Ceo de multinacional aos 32: a mentalidade de dono | Além do CNPJ #145
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Então quando você chega todo final de ano, todo mundo fala: “Não, você tem um planejamento estratégico 26, não sei o quê”, tal. E a gente cria o planejamento do negócio, coloca o que os rituais que a gente vai fazer, a cultura que a gente precisa implementar, quais são os desafios que a gente vai vai traçar no meio do caminho, quais são as metas. E se a gente não faz isso com a gente, como que o nosso negócio… E aí o que você fala, né? CNPF, que você mistura o CNPJ com o CPF. E até é burrice você não tratar o CPF, né, cara? Porque não faz sentido nenhum você focar tanto no CNPJ, mas a vida vai te deixando. Falou, a gente tá falando agora quanto mais a gente cresce, mais gestor de pessoas é. Se a gente não gere como elas se relacionam com a saúde, a gente não consegue fazer performance. Então, o que você tá falando, fazendo de incompany faz muito sentido. E dentro de um planejamento estratégico é olhar para os meus colaboradores e como que eu performo a saúde deles, porque eu performando a saúde deles, eu tenho mais rentabilidade no meu negócio.
Buenas, buenas, buenas. Seja bem-vindo a mais um episódio do podcast do Além do CNPJ. Primeiro de tudo, muito obrigado por estar aqui pra gente trocar essa ideia de empreendedorismo vida real. Aqui do meu lado, um baita empreendedor que vocês já conhecem, só que agora ele só tá metade do que começou agora. Meu, inteligência aplicada. Que que tá acontecendo? É muito estress aqui o podcast porque você tá secando, cara. Pô, é uma sequência de podcast muito intensa, sabe? É uma galera que consome nossa energia aqui que eu começo a derreter aqui, ó. Daqui a pouco eu tô… Menos, menos eu, menos eu. Bruno Bertosa, obrigado, meu brother. Mais um, mais um. Vamos para cima.
E galera, como sempre, a gente gosta de trazer pessoas que falam de empreendedorismo de verdade, que vivem o empreendedorismo. A gente tem uma curadoria muito séria sobre quem de fato vive empreendedorismo nas trincheiras, no dia a dia, e que pode falar de vivência, não só aquele papo de internet, coisa que muitas vezes aqui na internet a gente tá acostumado. E aqui na minha frente tá um cara que a gente conheceu, eu, o Bert conhece há mais tempo, mas eu conheço há acho que seis meses. E é um cara gente boa demais, com uma humildade incrível, um cara gigante no mercado que ele atua, um cara com resultado expressivo demais, um cara inteligentíssimo além de tudo, não só um ótimo empresário, mas um cara técnico que de certa forma essa técnica fez ele chegar onde ele chegou quando a gente troca ideia aqui sobre o que de fato ele faz, sem dar muito spoiler, é um cara muito técnico. Eu acho que ele tem um diferencial grande, porque ele tem uma a parte técnica dele que é da profissão junto com a digestão, que é muito complexo achar alguém que é complementar desse jeito.
E o mais legal, cara, quando a gente é muito pequenininho, empreendedor muito pequeno, a gente vê as pessoas grandes de longe, né, e a gente fala: “Nossa, esse cara deve ser inacessível e tudo mais.” Conforme a gente vai crescendo na vida, a gente vai percebendo que os caras grandes são simples, acessíveis, gente boa. E esse é um cara que comprova essa tese, porque normalmente a galera mete besta é os pobre louco, os cara não é verdade. Não é verdade que eu tô querendo dizer? Porque quando eu tô falando de empreendedor de fato, que é um cara que já chegou lá e você tem um resultado muito expressivo, quando você olha no mercado, você fala: “Cara, esse cara deve ser inacessível, porque o que você tem hoje em termos de entrega, e eu tenho falado com experiência porque eu sou cliente dele, o cara é vendedor, o cara já converteu, né? Mas, cara, a expressividade que ele tem do do do mercado que ele atua, tô tentando não dar spoiler aqui, é um uma baita de uma entrega, de verdade. Como cliente posso falar muito bem. E e e como empresa, você vê um como empresa é robusto, é sólido, é concreto. E você sabe, a gente que é empreendedor, a gente sabe que isso aí não se constrói do nada. Não foi uma coisa assim que ele foi lá e deu sorte. Nada do que você tá vivendo foi uma coisa que e dá para dar sorte. Dá para dar sorte em algumas etapas, mas de forma concreta assim é muito difícil.
Então tô aqui com o meu brother Gustavo Janaldes. Janaldes. Jun converter a venda com você foi fácil. A gente teve oportunidade 5 horas de estrada. Quantos são, quantos são os clientes que eu tenho a oportunidade de ficar 5 horas fazendo pit? E ele me convenceu só na quarta hora. Não dá volta, né? Porque foi cinco dias. Mas mas é verdade, a gente não quero dar o spoiler necessariamente agora do que que a gente vai conversar, mas Gustavão, obrigado, cara. Um prazer tê-lo tê-lo com a gente aqui. Vai ser um baita papo massa. Eh, como eu falei, conheci o o Gustavão, a intermédio do Bertose. Mas antes da gente entrar no que você faz, o que, qual é o seu negócio, a empresa que você atua, o mercado que você que você tá, o Gustavinho veio da onde? O Gustavinho você nasceu aonde, suas referências? Porque eu gosto muito do contexto e é muito louco quando a gente pergunta de contexto porque o contexto normalmente se assemelha muito. É, né? Ele tem uma uma algumas características muito em comum entre todo mundo que a gente entrevista. E é é engraçado porque parece que a gente meio que personalizou o pitch, que todo mundo conta as mesmas fases e fala assim: “Isso daqui eu já vi de outro lugar”. Sim, a pessoa pode ser uma pessoa acelerada, pode ser uma pessoa calma, pode ser uma pessoa eh tranquila, a personalidade só que muda, mas assim, existe uma espinha dorsal de pessoas que que tem sucesso na vida empreendedora e na vida adulta, que dá para traçar um playbook, né?
É isso, é isso que é o ponto. É a gente tentar encontrar essas várias experiências, tentar traçar um playbook, fazer alguma coisa que sirva para as próximas gerações copiarem, né? A gente ter cada vez mais empreendedor, curiosos, todo empreendedor é curioso para caramba. Resiliente para [ __ ] Então é muito é muito legal essa trajetória. Mas uma coisa que eu gosto de tentar entender também é por a pessoa agiu dessa forma, porque a pessoa se comportou dessa forma e e a origem diz muito, né? Às vezes de uma origem extremamente desestruturada e às vezes de uma origem estruturada. Muito estruturada. Eh, dá um overview pra gente da onde você veio, onde você nasceu, como foi sua referência familiar, pai e mãe teve presente, como que foi, o que que eles eh te impulsionavam? Dá um overview rápido pra gente entender até sua vida adulta.
Legal, tudo começou depois de uma longa espera de meses, né? Ah, cara, nasci aqui em São Paulo, pertinho ali da região do ABC, onde eu moro hoje também. E assim, eu tive dentro da construção, meus pais, cara, eu tive um um uma questão familiar que foi perder minha mãe muito cedo. Caraca, então tinha se anos de idade e então assim, ali já foi uma questão. E por outro lado vieram com duas com duas coisas assim eh não não correto dizer positivas, mas eh que foi uma o fato do meu pai ter sido um pai e mãe quando ele precisou. E a outra foi o fato de Deus ter colocado ali uma nova mãe para mim no momento perfeito, né? Então, madraça, madraça. Exato. Exato. E que é minha mãe até, né? É mãe. Exato. Exato.
Então, assim, eh, tudo caminhou muito bem, né? Então, tudo foi encaixado muito bem, né? E fora a questão da própria estrutura familiar, que é tão importante hoje a gente vê, é tão tão quebrado, tão fragilizado, né? Mas a prutura familiar, a questão emocional, controle emocional, a educação emocional que vem desde criança, se herda, né, que herda e assim além eh da herança, essa resiliência também vem do exemplo, né, você olhar, cara, eu souô tô ficando tiozão já, né? Eu sou anos 80, então assim, eu sou daquela geração que meu pai recebia o o salário dele e saía todo mundo correndo pro mercado porque você tinha que comprar dois, três carrinhos para pro mês hoje, porque amanhã você comprava metade. Tem experiência vívida disso aí? Tenho, tenho, tenho, tenho, né? Eu acompanhava junto, a gente adorava. É, pô, eh, cara, você olha que comprar hoje, amanhã dois. Era lindo, né? E assim, você vê coisas que me marcaram muito na infância. Por exemplo, cara, meu pai comprava uma barra de chulflé e ele chegava no fim de semana dava um quadradinho para mim, um quadradinho pra minha irmã, um quadradinho, cara, você parava dessa forma aqui e agora só no fim de semana que vem. Aí quando eu comecei trabalhar e eu tava parado num farol e eu comprei uma barra de sulflé do vendedor do farol e eu comi sozinho. Chorava, cara, eu chorava dentro do carro porque aquilo foi uma marca de de de cara de de sucesso, né? De de eh de conquista. Coisinha pequena e que assim te dá uma mais que faz uma te dá um impacto fantástico e vai te moldando, né? Inclus hoje.
Exatamente. E ah, eh, me formei, eh, me formei em farmácia bioquímica, né? Você queria, você queria ser o que? O qu crescesse? Foi já isso ou foi assim? Ah, eu vou, como que foi esse? Cara, desde um moleque eu sempre gostei muito de química, cara. Sempre gostei muito de química. Meu pai, putz, eu era criança, meu pai já tinha aqueles kitzinhos. Meu primeiro, meu meu meu primeiro kit, experiências, cara. Por ela era legal para caramba, né? E assim, eh, conforme eu fui, eh, chegando perto disso e entendendo como funcionava, a minha ideia inicial era o seguinte: pô, vou fazer alguma coisa relacionada à química para ir pro forense. Car, era a ideia, a ideia era ir pro forense, né, que era exatamente uma parte mais investigativa, a parte mais interpretativa de resultado. Pô, essa era a ideia. É isso aí. É isso aí. Eu nem sabia ainda, nunca tinha assistido nenhum seriado investigativo assistente, mas era uma coisa que eu queria. É.
E cara, quando eu consegui, meu primeiro, meu primeiro trabalho foi dentro de uma drogaria, tive um mentor ali, fantástico, fantástico, cara. Espetacular. Mas como como balconista mesmo, como cara ali. Não, cara, na verdade eu não era nem balconista porque eu não tinha capacidade para isso, tinha 14 anos de idade. Então, o que eu fazia? Era ajudante geral, eh, organizava o os medicamentos, fazia a entrega lá. E aí você vai aprendendo, trabalhei alguns anos ali, você vai aprendendo, saí como balconista, saí, tive oportunidade também de trabalhar com laboratório de manipulação. Então também foi outro aprendizado, outra outra entrega ali, né? Outro envolvimento. Então muito bacana. E assim mais importante ali que eu tive um bom mentor, né? Então assim, o primeiro mentor em casa, cara, pai, mãe, né? Eu eu brinco que assim, boa parte da evolução da minha carreira, ela veio de algumas coisas que meu pai insistia muito. Por exemplo, desde criança, cara, meu pai foi 46 anos funcionário de multinacional, então ele falava para mim assim: “Cara, alguma coisa diferente, você tem que falar um inglês, você tem que falar um inglês.” Então, cara, só aprender o idioma. Quando apareceu a primeira oportunidade, eu tava lá com quase 26 anos de sair do país pro treinamento, de 70 funcionários da empresa, só eu falava inglês, [ __ ] Então era o único habilitado para para encaixar ali naquela oportunidade, né? Então é é o famoso Steve Jobs connecting the Dots, né? Então o que que acontece hoje que vai te produzir um resultado no futuro? Entende? Mas lá na frente faz sentido. Entende? Mas faz todo sentido. É isso aí.
Então assim, eh, bom, me formei, ah, fui pra linha, né? Eu, antes disso eu já tinha feito técnico patologia clínica, então já trabalhava em laboratório, depois fui para, eh, como como formato farmacêutico, eu já fui para para entregas um pouco maiores, incluindo assessoria científica e trabalhei muitos anos de assessoria instalando equipamento, trazendo tecnologia. Isso aí cabeça CLT, cara. Cabeça CLT. Caraca, achei que você empreendia há mais tempo assim. Não, cabeça CLT, mas tava com quase 30 já, né? Não, a eu fui pra assessoria científica aos 19 anos, fiquei até os 25 mais ou menos. Depois com 25 eu passei, eu peguei minha primeira gerência que foi a gerência de produto. Aí comecei a atuar no marketing, né? Cabeça começa a abrir um pouquinho, você começa já sair daquela área técnica, daquela coisa muito especializada e aí a cabeça começa a abrir, que é o desenvolvimento do produto para chegar no cliente final, né?
