveita. Isso é batendo uma oportunidade a porta, você tá preparado para poder fazer aquele negócio acontecer. Então, pô, tava ali, a oportunidade, era só você chegar e fazer o negócio tá ligado sempre. É isso, né?

E eu falo que o legal de quando a gente fala de ambientes e tal, porque você tem comunidade, todo mundo, né? Tem. E a gente fala que, eu falo muito que o o produto principal tem que ser muito bom, mas ele tem que criar um ambiente muito forte, porque venda não é argumento. Se você precisa argumentar, você não tá com o ambiente certo. Você não tá no ambiente certo. Se você tá precisando justificar muito, fazendo muito, o cara não entendeu o ambiente. Ele não entendeu aquele negócio que você tá criando ou você não conseguiu criar de fato aquele negócio. E aí, isso que é legal quando você você olha pro pro para alguns produtos do tipo a comunidade do do DU, né, Porsche Cup ali, porque ele usou um produto como Porsche para ancorar uma comunidade, criar um ambiente estratégico e ganha dos dois lados, porque aí quem senta com ele, quem está ali presente com ele, tá ganhando oportunidade de visibilidade, oportunidade de relacionamento, ganha todo mundo. É isso, todo mundo ganha.

Você tem comunidade?

Eu tenho, só que de empresário. É, é tipo um mastermind. Já não posso usar esse nome mais. tá com é pequena, tem 46 agora, só que a gente tem o nosso modelo de negócio vai no máximo até 100. Hum. 100 empresas. Então na hora que a gente atingir 100, você pode ser meu cliente, então, velho. Posso ser cliente. Posso levar a galera lá. E é um negócio assim, tipo, é que o Bruno conhece, o Bruno faz, o Bruno é um dos membros lá. Eh, diferente, já vendendo, tá vendo? oportunidade, mas diferente de alguns de alguns modelos de negócio que tem que trazer gente e tudo mais, o nosso modelo, a renda principal do nosso modelo de negócio não é a comunidade. Claro que adesão é um bom dinheiro, né? Mas é de fato o negócio que surge lá para mim, cara, [ __ ] os negócios que estão aparecendo na minha vida hoje em dia é tudo da comunidade. Você porque você fomenta isso. É, eu fomento e eu eu filtro demais que entra, cara. Filtro demais. Eu falo, eu falo não para 90% da a gente, de um jeito delicado, mas 90% das pessoas que aparecem a gente declina com o dinheiro na mão para entrar. Mas é porque a gente tem que proteger isso. São só 100 pessoas. Eu eu eu a partir do momento que eu eu lancei isso pr pra comunidade, pra galera, fodeu, mano. Se eu trazer um cara ruim, eu tô perdendo uma vaga.

É exatamente. A gente construindo suitch lá com ambiente. É exatamente lá na Porsche que ele não pode trazer qualquer marca. Imagina a marca que bota lá no carro. baita visibilidade, aí o cara vai destrói. Exato. Tem tomar bastante cois construção daquilo, ela é muito estratégica, né? E a Porsche, eh, vocês conhecem, né? Eh, aquilo ali, vou te falar que é a maior comunidade e a mais cara de empresária. Aquilo ali é um é um grupo muito fechado, sim, né? Eh, então eu também tenho que ter esse cuidado de a empresa, porque se eu levar uma empresa errada lá para dentro e acontecer alguma coisa, eu saio junto com ela.

Exato. E se eu sair de lá, meu negócio morre. Exato. Né? O negócio do acelerador racing. Então, a gente tem que ter um E chama acelerador racing.

Acelerador Racing. Você é sócio do Marcos Marcos?

Não. Sim. Que legal. Ah, era quatro porte. E aí quando a gente juntou até para ter força dentro da comunidade, a gente fez um rebrando. Então até a logo da minha empresa é a mesma da dele.

Caramba, que massa. E como que funciona de fato esse modelo? Hoje você continua vendendo e eh patrocínio, mas ainda além de tudo tem uma comunidade que você construiu em cima dessa equipe.

