MATERNIDADE, GESTÃO E NEGÓCIOS COM CAROL CELICO | PODCAST ALÉM DO CNPJ #125

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Eu morava na Espanha e aí tinha uma marca que tinha assim desde brinquedos educativos, aulinhas de sensoriais. Você comprou uma franquia disso? Comprei a franquia, fechei o ponto no Brasil. Ah, foi no Brasil. Fechei o ponto no Brasil. Quando tava pro meio para começar a reforma, fiz toda treinamento, milhares de Não tinha, era tudo livro assim, presta. Acho que eu tenho até hoje. Contratei a equipe, tudo. Era assim meu primeiro projeto mesmo onde eu tava. Projeto. Eh, aí o advogado me liga, Caroline, eles faliram e não te contaram. Eles faliram na Espanha. 

Buenas, buenas, buenas, seja muito bem-vindo a mais um episódio do podcast do AlPJ. Primeiro de tudo, muito obrigado por estar aqui pra gente trocar essa ideia de empreendedorismo, vida real. pessoal, pessoal que tá aqui na minha frente, pessoal que eu tô bem ansioso para conhecer mais a fundo a história dela, até porque é uma empreendedora que se divide em 800 facetas. A gente tava até conversando aqui, ó. Ela precisa terminar o podcast no horário porque ela precisa pôr a bebê dela para dormir. E é uma coisa que eu vou entrar inclusive nesse assunto, porque eh cara, ser mãe é uma tarefa das mais lindas do mundo. Vejo isso porque eu tô com uma bebezinha também em casa e minha esposa me encanta. eh, cuidando dela e tudo mais, o carinho que ela tem. E por mais que a gente ama a criança, cara, ser mãe é outro rolê. Na próxima vida eu quero nascer mulher para experimentar isso aí. Eh, mas, cara, é muito louco o o que eu vejo, eh, do quanto a força a força da mulher ainda mais empreendedora e gerenciar tudo isso é impressionante. O homem não teria jamais essa capacidade, pelo menos eu nunca conseguiria tocar tantas coisas ao mesmo tempo. O homem consegue, infelizmente, fazer malemar uma coisa bem. Por isso que quando eu tenho uma concorrente que entra no mercado e eu vejo que a que a empreendedor que tá à frente do negócio é mulher, eu falo: “Ferrou, uma concorrente barra pesada aí, porque a a gente sabe o poder da das mulheres.” E a convidada que tá aqui na minha frente tem uma página gigantesca que é a página dela na internet, né? Com bastante seguidor, bastante relevância. Eh, tem uma trajetória empreendedora muito legal que a gente tava até conversando aqui os bastidores e a gente vai trazer. É mãe e tem outras tantas facetas. Tô aqui com Carol. Carol Cico, muitíssimo obrigado por topar o convite. Acho que vai ser um baita bate-papo legal. E, cara, tô tô com a missão aqui de trazer fazer download da tua mente aqui na nessa mesa pra gente trazer os bastidores da tua vida, que eu acho que é tão importante, principalmente da área empreendedora, que é a marca que você tem, que é de tanto sucesso. Obrigado mais

uma vez, viu? Obrigada. Obrigada a vocês. Um prazer estar aqui. Espero ser uma inspiração, uma ajuda para tantas pessoas que participam, que escutam o podcast além do CNPJ. e que tão buscando, né, de muitas formas como fazer para empreender, como começar, enfim, aonde onde acerta mais, erra menos, que é a tentativa de todos, né? De todos. Inclusive, a gente tava conversando que tem muita, muitas pessoas que te chamam no, no inbox pedindo dica de empreendedorismo. Você tem que colocar aí uma produção de conteúdo de empreendedorismo aí, dar um help pra galera. Só arrumar o tempo para isso. A gente não tem tempo, então a gente vem aqui, exato. Já fala, já resolve aqui. E e hoje e essa é a minha missão, eh trazer o perfil empreendedora Carol pra gente conseguir trazer esse esse conhecimento, essa experiência dela aqui pro pro podcast. Carol, mas antes de a gente começar a a entrar na parte empreendedora da coisa, a Carolzinha, onde que a Carol nasceu? Eh, quais foram as referências? Você teve pai e mãe presente? Qual fo quais foram as influências deles nas deles na sua vida? Eh, quando você começou a se entender por gente, que que você queria ser, né? Quais foram as referências até sua vida adulta? Dá um overview pra gente assim pra gente conseguir contextualizar. Tá legal? Bom, nasci em São Paulo, hoje tenho 38 anos, três filhos. Eh, minha mãe sempre foi uma referência, claro, eu mulher, minha mãe mulher, a gente se espelha muito. Ela trabalhou muito a vida inteira. Ela foi diretora de uma de uma marca de moda também francesa e Christian Geor. E ela trabalhou aqui no Brasil muitos anos. Então, eu já nasci vendo a minha mãe trabalhar. Eh, entendendo que todas as mulheres da minha família, minha avó, minha bisavó, sempre foram mulheres muito fortes dentro da sua da dos das suas culturas ali do de de suas épocas diferentes, mas foram mulheres que tocaram suas vidas, tocaram suas famílias e tudo. Meu pai também empreendedor, trabalhou a vida inteira. Uma frase que eu lembro muito do meu pai desde pequenininha até hoje é ele falava para mim, Caroline, você virava para mim pequenininha e falava: “É só pepino, né, papai? É só pepino.” E aí hoje falava, porque ele falou: “Tô resolvendo pepino é só filha, é só pepino”. E aí ele me contava que eu repetia: “É só pepino, né, papai?” olhava para ele. Então assim, traduzir a vida empreendedora já na pepino. Pronto. Então cada pepino que eu que eu vivo todos os dias, todos os momentos, eu lembro, né? Só pepino e faz parte. Então é legal que faz parte, né? Então a gente não vê como algo de colocar a gente lá para baixo, acabou a vida, desastre. Exato. Porque é um pouco de mentalidade, né? Você enfrentar os problemas, empreender, é resolver dor, resolver problema. Examente. Então é só pepino, literalmente. E quem fica olhando o problema como um problema vive negativo. Você tem que olhar o problema como uma possibilidade de melhoria. O seu pai já te ensinava isso. Examente. Já me ensinou. Então tive esses dois modelos fortes. É. E dois papéis e do e duas pessoas com papel executivo. Teu pai empreendedor, tua mãe como diretora de uma marca gigantesca. Exatamente. Devia ser uma uma rotina totalmente acelerada de muita coisa. E você acompanhando isso? Eu vivi muito, cresci muito. Minha mãe viajava bastante, meus pais separaram, eu tinha 6 anos, então meus pais foram sempre muito presentes. Meu pai mesmo separado, eh, eu já perdi ele tem 4 anos, mas assim, uma obrigada. Grande exemplo de sabedoria, de gestão de problema. Então, meu pai, assim tem uma marca muito forte dentro de mim e minha mãe, enfim, falo, eu brinco pro com os meus filhos, pega só o melhor da sua mãe e o melhor do seu pai. que tem de ruim, tenta jogar no lixo. E é isso que eu tento fazer dos meus também. Claro que vem um pouco de ruim também, não tem jeito, todo mundo faz parte, mas eh bom, cresci com esses dois exemplos em casa. Não sabia o que eu queria ser até muito tarde, porque a gente tinha, eu lembro que apareceu o teste vocacional na escola e aí eu falei: “Ufa, alguém vai me ajudar a falar que que eu vou fazer?” Porque eu não achava que eu ia trabalhar com moda e ser igual a minha mãe. Eu não

achava que eu ia ser igual ao meu pai. E aí ficava aquela pressão da adolescência. Teve algum algum momento que talvez por você ter presenciado uma vida tão corrida dos dois, eh, você ter rechaçado essa vida? Eu de não quero ser empreendedora, não quero ir por 