Mas essa essa essa carreira de executivo muito influenciado pelo pelo pai e por referência ou porque enfim surgiu as oportunidades ou você foi só traçando? Não, foi surgindo surgindo as oportunidades porque assim, por mais que meu pai tivesse a visão de fazer alguma coisa diferente, ir encaminhando, por outro lado, ele vinha, ele vem numa geração e de um histórico de vida que é segurança. Aham. Então assim, cara, quando eu entrei na quando eu saí dessa empresa que era uma distribuidora, eu fui trabalhar como gen de projeto eh no maior laboratório da América Latina. Caraca, e no quarto maior laboratório do mundo. Que animal, né? Então assim, lá, cara, é outra outra visão, outra capacidade e não bate mais com aquele pensamento, né, do CLT padrão. Uhum. Porque quando você começa a trabalhar com projeto, foi quando eu comecei ter a visão de que o negócio era meu, né? Isso é uma coisa que eu converso muito com todos os colaboradores, né, das das empresas, é a assim, a mentalidade, às vezes a gente provoca a mentalidade de dono, né? Mas na prática, na prática é isso, cara. Você qualquer seletista dentro de qualquer empresa tem que ter mentalidade dona e tratar aquele negócio como o dele. Cara, eu vou fazer pro meu chefe, eu vou fazer, não, vou fazer para mim.
E sempre é no final das contas, a prioridade sempre é ele. Exato. Sempre ele. Mas é difícil hoje colocar na cabeça, cara. Mas já tive discussões com o time, por exemplo, o time fala assim: “Não, eu visto a camisa da empresa”. Eu falei: “Então para, veste a sua”. Se você vestir a sua camisa, o seu desenvolvimento pessoal vai entregar um resultado absurdo pra empresa onde você tá. E aí você vai pro próximo passo, que é o seguinte: a empresa ela vai recompensar você por essa entrega, né? Porque se ela não recompensar, vai ser um monte de empresa que recompensa, cara, porque você tá pronto, você tá pronto, você tem tua entrega, cara. E pior que essa isso é uma verdade universal, só que às vezes quando você conta isso, o funcionário acha que você está fazendo isso pra tirar o melhor dele e que isso não é uma verdade absoluta, mas que é uma verdade absoluta. A minha carreira como CLT, como a sua, cresceu desse jeito. Eu sempre pensei em mim primeiro. E aí as coisas davam certo.
E que seja, né? Às vezes a gente é provocado para plano de carreira. Ah, qual é o meu plano de carreira? Fala, meu amigo, você tá dependendo de mim para fazer teu plano de carreira. Você tá muito perdido nessa vida. É só você quem sabe onde você tá e para onde você quer ir. não sou eu. E outra, se eu tentar adivinhar, eu vou errar. Uhum. Então, o máximo que eu posso fazer é te mentorar nesse processo. Eu posso te guiar nesse processo, entendendo qual que é a tua entrega. Total, né?
Mas aí assim, eh, fiquei nesse nesse laboratório alguns anos, ah, primeiro como gestor de projeto, né? Até que foi uma oportunidade fantástica que eu tive de colocar na prática o que eu tinha aprendido no MBA. Então, fiz MBA em projetos. Legal. Então consegui colocar tudo na prática, montar o PMO e fazer um negócio sensacional ali para depois. Foi foi muito estratégico você fazer MB de projetos, cara. Foi cara que isso aí a virada de chave de uma área muito técnica que a farmácia, a química, né, que você enxerga só ali dentro de um laboratório, táela periódica. É, você enxerga muito muito o técnico puro, porque aquilo tem que é como se fosse uma receita de bolo. Você vai uma mais um, tem que dar ali o negócio para uma coisa mais abstrata no sentido de, cara, o marketing ele não é não é exato, ele é mais amplo. Projetos.
Então, cara, projeto, qualquer mudança dentro de um projeto, ele pode dar muito errado e muito certo. Então, não tem aquele negócio de da tabela periódica de juntar o o O2 lá e dar um resultado, entendeu? É. Essa periódica já não é comigo. Eu tô juntando com vai dar uma dois. Daqui a pouquinho vi no Breaking Bad, mas achei legal porque é interessante essa visão muito mais ampla para negócio do que uma visão muito fechada para produto ou processo ou arquitetura de de de química. É, você vê a motivação que eu tive para estudar projeto foi exatamente e como eu era muito técnico e muito fechado dentro de uma área de conhecimento só, era aumentar as áreas de conhecimento.
E quando você pega, cara, eu peguei os os portfólios de gestão de negócio, de gestão empresarial e de gestão de projeto, coloquei os três um do lado do outro. Cara, quando eu vi que projeto separava por área de conhecimento, então assim, você vai separar ali, ó, risco, aquisições, eh, qualidade, escopo, cronograma, cara, todas as áreas. Eu falei, é isso aqui que vai me ajudar a me organizar. É isso, né? Tanto que depois você isso entra na veia de tal jeito que você projetiza a tua vida pessoal, né? Você projetiza a tua casa, você projetiza a família, né?
É meio meio maluco. Eu tô fazendo uma reflexão aqui comigo mesmo que é engraçado porque quando eu fui pra faculdade a perspectiva era: eu não não gosto de física, não gosto de biologia, não gosto de matemática, vou paraa área de humanas porque, pô, vamos viajar, vamos fazer e fiz publicidade. Mas os caras mais estratégicos de se vê hoje dentro de grandes empresas, principalmente na carreira executiva, ou é o cara que fez a engenharia, que é aquele cara que gostava muito de matemática, porque é ciências precisas, são cálculos, porque na vida tudo é cálculo, tudo é estratégico, né? Mas existe sempre um cálculo, um risco, alguma coisa mais profunda. Então, ou é o o o engenheiro que sai dali e vai pro marketing, vai para uma car um cargo de gestão ou vai para um cargo financeiro estratégico, um CFO, que hoje é a grande linha de CEOs, são destinados, são derivados de CFOs, né?
Então a gente pega aqui, mas você não vê o contrário, né? Você não vê o cara de marketing saindo para alguma coisa muito especial, muito muito especialista assim, sei lá. numa financeiro normalmente vira vira o estratégico do negócio, que é o que você o estratégico do negócio geralmente é um cara que veio de alguma área específica ou é na área de saúde ali que traz farmácia, medicina, né, alguma coisa nesse sentido, ou é o cara que engenharia. Cara, um exemplo é sensacional para isso que você tá falando é você ver que os maiores administradores hospitalares são médicos. É isso. É, caramba.
Mas aí eu gosto e não gosto. Aí a gente pode discutir de várias. Mas eh e você vê que é o seguinte, no final das contas não é que seja fácil esse caminho, não, porque você precisa também se abrir. Um cara que tá muito no binário lá, no técnico, táela periódico, tudo mais, você precisa se redescobrir num processo. Uhum. Só que querendo ou não, a base teórica, a base raciocínio lógica e tudo mais, que é o que muitas vezes hoje faz falta nas pessoas, já tá muito bem estruturada. Então esse processo talvez seja mais mais vantajoso, porque é o que você falou, você precisou fazer projetos para entender uma coisa um pouco maior, coisa que você tava muito na no técnico.
É, cara. E quando eu saí do do laboratório, eu fui convidado para trabalhar numa multinacional, né? Com 26 anos eu trabalhava, esse laboratório, ele tinha um braço de importação. E na importação eu me tornei gerente de produto e comecei a negociar, trazer produtos pro Brasil. Ah, e nesse cenário essa empresa foi vendida e o projeto morreu. Então, eu fui para uma outra empresa e seis anos depois essa multinacional me chamou de volta. Caramba, que legal. Então, seis anos depois eles entraram em contato falaram assim: “Olha, existe uma oportunidade.” E aí uma coisa que é curiosa, né? Porque é essa essa brincadeira do onde você tá, para onde você quer ir, um, 3, 5 anos, né, cara, eu sempre soube. Eu sempre soube.
Então, com 25 eu sabia o quanto eu queria ganhar e que posições eu queria estar aos 35. Caramba. E, cara, você persegue tanto aquilo que eu alcancei os 32. Caraca. Então, os 32 nessa multinacional eu me tornei meu a a minha ideia era ter um cargo sior ali, né? É, então, dependendo do tamanho da empresa, o cargo do senor ele muda. Mas nesse caso, eu já alcancei minha primeira diretoria e era diretoria de marketing e vendas, cara, que durou 6 meses a posição paraa minha promoção para CEO. Então, alcancei a posição de CEO de uma multinacional alemã aos 32 anos de lic. Caraca, bicho, que legal. Ah, então foi, é mérito, né? Mérito. Foi, foi, foi.
E assim, o que que me levou a isso, né? olhar durante esses seis meses que o cenário conseguir analisar bem uma DRE para olhar o que e falar o seguinte: “Cara, eu não sei montar uma DRE, eu preciso saber analisar”. Então eu bati o olho ali, eu entendi o seguinte: “Pô, existem despesas não recorrentes aqui que eu preciso fazer a limpeza”. Quando eu fiz a limpeza, o pessoal entendeu o seguinte, isso como diretor de marketing vendas. como diretor de marketing eventos. Até por isso, até por isso. Tá aí. Tá aí. Você saiu do seu escopo. Eu saí do meu escopo completamente. Sai do meu escopo. Então consegui ali fazer a análise, entregar e falar o seguinte: “Olha, a gente tem um ruído aqui e eu preciso eliminar esse ruído. Eliminando esse ruído, eu consigo ter resultado, eu consigo ter entrega, eu consigo ter eh preço competitivo, eu consigo ter margem. Então, pronto. Aí recebi essa promoção e fiquei 7 anos e meio nessa empresa. Caraca, bicho.
7 anos e meio. E sabia exatamente, né? Aos 35 eu travei onde eu queria estar aos 45. Uhum. E de novo, né? Você persegue tanto, persegue tanto que eu alcancei os 40. Caraca, bicho. Tá fazendo dois dois anos. Você aí foi quando você foi foi a primeira vez que você falou: “Quero empreender a 35”. Falou: “Só que eu vou empreender com 45”. É isso aí. Entendi. E empreendi aos 39. 39. Aos 39. [ __ ] você começou a empreender com 39 anos. Com 39 anos. Ah, cara, essa pergunta ela é até delicada, porque se eu pensar na minha cabeça, você, eu sempre fui empreendedor, tá? Só que e a parte fácil do empreendedorismo que eu fazia é que eu empreendia com o dinheiro dos outros, né? É isso. Ia falar ex, mas era a parte fácil, né? Hoje, tá? E assim, outra coisa que também muita, principalmente minha equipe, pessoal que trabalha comigo, já me ouviu falar muito. Eh, hoje o meu risco é infinitamente maior, mas a minha felicidade também é está exposto, totalmente exposto. Totalmente exposto, mas muito mais feliz. É isso. Muito mais feliz.
E fora que, querendo ou não, os 39 anos que você eh ficou 39, né? até aos 39 anos que você ficou como CLT empreendendo fez com que você quando começasse de fato a empreender tivesse uma bagagem gigantesca. Quantos empreendedores começam uma empresa sem saber o que é Dr.? Exemplo sou eu. Eu não sabia o que era DRE quando eu comecei a empreender. Descobri com se anos. O financeiro é o gargalo de todo Então, pô, você tava preparado, você já era CEO. Então, quando você vai empreender, cara, você já tem todo um um background de empreendedorismo. De fato, já tem um background de empreendedorismo. Sempre quando você parte pro empreendedorismo, você tá intraendendo, por mais que seja na, né, na sua cabeça ali. Mas tem a parte dos desafios, que que para você foram coisas chaves, assim, gargalos chaves, que você entendeu que não era simplesmente replicar aquilo que você fazia como se de um negócio pro seu próprio negócio? Quais foram os gargalos chaves assim e como você conseguiu destravar esses gargalos?
Cara, até fica fica um pouquinho repetitivo, mas é assim, o empreender com o dinheiro dos outros é muito tranquilo, porque é fácil quando você tem um desafio ou um projeto grande, você entra em contato com a matriz lá na Alemanha e fala o seguinte: “Tô precisando de uma aporte de caixa”. Né? Hoje é uma reunião de sócios onde todo mundo olha para você com aquela cara de, pô, por quê de novo? Para quê, né? e te coloca numa linha de exposição e de expectativa em cima daquele retorno que assim esse, não vou dizer é o gargalo, mas é o o ponto de de eh é o ponto de mais sensível para mim dentro da questão do empreendedorismo, né? Porque a o negócio ele vai se financiar naturalmente, né?
E assim, a gente conversa muito, né? Você pega, você aprende o básico. Básico, todo mundo deveria ter educação financeira de criança para entender o básico de um DRE. Porque assim, a primeira linha do DRE é a receita. Isso significa que se você não tem aquilo ali, nada resto importa. Nada importa, car. Porque você não tem dinheiro para pagar custo, para despesa, para imposto, nada, nada ali funciona. Então assim, a primeira coisa é ali, né? Quando você pensa, ah, o cliente é meu primeiro financiador de receita, o banco é o meu segundo, o investidor é o meu terceiro, cara, na multinacional ou na no ambiente CLT, CLT, você tem o a minha matriz na época, matriz que que a matriz na época era era minha financiadora mesmo papel, né? Era minha financiadora. Então é é um risco que você não se expõe, né? você não tem esse risco. E a naturalmente a partir do momento que o negócio dá o resultado e você retribui, retorna lá, acabou o seu desafio, acabou o problema. Aqui não é o giro do banco, é trabalhar de uma forma sábia a questão do endividamento.