Sim. A gente acaba se tornando uma comunidade diferente da tua. Sim. Que ela é só para o membro. Exato. É a minha eh, o patrocinador, ele é um membro da comunidade. Tu patrocinou, ele virou membro. Ele virou membro. Só que o benefício alcança o cliente dele. Hum. Verdade. Isso que fez eu crescer muito rápido. Isso que fez eu ter um relacionamento muito cliente dele, ele ele ele ganha uma vaga no camarote. Ele consegue levar o cara na porche, ele consegue trazer todas as experiências que ele traz para dentro do eu crio ambiente pro meu cliente. Nossa, né? Então assim, por exemplo, aí eu, esse aqui é o legal, você virou patrocinador nosso, sua marca vai tá lá, tal, e aí você fala: “Ó, vou trazer 20 clientes meus”. Então é uma [ __ ] experiência, um entregável pro teu membro, né? Ele vai estar dentro do acelerador race. Só quando ele chegar lá, primeiro que ele me conhece, o espaço é meu. Sim. Então você tem um posicionamento diferente, né? Você é um patrocinador, a empresa, só que lá tem mais várias outras empresas e todo mundo que tá lá eu sei quem é. E aí eu vou lá, eu pego na tua mão, deixa eu te apresentar um cara aqui. Eu apresento. Os cara se conhecem, faz negócio. O cara que você levou não foi só experiência, ele fez negócio lá dentro. Aí ele fala: “Cara, essa entrega aqui é surreal. Surreal.

Mas eu acho que eu acho que muito do e o contexto dele encaixa muito no que a gente faz lá no no Switch. É por quê? Porque na verdade a construção de um ambiente desse, ele é muito estratégico. E quando um cliente ou um membro ele leva um cliente, ele tá olhando, ele tá mostrando pro cliente falando: “Olha as mesas que eu acesso, olha a galera que eu tô, com quem eu me relaciono, isso você quer estar na minha na minha mesa, no meu posicionamento”. Isso aí, então vem para mim. E aí, por isso que ele consegue até amplificar o alcance dele em termos de voz, potência de de imagem, potência de de vendas. ele aumenta o ticket dele, né? Porque ele tá participando de um ambiente onde gera prosperidade e o cara quer grudar naquele cara. Então eu vou comprar o seu produto porque eu preciso, eu vou comprar o seu serviço porque eu preciso, mas eu preciso também estar perto perto de você e estar acessando os mesmos ambientes que você acessa. E é isso, ele quer estar perto.

Tem tem muitos benefícios lá, né?

É isó, só rapidinho antes de você falar desses benefícios. O acelerador Racing é uma equipe ainda.