esse? empreendedora não, mas eu tive, eu tive desde muito nova assim, muito presente na loja com a minha mãe, então desde estoque, arara, cheque, VM, preenchia cheque pros clientes, fazia embrulho, eh, organizava estoque. Então, assim, a vida dentro do escritório sempre foi uma vida muito familiar para mim. E aí eu olhava a moda, porque minha mãe tem um um uma veia muito forte de pé no chão, no sentido de, ah, isso é supérfluo, então deixa para lá. Então a moda para mim virou assim, eu não posso trabalhar com moda porque é supérfluo, então eu não posso, eu não sou essa pessoa. Caramba, mas sua mãe, ela teve uma consciência grande, inclusive, porque ela tava num meio, sim, ela podia pegar x de roupa, ela pegava um x. Caramba. Então, a minha mãe sempre foi assim muito muito consciente e ela passou isso muito para mim. Claro que na na adolescência a gente quer matar porque todas minhas amigas iam comprar calça jeans. Eu lembro: “Mãe, posso comprar com minhas amigas hoje? Ir numa loja comprar calça jeans? Por que comprar calça jeans? Você já tem uma calça jeans?” Olha, então assim, claro que você fala: “Poxa, minha, todo mundo vai, né, mãe? O que a gente escuta, eu escuto dos meus filhos, é mãe, todo mundo vai, só eu que não vou, só eu que não posso. E hoje eu agradeço porque eu acho que isso traz realmente uma consciência enorme de consumo consciente, que é o que a gente vê hoje, de, enfim, upycling e tudo. Então, eu gosto muito disso, mas eh eu não sabia exatamente o que eu ia ser, o que eu queria fazer. E aí no teste vocacional, ele sempre me dava muito eh o servir. Eu sempre gostei muito de olhar pro outro, de ajudar, de me sentir útil através das coisas que eu pudesse fazer, falar, de trazer algo benéfico pro outro. Então, eh, eu acabei fazendo esse teste, enfim, e aí falei: “Ah, vou fazer hotelaria”. Hostelaria você serve o outro, né? at de eh desde como você dobra um lençol até como você organiza um quarto ou quando você serve uma um prato eh para alguém. Tudo é servir. Tudo é servir. É muito forte. Na verdade a gente tá servindo o tempo inteiro, né? Mas na hotelaria eu acho que isso é muito forte. E aí quando eu decidi isso tudo, ah, qual é o melhor lugar de hotelaria? Ah, Suíça é o melhor lugar, melhor faculdade, tarará. Pai, vou fazer hotelaria na Suíça. Tudo certo. Tudo certo. Tá bom, filha. Aí que bom que você resolveu tal. Isso com quantos anos mais ou menos? Ah, 17. 17. Ah, não era tão tarde. É que é a pressão da assim com 12, 13 você já tem gente falando que vai ser alguma coisa e você ainda não sabe. Exato. A escola, né? A escola vai te pressionando. Com 15 anos todo mundo já sabe. Muito, muito. Minha filha tá com 14, meu filho 17. Eu falo: “Fiquem tranquilos, não precisa saber. Pode pode com 30, com 40 tem gente, tá tudo certo. Então acho que quanto menos pressão, mais flui o negócio, né? Mas aí eu falei, bom, vou fazer faculdade na Suíça. E aí eu fui pedido em casamento, eu tinha namorava já desde os 14 para 15 anos, 15 anos. E aí eu falei: “Bom, e agora?” Aí diz o meu pai que eu enrolei, eu tinha 17. 17. E aí eu falei: “Pai, então não vou mais fazer faculdade na Suíça. Como assim?” Bom, eu fui pedido em casamento, mas dessa idade, tanto que eu brincava com eles depois eu falava: “Como é que vocês me deixaram casar com 17 anos?” Você casou com 17? 18. É, aceitei o pedido com 17. E aí meu pai falava: “Caroline, olha, você dá para negociar com você. É difícil, hein? Você é persistente, né?” É, então acabava convencendo eles e convenci mesmo. Falei pro meu pai, ó, vou fazer o melhor que tem Milão, moda. Só que eu não gosto de moda, não quero trabalhar com moda, porque moda, né? Então, vou fazer business, fiz fashion business. Ah, que legal. Nem sabia que tinha. Tem na Marangônia era assim, a Marangônia era uma das únicas lá e era um curso super bacana. Olha moda do ponto de vista de business total. Era, fiz administração voltado pra moda.

Que legal, cara. Bem legal. Não, na verdade eu fiz exatamente o que minha mãe fez, fingindo que eu não tava fazendo o que minha mãe tava. Você caiu na carreira que falou: “Eu vou vou fazer o que minha mãe fez e e que sua mãe era executiva, né? Ela é ela é sua mãe era formada ou alguma coisa em moda? Era administração. Ah, administração. Foi de fato de presas na FAP. E ela era assim, crânio, fez bandeirantes, dava aula pós depois da escola, ela dava aula particular pros amiguinhos. Minha mãe sempre foi assim, destaque na CDF. CDF e eu não era destaque na minha escola. Eu ia bem, mas assim, ok, não dava aula para ninguém. É, e tirava à vezes nota boa, meu pai falava: “Você não fez mais que sua obrigação, tá tudo certo, você tem que fazer isso mesmo, acabou o ponto final”. Então, vi, vim de uma família bastante rígida, que eu também agradeço muito, porque me ajudou a a buscar o melhor que eu podia, a não ficar acostumada e e acomodada num lugar que talvez, né? Sim. me me sempre me motivaram a ir além e então isso me faz também trazer isso para dentro da empresa. E parece que não, mas essa segunda, segunda, terceira infância, não sei como que se divide aí, mas dos seus 12 aos seus 18, que é quando você precisa de responsa grande para suprir aquela fase tão conturbada da adolescência, o como os seus pais lidam com isso dita muito como a gente vai ter eh de casca na vida adulta. Eu lembro quanto quanto fui cobrado pela minha família e o quanto isso hoje olhando para porque eu odiava, mas olhando para trás falou: “Cara, como aquilo foi importante para mim. É a família lista que você fala.” Exatamente. Exatamente. E aí você, então você casa e vai para Milão. Vou para Milão, começo a fazer faculdade de moda lá. Ah, não, não vou trabalhar com moda, não vou trabalhar com moda. E sempre, ah, vou ter uma empresa minha, um dia eu vou ter uma marca minha do que, ah, não sei, não sei, não sei, não sei, não sei. Eh, já comecei, terminei de fazer vários projetos que não foram paraa frente. Então, franquia de uma marca para crianças. Na época que eu tava com os meus menorzinhos, era, eu morava na Espanha e aí tinha uma marca que tinha assim desde brinquedos educativos, aulinhas sensoriais. Você comprou uma franquia disso? Comprei a franquia, fechei o ponto no Brasil. Ah, foi no Brasil. Fechei o ponto no Brasil. Quando tá pro meio para começar a reforma, fiz toda treinamento, milhares de não tinha, era tudo livro assim pr acho que eu tenho até hoje. Contratei a equipe, tudo era assim meu primeiro projeto mesmo onde eu tava projeto. Eh, aí o advogado me liga, Caroline, eles faliram e não te contaram, eles faliram na Espanha. Então eu desde aquele dia eu falei assim: “Nunca mais eu vou trabalhar a marca de ninguém, porque eu não confio mais em ninguém. Então eu vou trabalhar a minha. na cesta dos outros, né? Eu falei: “Não, não, não, eu quero, eu tenho muito mais segurança em algo quearam e antes de abrir, hein? Mas perdeu dinheiro ainda?” Perdi. Eu falo que foi uma faculdade, outra faculdade que eu paguei e tomou conhecimento. Tomei o conhecimento, aprendi e foi isso. Mas entrou entrou no caixa com faculdade mesmo. E e aí eu abri uma empresa de eventos, eu tinha tenho uma relação maravilhosa com a Crisosa, uma baita cenógrafa aqui no Brasil há muitos anos. E aí ela me ligou um dia, eu eu para organizar meu casamento, eu já tinha assim pasta com planilha, como vai ser, como vai ser. E eu falei para ela, ó, meu casamento vai ser assim, vai ser assado. E ela ficou potencial, essa menina 17 para 18 anos, essa menina aí. Aí uma noiva queria casar na Itália, ela me ligou: “Carol, você consegue me ajudar?” Falei: “Claro que eu consigo, imagina, consigo”. Super. Aí comecei a organizar esse casamento que antigamente não tinha muito destination wearing, assessoria, tal, que casar fora do Brasil, levar todo mundo para lá, organizar voo, voo da das pessoas, hospedagem, não tinha assim ai agência, depois começaram a construir esse modelo. Mas o mercado se moldou por causa disso, mas exato isso eu tô falando de 20 anos atrás já as fugas aqui est e você ajudou ela a fazer inclusive essa parte de agência de viagem e tudo mais, não? Então, a

gente começou com essa noiva do canira com canadense e aí eles trouxeram todo mundo pra Itália. Então, a gente tinha que organizar assim, não que eu fazia os o voo, mas eu tinha que saber que horas aquela pessoa ia chegar, se o voo dela tava no horário ou não, se o carro ia pegar ou não, para levar para onde e receber essas pessoas. Eram umas 100 pessoas, uns 100 convidados e foi uma experiência incrível. E aí ela, a Cris, trabalhava sempre na área da cenografia, da decoração e eu na logística e na assessoria de tudo isso. Legal. E eu falo que assim, para você fazer um evento, você vira um maestro, você tem que coordenar todo mundo e você tem que coordenar tudo ao mesmo tempo. E esse ao mesmo tempo eh me deu esse essa expertise que eu que eu brinco, que me formou, me levou para isso que eu faço hoje, que é ser diretora executiva, ser CEO de uma empresa. Você realmente precisa est muito atenta a tudo ao mesmo tempo. Você não pode largar a mão. Ah, hoje eu vou largar um pouquinho aqui o financeiro porque eu não gosto. Não adianta. É, vou largar aqui o fiscal, vou largar expedição, logística. Não dá, não existe. Então você se vira, vai aprender, vai atrás. Eh, e aí eu eu acredito muito que isso me deu esse olhar 360. E o detalhe que é algo que eu acho que também todos nós a gente precisa estar muito atento, que é se você tá olhando, você não pode pegar um espectro assim, ai ó, reunião tal horário, o relatório tal na minha mesa. Não, eu quero olhar pra pessoa, eu quero ver como ela tá, que que ela tá falando, o que que ela tá fazendo. Aí eu olho tudo que ela tá fazendo e aí eu venho com soluções para detalhes a elas. Ah, não, Carol, a gente não tinha pensado nisso. Não tem problema, você não tem que pensar em tudo, mas vamos pensar agora em melhorar tal coisa. Então, assim, eu acho que eu eu gosto de ver relatório, gosto, mas eu gosto mais de fazer reunião. Tenho assim, reunião mensal, reunião semanal, reunião bimestral, reunião, enfim, 500. Tem uma reunião ontem que eu era e-commerce, eu falei, a gente fez reunião no mês passado, não foi em junho. Eu falei, não é possível. Três meses atrás, parecia que foi ontem, sabe? Então assim, tem reuniões específicas que eu faço cada três meses e faz total diferença, cara. Porque você puxa o raio X, inclusive da percepção da pessoa sobre a ponta, coisa que às vezes você não tá ligada, porque olhando só relatório, você tá vendo o sintoma das causas que estão na ponta, isso é importante. E a gente de fora a gente traz soluções diferentes pro dia a dia. falo que tudo que eu puder melhorar de processo para melhorar o fluxo de trabalho e deixar a pessoa mais tranquila para ela saber o que ela tá fazendo, curtir o trabalho dela, pensar em coisa nova, pensar em coisa nova, dar mais oportunidades, possibilidades para ela desenvolver cada vez melhor e mais rápido o trabalho dela. Como que você adquiriu essa visão? talvez em eventos eh de processo, porque eu vejo que essa é uma das grandes dores dos empreendedores. Eles sabem fazer o tecnicamente o que eles se propõe a fazer. Abre a empresa, então, porque já que tecnicamente ele é bom, ele acha que é o suficiente. Aí ele descobre que tecnicamente é o menor dos problemas. Ele ele se vê perante a 90.000 coisas que ele precisa fazer também além da da parte técnica, fiscal, tributário e um monte de coisa que a gente tava conversando agora. E aí, enquanto a empresa ainda é pequena, ele consegue até rampar rápido, ganhar rápido dinheiro, porque ele é bom no que ele faz normalmente e ele dá conta sozinho até que a carga de trabalho da do sucesso da empresa dele sobre sobrepassa passa o eh sobre se sobressai ao tamanho dele. Uhum. E acabou. Aí ele começa a virar um um looping de problema. Às vezes ele até ganhou um pouco de dinheiro já. Então aos olhos da família ele teve sucesso. Uhum. Né? Só que ele começa a ficar escravo do negócio, não tem férias, não consegue parar de trabalhar e tudo mais por falta do quê? De processo. Então, por quê? Porque tudo que ele sabe fazer tá na cabeça dele. Ele não consegue delegar isso. E você falando, pô, é importante a gente pensar em processo para as pessoas conseguirem curtir a o trabalho, pensar em coisa nova. Isso é uma visão muito lúcida sobre