Uhum. Né? Porque eh, cara, a gente tá falando isso hoje, a gente táa falando exatamente isso, porque o gestor ele às vezes ele fica preocupado que aquele cara que cresce. Então é isso, dívido é bom. Ele tava falando exatamente isso. Às vezes você fica preocupado com a dívida e você não sabe como controlar. Não. E e até até feio de falar, mas assim, ficar devendo também é bom. É porque às vezes traduziu a nossa reunião de tarde aqui no no podcast. Às vezes o que você negocia em cima do da da alavancagem do capital financeiro em cima do seu caixa perto do que você vai ter de multa. É isso. Ela negocia bem com o teu fornecedor e paga multa. Uhum. Uhum. Né? Então são são entendimentos ali que não são tão complexos, mas exige toda uma to histórico, todo um bag esse histório, esse histórico você trouxe da sua carreira, né?
E como que foi esse processo, que é uma coisa que muita gente talvez tá assistindo a gente, que tem muita gente que que me segue, que empreende em paralelo. É, é. E aí é o grande, a grande dificuldade, porque querendo ou não, tudo bem, você parece ser uma pessoa que é bem organizada, bem estruturada e tudo mais, você coloca projetos até na sua vida pessoal, como você falou, é, tento. Então, automaticamente, já acredito que você fez uma reserva financeira para dar o passo do empreendedorismo. Mas além mesmo que você tenha todas as a parte lógica da coisa falando tá tranquilo, vai embora, chuta o pau da barraca e e se atira, ainda aceitei o fator psicológico. Vou largar o certo pelo duvidoso, tô começando a empreender. Teve um processo de transição em que você fez os dois ao mesmo tempo. Como que foi esse processo? E que momento que você falou? Agora é hora.
É, teve um processo de fazer os dois ao mesmo tempo, não tá? Pelo menos não de forma estruturada, mas teve um processo que aconteceu na na multinacional que foi a aquisição dela por um outro grupo. Então você imagina o seguinte, eu saí de uma estrutura que era familiar, cujo fundador tinha 51% da companhia. Uhum. uma empresa do norte da Alemanha que assim eh o o a população norte da Alemanha é uma população muito eles abraçam, tá? Eles eles eh eles trazem para dentro. É diferente do sul da Alemanha que é o mais que é o Bavário, né? O Bavário ele é mais frio. Norte da Alemanha já é já é uma região mais gostosa. Então você a empresa, cara, tinha 60 nacionalidades trabalhando na empresa. Isso você não vê no sul da Alemanha, né? Então assim, é uma coisa muito muito gostosa. Eu fui visitar a empresa lá no norte. Ah, [ __ ] você vai pra região de Hamburgo ali, cara, aquilo ali é sensacional. É muito gostoso. É muito gostoso. Legal. Sabia.
E eu saí de uma estrutura assim para ir para uma uma estrutura americana de capital aberto. Nossa. Nossa. Investidores no saco. Durante 7 anos. Não, um pouquinho menos, né? Porque a aquisição aconteceu com se anos, se anos e pouquinho. Mas eu eu era dono da empresa. É, eu era dono da minha filial. Segundo dono praticamente. Sim, era dono da fil da da minha filial. Eu falava com eu falava com CEO Global da empresa duas vezes por mês. É, uma para apresentar resultado e a outra para bater papo. Era simples assim. Porque o seguinte, ó, é isso aqui que você tá me prometendo. Faça o seu trabalho e entrega o teu resultado. Ponto, né? A minha recompensa ela era diretamente proporcional ao meu resultado. Então eu não tinha motivação de agradar alguém, eu precisava fazer o meu número. Você tava empreendendo de fato. Exatamente. E e quando mudou para uma estrutura americana de capital aberto, passar o dia inteiro fazendo relatório e reunião. É isso. É. Ia perguntar exatamente isso. Você trabalhava ou você fazia sua parte burocrática? Porque isso assim me tira de coisas que eu gosto muito. Eu gosto de rua, eu não gosto de escritório, né?
Eu tinha uma sala, cara. Minha sala era maior que meu primeiro apartamento quando eu casei. Vou mudar para Vamos mudar para escritório. Eu eu casei, cara. A a gente, pô, morava num apartamento de 54 m². A minha sala tinha 74. Caraca. Eu odiava aquele lugar. Sim. Por não é ali. É. E quem não gosta de escritório, cara? Cara, não gosto de escritório. E outra, é um ambiente que intimida o teu colaborador. Então, a as pessoas elas se inibem para vir falar contigo. Elas se constrangem com a com a ostentação da da sala de uma sala. Sim, né? Então, as melhores reuniões que eu tinha onde? Café. Caraca, né? Tanto que assim, tem colaborador meu que fala: “Tempo de café, eu nunca sei se vou ser promovido ou demitido.” Chamou para tomar café.
É. Ah, que que legal também que você teve essa consciência, porque também essa trajetória corporativa faz subir pra cabeça muito muito e o cara e o cara muitas vezes se esquece do chão de fábrica lá, da ponta da da O se level corporativo é totalmente diferente do se level empreendedores. São pessoas diferentes, raçor, que isso? Se leva um empreendedor. Eu trabalhava no meio da galera. É, eu parei de trabalhar no meio da galera porque você começa a fazer reuniões, eh, e aí o pessoal para de trabalhar para ficar te ouvindo, né? Aí você tem que se isolar um pouquinho, né? Mas, cara, é ficar no, é ficar no meio, aí que é gostoso. E eu gosto muito de campo, né, de estar junto no cliente. Essa mudança ela fez o quê? Me tirou do campo. E depois de de um ano disso, cara, não aguentou. Burnout veio.
Mas e aí? F deu burnout mesmo. Burnout. Caraca. E não é o burnout da moda, não. É o burnout de verdade mesmo. É, caraca. Eu tive assim um choque de de produção de adrenalina que me levou próximo a um a uma crise de pânico, né? Apaguei. [ __ ] apagar, apaguei, apaguei. Depois, quando eu fiquei em tratamento, fiquei em tratamento psiquiátrico por seis meses. Nossa, bicho, [ __ ] Então, foi foi sério. Foi sério, né? Então assim, voltei de lá, já falei: “Ó, não é para mim”. Já comecei caminhar em no sentido do desligamento, empreendedorismo.
Mas isso é engraçado porque eu tenho muito contato também com executivos e executivos de carreira, o cara, né? E tem também o pessoal que é empreendedor raiz ali. Eh, e a diferença grande é que esses caras de executivos, eles não conseguem mais sentar em outras mesas sem ser as mesas do executivo e aquele negócio de reunião, reunião, reunião, porque o evento que ele vai é o ele tem que ser o porta-voz da empresa, não consegue sair da buha. ele não consegue sair daquela bolha. Isso é muito complexo, porque o cara depois que, sei lá, perde qualquer coisa do cargo dele ou sei lá, em algum momento ele perde a identidade dele. A identidade dele era ele não era Gustavo, ele era cadeira. É isso aí. E aí que é o BO do negócio, porque ele não conseguiu sentar em outras rodas, ele não conseguiu entrar em outros grupos também à tarde. É que tem gente que acha que o sexi e a e a a o assédio que chega de mercado em cima de você é sobre você, mas na verdade às vezes é sobre sua cadeira. Sobre sua cadeira. É. E aí a pessoa quando perde essa cadeira, não que eu sou, mas o que eu estou, né? Estou. Exatamente.
Mas a cadeira ela impulsiona. Eu muito isso na política, viu? É na política. na política, porque o o político ou comissionado é muito isso, né? Eu estou a partir do momento que ele não está mais, o mercado esquece que existe, ele deixou de ser tudo aquilo que ele é assim a o equilíbrio mental e a saúde emocional que esse cara tem que ter, a inteligência emocional que esse cara tem que ter, é absurdo, porque poder ele carrega a cadeira, então quem sentar naquela cadeira vai pegar exatamente aquele poder e vai concentrar ali de novo, né? Você tirou o chapéu daqui, você perdeu. Acabou, acabou, acabou o o poder todo. É como se tivesse cortando o cabelo e por isso e por isso que foi eh foi humilde da tua parte de reconhecer que aonde você estava indo era uma coisa que estava te afastando que te trouxe até aqui. Falo isso porque também eu já me perdi nisso como empreendedor em em determinado momento da minha trajetória empreendedora, quando eu tá contando hoje também que a gente fez uma terapia hoje da tarde a gente tava trocando casal terapia casal, mas a gente tava conversando sobre a nosa quer os detalhes. Obrigado.
a gente tava trocando ideia. E, tipo, quando eu cheguei a 120, 130 funcionários, eu cheguei num nível de que eu falava assim: “Meu, eu tenho gente para tudo. Eu não preciso de, tipo, tudo que você pensasse de problema, eu tinha alguém para resolver”. Então, o que que eu fazia? Eu elencava as pessoas para resolver os problemas e ficava no alto da minha sala. E aí, e a empresa começa a desmontar, cara. E só que eu demorei para perceber isso. E esse é o lado aspiracional de todo empresário, todo executivo, né? O empresário quer sair do do operacional por estratégico. Essa balela que existe, né? O cara quer ir pro estratégico quer ter 30 financeiro. Pro financeiro. Me traga um relatório. Só queria ficar gerenciando em Excel. A empresa começou a desmontar, cara. Nice. Entendeu? E você não, você conseguiu ter essa visão quando te colocaram lá em cima do seu castelo de versalhes. Não. E toca aí, você fala: “Não, não, tô sentindo falta de da galera, quero fazer”. que você vai ter três momentos, né, da evolução natural do do empreendedor, né, que é primeiro você cuidar da operação, depois você cuidar e desenhar os processos. Isso significa que a tua operação já tá madura para seguir o desenho do processo processo e depois por último só vai cuidar de pessoas, né, que é a parte de de garantir que você tenha uma equipe que seja capaz de redesenhar, revisitar a melhoria contínua do processo e de treinar o operacional. Eu acredito, eu não vivi isso, mas eu acho que nas gerações anteriores isso era muito mais fácil. Também acho, porque você não tinha o índice de turnover que você tem hoje. Então assim, quando você tem um turnover muito elevado, tudo que você treina desmorona. Todo o processo que você desenha, ele desmorona sem o treinamento, né? E aí assim você entra num outro, num outro viés que é uma construção de cultura forte. Só que a cultura forte, cara, se você tem que retreinar ela toda vez que você tem um turnover, toda vez, é muito complicado, cara. É, é, é, é um desafio muito grande, né? Então, assim, você vai voltar pro operacional, você vai voltar para operacional o tempo todo. E o meu erro tava aí olhando, foi muito bom isso que você falou agora, porque é exatamente isso. Gostei até que você começa com operação, depois você vai para processos para colocar a galera para fazer, depois vai para pessoas. E isso talvez foi um movimento que eu errei, sabe? Que eu falei: “Pronto, já tá tá tranquilo, você perde um pouco do da daquela, porque de fato você vira um psicólogo da empresa. Você vira um psicólogo?
É a estratégia, quanto mais você cresce, mais pessoas, menos processos, né? Você você consegue gerir, né? E a ideia é tentar entender as pessoas, trazer zona de potência para poder o negócio crescer, porque as pessoas crescem o próprio negócio. Mas aí, qual que deu a virada de chave? Então assim, você conquistou esse esse lado empreendedor, empreendedorismo, e aí eh conhecendo um pouquinho também da história, apoiado também por outros investidores, certo, que confiaram no seu trabalho, entenderam a competência e a capacidade que tinha, Gustavo. Falamos de começo, cara, o o dos meus sócios, né, o principal, ah, a gente se conheceu num cenário dentro da multinacional, onde ele me deu uma cobertura ali, ele tinha uma corretora na época, ele me deu uma cobertura de carta fiança para eu executar uma licitação muito grande. A gente pegou uma amizade muito muito próxima. Eh, dentro, cara, num quando eu decidi sair da multinacional, ele tava na minha casa, a gente tinha feito um churrasco em casa e a gente tinha tomado uma garrafa de desarono. [ __ ] que que é desarono? Não sei, cara. Licor. É bom, já fica o meu convite. É, nascem grandes negócios a partir do dia eu não posso incentivar isso aqui. Mas assim, a gente, cara, a gente tava relaxado e aí fui curioso que ele falou para mim assim: “Cara, tô pensando num negócio aqui, dá uma olhada”. E abriu o computador, falei: “Ah, não, você não vai puxar trabalho agora, cara”. E ele mostrou uma uma estratégia de uma empresa americana e eu falei: “Cara, não acredito que é isso que você tá me mostrando”. Eu eu fiz o movimento, eu peguei o meu iPad que tava atrás, eu falei: “Ó, eu não vou fazer nada, eu vou abrir e pôr a digital”. Quando eu pus a digital, tava num num site que era exatamente o mesmo segmento, a mesma estratégia, só que uma empresa concorrente dessa empresa nos Estados Unidos. Ô louco, ele bateu o olho e falou assim: “A gente tá pensando a mesma coisa. Então, se a gente tá pensando a mesma coisa, vamos fazer junto na sua sociedade”. Caraca, aquil também, cara, foi o alinhamento dos planetas também foi, foi. Mas o que aí é aquele negócio, sorte, preparação, entra naquele negócio que eu gosto, né?