É uma equipe boa que é a equipe do mesmo Júnior. Não, não. Aí já virou. O Júnior era piloto. Ah, tá. O Júnior em ele entrou na Porsche 2022, 2023 ele correu só uma etapa e aí por questões financeiras a empresa dele deu problema, ele parou e aí eu trouxe outros pilotos. Entendi, né? Então, na verdade, todo ano que passa, eh, ou eu mantenho o piloto que ficou comigo ano passado, ou eu pego um piloto que tá lá na Porsche. Boa, né? Então assim, o ano passado a gente tá com dois carros e e eu tava querendo muito um piloto empresário e que me apoiasse nessa questão, né, de atender os nossos patrocinadores. E quando você trabalha com grandes empresários e ali ele não tá lá trabalhando, ele não depende do esporte, diferente de uma Stock Car, sim. que o o piloto ele vive do esporte, então ele faz tudo para o patrocinador porque é o patrocinador que paga ele. Agora quando você trabalha com o piloto que ele ele tá ali como um divertimento, um passatempo, né, uma válvula de escape, ele não quer ficar fazendo, visitar a empresa, entendeu? Lá fazer conteúdo. Eu tive um pouco de dificuldade e aí por isso que eu tinha que entregar mais para manter o piloto, né? é ali na dele e eu tinha que fazer dobrado. Então falei: “Pô, se eu achar um piloto disposto a a andar comigo corpo a corpo”. E aí, graças a Deus, ano passado eu consegui dois dois caras fantástico, né? E dois grandes empresários gigantes. Então quem são? é o Rodrigo Melo. Rodrigo é que é um advogado, tem um escritório de de MNA, fusão, aquisição com grandes marcas que ele trabalha, né, que são cliente deles. Eh, e ele me trouxe o Marcos, Marcos Regadas. Marcos Regadas que veio da construção civil lá de São Luís, do Maranhão, car. Os principais shoppings de São Luís foi a família dele que fez prédios e foi sócio da Gafiza lá. E ele veio para pro para cá, para São Paulo, que ele lançou, ele entrou para tecnologia, criou a WebD, que é um aplicativo de nutricionistas e hoje a empresa dele é uma das a maior, né? Domina 80% do mercado de nutricionista. Caraca, que é, ele tem um projeto surreal. E aí eu tenho dois, esses caras apoiando os nossos patrocinadores. Esses caras vão pro jantar. Eu fiz um talk, eles falando de negócio com os patrocinadores. É uma bite entrega, entende? E todo evento e o Portup tem quantas, quantas são etapas? São nove etapas, mas aí tem a gente tem dois campeonatos que rodam, né? A sprint e a endurance. A sprint você tem corrida sábado e domingo, camarote no sábado, camarote no domingo, experiência, tal. Então vira 15 eventos. Caraca. Então são 15 eventos para você usar durante o ano 15 entregas, né? 15 entregas. E nós temos a Fórmula 1, a Porche ela abre a Fórmula 1. Então as nossas marcas também roda na Fórmula 1. Caramba. Na entr a Porche ela é é abertura. É a corrida de abertura da Fórmula 1. Caramba. GP Brasil. Que da hora, [ __ ] E agora a gente tá em Portugal. E esse ano aqui a até a a diretora de marketing anunciou pra gente no na última etapa do ano passado que vai ter lemança. Então a gente só a nossa são três categorias que tem. Hoje eu tenho o carro na carreira, a gente vai para Alemança na França para correr. Então é e cara e é muito louco. É, volto no que eu falei, você fala o tamanho que esse cara virou e você e foi na unha. Na unha. É isso. Foi foi, não foi assim a oportunidade na porque as pessoas confundem oportunidade com a coisa passando na tua frente. É, mas não é, mas às vezes a oportunidade tá lá longe, você tem que olhar e ir lá buscar. É isso, né?

Que é a visão da oportunidade, porque a oportunidade tem tudo quanto é lugar, cara. Você foi lá buscar a oportunidade, cara.

Isso começou, eu não sei se eu já ouvi ele falar isso, mas a leitura que eu faço, eh, o business do da da Porsche é surreal, mas um grupo de amigos que queriam acelerar a Porsche no autódromo, é, é a primeira camada e depois você vem empilhando, se eu olhar para pra competição, então eu eu não sei se eu vi ele falando, é, mas é como se a gente montasse aqui, vou trazer pro futeb futebol que ele é mais fácil da gente assimilar. A gente monta times de futebol vão fazer um campeonato sim entre nós para jogar no no Alians. No Aliens aí, pô, legal, bacana, todo mundo pagando. Aí começa a apstar, aí vem uma marca quer patrocinar. Aí se a marca vem, na verdade vem as pessoas para assistir. A marca só vai onde tem é audiência audiência. Se eu trago pessoas, as marcas se interessam e aí eu começo a É exato, né? Animal, é o que tá acontecendo inclusive com essa com essa com essa com esse mundo do futebol que que inclusive tá bombando aí hoje em dia, né? Com esses times e tudo mais, naquele gramado preto lá, influenciador jogando.

É o o Kings Lings Kings tá dando mais tá dando mais audiência que o futebol tradicional, bicho. Você fala que loucura, bicho. É muito doido. Foi isso. Vamos fazer um negócio com você. Mas é que acho que aí também parte um lado que a galera entendeu que é o lado da audiência. Então hoje todo tudo vira audiência. Se você conseguir pegar o seu negócio e transformar isso em audiência, acabou. Você explode. E é o que a galera tá fazendo agora, porque agora vai, provavelmente esse ano vem o o a Kings League do golf do do Golf. Aí vai vir depois, porque Kings League nada mais é do que você juntar ou democratizar o futebol, deixar ele mais interessante, sem o viés de negócio só, mas trazer a audiência de um influenciador, de um cara que não sabe chutar nem a bola direita, tá lá, bota no meio do campo e faz uma besteira.