o empreendedorismo, sobre a parte de gestão que eu falo que vou chutar, tá? Eh, eh, Felipe, dados do Felipe aqui. 70% dos empreendedores falham nisso. Empresas de sucesso pequenas, elas são de sucesso porque o empreendedor faz tudo. Depois disso, acabou. Uhum. Que foi o evento que te trouxe essa essa visão de processo? que evento é um negócio que é a parte de planejamento é gigantesca porque você tem meses e meses de planejamento e a parte de execução é uma noite no minuto. Então se você não processuar as coisas para que todo mundo já saiba o que fazer no dia, você jamais vai conseguir gerenciar essa orquestra. Uhum. Se você no meio do da sinfonia precisar treinar o violinista. Exato. Então ferrou. E isso numa empresa é exatamente a mesma coisa. Você tem que ensinar, tratar, processuar, deixar todo mundo já sabendo o seu papel para que simplesmente, mesmo que você por acaso precise virar as costas, a a orquestra tá tocando. Como que é a tua relação com o processo na empresa? Eh, foi exatamente assim, a empresa era menor, então tudo eu fazia, tudo eu tava envolvida, tudo eu eu sabia 100% coisas. Hoje em dia eu já não sei 100%, porque cada um tá fazendo os seus os seus processos. como eu querer controlar, até porque vai trazer um uma pressão emocional e psicológica nas pessoas que não é agradável e e não é o que eu quero. Eh, eu acho que além dos eventos que você tem que ter certeza que tá todo mundo entendido, todo mundo na mesma página que você, essas reuniões de alinhamento, você perguntar, comunicar, muito bem, tem alguma dúvida? Deixa eu ver você fazendo. Eu acho que além disso, a casa que eu sempre organizei, amei organizar e assim pros meus funcionários, eu sempre criei visual, planilha visual, que você vai fazer hoje, que você vai fazer já, já, que você vai fazer amanhã. e a maternidade, porque a maternidade ela te obriga a entender que você não pode só falar e achar que a pessoa entendeu. A maternidade você fala, faz junto, mostra, vê fazendo, acompanha e depois você segue acompanhando e dá exemplo inclusive porque é complexo também. Filho não pode falar palavrão e eu falo. Aí ela fala exatamente essa mistura de de facetas, né? Eu acho que me ajuda a a explicar melhor pros meus parceiros, pros meus colaboradores, todo mundo que trabalha comigo. Eh, primeiro que assim, escolher pessoas que admiram a empresa e que são parecidas comigo me ajuda muito. Perfeito. Normalmente pessoas muito diferentes de mim no sentido de valores, sim. Não ficam, porque para pr para que uma empresa funcione, precisa ter cultura semelhante. É, uma pessoa que pensa completamente diferente, não vai dar certo, ela vai trabalhar em outra empresa, vai encontrar algum lugar, mas tudo certo. Eh, mas acho que isso é importante ter uma equipe que admira a empresa, que te admira, que vê você como um espelho também, que quer quer ter isso que você faz na na vida dela. Isso é muito importante. Eh, trazer muita troca, assim, eu sento com todo mundo, eu falo: “Como que você faria isso? Que que você faria agora? Que que você acha? Você não acha que assim, assim, assim pode ser melhor? Então assim, não é imposição, né? É mais uma maternidade de adolescente do que uma maternidade de criança. Você comentando parece ser muito boa líder. Eh, e aí eu vou fazer o meia culpa. Eu eu não sou tão bom líder. Eh, eu me dou eu me dou uma nota sete, sabe? Porque eu não tenho muita paciência. E é, e é esse que eu vejo o poder, o normalmente e não e não falando, ah, não, isso não é uma característica sua, mas normalmente a mulher ela tem justamente, eu acho que por uma questão maternal mesmo, uma paciência linda, até admirável. Minha esposa trabalha comigo e é impressionante como ela é muito melhor líder que eu, justamente por ter essa facilidade, essa paciência, essa esse cuidado mesmo. E eu já sou uma pessoa muito prática. Eu já eu já acabo atropelando as coisas. Eh, nesse sentido, e no final das contas, empresas são pessoas. Como que você eh trata a liderança? A liderança da sua empresa é você que toca. Eu tenho um time de líder. Você é o grande você é o você é a grande é a

grande líder que toca essa essa operação. Por mais que você tenha liderança, como que funciona? Sim, sim. E todo mundo responde para mim. Eu tenho um contato muito próximo de todos os líderes e tenho contato com todos os colaboradores também. Somos 60 pessoas hoje. Então tiveram momentos que a gente deu pico de crescimento. Esses momentos foram os mais desafiadores, porque você tem pessoas novas, você tá fazendo um monte de coisa, porque tá te demandando muito mais tempo, milhares de outras áreas e aí você não consegue ter o contato direto com cada um que você quer ter, quer treinar, quer explicar, quer mostrar. que é passar a cultura e os valores da empresa, porque ninguém melhor que eu vai passar, por mais que a minha liderança seja assim impecável. Todo mundo tem a camisa vestida mesmo dia e noite, é diferente você ouvir o fundador falar. Então, eh, eu gosto e sempre amei eu entrevistar, eu contratar, eu escolher. Agora chega um momento que, infelizmente tem algumas pessoas que eu não entrevistei, tem não contratei, foram as líderes que contrataram e aí você precisa dar esse voto de confiança e fazer a pessoa fazer o mais próximo da análise que você faria. Então, veja isso, veja aquilo. Ah, mas se ela falou isso, ó, talvez essa arrogância aí que tá escondida nessa frase, talvez não vai combinar com a gente, porque a gente não trabalha com arrogância aqui, com prepotência, com eu sou a melhor, eu sou isso, eu faço aquilo, perfeito. Não, ninguém faz perfeito. Eu não faço perfeito. A gente tá aqui para aprender. Então, essa troca também de que eu tava te falando, o que você faria, acho que isso é muito construtivo para todos. Então a liderança ela repete esse padrão para todo mundo. Claro que eles vão me ouvir aqui, vão falar: “Ah, não, não é bem assim, porque tem isso, tem aquilo, tem claro, tem milhares de problemas de erros que a gente tem que arrumar e você precisa cobrar também. Você é você você é a capital do navio. Então, cara, você precisa colocar ritmo também, não é? É, não é porque você tem toda uma liderança e tudo mais que também não faz o que quiser. Uma empresa existe pagar as contas, existe existe o crescimento da empresa que também faz você ter maior responsabilidade. São mais famílias que eu tô contratando, são mais boletos e e e salários olerites que eu tô pagando. E se você é negligente, você tá colocando em risco todas as pessoas que acreditar. Exatamente. Eu acho que isso também é uma responsabilidade muito grande que você tem que ter como empreendedor, que você tá para servir, você não tá para você fazer o bem bom e ir para casa. Assim, eu eu tô no escritório. Se eu não tô no escritório, eu estou 24 horas com o meu telefone. Eu respondo os e-mails na hora, eu sou aquela pessoa do WhatsApp, tudo eu tenho que responder no mesmo dia. É muito difícil eu passar pro dia seguinte, porque assim, eu tenho que ter respeito pela pessoa. Se ela tá me perguntando, precisa de um retorno meu, não dá para eu pegar e falar, ai depois eu respondo. Como assim? respeito pelo tempo daquela pessoa. Então, acho que essa essa empatia, essa troca, eu tem pessoas que entram na empresa e que ficam muito surpresas porque às vezes vem lá, ah, ela tá de cabelo arrumado, maquiagem tá arrumada lá no almoço, no evento, ela tirou uma foto, então parece que a vida é aquilo. E na verdade quando a pessoa trabalha comigo, ela fala: “Nossa, ela realmente tá em todos os processos, envolvida na maioria dos processos, né? Então, esse os processos, eu sou muito visual, como eu te falei, coloco em casa isso. Então, eh, eu entendo que isso pode facilitar para muita gente. Não dá só para falar. Eh, hoje mesmo eu falei paraa minha funcionária, entrou uma pessoa nova na minha casa, eu falei para ela: “Vai lá, não, mas eu já fui, eu já falei para ela.” Falei: “Não, mas você vai de hora em hora, vai lá, vê como ela tá fazendo, lembra que eu te falei? fala isso. Então assim, ela tá comigo há 14 anos, mas não adianta, eu tenho que explicar para ela porque esquece, porque na correria do dia a dia é isso. Ah, ela já entendeu, processo perde. Processo se perdem. Meu filho vai escovar os dentes fazendo bolinha. Ele já escutou isso de mim, já