Sorte, sorte não existe, né? Eu acho que é preparado, acho que é preparado. Eu falo que tem um um tripé, é você tem que est preparado, você tem que fazer, você tem que executar e tem que ter Deus. Se esses se esses caminhos aqui não se não se juntam de alguma forma, famosa, não é a famosa coincidência, é a famosa jucidência. Isso, né? Coloca ali e prepara e o exército e o exército se apresenta. Quando você tá pronto e merecedor, Deus coloca o exército. É isso que eu aprendi também um ditado lá no Rio Grande do Sul que é cavalo encilhado, não passa duas vezes, né? Exatamente. Aproveite. Vamos olhar o que que tem de oportunidade aqui. E foi assim que nasceu a nossa primeira empresa junto, né? Hoje nós temos várias empresas juntos. Eu faço a gestão direta de três delas, que é um laboratório, uma empresa de eh uma plataforma de suporte a decisões eh clínicas, né, médicos, nutricionistas principalmente, e a importadora e distribuidora, né? Então a gente fecha o ecossistema de trazer a inovação, promover a a inovação e operar a inovação. Uhum.
Olho pouco para mercados muito competitivos, né? Eu olho muito para mercados exclusivos. né? O que onde eu consigo inovar. Então essas aí fora as empresas que que que eu sou investidor ali, não tenho uma participação direta, essas são as três que eu tô mais envolvido ali. Mas nasceu assim, a primeira que de fato iniciou continua, continua, continua, continua. As três continuam, né? Então a essa primeira foi a Testfy, né? que é a primeira foi a Testfy juntos. A primeira foi a Testfy, apesar de que o laboratório Inside ela é um pouquinho mais antiga que a Testfy, boa, só que ela era só do meu sócio. Entendi. Ah, entendi. Então ele já tinha esse laboratório e aí vocês decidiram criar testfy. Existe um uma situação técnica ali, né, que ele precisou de ajuda. Eu voltando lá, eu tinha acabado de sair de um burnout e decidi sair da empresa. Cara, eu fiquei os meus primeiros 5 anos de multinacional, eu não tirei férias. Caraca, 5 anos construí ali. Ah, tem uma ideia. A empresa eh tinha filiais no mundo inteiro. Uhum. Cara, em três 3 anos e meio, Brasil saiu do zero. Brasil saiu do zero para ser a segunda maior filial da empresa no mundo.
Caraca, bicho. Segunda maior filial. Então, assim, volume de trabalho, volume de energia que aquilo consumiu foi absurdo. Valeu muito a pena. Valeu muito a pena, né? Não tenho reclamação, cara. Foi sensacional. Foi uma assim, foi sensacional, foi muito gostoso. É, o processo todo foi muito gostoso, mas foram 5 anos sem férias. Então, quando eu saí de lá, eu olhei pra minha esposa, pô, tenho duas filhas, né? Hoje, uma com 13 e uma com 9 anos, mas quando eu saí de lá, eu falei para ela assim: “Eh, vamos viajar, eu vou tirar um períodozinho sabático, então eu não quero saber de ir para outra posição nesse momento. Vamos pra Disney.” Caramba, cara. Eu fiquei 18 dias na Disney. Era impensável eu tirar 18 dias de férias, cara. Era impensável. E sem pensar em negócio, né? Porque seu telefone nem tocava mais. Você não tava mais até um negócio estranho, cara. Vai caramba. Só que a situação técnica que tinha no laboratório, tinha me pedido ajuda para resolver e eu deixei tudo encaminhado antes da minha viagem. Quando eu voltei, tá tudo resolvido, macio, suave. Aí ele veio com um contrato social e falou assim: “Entra”. Caramba. Então me puxou para dentro da sociedade. A princípio a gente só só faria test. Eu entrei na inside depois com ele puxando pra sociedade, falou: “Cara, um cara muito sábio também, né? Porque quando você é empresário, uma coisa que lhe falta é braço.” Ah, mas esse cara é esse cara é visionário. Esse cara é visionário. Não sabe porque viu viu competência, sabia da você já tinha uma amizade, tinha alinhamento de valores. Aí falou: “Vem, porque é mais fácil o morango dividir o morango para depois ter uma melancia do que outra coisa, né? Eu só não falo para chamar ele aqui pro podcast que vai dar 10 minutos. Ele vai Já deu, já deu. Vai, já deu. É exatamente. Aceleradação. Aado.
E conta um pouquinho dos negócios. Agora tem a Tesify, a Inside e uma terceira. Dá um overview do que cada uma de fato executa. Sou cliente da Testfy, certo? Isso. Ou da Inside. Da Testfy. Da Testfy. Da testfy. Boa. Dá um over. Pode ser da Inside. Pode ser. Até o final do podcast a gente vai cartão aqui, ó. Mas que e que é muito legal, cara. Quero inclusive dar um depoimento porque curti demais o e e de novo o atendimento, tudo, sabe? A a jornada, porque assim, a partir do momento que eu contrato algum amigo, eu sempre fico três vezes mais antenado para feedback. Muito. É o que eu espero quando amigos meus me contratam, porque se tivesse alguma coisa, falaria: “Eu Gustav aqui pr melhor.” Mas cara, perfeito, cara. Minha mulher que é chata para caramba, adorou, sabe? Então foi foi uma baita de uma entrega, não? Legal que quando a gente faz negócio com os amigos ou vende pros amigos, né? Ah, é é é importante ter esse feedback sincero, honesto, transparente e seria importante também ter o pagamento no valor cheio, né? Paguei no mínimo 50% eu falei assim Gustav, não dá a tabela.
Ele mandou, eu falei: “E pr mim?” É, não, cara. Ali a gente tem uma estratégia eh de olhar para paraa longevidade, tá? Olhar paraa saúde, né? Existe uma coisa que eu tenho falado muito nas palestras ultimamente, que é assim, a medicina, o pai da medicina é Hipócrates, né? E qual que foi a principal eh contribuição de Hipócrates paraa medicina? foi convencer a sociedade de que doenças são fenômenos da natureza e não vontade dos deuses. Cara, que todo mundo acreditava que era uma vontade dos deus dos deuses. Então é um caistigo, você tá doente, você morre, né? Não, ele convenceu todo mundo que era fenômeno da natureza. Isso foi tão importante, mas tão importante, que isso perdurou por mais de 2000 anos. Caramba. Até que descobriram os microorganismos. Até a descoberta dos microorganismos. Junto com a descoberta dos microorganismos, veio a descoberta, a reinvenção da antibióticoterapia. Mudou a medicina. Então essa medicina de Hipócrates, ela é a medicina 1.0. A medicina do antibiótico, ela é a medicina 2.0. E hoje nós estamos vivendo o momento da medicina 3.0, que é o quê? Não olhar mais para a doença, não olhar mais para o sintoma, olhar pro paciente saudável, olhar pro indivíduo e pensar em como fazer você viver mais, né? Coisas como, por exemplo, ah, pessoal vem para mim e fala assim: “Nossa, o Alzheimer aumentou muito, né? Antigamente a gente não ouvia falar de Alzheimer, como a gente ouve muito, o que que aconteceu?” Ah, é, aí vem a galera antivacina, fala que é vacina, vem a galera do aquecimento global, fala que é o derretimento do gelo. Cada um vão ter uma teoria, cara. Minha teoria é o seguinte, antigamente todo mundo morria com 65 anos. Morre de novo com 65 que você não vai ter os caraca, nunca pense início, cara. Se você viver até os 90, cara, que hoje a expectativa de vida no Brasil é de 79, só que assim, para quem tem acesso à saúde suplementar, você vai fácil até os 85, né? 79, porque você tá pegando população ali SUS, periférica, ribeirinhos, populações indígenas que estão estão exato. Que estão mais susceptíveis a infecções, estão mais suscetíveis a infecções, né? A a a problemas de saúde que vão abreviar essa vida. Agora, saúde suplementar vai fácil, cara. Hoje quem não não fazer no mínimo, você vai ir bem até os 90, você vai bem até os 85, 90, vai ter demência, vai ter, não tem como escapar muito disso. É um outro problema. É o problema da, é o problema da alta longevidade. Exatamente. Então, como é que você começa a cuidar disso agora para que esses para que esses indivíduos vivam mais e vivam mais com saúde? Esse esse é o nosso foco. Então, primeiro, eu tenho testes, por exemplo, que calculam a idade biológica, né? Eu eu particularmente eu quase não gosto de falar no assunto, mas eu estou sendo forçado a falar no assunto. Ô, eu tenho 45 anos, minha idade biológica é de 28. Caraca, eu nem faço a minha. Eu também nem faço. Se me dá essa aí. Deixa.
Ou se eu fizer, eu vou escondido lá, cara. E aí o seguinte, vamos lá, vamos trazer isso pro empreendedorismo. Não é legal eu ter um profissional, um colaborador com a experiência e maturidade de 45 anos, mas com a idade e saúde biológica de 28, com a energia de 28. Isso. Exato. Como é que eu trago isso, cara? De todos, cara, centenas, senão já milhares de testes que nós rodamos dentro do laboratório, só seis resultados deram abaixo. Todos os outros deram acima. Nossa, todos os outros estão mais velhos biologicamente do que cronologicamente. O que que isso significa? População inflamada, cara. Então dentro das empresas, dentro das famílias, dentro de qualquer lugar que você tá, dentro das escolas. Então assim, todo mundo inflamado, qual que é a capacidade de aprendizado que você tem? Não, isso isso é real, cara. Porque pega aí você 10 kg a menos, como tá a sua disposição? Outra coisa, é outra energia, é outra vontade, não é? Não é nenhuma mudança. E não é uma mudança completa, tá? Não é mudança. Você não posso, você secou, mas assim, não é, você não se transformou como pessoas que eram obesas, se transformam. Então pensa, foi uma mudança sutil que já deu uma baita de uma de uma mudança no teu dia a dia. Imagina uma pessoa que é eh, como é que não faz nada? Eh, sedentária, sedentária, uma pessoa acima do peso, que come só gordura, que come açúcar para caramba e do nada a pessoa tem essa mudança de vida, cara. A pessoa muda de completo. Esse cara aqui é extremamente disciplinado. A gente viajou junto, o cara e come certinho. Dá até raiva. Dá até raiva. O bicho que é extrema disciplinado. Só não pode falar do tempo que eu cheguei aqui antes, que eu queria achar uma saí. Só achei o milkshake, né?
Não, mas é verdade. Você é muito disciplinado com alimentação, 45 anos com saúde de 28. Cara, isso é o quê? Também não é sorte. Isso é trabalho. Tem que ter cuidado, mas é muito inteligente e estratégico isso porque a gente tá olhando para uma sociedade que vem mudando ao longo do tempo e agora que a gente, né, critica a geração Z e tal, mas que tem um direcionamento muito de wellness, uma vida mais saudável, um hábitos mais saudáveis. Wellness é o novo luxo. É exatamente isso. Exatamente isso. Luxo. Então assim, quem tiver acesso, bom, falou tudo. Eu falo que ninguém mais fica gordo e careca se não tiver dinheiro. Verdade. Porque se tem dinheiro, você, né? Antigamente ficar gordo era falta de vontade, agora é falta de vontade e falta de grana que você é um duro. Nem para manjar pior hipótese nem manjar dinheiro. Mas eu acho é inteligente.
Agora tem uma causa da da inflamação, tem um um porquê desse tão inflamado? a inflamação, a inflamação crônica, assim, a gente pode entrar em, a gente pode aprofundar muito a discussão, só que assim, basicamente, basicamente se eu for colocar a culpa em três coisas, mane e sono, estresse e alimentação. Então, assim, você mexeu na alimentação, ah, assim, maior exemplo que eu posso te dar, desde os 14 anos de idade eu sofro com enxaqueca. Desde os 14 anos de idade, duas crises por mês em média, cara. A minha crise é aquela de livro, eu fico completamente cego, eu perco a sensibilidade dos membros superiores, confusão de fala, cara, é horrível. Então assim, eu fico um dia sofrendo com a crise e depois eu fico dois a três dias de ressaca. Caramba, não sei se é da crise ou da quantidade de remédio que eu ponho para dentro. Uhum. Cara, eu fui fazer um teste de sensibilidades alimentares. Eu descobri ali, eu tava muito inflamado, mas muito inflamado. Eu descobri mais de 80 sensibilidades. Deixa eu fazer uma pergunta antes de um pause início. Você já era um cara saudável? Não, não. Então você não era um cara saudável. Sobrepeso, sono desregulado, eh, manejo do estresse inesente. Sempre fui saudável e tinha Não, tá, entendi. Só aqui o que que mudou? O que, qual que foi o virado de chave? O barnout. Hum. Então eu precisei pro fundo do poço em termos de saúde para começar a me cuidar ali. Boa. E cara, fiz e três alimentos que eu não posso mais consumir, tá? Leite, até aí nenhuma surpresa, tá? Mas olha os outros dois. Abobrinha e figo. Caraca, cara. Em que cenário nesse mundo ia descobrir que eu não posso comer abobrinha em figo. E cara, ó, eu gosto com de figo. Nossa, nunca mais comi figo. Por quê? Atacava min chaqueca. Pronto, tirei as duas crises que eu tinha por mês. Hoje eu tenho duas crises por ano. Isso. Isso. A testify tem esses tipo de de Eu fiz isso aí. Eu fiz. Foi. Eu já saiu o resultado? Não, saiu. Tem o quê? Tem. E eu lembro que tem um X alimentos e e Y alimentos. Eu eu eu peguei o mais completo, tá? Tem de 108 e 216, tá? Então pensa que eu testei 216. Cara, eu achei que eu tinha problema de lactose, deu verdinho, aparentemente tá de boa. Apesar que eu não sei ler direito, até contratei a a porque, cara, é muito é um relatório muito técnico. É, é um relatório muito técnico, é muito legal, porque tem muita coisa e por isso que eu eu vejo que o o que a saúde, né, a medicina avançou só pelo resultado que eu vi, cara, é surreal. Onde que a gente ia conseguir isso? Se não fosse num hospital, se não fosse num lugar mais sítios rápido, mas nem nesses lugares. Nesses lugares.