Eu, para mim, para mim o conceito de Kings League surgiu muito daqueles daqueles, não sei se vocês assistiram, assistivam assistiam MTV. que tinha no final do ano toda vez o futebol da MTV e depois eles fizeram o campeonato MTV. Os caras não sabiam chutar a bola, era um um é rock gol. É rock gol. Para mim league é aquilo melhor melhorado com regras diferentes. MP essa [ __ ] MVP cara para analisar mesmo. Potencializou é o digital. Por que eles trouxeram mídia primeiro, pô? MITV trazendo um um futebol deles todo desengolsado que era pelada que você fazia. os cantores e os caras que tinha audiência. Isso aí, pronto, bumba, foco, todo mundo olhando para aquilo. Aí vamos trazer o esporte. Ai, mas o esporte era só intermio foi muito doido. Eu comecei a pensar outro dia, falei: “Caraca, eu assisti esse negócio, mas que existe o digital”. É isso. E aí transformaram tudo isso em audiência e foram competentes também nessa competencializaram isso de forma animal. Porque e aí o mais legal do jogo é que você não sabe mais se você tá torcendo pro cara fazer gol, se tá torcendo para um dado cair, para um negócio intervir no meio do campo e sair um um uma um outro jogador. É uma doideira, cara. E aí e é legal, cara. Você já assistiu? Eu já assisti. É muito legal. É muito legal. É da hora. audiência uma galera boa. Tem uma galera boa jogando, né? É, agora melhorou, né? Então pode ser que começando a profissionalizar, não sei o quê, pode ser que crie um outro ambiente, mas eu acho que essa camada de entrada e você vê o tanto de cara, o tanto de molecada que tá lindo, só para poder ou ver o Neymar, ver o outro que tá lá, é o influencer que tá não sei o quê e o cara depois tira foto e o cara sai, sobe na torcida para gritar e não sei o quê. É uma p meio game também, né? É, é a gamificação total do negócio. É a gamificação total do negócio. E cara, e a e a Porche conseguiu isso que é o que é o que eu te falei, os caras, eu fiz a obra que a gente tava conversando no bastidor, que eu fiz a obra da Porsche lá, fiz a obra acho que há uns 5 se anos atrás. Eles tm duas Porche Cups, porque eu tenho essa visão, né? Eu conheci a Porche Cup fazendo a obra lá deles com esse D, né, que eu comentei com você. E aí eu falava: “Caramba, isso aqui é legal para caramba porque não é tão bombado?” Bombou. Entendeu? Porque meu, era muito louco. Eu tava, eu tava lá dentro vendo o aquilo, cara, ela é, ela é forte. Ela tem dentro do universo da, do automobilismo, ela já é forte, mas ela não furou a bolha e hoje ela furou a bolha. Furou. E eu acho que aí também a gente tá analisando, eu tô bem analítico hoje, né? Comergiano, reflexivo, tal, magro, todo potência. O poder daí é a magreza, entendeu? cara que mas se você entender que o na verdade o automobilismo tinha tudo para morrer no Brasil, porque a gente não tem piloto na Fórmula 1, a gente não tem protagonismo em em corridas, tal, quanto muito a Stock Car que não não conseguia a resistir a grandes coisas e aí a Globo tentando, né, trazer ali um impulso. Mas se você olha pro modelo de negócio da Porsche é incrível porque ele pega empresários, os caras que tem um nível de relacionamento incrível. cria um conceito de ambiente, não é mais sobre esporte, é sobre ambiente. O ambiente que você tá olhando os empresários correrem que acha que a categoria crescer? Eu acho que é é a visibilidade que trouxe pro ambiente de negócio mais capitalizado. Eu acho que a prosperidade do negócio trouxe esse ambiente que aí transfere pra Fórmula 1, porque hoje camaróde da Fórmula 1 tá hypado porque não é mais sobre assistir corrida, é sobre o círculo de relacionamento que você tá ali no ambiente. né? Pode ser, mas assim, é um esporte de elite e ele não tem alcance, não a visibilidade, ele é nichado, mas a parcela de visibilidade deles é o empresário exato, é o cara que tem poder, é o cara que tá lá na ponta. Mas aí você olha hoje, você olha hoje ela tá crescendo muito rápido e uma parcela disso são os patrocinadores. Não, eu acho que tem total, eu acho que o patrocínio e essa forma como você identificou de criar esses ambientes, pô, criar um camarote. Um camarote não é simplesmente um camarote, um lugar para você assistir. É um lugar de interação, é um lugar de tomar um vinho, de ter uma conversa boa, de ter uma experiência de massagem, de fazer um um pensando em ambiente de empresário, por exemplo. Eu não sou tão ligado em automobilismo. Então, se você me chamasse para ir talvez numa Fórmula 1, como já tive convites, não fui. Vá, vamos numa Porsche Cup, talvez não vá. Agora vai ter um camarote lá de empresários, um ambiente legal. Já tem, já tem três. Eu já sei como que eu te levo pr pra Porche agora de fevereiro. Vixe, já era. É assim, já acabei de ler. Acabei de ler. Não, ainda vai ser melhor do que você tá imaginando aí. Como que vai ser? Você vai est na Porche Cup, primeira etapa, em Interlagos, no camarote da Acelerador Race, com vários empresários e tendo a edição do teu podcast lá no camarote. Caraca. Bora, Brunão. Ixi, vai recusar. Eu tá hoje. Vai dar hora para caramba. Não é sobre a corrida. É isso. E é isso. Mas é isso, é esse ambiente. Porque tem empresário, tem conexão, tem audiência, tem um público. Empresário quer estar num lugar que tem outros empresários. É, mas eu já peguei o teu negócio e joguei lá dentro. É isso. E é e é verdade. E é um negócio que, cara, eh, faz sentido porque, de novo, é o que o Bruno falou, agora traz aquele mesmo negócio. Quando você leva um convidado para uma Port Cup, o cara vai querer colar em você. E aí, beleza, vai tá a edição do, vai ter a edição do Porche Cup, não vai ser qualquer convidado.