escutou do dentista 500.000 1 vezes. Não adianta, enquanto você tá, você faz por ele, chega uma hora que você para de fazer e fala: “Ó, vou fazer junto com você na sua mão, agora faz você sozinho que eu tô aqui olhando agora. Tô de longe, mas tô continuando olhando. Agora eu vou checar seis de seis em seis meses no dentista se tá dando certo.” Então, acho que é isso, você acompanhar. Não dá para largar. E na correria do dia a dia a gente faz o quê, ó? Faz isso, isso, isso, isso, isso, isso, isso, tá? Você não quer nem ouvir se a pessoa tem dúvida. E isso atrapalha muito porque ela tem dúvida, ela não entendeu e ela tá com vergonha muitas vezes de perguntar. Ela nem sabe o que que ela tem que perguntar porque na verdade ela acha que vai ser uma coisa, ignorância dela é o suficiente, porque a ignorância gera a não pergunta. É, às vezes ela nem entendeu que que que que que que que realmente ela vai fazer. Ela acha que ela vai fazer, ela acha que ela vai fazer certo, mas na prática é diferente. É o óbvio, né? O óbvio precisa ser dito. Precisa. Então essa comunicação é muito Carol, cara, conversando contigo, eu vejo que o que eu a introdução que eu dei no podcast é foi perfeita, que é o que eu falo que quando eu ten uma concorrente mulher eu já fico preocupado, porque mas eu não tô no seu ramo, tá tudo certo? Não, não vem para com seu cin fica na moda por tranquilo que esse ramo eu não tenho nenhuma hipótese. Meu marido que me já tá me escutando também trabalha um pouco isso. Ele trabalha com trabalha doideira um pouco de de construção. E isso é uma doideira mesmo, né? Então, que que porque, cara, a é impressionante o quanto a mulher consegue ser multifacetada em 80 coisas. E assim, quando eu falo multifacetado, várias pessoas conseguem ser multifacetadas. Agora, com competência em tudo é complexo e a mulher consegue ter essa essa variação, né, essa essa competência. É, acho que a gente consegue fazer essa gestão de mudar muito rápido entre esses papéis. É isso, é exatamente isso. Então eu tô aqui, eu ligo uma chavinha, pera, preciso falar com o meu filho, desligo, pera, deixa eu falar quando você. você consegue intercambear conhecimento, é o que você falou, o jeito que você trata seus funcionários temidade envolvido. Então, eh, eu não sou uma pessoa lá, eu posso estar com moletom e cabelo preso e sem maquiagem com os meus filhos, mas aqui eu tô com alfaiataria, com cabelo arrumado, maquiagem, mas independente da casca, da máscara de fora, quem tá dentro é a mesma pessoa. Então, eu não posso mudar. Isso. Eh, e eu gosto muito, eu tenho essa, essa liderança mais maternal, mais lúdica. Eh, eu brinco que às vezes eu sou mãe, às vezes eu sou pai. E eu gosto disso. Eu acho que eh por que não? Por que não? Quem que falou que não pode ser? Por que que você precisa ser eh assim A ou B ou C? É ou aquela liderança tradicional antiga de cobrança, distânciauncia. Não, assim, por que vai fazer desse jeito? Não funciona. Então vamos mudar, né? Eu vejo, eu vejo que assim, quando a gente fala de gestão e a gente já tá falando muito de empreendedorismo, vou entrar mais agora dentro da marca, mas você tem muita lucidez, muita consciência eh das coisas que você tem hoje aplicado. Isso foi natural. Eu sou uma pessoa que tem tem pessoas que falam que existem os sábios e os inteligentes e os burros, né? Eu vou me colocar como inteligente. Os sábios são os que aprendem com os erros dos outros. Os inteligentes aprendem errando e os burros não aprendem nem errando. Eu aprendi errando. Então assim, quando você fala sobre nunca se afastar da ponta, nunca perder a liderança, mesmo que sua empresa cresça, eh, eu eu errei errando, eu aprendi errando. A minha empresa cresceu, em algum determinado momento, eu coloquei lideranças competentes que ganhavam bem, que eram de mercado e tudo mais. Confiei, acabou, né? E fiquei do alto do meu castelo de Versalhes, lá na minha sala acompanhando o relatório, exatamente o que você falou. Acompanhando o relatório e dizendo: “Deixa eu ver os números”. Os números foram mês a mês em dos homeopáticas piorando. E eu ia cobrando a minha liderança e percebi no errando que justamente a

liderança que tava gerando problema, automaticamente ao me reportar, eles não trariam a realidade no I crua, porque eles iam expor a própria incompetência. Eu, mas a culpa não foi nem deles. Depois conversando com empresários maiores, eu que me afastei. Que é o que você, eu sempre falo, a culpa nunca é de um, a culpa é de todos, inclusive minha. Então, permitiu acontecer, para de apontar. Eu, eu falo lá na na Nine, eu falo, gente, não esquece, não vai achar o culpado. Eu não quero saber o culpado. Sabe o que que a gente vai fazer? Olhar como a gente pode fazer diferente da próxima vez. Aconteça de novo, porque assim, ah, atrasou o fornecedor, ah, teve um problema do não sei o que, aí copiaram não sei o que lá. a for enfim, que que a gente pode fazer para não acontecer mais? Vamos, vamos começar. Então, a gente criou processos para cada vez mais antecipar, pra gente ter mais tempo de arrumar. Então isso também ajuda muito. Eh, tem coisas que não dá para antecipar, mas a gente tem antecipado cada vez mais. Tá virando uma loucura de antecipação. Já daqui a pouco a gente tá fazendo 2030 já. Que legal. Então, mas isso dá muita saúde, porque eu falo para eles, eu não quero que vocês fiquem trabalhando estressados, que tá chegando o prazo e vocês ficam loucos, estressados, nervosos. Eu gosto que todo mundo tenha qualidade de vida. Então, o lançamento do da próxima coleção já tá pronto. Pronto, já tô pr falou: “Gente, imagina que delícia, ó. Vamos vamos desgastar só um pouquinho para antecipar, para parar com esse com esse e esse estresse.” Então, a briga lá é assim: por favor, não fica depois do horário. Por favor, vai embora. por favor, não responde e-mail essa horário, esse horário, não me chama no WhatsApp que eu não tô te chamando. Então, eu acho que essa essa parte também de tentar desconectar eh eles da do da empresa e eles terem essa qualidade de vida com a família deles e e com a vida deles é muito importante e eu prezo muito isso na minha, então eu preciso que todo mundo viva isso também. É uma cultura, é uma cultura surpresa. Essa consciência veio de erros ou você já por ser uma pessoa organizada, acho que é uma mistura de coisas, porque isso é um pouco da sua essência. Com 17 anos você organizou um casamento como talvez alguns profissionais não organizariam, o seu próprio. Isso inclusive chamou a atenção da tua amiga e aí desembocou numa numa numa empresa. Sim. Isso é um pouco de essência tua, mas eh isso é isso é tão natural, tão orgânico para você? Esse negócio de vamos processuar, vamos organizar, deixa eu tá próximo da minha liderança. Me conta uma faceta aí de um, algum erro, alguma coisa que foi um ponto cego, alguma coisa que você teve um problema, que você não premeditou, gerou um strike gigantesco e que isso trouxe lições assim, que que talvez não qual o teu ponto fraco como empreendedora? Pera, me dá um minuto. Te falei que eu que eu sou ruim de lembrar na hora. Eh, ah, financeiro você não ou você por porque eu falo isso porque assim, o meu irmão, um dos meus sócios, ele é extremamente organizado. A tá, é um bom, é um bom feedback, equipe. Que que que você é? Porque meu, meu irmão é muito muito organizado, muito ao, ao extremo, inclusive. E a vida dele é tão mais fluída. Uhum. por essa organização. Eu sou muito organizada, eu gosto de ser organizada, eu já sou um pouco mais caótico. Então, parte disso, essa esse desequilíbrio da vida vai fazendo com que eu eu vá enquanto eu resolvo uma área, outra área vai ficando de lado e aquilo me geram um baita de um problema e então um aprendizado. Quem é muito organizado, como a vida do meu irmão, né, e possivelmente a sua, você já consegue planejar tanto, tanto, tanto, que as coisas vão sendo mais equilibradas. É. Eh, mas eu acho que eu aprendi assim, tentando responder um pouco sua pergunta, eu aprendi um pouco nessa maneira de ser, um pouco com erros, com certeza, nenhuma dúvida disso. Eh, e houveram milhares de momentos que eu tive que aprender a ser o que eu sou hoje e vou continuar aprendendo para o que eu preciso ser amanhã. É, então assim, o tempo inteiro eu tô aberta a aprender. Eu nunca, eu, eu não gosto e não sou