Isso aí é super recente, cara. E aí eu descobri que eu tenho sensibilidade a alho. E, cara, eu amo alho. Como cara, eu encho de alho arroz e a e depois de espremer o alho lá, eu lambo a colher, cara. E aí eu tava me contaminando, eu nem sabia. E eu não sei nem o que que gera isso em mim, porque eu não sei o que que isso pode. O cara, tem um estudo eh inglês, se eu não me engano. Eu eu vou chutar aqui, mas assim, não tô chutando muito fora, não. Eu acho que são 1826 participantes desse estudo. Então é um estudo grande. Uhum. Sim. Tá. Mais de 60% eh relataram que com a dieta de exclusão, tirando o que deu positivo no teste, tiveram ausência de sintomas, cara. Só que mais de 90% reportaram sintomas depois que reintroduziram o alimento. Que que isso significa? Que 30% nem sabia que tinha sintoma. Nossa. Então assim, 30% dessa turma não sabia que tinha sintoma. Quem? É, é o meu caso. Eu devo ter algum sintoma. Aí você vai descobrir. Só que assim, calma, tá? Porque a orientação vai ser: exclui da dieta por três meses, então você vai precisar fazer esse sacrifício. Depois de três meses você reintroduz. Se der sintoma, você vai ficar sabendo na hora o que é. Se não der, você continua reintroduzindo. Eu tive isso com ovo, por exemplo. Aí eu reintroduzi ovo, não me causou nenhum sintoma. Só que eu comia ovo todos os dias. Que que eu fiz? Reduzi quantidade. Cara, não tenho problema de sintoma.
Isso deu com gliadina, cevada, trigo, eh, cerveja, glúten, né? Então, assim, o primeiro alimento que eu fui reintroduzir por razões meio óbvias foi a cerveja. Foi a cerveja, né? Três meses com frigo dano fico 15 dan três meses com com dieta de restrição. Ó, qual que é o primeiro que eu vou escolher reintroduzir? Cerveja, cara. Reintroduzir a cerveja, cara. Que qual foi o sintoma? Distensão abdominal. Então assim, distensão abdominal, beleza? Consigo conviv não não me gera um problema maior. Então assim, eh, eu gosto muito de beber, mas eu bebo muito pouco, né? Eu gosto do sabor, eu gosto da experiência, mas eu bebo muito pouco, muito pouco. Então assim, ah, ah, essa semana fui tomar uma taça de vinho com a minha esposa, pronto. E de fim de semana, durante a semana zero, né? Então assim, eu me policio muito nesse sentido também, mas eh reduzir a quantidade da cerveja, não tô morrendo de vontade, não tô passando vontade. Cara, eu gosto de cervejas artesanais, cervejas eh alemãs, beia, aquela grandona, eu gosto daquelas ali, então assim, eu não me privo. Sim, né, mas eu cuido da minha saúde mesmo tempo. Você faz com, você faz com cautela, com consciência. E tem outro além desse, esse aí é o sensibilidade alimentar.
É. Aí eu fiz também o de microbiota intestina, que é outro negócio sensacional, cara. Isso aí intestino é o nosso grande regulador, né, cara? O grande regulador. E assim, a começou com as publicações falando o intestino é o segundo cérebro. Aham. Ouv isso. E aí você vem com o intestino segundo o cérebro, mas na verdade ele é um sistema endócrino, ele é um sistema regulador de tudo, né? na nossa homeostasia completa praticamente. Então, por exemplo, pô, eu eu falo o seguinte, eh, vocês têm contato com água todo dia? Todo dia. Então, todo dia você tem que contar com fungo. Uhum. Esse fungo tá sendo ingerido e inalado, ele tá no seu intestino, provavelmente ele produz micotoxina muito. Essa micotoxina é absorvida no intestino, cai no seu sistema nervoso central, pô, cai. Então assim, muita coisa de saúde mental a gente consegue regular pela intestino. Muita coisa em termos de disposição a gente regulou pela intestino. Sono você regulou pela intestino, estresse você consegue regular pelo intestino. É porque o meu tá tudo cagado. Mas literalmente assim tudo bem novidade.
Não, mas você não tem noção. É porque não dá para entender, porque é por isso que eu vou na moça lá, porque é uns nomes aleatórios, é uns nomes lactobacilos vivos lá. Aí você tá lá, cola do Aí você vai pro GPT, você se preocupa. Melhor aí eu falei, Gustavo, como que eu lei isso aqui? Falou, tem uma nutricionista que eu esqueci o nome dela, a Karina. A Karina marquei com ela e que inclusive eu vi, cara, ela é especialista em microbiota, cara. Ela é ela é maior do país. Ela é maior do país. Livro, cara. Essa mulher entende tudo. E ela quem treina os programas de pós-graduação dela. É ela quem treina os nutricionistas em caramba, você tem dois nomes importantes aí. Ela treina a assim o você tem dois nomes muito importantes nessa linha. O segmento dela são profissionais que já praticam a clínica, tá? Tá. Então é mais, né? E o segmento do outro grande nome são profissionais eh que estão no processo acadêmico. Hum. Então ela é a pessoa é a pessoa é a pessoa.
Aí marquei a consulta. Vai vai eu e a Raícia, não essa semana outra levar os exames. Por quê? Porque eu não sei se é normal, mas todos deu desregulado, praticamente tudo. E eu tenho um problema de de intestino que eu comentei com Gustavo. Não, normal, normal não é, né? Mas por outro lado, às vezes não dá nada do exame. O cara me liga e fala assim: “Pô, eu fiz todos seus exames, não deu nada”. Nossa, cara, você tá reclamando. Exato. Eu olhei de frustrado, eu olhei, não sei se eu ficava feliz ou triste vendo aquilo, falei: “Cara, agora eu vou resolver”. Mas também tô [ __ ] Não tô nem saber o tá acontecendo. Eu tenho um problema de constipação gigantesca a minha vida inteira. Minha vida inteira eu tenho problema de ir no banheiro. Assim eu faço, eu vou no banheiro duas a três vezes por semana com dificuldade. Minha vida, minha vida inteira e minha filha com dois anos de idade tem o mesmo problema, cara. O mesmo problema, cara. A minha filha, se se eu se eu te falar com dois anos de idade, ela deve ter feito o cocô de forma natural umas 10 vezes. Eu não tô mentindo. O resto é tudo com supositório.
A a Karina tem uma tem uma tem uma nutre na equipe dela só pra pediatria. É mesmo. Mas assim, até dois aninhos assim, dá para fazer o microbiota da Estela? Dá, dá. Hoje você tem uma microbiota. A microbiota já estudada, ela ela é diferente no homem, na mulher, no jovem, no idoso, na criança, na criança autista. Então, a criança com teia, por exemplo, é outra característica de microbiota, né? Então, assim, eh, eu, o adulto, por exemplo, adulto, criança, mas em tratamento quimioterápico, por exemplo, é outra microbiota. Então, o que que você consegue fazer? Ajustar a microbiota conforme o momento, conforme a idade, conforme o sexo, conforme conforme as as condições. Cara, você resolve muita coisa. fazer o da Estela. Eu vou fazer o da Estela. E ó, quando eu ajustei minha microbiota, olha que curioso, depois do meu burnout, ah, desregulou meu sistema hormonal de tal jeito que minha testosterona baixou muito, né? E, cara, com queda de testosterona você tem vários problemas, né? Teu sono fica péssima qualidade, a irritabilidade muda, a questão de concentração, tudo, tudo isso muda. Então, teu desempenho no trabalho muda, teu desempenho em casa muda, né? É, é, é, é um horror, cara. ajuste da microbiota já fez a minha testa subir ali. Você nem precisou fazer reposição, foi um ajuste do Eu fiz a reposição porque no limite que ela chegou, ela ainda não era onde eu queria deixar. Entendi, né? Então hoje eu faço tanto os cuidados com o microbiota quanto a reposição. Entendi, né? Mas eh reposição leve porque eu não tenho produção. Não tenho mais a a produção hormonal natural, né? faço uma reposição super leve ali e vai, vai quem vai, cara. Suave.
E cara, então são exames. É, e ainda ainda ensinei minha minha esposa aplicar, cara, porque uma vez eu fui aplicar em mim mesmo, deu câra. Aí você imagina a cena. Não dá não, cara. Eu eu sempre aplicava, cara. Eu sempre aplicava. O dia que deu o cá, não tem como s. Eu vou contar aqui, mas meu cunhado foi aplicar a mão jar essa semana, foi aplicar na perna. Aí aplicou e tirou. A hora que tirou caiu o negócio. Falei: “Pô, você perdeu toda essa dose. R acabou de cair R$ 600, caramba. Ai, cara! Mas mas é isso. E quais são os exames além desse? Porque, cara, eu lembro quando você mandou lá o o eu queria fazer todos”. Você falou: “Não, porque cara, você começa a olhar, você tem vontade de fazer todos”. Aí falou: “Bicho, é muita coisa para alinhar. Começa por esse, esse e esse.” Eu fiz o dois ou três, se eu não me engano. Mas isso é tudo testfudo testify. E são exames, que é exames rápidos que dá para qualquer um fazer. São sequenciamentos de DNA, a gente faz, por exemplo, e essa estratégia que você tá comentando, eu particularmente eu gosto muito que é curto, médio e longo prazo. Então, quando você faz a restrição alimentar, a percepção que você tem de de mudança é muito rápida, acontece dentro da primeira, segunda semana. Caraca. muito rápido. Eu tenho uma coletânea de cases. Eu não parei com alho ainda porque eu quero ir na moça que aí eu já faço um negócio oficial. Não vai, vai fazendo despedida. Eu não sei se eu é, vou fazer despedida. Vai fazendo a despedida.
E e quando você vai pro microbioma, você já tá falando de fechar a permeabilidade da aparelho intestinal, né? Tornar esse intestino intestino mais saudável. Isso já leva um pouquinho mais de tempo. Então você vai falar de de 90 dias, 180 dias, o que é rápido também. Esse parad rápido também. É rápido também. E e a partir dali você já começa a pensar em se modular, né? Porque qual a a questão do exame genético? Ela é o seguinte: você tem a genética que ela vai determinar a tua predisposição e você tem a epigenética, que é aquilo que de fato já existe expressão e o teu corpo já manifesta. Tem os dois lá, certo? É. Então, por exemplo, a nossa genética diz olho claro, a epigenética mostra que o olho está claro, certo? E você tem isso para suscetibilidade a doenças, predisposição a a qualquer coisa. Os dois você tem na Testfy? Tenho todos, todos, né? Então quando você faz um dedo duro no final das costas, é melhor às vezes melhor nem fazer cuidado com dedo quando você faz o exame genético, cara, quando você faz o exame genético, ele vai te dar um um roadmap pra vida, entendeu? Aqui assim você consegue ver questões de estresse oxidativo, síndrome metabólico. Cara, tem uma coisa errada com o teu metabolismo. Você vai saber exatamente que suplemento você tem que tomar, em que concentração, tá? Ó, v vamos pegar um suplemento para eu não me aprofundar muito na questão técnica, mas, por exemplo, você entra numa clínica, você não sai lá com o ômega-3? Todo mundo, todo mundo. Aí o seguinte, ômega-3 você entra com duas estratégias principais ali, que são a proteção cardiovascular, anti-inflamatório cardiovascular e eh funções cognitivas. Só que além do ômega-3, você tem o ômega-6 e eles têm que estar numa proporcionalidade certa. Se essa proporcionalidade devido à ingestão suplementar você trocar, ele se torna pró-inflamatório cardiovascular. Caraca, o tiro sai pela culatra. Exato. Então assim, a suplementação ela tem que ser consciente, ela tem que ser medida, ela tem que ser testada. Você tem que saber exatamente que tipo de suplementação você precisa e em qual concentração. Isso você só vai saber fazendo teste, fazendo exame, diagnóstico. Não tem, não tem outro caminho. Você tem que fazer. Sim, né? Aí eu vou tomar porque é bom, cara. Isso aí foi a época da vizinha da minha avó. Exato. Passa isso aqui que resolvia tudo.