É isso, gente. Você já come, você já tudo vai, vai tudo vai empilhando, tudo vai empilhando. Mas, [ __ ] acabou o episódio já, ó. Foi um episódio que também voou interessante. Vai, cara, de novo, parabéns pela tua trajetória. Parabéns. Assim, foi muito legal. Eh, às vezes eu me questiono se vale a pena perguntar do contexto da pessoa, mas cara, faz total sentido. Se E aí quando aquelas análises finais lá, você fala assim: “Pô, o cara plugou aqui, você vê a mãe que potencializou faz todo o sentido pro que você faz hoje”, entendeu? Por isso que é importante, porque a ideia do podcast é inspirar inspirador e empreendedores. E, cara, às vezes o cara tá na fase do gravata Uhum. E às vezes ele não tá entendendo nada. Às vezes o cara tá naquela fase, putz, mas eu tenho um trabalho bom, eu tenho um dinheiro bom, só que eu não consigo eu até tenho dinheiro para empreender, empreendo aqui, mas será que eu saio para empreender? Exato, né? E aí o cara fica na dúvida, cara. E [ __ ] é isso, é importante a gente conhecer o que fez o empreendedor chegar onde ele chegou, porque senão a gente a gente perde essa escala de de análise do empreendedor que tá assistindo e tentando se colocar no lugar. Então, pô, parabéns para faz uma forma mais difícil, né? E existe uma mais, alguém já fez algo mais simples, cara. P a cara e fazer o negócio acontecer. Mas m não acabou ainda o nosso podcast. Eu vou agradecer os patrocinadores. A gente tem a pergunta final para fazer ainda. Então segura aí.