uma pessoa que se sente assim, ah, isso aqui eu já faço qualquer hora assim, é que que que a gente pode fazer para melhorar isso? Que que a gente pode fazer para economizar e otimizar? É, é o tempo inteiro. Vamos, vamos economizar, otimizar meu financeiro. Ai, não, Carol, não vamos contratar mais isso, não vamos fazer. Aí eu falo: “Pera aí, ah, tinha um TI externo. Ah, eu já gastei muito dinheiro errado, porque às vezes você contrata picado consultorias e não sei o quê. E aí quando você vê era mais fácil ter trazido alguém para dentro e pron e pronto. Então tinha um TI que entrava uma vez por semana. A hora que eu fui fazer a conta do valor de um TI interno e ia ser muito melhor. E aí que você fala, gente, por que que eu não fiz isso antes, né? Eh, ah, errei também quando a gente começou, eu como ainda não conhecia direito a minha operação, não é que eu vim de outras empresas ou vim do varejo ou vim disso daquilo e tava abrindo uma marca. Eu tava abrindo uma marca realmente na raça, né? Eh, tinha no sangue, mas sem saber da onde, como é que ia ser, fazendo fazendo acontecer mesmo. E aí eu peguei a uma das maiores infras, infraestrutura que tem hoje no Brasil para fazer o meu e-commerce, era só e-commerce. E aí assim gastava horrores para poucos pedidos em comparação com hoje. Era era bom na época, mas né, não tem comparação com o que a gente é hoje. E aí a gente deixava um percentual gigantesco lá, depois já deixava de novo outro percentual na na hospedagem do e-commerce, na sei o quê, aí não sei o que lá, quando você vai vendo, não sobra nada, né? Eh, então assim, errei muito nesse início de levar uma estrutura que nem hoje robusta para uma empresa que fatura assim 100 milhões, entendeu? Era, era um sonho grande, tipo, a gente vai estourar, a gente vai ser muito grande. Você quis pôr uma estrutura robusta, mas no final acabou sendo um cara de verdade, eu fiquei com medo de fazer a operação sozinha, porque como eu não conhecia o que, quais eram os processos e o que que eu ia ter que fazer e eu também não tinha budget assim, eu falei: “Eu não vou contratar um monte de gente de logística, sendo que eu não tenho nem esse dinheiro ainda, né?” Então, e eu falei, “Não, melhor o que vender eu dou para eles, né?” né? Só que aí quando você vê hoje assim, aí a gente saiu de lá, fomos para uma que era só logística, então antes era a operação toda e-commerce e logística. Aí a gente pegou o e-commerce e deixamos só logística. Aí a gente fez um terceiro passo que a gente internalizou tudo. Pronto. Aí foi assim, hoje é hoje é logica tudo tudo nosso. Caramba. Então assim, foi o melhor, a melhor, o melhor momento, você, você ganha mais controle da operação. E eu pus tudo isso debaixo do meu escritório, então tudo dentro da da Nini. Ficou assim 1000 vezes melhor. Eh, as pessoas com estoque, entender o que que tem, o que que não tem, o que acontece, pega, faz a foto, manda pra influenciadora tal, eh, manda isso aqui pra loja do Iguatemi, não manda pro JK, não manda. E pega de volta. Então, a rapidez de resolver problema com o cliente, cliente tal, tá reclamando que pedido chegou, não chegou, sair com o o controle de qualidade nosso, sabe? Eu tô o tempo inteiro, é tudo de vidro, tô passando lá, tô olhando com as meninas que estão lá, fazem pacote melhor que ninguém. Mas assim, eh, tem essa, esse contato comigo também, sabe? Todo dia, bom dia, bom dia, como é que tá, como é que tá? tá correria aí, nossa, nem vou falar com vocês hoje. Então, eh, então assim, é bem gostoso essa proximidade também com eles. E agora entrando na Nini, eh, é uma marca de 4 anos, vai fazer 4 anos. Quanto que o E se não puder falar, não tem problema, mas quanto que ela fatura hoje? Ai, normalmente eu não abro isso. É, não precisa falar, não tem problema. Não, não, não, não tem, não tem problema. Eh, como que foi esse processo? Quando quando você falou assim, pô, vou vou abrir uma marca, vou construir uma marca, como que foi esse processo de desenho? Você tem sócios? Não, não. Então, eh, empreendedora única. Como que foi esse processo de construção? Você queria resolver que dor no mercado? Você queria eh preencher eh que lugar da tua marca? Como que foi

esse processo de construção também em eh de lançamento, marketing, confecção, se a confecção é própria, sabe aqueles dilemas todos? terceiriz ou não terceirizo, faço logística própria ou não? Como que foi essa esse processo de construção do início? Tá. Eh, bom, primeiro a marca veio porque eu vi que faltava uma numeração no mercado, que era a 34 e a 32, porque eu tinha filhos que estavam vestindo um 32 que não existia em lugar nenhum. E aí eu falei: “Não, cadê essa numeração? Cadê esse espaço, esse lugar no Brasil?” E aí eu falei: “Não, vou criar uma marca assim e que vista camisetas que vistam homens e mulheres.” Então a gente tem um produto que é unissex. A gente tem agora com a febre das canetinhas de emagrecer, tem gente que me pergunta: “Você já sabia que ia ter essas canetinhas?” Não sabia, mas eu tenho a numeração pra galera que tá ficando muito pequenininha. As asiáticas amam porque elas encaixam na nas calças no 32, não tem que fazer ajuste. Eh, então assim, a gente entrou num nicho de mercado que eu queria muito, que era um produto com uma qualidade alta. Então eu sempre tive contato com produtos a vida inteira com qualidade altíssima, até pela referência da tua pela referência da minha mãe. Depois fui morar fora, enfim, sempre eh eh transitei, encostei em tecido bom, em em produtos, acabamentos bons. Então eu tenho um nível de exigência bastante alto e ao mesmo tempo eu tenho o consumo, a consciência do consumo pé no chão. Então não, como assim vai cobrar esse valor aqui num blazer, numa calça, num não sei o quê? Não. Então eu como consumidora queria encontrar produtos que não eram que eram muito bem feitos com produt com tecidos muito bons e acabamentos muito bons, mas que não fossem tão caros quanto os que eu tava vendo. Você é a persona da tua marca. Exatamente. Acabei isso. Total. Você sentiu essa dor início. No início eu queria muito mais que fosse uma marca jovem, assim, eu não não pensava tanto em mim. E aí teve esse momento também de entender que, na verdade, quem comprava eram pessoas totalmente conectadas comigo, eh, ou mais novas ou mais velhas, mas que tinham essa e que t esse desejo de serem donas da própria vida. Assim, isso é muito forte eh no público que consome. Ela pode ter 70 a 80 anos e e tá num casamento há 1000 anos e não trabalha e não tem mais os filhos em casa, não consegue às vezes ver os netos porque, enfim, mora longe, etc. Mas ela olha aquela aquela persona, ela olha a Carol, a Nine e ela fala: “Nossa, eu quero experimentar isso”. E eu trago muito esse DNA através da moda. Então, o que que a gente consegue eh incluir dentro desse DNA? É uma pegada jovem. Então eu eu falo, meus filhos são jovens, eu tenho acesso a essa juventude dentro de casa, então eu quero que a marca não fique envelhecendo e não fique cada vez mais indo para mais. Eu quero que todo mundo a gente traga a jovialidade pro pro cliente. Então o cliente normalmente ele encontra isso também. Puxa, eh, eu tenho tal idade, mas eu quero me sentir mais nova, mais jovem. E os jovens também encontram muita, muitas opções dentro da marca. Então, a gente tem um mix que é muito completo. Eu brinco que é o o closet inteiro de uma pessoa. Então, a gente tem calça jeans, short jeans, camiseta, jaqueta jeans, tudo no casual. Eh, não, a gente tem uns 20% de produtos unissexos, a maioria feminino, que eu falo que a gente acaba fazendo mais pra gente, as mulheres que trabalham e também porque eu falo que o guarda-roupa masculino é um pouquinho mais curto, mais enxuto, então a gente acaba não priorizando tanto. E também porque a gente tem uma dificuldade de modelagem, é muito difícil o fornecedor eh entender essa gradação de quanto que a roupa cresce, para que lado, em quais proporções, eh, para todos os produtos. Então, a gente tem essa essa algumas peças que são só eh acabam não funcionando tão bem, mas tem muitas que sim são unissex. E a tua ideia no começo foi lançar já em lojas físicas também ou tudo de e-commerce? Não, eu achei que ia ficar muito tempo em só em e-commerce. E aí eu comecei assim que lançou, a gente fez um evento grande de