E outra, a medicina já tá avançada. Eu vi esses dias um vídeo de um cara falando assim: “Cara, se você viver saudável, de forma saudável por 10 anos, pode ser que você viva muito, porque o nível do avanço tecnológico tá surreal, né, na medicina. É só você ver por isso aí o que vocês estão, que o tipo de exame que esses caras estão fazendo é um negócio muito, muito, muito, muito específicoo”. O infarto agudo do miocárdio não começou hoje, cara. Ele começou 10 anos atrás. É isso. É isso. E vocês conseguem prever, cara? A única tristeza, cara, que eu tenho é que isso aí para ir pra população mesmo, tá chegando, tá chegando, tá chegando, tá chegando. Porque é uma porque são exames caros, cara. Exames caros. São Mas assim, as metodologias elas estão melhorando, elas estão se tornando mais acessíveis e o custo de produção do exame também está diminuindo. Cara, lei básica da economia, oferta demanda. Quanto maior o volume você tem, menor o custo, mais diluído você tem. Então também esse trabalho que a gente faz de divulgar, divulgar, divulgar, quanto mais gente fizer, a gente consegue reestruturar o custeio para chegar com um preço mais competitivo, mais acessível no final. Então isso já já tá já tá se encaminhando assim. Porque, cara, você sabe um projeto que a gente tem, eu tenho, eu vou falar aqui, meus concorrentes vão copiar tudo agora. ah, um projeto in company, por exemplo, de chegar nas empresas e monitorar desempenho. Caraca, porque assim, cara, Henry Ford lá atrás, por causa do sindicato, falou o quê? Divide o dia em três. 8 horas você trabalha, 8 horas você est você você eh dorme e 8 horas você tem lazer, certo? Aqui em São Paulo é o lazer, você toca pelo trânsito. Ah, mas assim, cara, isso isso é uma coisa que veio de lá de trás, só que assim, faz sentido todo mundo trabalhar das 8 às 17 às cara, faz sentido. Todo mundo funciona de manhã do mesmo jeito, todo mundo funciona à tarde do mesmo jeito, todo mundo funciona à noite do mesmo jeito. Cara, eu tenho colaboradores lá que cuidam da área de produto que durante o dia ele passa o dia atrapalhando os outros, só que ele trabalha a madrugada inteira e entrega demais, cara. É, entrega muito. O horário dele é a madrugada, durante o dia só tumultua. E pior que assim, vai sa pessoas que são extremamente noturnas, cara. Exato.
E aí hoje a gente já a gente já não tá mais tão preso nessa questão tão sindicalizada. Você tem um pouco mais de flexibilidade aí. Então assim, não faz sentido entender como teus colaboradores de uma fábrica, você aumenta a produtividade, ele se paga, cara. Ele se paga. Ele se paga. Vou te falar uma outra coisa. Vamos lá partir pra saúde da mulher, cara. Prevenção ao câncer de colocara. Qual que é o tamanho da sinistralidade que você tem dentro das empresas por mulheres afastadas por tratamento de câncer? Fora o seguinte, você tem um tratamento que impacta a família toda, impacta os filhos, impacta marido, impacta cara, você impacta a sociedade, provavelmente ela não volta nunca mais igual. E às vezes nem volta. Exato. Exato. Aí que exame que você tem hoje para fazer? Ah, vamos fazer o preventivo que é o Papa Nicolau. Excelente exame. Fantástico. Só que quando ele dá positivo já tem problema. Já tem problema. Então o que que nós propomos, cara? faz o HPV, que é o papiloma vírus por biologia molecular, valor preditivo positivo você pega 12 anos antes da lesão, 12 anos antes. Então assim, se você consegue mapear, é, quer seja sua família, vamos começar família, mas assim, olha o sonho, se eu mapear todas as mulheres da minha empresa, eu erradico o câncer de útero ali. Caraca, velho. Então, assim, existe tecnologia para isso, existe isso que é [ __ ] Já não é uma coisa assim, ó, não é black mirror de que vai acontecer. É realidade. Mas e o mais louco é que a gente sempre foi, sempre foi manipulado ou instigado a pensar no problema. Então assim, como que eu reco a vacina? Porque já deu bo. Eu vou ter que dar vacina para poder os casos minguarem o negócio no ir. Pô, agora como foi o radico? Cara, eu olho 12 anos antes do que eu posso ter lá na frente.
Os exames tradicionais são para descobrir quando já aconteceu, para tentar pegar no começo e você ter chance de sucesso, de cura. Meu exame genético, os exames dele são anteriores ao acontecer. Meu exame genético, ele deu uma e e a minha parte clínica não preditiva, tá, que foi o exoma, ele deu ali que eu tenho degeneração macular, tá? Significa perda progressiva de visão ao longo da idade. Ao longo da idade vão começar a surgir umas manchas pretas na minha mácula e eu vou começar a perder a visão. Essas manchas vão aumentando até fechar e eu não enxergar mais nada. Quando que isso acontece em média na população? 70, 75 anos. Levei isso para mim é o tal cara que cuida de mim há décadas já. Falei assim: “Olha, fiz o meu exame”. Ela olhou para mim e falou assim: “Parabéns, você ganhou um mapeamento anual de retina”. Cara, quem faz uma pé de retina não faz, não é um exame. Eu faço todo ano. Todo ano. Por quando ela descobrir a primeira lesão, ela vai descobrir de 6 a 8 anos antes de eu enxergar a lesão, de ter sintoma. Descobrir. [ __ ] E aí ela já antecipa esse tratamento, esse cuidado. Você já não vai perder a visão. Por quê? Eu vou. Talvez você vai, só que talvez com 120 anos. 120 anos. Então eu vou levando. A demência é a mesma coisa. O que que a gente faz? busca um conjunto de informações para entrar como estratégia terap terapêutica e levar essa demência, essa evolução para 100, 120, 140 anos. Caraca, bicho. Ansiedade começar fazer exames, né? Ela tá lá, a doença tá lá. E sabe sabe qual foi a sensação quando eu abri os meus exames de preciso fazer na minha família inteira? Foi isso. Vem naquilo lá, eu falei: “Cacete, meu, porque eu tenho uma vida tão boa, tipo, eu não sou um cachê de sintoma”. Eu falei: “I eu tô tudo cagado desse jeito.” Dá vontade de fazer na família inteira. mãe, pai, irmão, sabe? Todo mundo, porque você quer começar a levar isso paraa galera que você ama de fato, porque é um negócio antecipado. E todo mundo bem, cara, produz melhor, é, a regulação hormonal é melhor. Então, assim, eh, são pessoas eh que vão ter uma questão emocional melhor, saúde mental melhor, total e assim e eu lembro, cara, eu lembro de um de um de um podcast que eu que eu assisti do Jordan Peterson, né, que ele fala assim, eh, é como se fosse uma lei da vida, né? você em algum momento da tua vida, você vai ter uma doença muito séria, muito grave, senão você alguém muito próximo de você. Então assim, quando isso acontecer, você quer ser a vítima ou quer ser a arca, caramba, né? Que é quem vai colocar a tua família para dentro, cuidar dela. Cara, hoje a gente já tá muito mais próximo de ser a arca antes do do problema acontecer. Do problema acontecer, que é isso que você falou. Caraca, eu gosto sempre fazer um paralel ansioso pr pra consulta da da Karina. É. Eu gosto sempre de fazer um paralelo entre os negócios. E aí eu tava exatamente falando sobre isso à tarde numa reunião que é o quanto a gente faz o planejamento de um negócio e o quanto que a gente faz, a gente não faz um planejamento da gente, né? Então quando você chega todo final de ano todo mundo fala: “Não, você tem um planejamento estratégico 26, não sei o quê”, tal? E a gente cria o planejamento do negócio, coloca o que os rituais que a gente vai fazer, a cultura que a gente precisa implementar, quais são os desafios que a gente vai vai traçar no meio do caminho, quais são as metas alcançáveis, cara. E se a gente não faz isso com a gente, como que o nosso negócio E aí o que você fala, né? CNP, CNPF, que você mistura o CNPJ com o CPF. E até é burrice você não tratar o CPF, né, cara? Porque não faz sentido nenhum você focar tanto no CNPJ, mas a vida vai te deixando assim. Quanto mais a gente cresce, mais gestor de pessoas é. Se a gente não gere como elas se relacionam com a saúde, a gente não consegue fazer performance. Então o que você tá falando, fazendo de incompany faz muito sentido. E dentro de um planejamento estratégico é olhar pras pras pros meus colaboradores e como que eu performo a saúde deles. Porque eu performando a saúde deles, eu tenho mais rentabilidade no meu negócio, pô. Aí, aí imagina você colocar isso dentro de um planejamento estratégico. E aí vem aquela outra máxima, né? Vem aquela outra máxima. Pô, mas e se eu invisto isso tudo e esse profissional vai embora, né? E aí vem aquela pergunta que eu eu não sei se essa frase ela é atribuída corretamente ao Richard Branson. Não sei. Eu acho que é, mas ultimamente tá difícil, tá difícil, tá difícil assegurar. na na dúvida põe Cecília Meireles em todo mundo ali. Ah, mas a a o grande problema é se você não cuidar e eles ficarem, né? Exato.
Então, se todo mundo mudar a a postura com relação ao cuidado com a saúde, colocando saúde preventiva na estratégia de medicina do trabalho, eh, todas as empresas juntas, elas elas elas se ajudam. Exat. [ __ ] mas aí você falou tudo porque medicina do trabalho a gente só contrata quando o cara tá ou ferrado quando é obrigatório, para contratar para demitir para poder fazer exame perdico. E isso além de tudo é um benefício pra empresa, mas também é um benefício pro profissional. Mas isso partir de cultura também, porque você imagina que você faz isso daqui, você proporciona isso paraos seus colaboradores e aí em algum momento aquele colabor vai colaborador vai sair. Ele tá entendendo que aquela performance é atrelada também a todas as culturas e os negócios que aquela empresa proporciona para ele, porque aí o cara vê plano de saúde, plano odontológico, de pés, total pés, enfim, vê todos esses planos. E esse é um plano de benefícios que você encaixa ali dentro. pro cara do outro lado, ele não tá te oferecendo isso. Fora o fato, quando você fala que se paga, por exemplo, o fato da preditiva ou da preventiva é você reduzir tua sinistralidade, isso reduzir o teu valor de plano de saúde ao longo do ano, porque no final das contas tua sinistralidade despencou, teu isso mexe diretamente na tua classe de bolos. Às vezes até de você fazer uma negociação mostrando esse benefício. Olha isso aqui, reduz aí. Vamos fazer uma um um então assim, o quanto já não vale a pena você pegar para dentro de uma de uma empresa, né, já colocar ali o mapeamento do teu colaborador. Tem vários níveis, tá? A gente pode falar de desde genética, mas tem vários níveis, mas é fazer um mapeamento do teu colaborador, colocar uma estratégia nutricional ali para acompanhar e esse pessoal ali, né, facilitar, né, as questões de adaptação, por exemplo, ah, você vai fazer qualquer intervenção, você tem uma adaptação absurda. Tá? Uma coisa que ninguém quer ouvir quando vai procurar ajuda médica ou ou nutricional é você ficar o quê? Dieta e exercício. É. E o que que você tem 100% de certeza que você vai ouvir? Dieta, exercício. Dieta, exercício. Mas sabe uma coisa que eu gostei assim do do processo? Claro. Eh, eu vou aproveitar toda essa mudança para já aproveitar e mudar. Mas eh não é uma coisa assim, ó, come aí de três 3 horas três estalos de brócolis e coisas do tipo. Sério? É um negócio mais científico. De fato. Eu tô indo lá para cortar coisas que me fazem mal. Tem coisas lá que apareceram vermelho na reguinha, porque é uma reguinha de verde e que não por uma informação subjetiva, né? É, é um, é uma ciência, é um exame. É porque se por subjetivo fica o quê? Tira glúen, põe glúten, tira lactose, põe lactose, tira carne de porco, põe carne de porco, tira ovo, põe ovo. Eu eu tenho uma alergia na mão que será que que me dá? E eu eu fico tentando avaliar o que que eu fiz, o que que eu comi para ter essa alergia na mão, que é uma coceira que dá aqui, que eu comecei a falar que era leite, que era glúten e tudo mais. E não é porque não deu nada, às vezes é, sabe? Então, tipo, é um negócio científico. Eu gosto de, eu sou um cara muito preto no branco, assim, eu gosto de, sabe, às vezes até cético em algumas situações. E quando eu vejo aquilo, falo: “Cara, que da hora. Isso aqui é de fato uma ciência, um exame mesmo me trazendo insightes sobre a minha vida, coisa que você nunca descobriria quanto tempo atrás foi descoberto isso?” Ah, a gente tem desde a década de 90, né? Mas a acessibilidade é porque assim, o que que muda ao longo do tempo, né? A tecnologia ela chega, só que você não tem, por exemplo, se eu for trazendo isso para um exemplo mais claro, se eu for pensar hoje em genética do esporte, a 80%, se não mais das publicações científicas com dados genética do esporte são de populações asiáticas. Caramba. Então, assim, como é que eu converto isso e trago para cá? Eu preciso ter produção de banco de dados, preciso ter produção de Então, conforme eu vou fazendo as análises, eu vou criando um banco de dados próprio de população brasileira. Fora o fato de que população brasileira, qual a característica? É tudo uma misturada. tudo. Então assim, você tem todos, acho que eu acho que se a gente fosse entender e testar no Brasil tudo funcionaria muito. É, você resolver o mundo, porque que você tem uma todo, é, tem de todos os tipos de deud, é a segunda maior cidade japonesa, é a segunda maior cidade turca, a segunda turca. China. É isso, cara. É muito legal porque a gente tá falando de um papo específico, né, relacionado à saúde, que a gente às vezes não aborda e a gente não vê em todos os momentos e a gente consegue complementar isso com o negócio. Para quem não entendeu ainda, vai se cuidar porque tá na hora, né? E do ponto de vista também e de business do Gustavo, cara, o cara tá trazendo, tá tornando acessível um negócio muito de ponta. Então aí ia falar isso e como como estratégico é você olhar para negócios, né? às vezes nichados e entender que aquilo tem uma gama de oportunidades absurda. Ou seja, e outra coisa que ele falou ali que eu acho que muito legal é a criação do ecossistema, como ele ampliou o a área de atuação com duas, três empresas, entendendo o ecossistema e a jornada. Então, tem coisa, tem coisa que se eu não der um jeito de trazer, eu não consigo comprar um fornecedor local. É isso.