Galera, olha esse papo, mais um papo top de qualidade. E, cara, graças aos patrocinadores que acreditam no projeto e investem aqui pra gente trazer esse conteúdo de qualidade na internet. Então eu quero começar agradecendo a SMB Store que desde 2018 tem ajudado micro e pequenos empreendedores a controlarem seu estoque, vendas e financeiro. Tudo isso com sistema acessível e fácil de usar. Agência IPL que oferece a solução completa de marketing digital para negócios, cuidando das empresas com óleos de dono, desde a criação de sites, gestão de anúncios, planejamento estratégico, social mídia e Polux. Sabia que existe oportunidade de desembolsar menos com impostos através de planejamento tributário? Eles são especialistas em gestão de tributos e também de crise. CMC displays tá precisando vender mais. Então seu negócio precisa de soluções criativas para PDVs, balcões, bandejas, displays e muito mais. Os caras são mestre no que fala aí de PDV, ponto de venda. Cross Host quer dar voz ao seu negócio e alcançar mais pessoas. A Cross é especialista em produção audiovisual e soluções internet, criando podcasts, eventos e transmissões ao vivo com qualidade excepcional. Max Service, contabilidade que tem como missão a parte consultiva ao empreendedor com ecossistema completo. Eles oferecem atendimento desde o simples nacional até o lucro real, mas eles têm o lucro real como especialidade. E deist Borges advogados, você tá com dificuldade para pagar seus impostos ou você por acaso tomar alguma atuação tributária que tá colocando em risco a sobrevivência do seu negócio, chama a turma da dissisto. Eles são escritório jurídico especializado em direito tributário, que é a parte de impostos, e também direito empresarial. Você que é empreendedor, se vive o dia a dia, pode ter certeza que algum dos problemas que você enfrenta, alguma dessas empresas aqui conseguem te ajudar, são empreendedores, são empresas sérias à frente desse negócio. Então pode ir de olho fechado, depois volto aqui para me agradecer. Tamo junto, meu caro.

Final, você viu? Tem bastante. E cara, por incrível que parece, você comentou um negócio aí da da que é difícil conseguir patrocinador, cara, no Alendo CPJ não é. É estranho, mas não é. Claro que a minha cota de patrocínio é uma cota bem acessível. É, isso é um dos pontos, porque também eu uso o podcast para financiar o próprio projeto, então não, a ideia não é ganhar dinheiro e tudo mais, por mais que sobra lá uma grana, mas eh quando eu solto no story, cara, tem fila de espera, tem fila de espera. É é porque os meus patrocinadores estão comigo há anos e não cancelam. Que bom, isso é um bom sinal, né? Mas eh eu tinha lá uma lista de espera de 30 e poucos pessoas assim que já sabiam do valor e tava na fila de espera e e dá vontade de colocar mais. Só que aí eu fico 25 minutos falando de quinador, né, que você falar: “Nossa, a galera tá com dinheiro querendo pôr”. Mas de repente podemos fazer um upgrade, entregas melhores e o valor diferente que a gente vai fazer. É, a gente vai a gente vai estruturar isso aí para um para um próximo patamar e p ainda você quiser ajudar, vai ser um prazer.

Ah, inclusive já podemos os patrocinadores que estão com você, vai acontecer isso aí lá no camarote, de repente tem uma janelinha ali onde você põe o seu próprio patrocinador para ele falar do negócio dele.

Caramba, legal. Esse é meu trabalho.

Galera que assistiu até agora, tem mais surpresa vindo aí. Então, se você se você tá esperando, tem muita coisa acontecendo, cara. Tem muita coisa acontecendo. Aguarde, aguarde. Não faz o seguinte, vou vou lançar um negócio diferente agora. S. Vai. Você que quer entender o que é o negócio de de podcast e como as coisas, os o as relações acontecem aqui dentro. Nesse podcast você ficou até agora, você escreve lá eu quero. A gente vai analisar todo mundo que colocou eu quero e a gente vai ter um um negócio especial. Bora. Bora. principalmente se você se você quer, se você é de São Paulo, principalmente isso. Se você é de São Paulo, se você é empreendedor ou tem vontade de empreender, tem esse desejo e e tá aí eh querendo trazer oportunidades novas pro seu negócio, dita lá eu quero e depois a gente vai conversar. É isso. Sen já tá fazendo pit aqui, ó, meu caro.

Mas a pergunta final que eu queria te fazer é o seguinte, mas você tá com quantos anos agora?

  1. No l seus 42 anos, voltando para São Caetano, no piscar de olhos, Deus aparece na tua frente, chegou tua hora. Putz, tinha tanto para viver. Agora, agora que o negócio tá bombando, [ __ ] Mas é isso, missão cumprida. Uhum. E a gente às vezes vive com essa ideia de viver para para sempre, né? Esquece que a vida uma hora acaba. Eh, e não necessariamente só quando a gente tá velho. E a pergunta que eu queria te fazer é se se, pô, se esse fosse o teu momento, eh, e essas aqui no podcast fossem suas últimas palavras, o que que você condensaria de aprendizado, experiência, ensinamento em 42 anos de vida pro mundo? O que que você deixaria pra galera aí?