lançamento. Eu chamei um monte de amiga minha, eh, influenciadoras e pesoes, pessoas que eu sabia que iam gostar e que vieram ou só para me prestigiar, mas que divulgaram muito isso. E aí foi aquele boom assim, foi 9 de maio, março de 21. E aí a gente lançou, foi o dia que o e-commerce foi pro ar, pro ar e todo mundo me ligava, queria provar. Aí eu comecei a abrir o meu escritório e a minha sala virou um provador e aí todo mundo vinha provar porque ah numeração a gente fez diferente. Então em vez de 32 eu marco o número um, o marco o número dois, número três, número quatro, número cinco. É, eu queria fazer algo mais prático. Por que 32, 36, 40, 44. A gente vai até o 44 por Vamos fazer de um ao sete. Então a gente tem essa numeração diferente. E aí as pessoas queriam entender, queriam provar, entender a modelagem. Comecei a abrir, aí veio rapidamente uma oportunidade de loja física que foi assim: “Meu Deus do céu, será?” E aí foi muito bom também. Onde que foi a primeira? A primeira foi no JK, foi uma loja pequenininha. Aí depois de seis meses a gente abriu no Iguatemi. Aí depois de mais seis meses a gente mudou a loja JK para uma maior, mais do que o dobro do que era a anterior. Eh, e aí a gente foi nesse crescimento assim muito rápido que como começou a contratação de muita gente, né? Essa que também estar nesses shoppings, além de tudo, traz uma exposição pra marca. Isso influencia até venda de e-commerce. Exatamente. E aí a gente entrou no atacado, eh, que também não tava nos meus planos. Eu imaginava que eu não ia vender para atacado de jeito nenhum. Imagina. Mas no mix de venda isso influencia muito, né? muito e assim muda totalmente a estrutura de tudo do jogo, de tudo. E aí eu tive que começar a fazer um planejamento de trás para frente para como que eu ia vender para atacado, porque como é que eu ia tirar um produto da loja para vender a metade do preço e ganhar muito menos, mas essa margem não tava na na no meu plano. Enfim, e aí eu comecei a me estruturar, comecei a vender algumas clientes pontuais de atacado que me pediam e que acabavam me conhecendo, que queriam ter e aí eu vendia pronta entrega, mas meio capenga assim, tipo só alguma peça que eu tinha um pouco a mais, eu vendia para elas. Até que eu falei: “Não, vou abrir atacado”. Aí no primeiro showroom de atacado, que foi outubro do ano passado, nossa, é recente para caramba. É super super. Nossa, outubro do ano passado a gente abriu o primeiro showroom, 23 lojas. 23 clientes vieram, a gente falou: “Não vamos atender muita gente porque a gente não sabe nem como vai ser, se a gente vai conseguir entregar.” Assim, o showroom era assim, isso aqui você tem que imaginar que vai ser rosa. Isso aqui vai ser sem o zíper com botão. Tipo assim, as pessoas tinham que imaginar porque não chegou muita peça assim, não era, não tava lacrada ainda e tudo. Então a gente colocava as bandeiras, ó, essa cor vai ser esse tecido, mas nessa modelos e é legal porque a galera acreditou muito na marca, inclusive porque 23 comprando essa ideia de um projeto falado. Exato. A gente conseguiu atender um markup que elas praticam e que elas que faz sentido para elas. Eh, fez sentido pra gente também. E aí no segundo showroom a gente já foi para 43 clientes e agora no próximo a gente já tá com 70 agendamentos. E então assim, realmente cresceu muito atacado. Essa estrutura toda tá me fazendo ir para um espaço logística diferente, ainda nosso, mas não consigo mais comportar. Teve um dia que eu entrei, eu não sabia se eu ria ou se eu chorava, porque não passava. As pessoas no escritório, elas não conseguiam passar de tanta caixa, era caixa no corredor, caixa numa sala, caixa na outra. E aí todo mundo assim, Carol, não tem onde pôr, é isso aqui tem que entrar no estoque, mas não cabe no estoque. Isso aqui tem que separar para tocador, a gente não consegue abrir. E aí eu falei: “Não, eh, realmente, e eles vão me contando, cara, ó, não tá dando, não tá dando.” Aí eu vou indo. Não, não, mas dá um jeitinho aqui. Isso aqui empurra para cá, vamos passar isso aqui para lá. E aí, dá um jeitinho. Chegou um belo dia, eu falo, eles fizeram de propósito, não tinha onde pisar. E aí

eles falaram assim: “Amanhã tá chegando sem rolos de tecido”. Aí eu falei: “O quê? A confecção de vocês, a gente faz piloto interno, muitas pilotos. A gente tem um atelier interno, mas a gente confecciona cada especialidade em um lugar. Então, por exemplo, ah, tem um blazer que é muito específico, que eu sei que uma fornecedora só que vai fazer bem, eu mando para ela, tá? Da mesma família eu tenho calça, short e blusa, que esses olhos eram para seu atelier de desenvolv, eles vêm para depois eu mandar pra fornecedora. Então agora eu faço aposta, eu faço um ano antes a compra de tecido para mais, né? Agora a gente tá indo pra Paris semana que vem comprar tecido para 2027. Então você então chega para você, você distribui, caramba, dinheiro na frente, fluxo de caixa forte, eh recebe aquilo ali muito antes porque você precisa apostar antes, porque você vai fazer o monstruário ainda daquilo. Então eh você tem um timing, um lead time muito diferente com o atacado para varejo, né? Porque agora eu mostro para eles em outubro a coleção de janeiro, de janeiro, fevereiro até julho. Aí em abril eu mostro. Então, e eles já fazem um pedido nesse momento, tudo nesse momento. E aí esse pedido deles já entra junto com o meu. Então eu tenho esse tempo muito cravado e quanto antes eu consigo antecipar, melhor flui tudo. Então, e aí eu falei: “Não, realmente não sei se vocês fizeram de propósito ou não, mas agora deu. Eu vou procurar o lugar.” E aí foi a hora que eu falei: “Não, eu vou atrás”. Eu e você tá indo atrás e você já tá com outro espaço para assuntar? Consegui, consegui já 9 minutos do escritório. Então vai abrir um segundo espaço, um segundo espaço que não vai ser administrativo, vai ser logística, né? Logístico. Legal. É, então, parabéns, hein? Que história. E e qual e quais são os próximos passos da Nini? Obrigado. Bom, essa expansão de atacado, abertura com certeza de mais algumas lojas. E quantas lojas estão hoje? Duas. Hoje só duas. é duas em shoppings, nos dois shoppings mais importantes do país. E e aí a ideia assim é primeiro construir esse esse núcleo de atacado para entender cada praça e aí muito mais bem preparados para qual praça, né? Então não ficar só apegado ao que a gente tem de cliente hoje, mas entender o que que a onde a Nini funciona melhor, né? A gente já entende que alguns produtos performam melhor em uma região, outras outros produtos em outras. É muito é muito rico atacado, porque você aprende muito. Muito. Exato. É, é uma, o share hoje do atacado tá quanto da 30% entre se se dá para você varejo, varejo e varejo físico e e atacado. Varejo ecommerce 70, atacado 30. Caramba ainda. Mas já já vai. Acho que nesse próximo aqui vai vai para uns já vai 50. E é o caminho, viu? É o caminho. É, eu tenho alguns amigos de confecção, é atacado, é onde deixa a margem boa, porque você gira volume é e ele aumenta a sua margem do varejo do eomerce do varejo. Porque automaticamente com o volume de produção você reduz o custo e isso s o o atacado ele ele traz ele é um fertilizante maravilhoso pro mix. É, é uma consciência enorme de de produto e marca, né? As pessoas vêm procurar muitas vezes nas lojas e no e-commerce que elas não encontraram no atacado, porque ainda a compra do atacado é uma compra eh de sentir, né? E elas ficam às vezes eles erram, eles compram de um produto que que bomba. Então a a demanda que falta lá vem pro teu ecos. Eu não. E eu não faço reposição por que é ótimo. Eu falo, olha, eu sei que você tá, eu não ponho o mínimo também. Pode comprar o que você quiser. Todos compraram super bem, mas é uma você trava a grade, ó. Vai comprar, tem que comprar, não trava, não. O que é ótimo também. Você dá liberdade total. Eu atendo eles agora. Eu não sei como vão ser 70, mas assim, eu atendo, eu explico a coleção, eu explico tudo da marca. Então eu falo: “Olha, isso eu gosto mais. Você dá uma consultoria inclusive?” Tô, eu tô lá explicando absolutamente tudo, depois a gente manda material, etc. Mas eh eu eu deixo eles sentirem. Os primeiros estão com a gente direto, né? Vão seguindo os primeiros. Todos dobraram pedido na segunda. Então sofreram, né? Porque eles falaram, Carol, acabou tudo. E eu não