Então, eu preciso buscar, né? Eu fui em 23, eu fui pra China, fiquei um mês lá, cara. Eu negociei com 154 empresas. Caraca, bicho. Eu tenho soluções para trazer. Se vocês quiserem investir, são convidados. Eh, eu tenho soluções para trazer, cara. É uma infinidade de coisa, é uma infinidade desses exames específicos assim de coisas desde coisas muito simples e que tem pouco acesso. Vamos, vamos pegar um exemplo. Jejum intermitente, tá legal, tá famoso, tá? Acabei de fazer um de 48 horas, cara. Qual que é o critério para você saber o tempo do jejum que você tem que fazer? Faço ideia. Bombaria isso aqui. Qual que é o objetivo do jejum intermitente? Não é provocar cetogên. É. Então como é que você mede? Não mede. Mede. Tem um aparelhinho que você [ __ ] o dedo, você põe lá e ele vai te dar a dosagem certinha para você saber o seguinte: agora é a hora de eu comer, porque se eu passar daqui, eu vou começar a ter dor de cabeça, vou começar a ter outras outros sintomas que já é a parte tóxica do meu jejum. Nossa. Então eu vou até o limite do que me garante saúde, mas eu não prejudico meu corpo indo além. Tá todo mundo indo no escuro. Tá todo mundo indo no escuro. Muito, muito, todo mundo indo no escuro. Então assim, esse é um dos exemplos. Outro exemplo, pô, tem uma defesa também que a manutenção de níveis de cara, um exame básico que todo mundo faz, ácido úrico. Uhum. Né? O ácido úrico, pô, ele sobe, todo mundo relaciona o ácido úrico com a gota. É, né? Mas assim, existe uma publicações que relacionam com a evolução das demências e com a antecipação das demências. Caraca. Então, qual que é o objetivo? É manter o ácido úrico baixo no sangue. Ah, você tem um monitorzinho de ácido úrico, [ __ ] Todo mundo tem monitor de glicemia, todo mundo tem monitor de pressão, cara. Então, são coisinhas simples, são coisinhas baratas. Sang me disse tudo isso, cara. Você sabe que nós tivemos a oportunidade de investir numa empresa eh que bolou um sistema, cara, ele é parecido, ele é do mesmo tamanho de um celular. E aí o que que você fazia? Você ele tem dois eletrodos de um lado, um eletrodo do outro. E aí você faz assim, ó, e segura durante 10 ou 15 minutos aqui, não me lembro. Caramba, cara. Ele media todos todos os teus, porque assim, na prática, tudo tudo tudo é elétrico, né? Quando você olha a tabela periódica que você citou lá no começo, você tem cargas, né? Então, se você conseguir uma tecnologia que mede essas cargas, você não precisa mais de agulha. Você pega o eletrodo, encosta na na tua pele, ele vai te dar esses resultados. Caraca, bicho. Por isso que por isso que é assim, olha, olha o conhecimento onde já tá. O conhecimento já existe, já falta. Você acha que falta conhecimento? Agora falta o quê? Ah, que área experimentação, porque você precisa vai trazer uma velocidade que os caras falam que se você viver 10 anos saudável, porque se você tiver cagado daqui 10 anos, aí fodeu, não tem, não tem o que fazer. Mas se você tivesse saudável daqui 10 anos, bicho, a chance de você eh viver 100, 120, 130 anos, porque, cara, olha isso aqui, olha o que já tem de tecnologia de saúde.
Ah, e outro detalhe, outro detalhe, a gente tá olhando muito pra saúde, tá vivendo mais, só que tudo que eu tenho procurado voltado à saúde mental não tem muita coisa. Hum. E assim, qual que vai ser o problema do futuro? Saúde mental. Saúde mental, né? O corpo vai a cabeça. E o seguinte, a inteligência artificial você aprendendo usar e isso aqui vai ser cada vez mais. Você viu? Vocês devem ter visto a entrevista do Musk com o Peter Diamantes. O Diamantes perguntou quando que a cirurgia robótica vai subir substituir o cirurgião. Cara, qualquer pessoa normal pensa 10, 15, 20 anos, 50. Não, 2029, 3 anos. O M falou o seguinte: “Em 3 anos não se não formem mais cirurgiões. Em três anos não vamos mais precisar deles.” Eu vi. Dá até um fun assistir essa essa. Você assistiu essa? É muito doido, cara. É desespero. E o e o E o Musk é doido. É doido, mas você duvida dele? Não duvido. Eu não duvido. Nem Ferrando. Cara, ele vai entregar isso. Ele vai entregar aquela lá. Como e como ele já cantou a bola, é capaz do chinês entregar antes. É, é verdade. É, é capaz de desenvolverem antes dele, porque hoje o robozinho da Tesla tá dançando K-pop. É. Você viu a conversa de pin com o Puttin? Não é que eles estavam tipo eles, eles se encontraram e aí eles estavam saindo de um lugar pro outro e aí a câmera pegou a linguagem, a o movimento da boca. Eles estavam falando justamente desse negócio, do quanto a evolução da medicina e a e tudo mais tá fazendo com que as pessoas vivam para caramba. É, mas vai acelerar processo de tratamento, vai acelerar processo de de recuperação de Aí um detalhe, né, do ambiente, fora saúde, mas do ambiente, a produtividade ela vai explodir, ela vai aumentar e aí a gente vai ter uma capacidade ociosa absurda. É que é o que o MK fala também, isso aí. Que que nós vamos fazer com a capacidade ociosa? Ou nós vamos ficar tudo doente da cabeça ou a gente vai ficar refém do entretenimento. Tanto que hoje eu olho pras minhas filhas, cara, eu falo o seguinte: primeiro, será que elas vão fazer uma faculdade? Eu acho que não. Segundo, cara, o sonho de qualquer pai era assim, né? Eh, engenheiro, advogado e médico. Cara, hoje eu já tenho uma vocação de pensar pra indústria do entretenimento. Total, total. Qualquer coisa voltada ao entretenimento vai ocupar essas pessoas no futuro. Nunca parei para avisar nisso. Aí eu fico, né, né, nesse racional porque Mas a gente acelera também muita produtividade. E aí é isso, o quanto que a nossa carga emocional vai aguentar também, né? Porque tem essa essa ruptura uma hora será que a gente vai saber voltar e hoje e hoje é tipo assim, ó, Monjar para poder dar performance, beleza? Você aumenta, você melhora performance física, aí você bota um remédio lá pra cabeça para poder dar mais foco, aí o outro para poder parar de dormir, aí o outro, cara, daqui a pouco você vira um robô, porque você tá com tanto remédio, tanta coisa e tentando fazer tanta performance num num negócio e que é que essas estratégias são para corrigir caminho sem saúde, né? É isso. Então, assim, são recursos, né? Mas assim, eh, o ideal é fazer do jeito certo. É, mas é muito disso, mas a galera pensa em performance primeiro.
E aí, como que eu performo? Sem sa que mais vende Lima, que é o Venvan, entendeu? Vem, eu tive uma experiência com Venvan, foi horrível. É, porque ela desligou meu módulo de análise de risco, desligou. Eu tomava decisão assim, ó. Tomava decisão numa velocidade absurda. Aí assim, eu eu conseguia fazer uma coisa que que o homem geralmente não consegue, que é ouvir duas coisas ao mesmo tempo. Cara, o Venvan, ele habilita módulos, né? Eh, ele pega as caixinhas da caixinha do nada lá e ele abre todas assim, separadinho e organizado. Só que a aciona o módulo de tomada de decisão sem análise de risco absurdo. E aí eu comecei a fazer besteira. Caraca, bicho, né? Porque você toma decisão muito rápido, muito seguro, mas quando você vê, pô, pera aí, eu analisei, não analisei risco e o risco que eu não analisei foi exatamente o que pegou. E talvez sem ele você teria analisado isso. Exato. E isso tem acontecido muito, né, em geral. E curioso que eu tive isso em 2018 e começou se falar sobre desligar o módulo de análise de risco o ano passado. Caraca, porque muita gente passando por isso. Então o ideal, esse caminho, ele é o caminho mais difícil, é, mas o mais certo e o de maior, porque assim, não adianta. A outra coisa é o seguinte, pô, você tem um recurso que fantástico, cara. A a tires hepatida, ela praticamente ela el a bariátrica acabou. A bariátrica acabou e é muito mais saudável você usar uma uma tirepatida do que ir para uma para uma cirurgia invasiva como é a a bariátrica, certo? Eh, agora a bariátrica, todos os reveses delas dela, quantos anos nós levamos para descobrir? Uhum. Entendeu? Foram 20 anos para descobrir os alguns problemas dela. Então esses aqui, a amostragem hoje, paga nova, é recente. Então assim, como é que ela vai se comportar? Exato. Quando a gente faz um uso pontual, cara, o corpo tem uma capacidade de voltar pro status original que é fantástico. Agora tem gente que vai ficar refém dela pro resto da vida. Resto da vida. Exatamente. Pro resto da vida. É igual o mezol. Me prazol. Tinha muita gente que tomava. Nossa, resolveu. Depois começaram a ver vários problemas porque a galera começava a usar para caramba.
Cara, quando o podcast é bom, 1 hora 23 já, já foi no foi bom, hein? Animal, hein? Pô, se eu tivesse no J ia ser aquela hora do Ah, vai ter que ter, vai ter que ter o dois. Vai ter que ter dois, cara. Mas cara, muito [ __ ] meu. Tô tô mexida aqui por causa dessa, desse assunto, porque realmente é um negócio que bate até uma ansiedade no sentido de, caramba, tô precisando, a mãe, ele não vai conseguir trabalhar tentando contar com menina lá para poder fazer já toma uma floxina, toma. E eu e eu tenho uma lição de casa aqui, que é uma coisa que eu vejo que você faz muito. Eh, você se observa muito, tipo, tô lei vem vance, desliguei a capacidade de análise de risco. Eu sou uma pessoa que me observa muito pouco, até porque a minha a minha a o meu lado de saúde e tudo mais, eu deixo muitas vezes em segundo plano, o que não é lógico, mas por conta do CNPJ, né? Então, a vida, corrida e tudo mais, você acaba falando: “Ah, não, beleza, depois eu dou um jeito, uma hora eu viro a chave e começo a cuidar da minha saúde”. E cara, é isso. O sinal, o corpo traz tantos sinais pra gente desde do da cor do da surina. Às vezes até eu tava vendo esses dias uma publicação sobre o formato e e o jeito que sai as suas feeses. Tudo isso são sinais como como as alergias que você tem. E cara, se você parar para analisar os antigos, eles cara observavam isso para caramba. E hoje em dia, é era o recurso que tinha. Exato. Hoje em dia a gente não olha para nada, cara. Estão vivendo no automático. Eu sou um cara que vou vou sair com essa lição de casa de me observar mais porque é isso. Todo mundo fala assim: “Ah, não sei, não sei, não sei.” Bota um teste lá que vai fazendo e resolve. Então, um potencial gigantesco também de do mercado. É isso.
E galera, sugiro fortemente, de verdade, que vocês eh como é que entra no site da da Testf? Entra no site da Testfy, lá tem os contatos. Então, assim, eh, nós trabalhamos e exclusivamente com profissionais. Uhum. Né? Exatamente. Pr para quebrar um pouco da frustração, porque você como pessoa física, se você recebe o laudo e não sabe o que fazer, te gera uma frustração em cima do valor investido. Exato. Então assim, a gente encaminha pro profissional mais próximo que tá habilitado a interpretação desses testes, porque é um teste realmente aí falando do jeito leer, é completo, cara. Tem informação demais ali, são páginas e páginas e páginas e páginas de de resultado. Então tem que ter um profissional mesmo, né? E aí entra no site da Testfy, entra no site da Testfy, já vai ter o contato ali. O nosso time já orienta o profissional mais próximo. Orienta o profissional mais próximo. Brasil inteiro. Brasil inteiro. Brasil inteiro. Então o cara tá lá na Mapá, ele quer fazer o teste, consegue fazer tranquilo. Inclusive, nós somos o único laboratório que tem a a contrato com 100% das agências do correio e o correio é uma instituição habilitada pela Anvisa para transporte de material biológico. Que legal. Então, por isso que eh é uma vantagem que nós temos, porque muitos dos outros laboratórios t dific só alcançam onde o motoboy chega, né? No nosso caso aqui, a gente alcança Brasil. Parte das coletas fiz. Eu fiz em casa. É que eu mandei em mot que era era próximo, mas se fosse em outro lugar era só mandar no correio. E eu vi que você chega com a cartinha lá. Bem legal, cara. O o processo é bem bem organizadinho.