Cara, é o servir. Eh, tudo que eu fiz na minha vida. consegui, alcancei e foi servindo. E quanto mais você serve, mais você é servido. É isso, né? Exato. Então, eu falaria para sirva mais. Se você servir mais, sua hora vai chegar de ser servido também, né? E o que tá faltando hoje, até eu não gosto de usar a palavra network exatamente por isso. O cara, ele entra num grupo ou entra no num ambiente antes dele servir, ele já quer colher. E aí é uma coisa que eu falo muito no nosso Uhum. não entre para vender. Se você entrar para vender, você já tá entrando errado. É isso. Entra para servir. Se você servir, você faz o teu nome lá dentro. É isso. E aí automaticamente, porque quando eu te sirvo, inconscientemente você tem uma dívida comigo e aí você precisa me servir.

É isso. Eu falo, eu brinco, né, que se network fosse assim do jeito que a galera vende na internet e todo mundo que participava de evento tava rico. Exato. Porque cara, eu vou pro evento, vou ficar rico, vou ficar milionário, porque vou conhecer um monte de gente, network, não sei. Então a galera acha que precisa mais ter mais consciência, né? Sim, é isso. Networking, do jeito que as pessoas fazem, é plantar uma semente, só que de processo de colheita, a plantação é o menor dos problemas, é a a é a continuidade de regar, tirar praga, limpar. E cara, tem gente que vai em evento aí conhecendo um monte de gente, adicionando um monte de gente no Instagram, um monte de gente no LinkedIn. Isso aí não quer dizer nada. Não quer dizer nada, nada, nada, nada, nada. Quantas pessoas que me conheceram evento quer falar comigo, eu sou inacessível para essas pessoas? Porque eu nem conheço essa pessoa. Que que você sabe? Então agora se você serve ela, você marca ela. Exatamente. Agora imagina se essa pessoa tivesse de fato mantido aquilo e tudo mais. Então, é o que eu sempre falo, ao invés de você manter lá 1000 conexões, cara, não tô falando que conexão é ruim, mas é muito melhor você ter 100 conexões aprofundadas, amigos de fato, que você pode ligar, trocar uma ideia, pedir um conselho, esteja perto das pessoas que de fato possam transformar a sua realidade e possam te impulsionar. Isso é um fato. Então, as pessoas que você admira esteja perto, isso esteja perto nos ambientes dessas pessoas que você admira. Até porque isso é uma modulação e o ambiente muda, o ambiente muda a mentalidade. É, então esteja perto dessas pessoas, mas não estar perto, não esteja perto para simplesmente para vender alguma coisa ou com um elo de interesse e de forma superficial, né? O que você falou, servir a sua lição, servir esteja perto para primeiro que eu o que eu gosto de falar, né? Eh, a gente sempre a gente sempre distribui ou a gente eh transborda aquilo que a gente sabe para quem quer recolher e a gente colhe de quem quer transbordar. Então, cara, esteja perto dessas pessoas para de fato colher. Uma hora você vai entender como como se relacionar e como transbordar. E aí é um processo que acho que é contínuo.

Boa, meu brother. Parabéns pela tua vida, pela tua trajetória. Tamo junto.

Vamos para cima. Não, obrigado. Baita no podcast. E, pô, você que ficou aqui até até agora, até o final, aqui embaixo tem vários botões. Clique em todos para engajar. Já encaminha esse episódio também para um amigo empreendedor, pro teu sócio, para alguém que você acha que faz sentido esse papo que a gente teve aqui para compartilhar esse conteúdo. Tamo junto, até a próxima. Valeu, valeu.

Confira os principais insights do Episódio #144 do Além do CNPJ com Eduardo Elias. Uma aula sobre como parar de perseguir clientes e começar a atraí-los através de experiências de alto valor.

Introdução: Do Porta-Malas à Porsche Cup

Para o episódio 144, recebemos Eduardo Elias, fundador da Acelerador Racing. Se você acha que para acessar grandes empresários você precisa ter nascido em berço de ouro, a história do Eduardo vai quebrar suas crenças.

Ele começou vendendo gravatas de R$ 4,00 na porta da igreja para pagar o próprio casamento. Hoje, ele gerencia um dos ambientes de networking mais exclusivos do Brasil dentro da Porsche Cup. Neste papo, ele revela o segredo dessa transição: a habilidade de criar ambientes onde a venda se torna inevitável, sem precisar de argumentos forçados.

1. A Regra de Ouro: Venda não é Argumento, é Ambiente

Talvez o maior insight do episódio seja a tese central do Eduardo sobre vendas de alto ticket (alto valor). Ele defende que, se você precisa gastar muita saliva para convencer alguém, você já perdeu.

“Venda não é argumento. Se você precisa argumentar, você não está com o ambiente certo. Se você precisa justificar muito, o cara não entendeu o valor ou você não conseguiu criar o ambiente de fato.”

A estratégia dele é inverter o jogo: em vez de empurrar um produto, ele cria um cenário (um jantar com vinhos, um camarote na corrida) onde o cliente quer estar. A venda acontece como consequência natural do relacionamento e da experiência.

2. O Fim do Networking Tradicional

Eduardo e Bruno debateram uma ideia polêmica: o networking tradicional morreu. Aquele modelo de ir a eventos apenas para trocar cartões e perguntar “o que você faz?” tornou-se vazio e interesseiro.

A nova moeda de troca é o SERVIR.

“O cara entra num grupo ou ambiente e, antes de servir, ele já quer colher. Não entre para vender. Entre para servir. Se você servir, você faz o teu nome lá dentro. E automaticamente, quando eu te sirvo, você tem uma dívida inconsciente comigo.”

Eduardo usou essa técnica para entrar no automobilismo. Ele não tinha dinheiro para patrocinar, mas começou a ajudar um amigo piloto a organizar a carreira, vender patrocínios e gerir a imagem. Ele se tornou útil antes de se tornar sócio.

3. A Estratégia da “Cenourinha” (Empilhamento de Valor)

Como tirar um empresário multimilionário de casa para ouvir sua proposta? Eduardo explicou sua técnica de empilhamento de experiências. Ele percebeu que apenas “vender vinho” ou “vender patrocínio” era chato.

Então, ele criou a “Confraria”:

  1. O Ambiente: Um jantar harmonizado com chef exclusivo.

  2. O Produto: Vinhos de alta gama que ele queria vender.

  3. O Networking: A presença de outros empresários e pilotos.

  4. A Foto: Um fotógrafo profissional para entregar material de qualidade para os convidados postarem.

“O que eu preciso fazer para tirar você da sua casa? Quanto mais coisas eu empilhar, mais atrativo eu fico. Identifiquei o carro, o vinho, a alfaiataria, o charuto. Quando mando o convite com tudo isso, o cara fala: ‘Não perco isso por nada’.”

4. Estar Preparado para a Oportunidade

Uma das histórias mais incríveis do episódio foi como Eduardo fechou parceria com Marcos Marques (um dos maiores mentores de negócios do Brasil). Ele não foi um “tiete” pedindo foto. Ele sabia quem o Marcos era, sabia que ele tinha uma comunidade de empresários e sabia que a Porsche Cup era o ambiente perfeito para eles.

Quando encontrou Marcos no autódromo, Eduardo foi cirúrgico: “Eu tenho uma equipe aqui e meu piloto foi seu aluno”. Em minutos, ele conectou a necessidade do Marcos (experiência para os alunos) com a solução dele (camarote na Porsche), gerando milhões em negócios.

“Quem entende já está na mesa. Sentar nas mesas certas com as pessoas certas te impulsiona, porque você entende o bastidor, o que é real.”

Assista ao Episódio Completo

Este resumo é apenas uma fração das estratégias que o Eduardo Elias compartilhou. O episódio completo é um manual prático de como acessar mesas de alto nível, negociar patrocínios e transformar contatos frios em sócios e amigos.

Quer aprender a vender criando experiências inesquecíveis?

Clique abaixo para assistir ao EP #144 na íntegra:

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