tinha para repor, porque se eu tirar do meu estoque, eu fiz o pedido cravadinho para o meu faturamento. Também para uma cultura, porque senão eles sempre vão colocar pedidos a quem do que eles precisam, porque eles sabem que no final eles já eles pegam, é, pede mais. Então, a gente tem esse princípio, mas eu eu acho assim, a ideia de construir mais lojas também é que eu sou muito medrosa com sair de São Paulo. Então, esse momento assim para abrir uma loja no Rio, BH, Curitiba, Brasília, sempre é um assim, meu Deus, eu vou est longe da loja porque hoje eu vou semanalmente nas duas lojas e já é uma rotina, eu falo como é que eu vou fazer para ir para lá. Então, mas essa esse seu medo e essa sua consciência faz com que você cresça de forma sólida. Então, escute isso também, porque tem muita gente que o sucesso da empresa e o resultado expressivo faz com que a pessoa dê passos maiores que a perna e aí acaba perdendo o controle. Exato. A gente com bastante consciência. Eu falo, eu não coloco o dinheiro a porte há muito tempo já, então a empresa roda sozinha e aí faz o caixa para crescer. Ainda mais uma operação como essa, que precisa comprar tecido tanto tempo antes e tudo mais, cara, o a necessidade de capital na frente é surreal. Exatamente. E é tudo aposta, né? Exatamente. Claro que você já tem o feeling, o cheiro de como as coisas funcionam, mas ainda tem e tem também a o atacado. O atacado é um termômetro maravilhoso para entender. Às vezes, sabe aquela peça que você fala: “Hum, não sei se isso aqui”. Ai, ai, todo mundo amou. Já aconteceu muito. Eu ia cair, certeza. vestido tal, falou: “Não, todo mundo amou, amou, amou, comprou e foi um sucesso assim. E você fala e ainda bem que eles pediram e que eles fizeram eu mudar de ideia porque senão ia ter perdido um produto”. É porque é o é o feeling do mercado mesmo, né? Da ponta. É isso aí. Ajuda muito. Carol, terminamos o nosso podcast, mas ainda não estamos no final. Tem uma pergunta final para te fazer, mas olha como passa rápido. Uma hora. Muito l. Eu queria, eu queria ter outro podcast para para trocar ideia contigo, porque tem tanta coisa de, de curiosidades e tudo mais, mas é bom também que fica um gostinho de quero mais. Se você quiser acompanhar da, da vida da Nine e da Carol, acompanha as redes sociais. Aqui embaixo tem a o ar e da Carol e da Nini e acompanha. Você posta bastante do seu dia a dia, né? Posso bastante. A gente tenta trazer isso é é muito legal mostrar os bastidores. Inclusive, eu preciso ser provocado por você e começar a postar mais dos meus. É importante, mas meu bastidor, cara, acontece tanta coisa que a gente tava até conversando, acabou não não trazendo. Eu vou pedir licença rapidinho, só para agradecer aos patrocinadores. Já volto contigo, galera. Pô, olha esse audiovisual de qualidade, esse papo aqui de forma gratuita aqui pra internet. Olha quantos insightes você eh com certeza teve falando de mix de produto, falando do mercado da moda, eh falando sobre crescimento estruturado, criação de processo, tudo isso aí eh que é a vida da Carol, trazendo aqui de vários insit como como forma de vários insightes para vocês. Tudo isso são graças aos patrocinadores que acreditam no projeto do podcast e investem pra gente ter esse conteúdo aqui para vocês. Quero começar agradecendo o nosso patrocinador master, a SMB Store, um dos melhores ERPs do Brasil, do meu parceiro Alonso, que desde 2018 tem ajudado micro e pequenos empreendedores a controlarem seu estoque, vendas e financeiro. Tudo isso com sistema acessível e fácil de usar. Aqui embaixo, na descrição do Spotify ou do YouTube você tem o @dbstore e o site da SMB Store. A gente precisa, como empresário, ter acesso a bons sistemas para ajudar a gente nesse caminho que a gente precisa pavimentar na gestão dos nossos negócios. A SMB Stória entra exatamente aí ajudando micro e pequenos empreendedores a se organizarem. Quero agradecer também a agência RPL do meu parceiro Rodrigo Álvares, que oferece a solução completa de marketing digital para negócios, cuidando das empresas com óleos de dono, desde a criação de sites, gestão de anúncios, planejamento estratégico, social media mídia e SEO.

Também o @ e o site deles estão aqui na descrição. E quando a gente fala de marketing digital, é tão difícil a gente hoje em dia encontrar boas empresas, porque pessoas que fazem marketing digital tá fácil, mas empresas que olham pro nosso negócio com óleos de dono é tão difícil. E posso falar com segurança que a agência, inclusive, que eu também contrato e sou cliente, eh, faz isso com maestria. Agora quero falar também da Polux, do meu parceiro Ricardo Ferrazini e do meu amigo Rafael Porta. Sabia que existe oportunidade de desembolsar menos com impostos através de planejamento tributário? Eles são especialistas em gestão de tributos e de crise. A Polux também, que sou cliente, né? Alguns vieram como patrocinadores e eu os contratei conhecendo a qualidade do seu serviço. Outra, outras eram fornecedores já e depois vieram como patrocinadores. E a Poluc é uma delas, faz um baita de um planejamento tributário muito legal pra gente. É, são especialistas em gestão de tributos, nos ajudaram em situações delicadíssimas da empresa e são ótimos parceiros, fazem uma consultoria de financeiro surreal e com certeza você pode ir de olho fechado que eles vão fazer a sua empresa sair da água pro vinho com a ajuda deles. Quero também falar da CMC Displays do meu parceiro Adalto de Carvalho. Você tá precisando vender mais, então seu negócio precisa de soluções criativas para PDVs, que são pontos de venda. Então você que tem uma loja, um comércio e tudo mais, você não tem noção o quanto a ajuda da CMDC Displays pode trazer de frutos pro seu negócio através de ações que eles te ajudam a implementar, desde balcões, bandejas, displays e muito mais. É importante a gente trazer eh o o os sentidos pro momento de decisão de compra, seja olfato, seja sabor, né, paladar e a SMC Displays consegue te dar toda essa assessoria. Também quero agradecer a Inspira Capital do meu parceiro Fabiano Brito, que é uma operação e gestão financeira por assinatura, sendo um braço direito do empreendedor. Quando a gente fala de BPO financeiro, que é a terceirização do seu contas a receber e a pagar, hoje isso não é mais futuro, como antigamente se falava, é presente. Então, ao invés de você contratar uma pessoa do financeiro, um contos a pagar, receber, a depender do do tamanho da sua empresa, vale muito mais a pena você trazer esse conhecimento de de empresas que possuem ótimos profissionais e como uma contabilidade você paga uma mensalidade e eles prestem esse serviço para você de forma extremamente segura e profissional. Também quero falar da Cross Host. Você quer dar voz ao seu negócio e alcançar mais pessoas? A Cross é especialista em produção audiovisual e soluções internet, criando podcasts, eventos e transmissões ao vivo com qualidade excepcional. Se você quer elevar o seu posicionamento de marca e se conectar com o seu público de forma autêntica, a Crosshost é a parceira ideal para transformar a sua comunicação. Também aqui embaixo você tem o site da Crosshost, inclusive estamos aqui nos estúdios da Crosshost. Quando vocês analisam alguns algumas gravações que a gente faz de forma esporádica naqueles estúdios com LED no fundo, o inclusive a gente fez lá as projeções econômicas também foi aqui no estúdio da Cross Host, eles estão aqui em São Paulo e oferecem uma solução completa pra gente que é empresário, que às vezes precisa trazer esse conhecimento de forma profissional na internet, seja através de podcast, gravação de conteúdo, gravação de vídeos manuais, muita coisa que você precisa e que seria muito fácil resolver. você consegue resolver aqui com a turma da Cross. Por fim, quero chegar na na etapa final com a Max Service, que é uma contabilidade que tem como missão a parte consultiva ao empreendedor, estando próximo da gestão da empresa, coisa que muitas contabilidades muitas vezes erram. Você paga lá mensalidade, eles fazem malem as obrigações acessórias e deixa a empresa Vernavos. A Max Service tem um ecossistema completo que oferece atendimento desde o simples nacional até o lucro real. Inclusive eles têm o lucro real como especialidade. A Max Service é o nosso contador, é uma parceira que

começou como patrocinadora e depois conhecendo o gabarito do atendimento desses caras viraram nossos fornecedores e são estratégicos. Digo para você que se você procura economizar com contabilidade é porque você não entendeu o poder de uma contabilidade boa no seu negócio. Uma contabilidade não se economiza. E não tô nem dizendo que a Max Service é cara, só tô dizendo que o que eles fazem se pagam em algumas vezes. Então é bem importante que você tenha uma contabilidade próxima da gestão da empresa, realmente fazendo a gestão de forma consultiva junto com você. E por fim, a dissist Borges advogados. Você tá com dificuldade para pagar os seus impostos ou você por acaso tomou alguma atuação tributária que tá colocando em risco a sobrevivência do seu negócio? Chama a turma da Cistribor Borgese. Eles são escritório jurídico especializado em direito tributário e empresarial, inclusive também são meus conhecedores. Eh, são sensacionais. a gente tomou uma autação tributária no Rio de Janeiro fazendo um frete e foi sensacional o nível do atendimento que esses caras fizeram. Fora que todo o nosso planejamento tributário de Cisto e Borges junto com Polux trabalham em conjunto com a gente aqui também Max Service que é o nosso contador todos prestam serviço lá pra nossa empresa e fazem um trabalho excepcional. Você muitas vezes tá pagando muito mais imposto do que deveria. reclama que o mercado tá cobrando muito barato e às vezes é você que não tá fazendo sua lição de casa tributária. Se você por acaso acha que você não tá olhando do jeito certo pro distributos da sua empresa, você precisa de uma empresa para olhar e eu recomendo que você vá com a de Cist Borges, que eles fazem um trabalho excepcional com isso. Digo isso porque eu sou um case deles. É isso aí, pessoal. Muito obrigado patrocinadores que acreditam no projeto. Eh, você que que é empreendedor e tá escutando esse podcast, muito das dores que você tem, possivelmente hoje, tenho certeza absoluta que uma dessas empresas acabam resolvendo com seus produtos ou serviços. Então, dá uma olhada com atenção. São empresas e empreendedores à frente delas que já foram curados por mim. São empresas sérias, muito delas, inclusive são clientes e fornecedores meus. Então, pode ir tranquilo, de olho fechado. Depois você volta aqui para me agradecer. Carol, seguinte, pergunta final para te fazer. Tô com 120 episódios gravados. Eh, e, e repito essa pergunta toda vez no final. Imagina que você tá saindo daqui, indo pr tua casa, colocar o teu bebezinho para dormir, mas no alto dos seus 38 anos, eh, você pisca os olhos e percebe que teu tempo aqui acabou. Bate na mesa aí, por favor. Penso bastante nisso. Nunca ninguém saiu daqui, nem bateu o carro, morreu. É só uma, uma só pra gente trazer preso preso pra pergunta. Mas nota dos seus 38 anos com toda essa sua bagagem, toda essa sua experiência, toda a sua consciência, três filhos, eh, um bebezinho, sei o que que é isso. Tô com a minha primeira agora com anime meio em casa também é uma delícia. Putz, se eu soubesse que eh ter ser pai é tão delicioso, teria teria tido antes. Eh, mas enfim, que mensagem talvez seria a mensagem condensada de um conselho que você deixaria, que que você gostaria de de dizer se essa fossem suas últimas palavras? Assim, eu penso bastante, acho que a gente vai chegando em etapas assim da vida e de vivências, em idades que a gente pensa, né? se acabasse hoje, eh, que que eu pensaria, que que eu gostaria de mudar, que que eu quais oportunidades? Então, acho que eu penso um pouco nisso e diariamente assim ou sei lá, semanalmente. Ter consciência da finitude da vida é uma das coisas que faz você viver do jeito certo. Importante. É verdade, né? Eu deixaria eh uma frase que é curtir o processo. Perfeito. Meu marido brinca comigo que eu só falo uma frase que é faz parte. Eu acho que esse faz parte ele me faz é só pepino, papai. É isso aí. Ele me faz curtir o processo. Então assim, tá acabando o mundo, tá desmoronando aqui uma baita conta, um problema. Ah, lembrei de um perrengue gigante. A contabilidade esqueceu por um ano de mandar tal imposto. Meu Deus, virou um romo, uma bola gigante

de imposto para pagar. Eles, graças a Deus, de ter bons contadores, não, e eles são maravilhosos, mas infelizmente teve uma pessoa lá que cometeu esse erro e e assim foi horrível, no final deu tudo certo, eles também arcaram com em parte, né, de de juros e tudo. Eh, no final deu tudo certo, porque foi muito melhor para mim pagar isso depois do que eu ter pago antes. Gerou o fluxo de caixa para você. Exatamente. Então eu falei, eu falo, na hora que tá caindo o mundo, às vezes a gente não enxerga. Aí você podia arrumar uma briga, arrumar uma jurídico, botar na justiça ou falar: “Não vou pagar, então agora não vou pagar”. Deixa para lá e mais para frente vem todo mundo em cima de você. Você vai passa um baita de um problema, de um risco. Então assim, lembra do processo, pensa que faz parte e vive curtindo esses processos, porque e se acabasse agora? Você curtiu. Exato. Você viveu, você experimentou. É o processo que é o legal. É de tudo, de tudo. Tanta gente que fica sonhando com uma viagem, com alguma coisa, só que às vezes um casamento, pô, no meu casamento, processar, às vezes é mais legal do que o dia que você tá nervoso, cheio de gente para cumprimentar. Quando você vê aquela quando você vê, você nem comeu, só cumprimentou todo mundo, mal dançou e acabou. Exato. E aí quando você vive todo estressado pelo processo, esperando o dia do casamento, no final passa tão rápido que você não percebe. E eu acho que as grandes conquistas acabam sendo igual casamento. Você não percebe de tão rápido que é. Então o processo é o caminho mesmo, é você curtir o processo, é você olhar pela janela, porque senão você perde toda a graça da vida, porque essa é a vida no final detalhes, lembra que faz parte, é só pipino, pepino é bom, vai resol vai resolver que é bom. É o ensinamento de papai, compacto completamente desse, desse teu conselho, curto teu processo. É um conselho que eu dou também, mas é também um conselho que toda hora eu preciso me lembrar. É porque a correria faz você entrar no looping de meu Deus, que tá acontecendo? Caramba, só problema. Eu tô com uma vida muito corrida atualmente e, pô, é um é um conselho bom de de eu relembrar. É a boca mais perto do ouvido é a nossa. Então, quando a gente tá falando, a gente que tem que ouvir. Então, eu acho sempre eu lembro que eu tô falando, é para mim mesmo. Exato. É um, é um, é uma, é uma, é uma mensagem. Muitas vezes a gente mesmo transmite a mensagem que Deus quer passar. Exatamente. Tá na nossa boca. Carol, muitíssimo obrigado. Prazer jáamos com uma hora certinho como eh o que precisar do além do CNPJ de mim, conte comigo. Sem brincadeira, assim, tô à disposição. Parabéns pela sua história, parabéns pela sua trajetória empreendedora. Eh, eu já imaginava, claro, acompanhando suas sedes, vendo a trajetória da Nina e tudo mais, que você era uma baita de uma empreendedora, já imaginava, mas eu posso dizer tranquilamente que você superou minhas expectativas, o que é muito bom, porque mostra que você é uma pessoa com muita consciência empreendedora. Acho que muita das coisas que você tá falando aqui e que você contou no podcast é aula para as pessoas, porque você ter um time de 60 pessoas e ter essa destreza toda para tocar como você tem tocado é magnífico. Então, de verdade, parabéns mais uma vez. Eh, você tem minha admiração e estamos junto. Obrigado, viu? Temos muito que aprender. Foi um prazer enorme. Obrigada. Prazer. E você que ficou aqui até o final, se você acha que o que a gente conversou aqui faz sentido para algum amigo, algum empresário, o seu próprio sócio, às vezes, encaminha esse episódio para ele. Aqui embaixo tem vários botões, clica em todos eles para engajar. Tamos junto. Até a próxima. Valeu!

Confira os principais insights do Episódio #125 do Além do CNPJ com Carol Celico. Uma aula sobre como transformar a sensibilidade feminina e a organização em ferramentas poderosas de gestão para escalar uma marca de moda.

Introdução: Muito Além da Influência

Para o episódio 125, recebemos Carol Celico, fundadora e CEO da marca de moda NIINI. Muitas pessoas a conhecem pelas redes sociais, mas neste papo, Carol mostrou que a “influenciadora” é apenas a ponta do iceberg. Por trás das fotos, existe uma empresária “mão na massa”, obcecada por processos e com uma visão de negócios afiada herdada de berço.

Carol abriu o jogo sobre seus primeiros fracassos, a transição de organizadora de eventos para dona de marca e como gerencia uma equipe de 60 pessoas equilibrando firmeza e acolhimento materno. Se você acha que moda é só glamour, prepare-se para uma aula de logística, atacado e gestão de crise.

1. O Preço do Aprendizado: A Franquia que Faliu

Antes do sucesso da NIINI, Carol teve sua “faculdade de vida real”. Ela contou como comprou uma franquia de brinquedos educativos espanhola, alugou ponto, reformou loja e contratou equipe, apenas para descobrir — através de um advogado — que a franqueadora havia falido na Europa sem avisar.

“O advogado me liga: ‘Caroline, eles faliram e não te contaram’. […] Eu perdi dinheiro. Eu falo que foi uma faculdade que eu paguei e tomei conhecimento. Desde aquele dia eu falei: ‘Nunca mais eu vou trabalhar a marca de ninguém, porque eu não confio mais em ninguém’.”

A lição é dura, mas clara: empreender com o CNPJ dos outros traz riscos que você não controla. Esse episódio moldou a decisão de Carol de criar algo 100% autoral no futuro.

2. De “Maestro” de Eventos a CEO de Moda

Antes da moda, Carol teve uma empresa de destination weddings. Ela explica que a logística complexa de organizar casamentos fora do país foi a melhor escola para se tornar CEO.

“Para você fazer um evento, você vira um maestro, você tem que coordenar todo mundo e tudo ao mesmo tempo. […] Esse ‘ao mesmo tempo’ me deu essa expertise que me formou para o que eu faço hoje. Você não pode largar a mão. ‘Ah, hoje eu vou largar um pouquinho o financeiro’. Não dá.”

Essa visão 360º a fez entender que processos são vitais. Carol defende que criar processos claros não é burocracia, mas sim uma forma de dar paz e qualidade de vida para a equipe, evitando que o operacional dependa 100% do dono.

3. O Erro da Estrutura e a Virada Logística

Um dos pontos altos do papo foi a honestidade sobre os erros de gestão. No início da NIINI, Carol contratou uma infraestrutura de e-commerce robusta e cara, desproporcional para o tamanho da empresa na época, o que corroía a margem de lucro.

A virada de chave veio quando ela decidiu internalizar a logística.

“A gente fez um passo que a gente internalizou tudo. Hoje a logística é toda nossa. […] Ficou mil vezes melhor. As pessoas com estoque, entendendo o que tem, o que não tem, a rapidez de resolver problema com o cliente… A gente ganha mais controle da operação.”

Para quem vende produto físico, o controle do estoque e da expedição é o coração do negócio. Terceirizar isso cedo demais pode ser um tiro no pé.

4. “É Só Pepino”: A Mentalidade Resiliente

Carol trouxe um ensinamento de seu pai que se tornou um mantra para lidar com o caos diário do empreendedorismo. Quando criança, ao ver o pai resolvendo problemas, ela aprendeu que aquilo era a normalidade.

“Meu pai falava para mim: ‘Filha, é só pepino’. […] Então, cada pepino que eu vivo todos os dias, eu lembro: é só pepino e faz parte. A gente não vê como algo para colocar a gente lá para baixo. Empreender é resolver dor, resolver problema.”

Essa mentalidade de encarar problemas como parte da rotina (e não como o fim do mundo) é o que diferencia quem desiste de quem continua.

5. Liderança Maternal e O Poder do Atacado

Carol lidera 60 colaboradores e usa a maternidade como referência de gestão: ensinar, acompanhar, dar o exemplo e corrigir com empatia. Além disso, ela compartilhou o crescimento explosivo da marca no canal de Atacado, saindo de 23 para 70 clientes em pouquíssimo tempo, o que exigiu uma nova dinâmica de fluxo de caixa e antecipação de produção.

“O atacado é um fertilizante maravilhoso pro mix. […] É uma consciência enorme de produto e marca. As pessoas vêm procurar nas lojas e no e-commerce o que elas não encontraram no atacado.”

Assista ao Episódio Completo

Este resumo é apenas uma amostra da profundidade de Carol Celico como gestora. O episódio completo aborda detalhes sobre a escolha de tecidos, a estratégia de lojas físicas em shoppings de luxo e como ela equilibra a vida de mãe de três com a rotina de executiva.

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Clique abaixo para assistir ao EP #125 na íntegra:

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