Não terminamos, ainda tem a pergunta final para te fazer, mas eu vou agradecer aos patrocinadores. Boa. Ah, eu acho que a gente vai até 2 horas meia hoje aqui, galera. [ __ ] olha esse papo aqui de qualidade que a gente teve e tudo isso aqui, graças aos patrocinadores que acreditam no projeto, investem pra gente ter aqui esse conteúdo de forma gratuita pra internet. Então, quero começar agradecendo a SMB Store, eh, do meu parceiro Alonso, que desde 2018 tem ajudado micro e pequenos empreendedores a controlarem seu estoque, vendas e financeiro. Tudo isso com sistema acessível e fácil de usar. Quero agradecer a agência RPLAN, que oferece solução completa de marketing digital, cuidando das empresas com óleos de dono, desde a criação de anúncios, eh, gestão de sites, planejamento estratégico social, media mídia se pôx do meu parceiro Ricardo Ferrazini. Sabia que existe oportunidade de desembolsar menos que impostos através de planejamento tributário? Eles são especialistas em tributos e de crise e gestão de crise. Sem displays tá precisando vender mais, então seu negócio precisa de soluções criativas para PDVs, balcões, bandejas, displays e muito mais. Esses caras são líder aqui no mercado, cara. Eu tava vendo esses dias MC, cara, o quanto que esses caras vendem de material de PDV no Mercado Livre. É absurdo. Os caras são, você vê que tudo tem mercado, né, cara? Tudo tem mercado. Que loucura. Cross quer dar voz do seu negócio e alcançar mais pessoas. A Cross é especialista em produção audiovisual e soluções e internet, cuidando, criando podcasts, eventos e transmissões ao vivo com qualidade excepcional. Max Service, contabilidade que tem como missão a parte consultiva ao empreendedor, estando sempre próximo da gestão da empresa. Com com ecossistema completo oferece atendimento desde o simples até lucro real, mas eles têm lucro real como especialidade. Estamos junto, meus patrocinadores. Obrigado pela confiança. Você que tem eh uma empresa e tá com alguma dor, pode ter certeza que alguma dessas dores são respondidas e resolvidas por algum desses patrocinadores. São empresas sérias, empreendedores sérios à frente delas. Pode ir de olho fechado, depois volto aqui para me agradecer. Tamo junto, Gustavão.
Que aconteceu? Passou de uma hora sentada aqui, ó. O relógio dele tá falando: “Hora de levantar sentado, cara. Minha mesa lá é o botãozinho. Se eu deixar ela em pé, eu trabalho do E é e faz super diferença isso aí. Faz super diferença. Faz bem, pergunta final para te fazer. Você tá com 43? É 28. 28, né? É verdade, é realidade. 45 45, cara. 45 anos, 39, seguindo uma trajetória eh desde pessoal eh com na tua na tua família e tudo mais, estudando, construindo uma carreira legal, fazendo a transição pro empreendedorismo, construindo um negócio sólido, que é o que eu falei no começo do podcast, conhecendo tua empresa de perto como cliente, eh, um negócio super estruturado, super sólido, que você vê, você entra lá e você sente cheiro de empresa saudável ao longo prazo, sabe? Sabe? E a gente que é empreendedor e você você tem esse feeling, isso aqui é momentâneo, mas você vê que é um negócio que você tá perpetuando e tudo mais e que e você tem vida longa por conta do trabalho que vocês fazem. Mas você cristão também sabe que a gente vive aos planos de Deus. Imagina que ao piscar de olhar, ao piscar do dos seus olhos, pó, você acorda na frente de Deus, Deus fala: “Gustavão, foi massa, baita uma trajetória, missão cumprida e você todo preocupado, seus filhos pequenos, um monte de coisa para fazer. Você fala: “Meu, chegou a hora tão cedo, se eu soubesse, eu tinha feito diferente”. Mas a gente sabe que os planos dele são maiores. Se por acaso, cara, você saindo daqui, você não tenha nem oportunidade de trocar ideia com mais ninguém, se essas fossem suas últimas palavras, bicho, porque a gente tem que viver o memento humore, né? Como se a nossa vida que a gente não sabe, né? Se essa sucesso, as últimas palavras, o que que você falaria para condensar, cara? 45 anos de aprendizado, de experiência, de vida num conselho, não necessariamente paraos seus filhos, pra sua família, mas pro mundo. Que que você condensaria de de aprendizado aí?
Cara, é de aprendizado, eu acho assim, é é que quando você coloca esse memento more aqui, eu já imaginei uma desgraça acontecendo aqui na calçada. Então, madeira, madeira, cara. São 120 episódios, nunca ninguém bateu o carro, morreu na boa. Ainda bem que eu parei aqui na frente, nem atravessar a rua. Ninguém veio contar pra gente que aconteceu. Mas a cara, aprendizado, um aprendizado é o seguinte, a gente tem a preocupação de priorizar muitas coisas com base no volume de informação que a gente vai recebendo e nos na visão que a gente vai desenvolvendo ao longo da vida e ao longo das informações que a gente vai recebendo. Eh, eu me concentrei a maior parte desse tempo nessas informações, né? Eu tive um professor cara genial que ele fazia um exercício do que a gente queria ser quando crescer e o que a gente quer ser muda conforme a nossa informação. E ele fechou com a frase que era a informação transforma a sua visão. Né? E eh ele falava muito também, quanto mais informação, melhora a sua visão. Então são dois aspectos de visão diferentes.
Eh, legal, mas até concordando muito com isso e tendo perseguido isso ao longo desses últimos anos todos, hoje minha linha de pensamento é completamente diferente, cara. Hoje eu vou na linha de carta do apóstolo Paulo para os efésios, que fala o seguinte: primeiro lugar, coloca o teu Deus. Segundo lugar, você coloca a tua família. Terceiro lugar, você coloca a tua provisão, o teu trabalho, em quarto lugar, o teu ministério. Então, assim, organizar primeiro, cara, essa parte da minha relação com Deus, segundo a parte da minha relação com a minha família. Ah, porque assim, toda a alavancagem que eu tive até hoje, toda toda, eu sou, até contei para vocês, meu pai é um, é, foi tipo multinacional, ele chegava a falar para mim, foi meu primeiro grande mentor, sem dúvida nenhuma. Mas, eh, não, não é nenhum más, né? Eh, o ponto é que existe um aspecto mais conservador ali e eu casei, acho que com a única mulher que me atura 7 bilhões. É só ela, só ela, né? E assim, todas todos os momentos de alavancagem que eu tive em carreira foi ela, né? Então, foi minha família, foi minha esposa que chegou e falou o seguinte: “Vai que vai dar certo”, cara. Se não é ela colocando ali, vai que vai dar certo, que isso é um poder gigantesco que a mulher tem na vida do cara. Porque, cara, eu eu eu gosto do risco. Eu gosto do risco. Eu me ponho no risco, mas eu não ponho minha família no risco. Então, assim, é esse esse é o meu meu momento humor e é esse, cara, é eh priorizar primeiro as coisas do céu, não é? Até porque busca em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça e todas as outras coisas serão acrescentadas a partir dali, seguindo a ordem que Paulo deixou pra gente ali, é Deus, família, trabalho, trabalho e ministério, né? E dentro de família ele ainda quebra em dois, né? Ele põe esposa e depois os filhos. Então os filhos também não podem vir antes do conjug não, que é um erro, é um erro clássico. É um erro clássico. É um erro clássico, né, cara? Hoje, putz, minhas filhas são a minha alegria, cara. Me realizo nelas todos os dias, né? Eh, tudo que eu busco aqui de construir é para deixar legado, né? Então, eu já tenho essa preocupação do seguinte, cara. Pô, eu já fiz boas viagens, de onde eu saí, o que eu já comi, já tá no lucro, né? Ah, já foi espetacular. É, então assim, eu preciso deixar para elas boas experiências para que elas se alavanquem a partir do ponto que eu vou deixar aqui. É isso, né? Basicamente é isso aí.
Caraca, que podcast, hein? Foi massa, hein? Caraca, ainda terminou com chave de ouro. Chave de ouro, cara. Mais uma vez, obrigado. Baita de um episódio. Aproveita para cortar para caramba, porque eu vou tirar só três cortes, bicho. Aqui dá para tirar uns 80 cortes, cara. Dá. Aproveita bastante, porque foi um conteúdo muito rico, muito bom. Ficou muito massa esse esse episódio foi incrível. Obrigado. E você que ficou aqui até o final, muito obrigado. Aqui embaixo tem vários botões. Clica em todos para engajar. encaminha esse episódio para quem caga errado, ou muito mole ou muito duro para fazer o exame de microbiota ou quem fala merda também fala merda às vezes por cima mas é verdade meu eh cara avalia de verdad se eu tivesse que dar um conselho para vocês avalia esses exames tô falando isso sem nenhum nenhuma contrapartida, mas é porque isso é um negócio muito importante e essencial pra gente que é empreendedor muitas vezes a gente tá na correria acaba Não, não, olhando isso com atenção. Dá uma olhada eh nisso com atenção. Não sei se você tem concorrentes. Nem vou entrar aqui também para não dar a letra. Não, nenhum. Não, não, não. Então, só tem testik. E mas é isso. Façam esses exames porque faz muito sentido e [ __ ] aprendam a a com a trajetória do Gustavo. Aqui embaixo tem o @ do Gustavo para vocês seguirem ele nas redes. Tamo junto e até a próxima. Valeu, valeu.
Confira os principais insights do Episódio #145 do Além do CNPJ com Gustavo Janaudis. Uma aula sobre intraempreendedorismo, transição de carreira e por que a saúde do fundador é o maior ativo da empresa.
Introdução: O Executivo que Hackeou a Própria Biologia
Para o episódio 145, recebemos Gustavo Janaudis, fundador da Testfy e da Inside Diagnósticos. A trajetória de Gustavo é digna de filme: ele saiu do balcão de uma farmácia para se tornar CEO de uma multinacional alemã com apenas 32 anos.
Mas o sucesso cobrou seu preço. Após um burnout severo, ele pivotou sua carreira para entender como a Medicina 3.0 e o Biohacking podem não apenas salvar vidas, mas aumentar drasticamente a performance de empresários e suas equipes. Se você acha que cuidar da saúde é “perda de tempo de trabalho”, este episódio vai mudar sua visão.
1. A Mentalidade de Dono no CLT
Como alguém vira diretor de uma multinacional tão jovem? Gustavo revela que o segredo foi o intraempreendedorismo. Ele nunca vestiu a camisa da empresa; ele vestia a dele.
Ao analisar a DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) da empresa, ele identificou gargalos que ninguém via, cortou despesas não recorrentes e entregou resultados que o promoveram de Gerente de Marketing diretamente para CEO.
“Qualquer celetista, dentro de qualquer empresa, tem que ter mentalidade de dono. Eu não fazia para o meu chefe, eu fazia para mim. A minha recompensa era diretamente proporcional ao meu resultado.”
2. O Preço da Alta Performance: O Burnout
Gustavo abriu o jogo sobre os bastidores do sucesso. Durante cinco anos, ele não tirou férias enquanto transformava a filial brasileira na segunda maior do mundo. O resultado foi um colapso físico e mental que o levou a um tratamento psiquiátrico por seis meses.
Foi nesse momento de dor que ele entendeu: não existe CNPJ forte com CPF fraco.
3. Medicina 3.0: Prevenção é Lucro
Hoje, Gustavo aplica nos negócios o conceito de Medicina 3.0. Diferente da medicina tradicional (que trata a doença), a 3.0 foca em otimizar a saúde antes do problema aparecer. Ele compartilhou dados impressionantes: aos 45 anos, sua idade biológica é de 28.
Ele defende que empresários devem aplicar testes genéticos e de microbiota não só em si mesmos, mas em seus times.
“Se eu mapear todas as mulheres da minha empresa com exames preditivos, eu posso erradicar o risco de câncer de útero ali dentro. […] Um time saudável produz mais, tem regulação hormonal melhor e saúde mental blindada.”
4. O Conceito de “CNPF”
Um dos maiores insights do episódio foi a fusão de identidade entre pessoa e empresa. Gustavo e Felipe discutiram o erro de fazer um Planejamento Estratégico anual para a empresa (metas, rituais, cultura) e não fazer o mesmo para o próprio corpo.
“Todo final de ano a gente cria o planejamento do negócio. Mas se a gente não faz isso com a gente, como o negócio vai rodar? É burrice não tratar o CPF. Se você não gere como as pessoas se relacionam com a saúde, você não consegue fazer performance.”
Conclusão: O Que Você Deixaria para o Mundo?
Ao final, Gustavo refletiu sobre legado. Sua mensagem não foi sobre faturamento ou cargos, mas sobre a ordem de prioridades que aprendeu a duras penas: Deus, Família, Trabalho e Ministério.
Ele nos lembra que a verdadeira alta performance não é trabalhar 18 horas por dia até pifar, mas sim construir uma vida onde o sucesso empresarial financia a sua saúde e a da sua família.
Assista ao Episódio Completo
Quer saber quais exames Gustavo recomenda para empresários, como ele descobriu sensibilidades alimentares que roubavam sua energia e como aplicar a mentalidade de dono na sua carreira?
Clique abaixo para assistir ao EP #145 na íntegra:
