Conectar é fácil, o contato é fácil, relacionar é caro e ninguém tá a fim de
pagar esse preço. E aí o network, a gente sempre aprendeu que era sobre frequentar evento, eh, sobre trocar
cartão. E aí muita gente não tá disposta a de fato se relacionar, porque quando
você sai de Andradas, o seu maior desejo era o a ambição, o crescimento. E aí
você via que naquele momento, aquele crescimento, o ambiente que você estava
não não propiciava isso. E quando a gente busca um um espaço de ambiente, de
relacionamento, de networking, é um ambiente de crescimento, é um ambiente que tem que proporcionar esse espaço pra
gente se relacionar. E aí você enxerga lá na frente São Paulo como um espaço onde você pode crescer
para isso. E quando você volta para se relacionar com as pessoas, as pessoas não estão mais se relacionando com você, porque aí
as pessoas não têm mais interesse em você como relação, tem interesse como contato, né?
Buenas, buenas, buenas. Seja bem-vindo a mais um episódio do podcast do Alend CNPJ. Primeiro de tudo, muito obrigado por estar aqui pra gente trocar essa
ideia de empreendedorismo vida real. Aqui do meu lado, Bertotti. Bertot, mais
um, meu brother, meu parceiro. Oi. Mais um e contando. Mais um e contando. Quantos, quantos a gente já gravou, Bertos?
Ah, não sei. Já passou de 10, né? Hoje foi uns 10. Hoje,
se tivesse gravado sair uns 10 podcasts, com certeza, porque só o que rolou no bastidor, cara. Bastor
já foi coisa boa. E vai vir bastidor por aí. Vai vir bastidor por aí. Acompanha as novidades. É, Bertosa, mas era o quê?
10. Acho que foi mais. Foi mais, né? Foi mais. Caramba, passa rápido, hein, bicho? Já tá experiente, hein?
Já, já peguei cabelo branco do CNPJ. Tanto é que aqui você tem várias fases,
Bertosas. O primeiro podcast era dois Bertos. Era dois. É, agora fico um só. Agora daqui a pouco eu tô meio.
Mas é isso, galera. Hoje a pessoa que tá aqui na minha frente é uma pessoa que faz muito sentido na minha trajetória empreendedora, porque eu conheci ela bem
no comecinho da minha trajetória empreendedora, inclusive um projeto que ela liderava, foi um projeto que me
moldou bastante na minha trajetória, me trouxe muitos insightes, não vou dar spoiler aqui pra gente deixar para pr
pro pro decorrer do podcast, mas era uma pessoa que tava ali tocando aquelas aqueles projetos no qual eu fazia parte
e que aquilo, pode ter certeza absoluta, me moldou bastante. inclusive algumas coisas que eu avalio eh de decisões que
eu tomo, decisões que eu tomei, caminhos que eu segui, eu dou eh como principal
impulsionador as experiências que eu tive lá. Então, depois de tudo isso, ficamos 10, 15 anos sem nos ver, o que
nos coloca na nossa idade atual, né, que a gente tá falando assim, que a gente virou tiozão. Eh, mas que porque a gente
tinha 20 anos, cara, era 20, 20 e pouco, quos 22 anos. Agora nós estamos 36 só você
que é mais velho. Você é tiozão já. Nós dois estamos na probabilidade ainda, mas eu tô aqui na minha frente com Laí
Macedo. Muitíssimo obrigado, Laí, por aceitar bater esse papo com a gente. Eh,
é um prazer ter você aqui, porque justamente como eu falei, eh, pô, eu te conheço há muito tempo. A gente, a vida
se distanciou a gente justamente por causa da coeria, mas que, pô, tem motivo, tem coisas lá na no comecinho da
minha vida imperidora que você foi bem presente. Isso foi é muito legal. Agora esse bate-papo contigo
era tudo mato networking naquela época e era mesmo quando networking era networking
exato
é que agradeço. Tô super feliz de estar aqui. Tenho adorado a dupla gente que já era bom. Mas aí com Bruno Bertó sabe a
cereja do bolo Bertou demais o papo. Ficou muito, ficou muito massa. Obrigado. Obrigado.
É bom quem tá ouvindo aí que dê valor, dê valor.
Siga, compartilhe. Ai, cara. Ô, antes de a gente começar a falar da
onde a gente se conheceu, sem sem spoilers inicialmente, mas eu queria conhecer a Laizinha, da onde que ela
veio, onde que ela nasceu, como foi sua referência. Eu gosto de de entender inclusive suas referências assim, você
teve pai e mãe presente, como que foi essa relação? Quando você tava crescendo, você queria ser o que quando
você crescesse? Tinha essa essa essa esse desejo? Dá um overview pra gente até a vida
adulta, não a vida profissional necessariamente, mas a vida adulta. Ai, adorei essa pergunta. Essa meio
sessão de terapia. É isso aí. Eu nasci e a gente vai pôr um divã daqui a pouco. É, gente, dá muita vontade assim.
Eh, eu nasci e cresci em Andradas, no sul de Minas Gerais, na Serra da Mantiqueira, uma cidade linda, mais de
100 cachoeiras. E foi isso, só isso e tudo isso. Eu já
vivi todos esses ciclos de compreensão da minha história depois do meu período em São Paulo. Coincidentemente, até fiz
essa reflexão recente. Neste momento 50% da minha vida foi em Minas, 50 em São Paulo, porque eu saí com 18 anos. Eu tive uma
vida muito legal, uma criação muito bacana de pais super presentes. Eu sou super privilegiada, meu contexto
familiar é muito bom. Tenho irmãs que são assim super empreendedoras, realizadoras também. Então nós tivemos
dentro de casa bons exemplos. Um pai empreendedor, aventureiro, mas sabe, tá rico, tá pobre, tá rico, tá
pobre. empreendedor de verdade.
E mas tanto meu pai quanto minha mãe muito realizadores, sabe? Minha mãe
engravidou na adolescência da irmã mais velha e dali eles se empenharam assim, quero muito, quero mudar de vida, quero
fazer alguma coisa e sempre foram construtores, sabe? Eles sempre construíram coisas. E sei que muitas
vezes tem muito referencial do quê, mas sei porquê. Então acho que eles realmente embarcavam e construíam. Então
eles tiveram vários negócios e desde cedo nos colocaram para trabalhar. Então eu comecei a trabalhar muito nova e e
eles estimulavam muito, sabe? Fazam isso como educação mesmo. É educação e condição mesmo dentro de
casa, sabe? Com 10 anos vendeu o colégio de miçanga. Que legal. e sempre com muita consciência social, com muita
consciência de compartilhamento. Eles faziam sempre muito pela comunidade, assim, eram entidades assim na cidade,
porque é um dar muito grande. Então, sinto que eles viveram muito de uma forma muito orgânica também no receber
negócios que a forma deles foram fazendo e as coisas foram dando certo em
dimensões diferentes. Então, eu trabalhei desde muito cedo com eles e tudo isso foi me moldando. E veja bem,
assim, eu cresci numa cidade onde não tem indústria, não tem mercado corporativo. Eu nunca tinha visto um CEO
de parto. Eu nem sabia que acho que existia. É, eu não tinha clareza do que seria ser um show.
Mas gente, a minha Barbie era Barbie presidente. Da minha irmã, ela era veterinária. Já era um sinal. Já era um
sinal. Já tinha já tinha destido engraçado. Então, hoje eu tenho muita clareza assim
que eu não tinha clareza do que eu sonhava. Meu sonho não tinha forma. Mas ele tinha força, eu era muito ambiciosa.
Tanto é que fiz 18 anos, peguei uma mala e vim para São Paulo. Também acreditada pelos meus pais, incentivada por eles.
Por isso minha vantagem. Mas foi isso assim de acreditar de que, gente, eu quero muito, eu amo essa
cidade, mas são não dá. E onde que surgiu assim esse amor pela cidade? Você vinha com eles ou você mal conhecia? O
que que Porque assim, todo toda ação na nossa vida é a esperança de algo diferente, a esperança de uma manhã
melhor, diferente. O que que te motivava? O que que tava de pano de fundo? Porque às vezes era, ah,
eu tenho, eu tenho idade a favor, eu quero desbravar o mundo. Mas por trás de tudo isso tem aquela ambição por trás
que algo te chamava, aquele aquela aquele aquele caminho sutil, mensagem sutil do
coração, sabe? Que é a intuição, que que tava por trás? Eu acho que de um lado vem a motivação assim, o ter coisas e
sempre foi um sonho não necessariamente acumular bens, mas viajar. Eu via meu primo que tinha uma outra condição.
Poxa, ele tinha, sei lá, 15 anos, já tinha feito dois intercambos. Eu nunca tinha saído do país.
E eu queria aquilo, não porque eu queria ter o que ele tinha, mas eu queria viver aquelas coisas. É, ele voltava, ele tinha tantas
histórias, cada vez que ele voltava, ele tinha um salto social de repertório. E eu dizia: “Eu quero viajar, eu quero
poder conhecer coisas, eu queria muito”. Eu sempre tive um desejo de poder retribuir pros meus pais. Então, sonho
meio que sonhar junto mesmo assim, sabe? De tudo, tudo, tudo. Cada passo que eu dei na minha carreira, cada salto
financeiro que eu tive, nunca foi só por mim. E não só fazendo no meu eixo, assim, poder levá-los para uma viagem,
sabe, de poxa, vamos pra Europa de verdade, que país vocês querem conhecer?
Então, aquilo que parecia distante para eles e que para mim também naquele universo, conforme eu fui crescendo na
minha vida, na minha carreira, e o caminho foi sendo encurtado, eu nunca quis que esse caminho encurtado aqui
fosse distância daqui para lá. Então, sempre tive muita, fiz muita questão de projetá-los,
de honra mesmo. Sei o esforço que foi para vir para São Paulo, minha avó ajudou um pouco, meu pai, minha mãe, todo mundo foi meio coletivo assim. E aí
eu mudei para cá, eu vendia doce de leite, sabe? na faculdade, eu fazia tudo, porque eu sabia que eu queria.
Você veio para estudar? Eu vim para fazer faculdade e também tinha isso, assim, eu queria fazer relações públicas, não existia uma
pessoa na minha cidade que tivesse feito relações públicas, sabe? Eu vi no guia do estudante. Aham.
E aí, então eu vi lá e eu me identifiquei muito. Só que eu também já tinha um senso de liderança muito forte.
Eu tive uma infância de ser uma pessoa muito tímida, mas durou pouco tempo porque eu fiz uma psic uma e é uma
psicóloga lá e me me estragou. E aí eu fui representante de classe, gente, da
quarta série até o último ano de faculdade. Fui presidente de comissão de da quarta, da oitava e do terceiro da
faculdade. Caraca, e eu amei esse lugar de liderar e eu via que eu tinha uma capacidade
mobilizadora. Eu lembro quando eu estudei, eu nunca me esqueci isso, eu descobri sobre o pau Brasil na escola.
Aí eu queria o Clubinho da árvore, saí plantando pau Brasil na cidade e eu queria sair plantando para o Brasil
com todo mundo. E eu era presidente do clubinho da árvore com anos, sabe?
que é engraçado, é muito louco. Você começa, você começa a ver, é, você começa a ver um potencial de personalidade herança de
fato. E, e então hoje, e aí é curioso porque hoje eu leio como, poxa, a capacidade de
mobilização, de influência, propósito, mas na época não era só assim, gente, essa laí é desenrolada, olha lá, essa
laí no que ela toca, ela faz acontecer, ela faz, ela faz negócio acontecer. Mas é curioso, assim, vivi esses 18 anos
sendo muito feliz com Andradas, porque eu só conhecia Andradas. Quando eu mudei para São Paulo, eu tive um período de
ser muito ingrata, sabe? Quando eu mudei para cá e eu vivi ciclos com Andradas e
hoje amo Andradas. Sim. Sou uma grande embaixadora da cidade, mas quando eu mudei, às vezes negar, né, da onde veio e tal,
eu tive essa dificuldade porque quando eu cheguei parecia que eu tava perdida no tempo. As pessoas falavam sobre
coisas que eu nunca tinha visto. Todo mundo tinha já feito um intercâmbio, todo mundo, gente, todo mundo tinha eh
TV paga por assinatura, então todo mundo falava de de série que eu não sabia o que era
esse esse delta social, ele me feriu na época. Então eu, a gente andava na rua,
eu sabia identificar a árvore, identificar o passarinho pelo somar no clube da árvore.
Saia na rua, sa descalça. Aí a galera Brasil eu abraçava na Paulista. Não, mas sabe,
eu tinha uma criação simples, era um repertório muito diferente das pessoas e que eu classificava como um repertório
muito simpló e isso me incomodava profundamente porque eu sabia que existiria uma demanda de um repertório social para eu
estar nos espaços. Mas com o tempo eu fui crescendo na carreira, eu também comecei a viajar, eu também consumi o
que essas pessoas consumiam. Então essa nossa distância encortou e aí num determinado momento eu vejo o quanto
privilegiada eu sou, porque aquela essa minha turma toda cresceu aqui na na varanda do apartamento.
Exatamente. Gente, eu cresci com 10 anos na cachoeira sozinha, fazendo trilha todo final de semana. Eu cresci com uma
liberdade, eu cresci com Você foi criança de verdade, coisa que aqui em São Paulo é é mais difícil. E aí
hoje eu vejo assim a quantidade de cicatriz que eu tenho de coisas que eu brinquei, eu eu vivi muito. E aí hoje eu
resgato muito do que fui, de onde vim e espelho muito esse quando a gente fala hoje assim, ai vamos trabalhar pro
estado de presença, não gente, é só trabalhar para viver como era a vida que eu conheci, que eu fui criada.
Então eu tive esses intervalos, assim, essas minhas relações com Andradas. Mas de fato tem uma evolução no processo,
porque se você ficasse só lá também, você tinha uma vida maravilhosa, pé na
grama o tempo inteiro, né? Cabelo na cachoeira, mas e, né? Então teve de fato uma uma
perspectiva de evolução, mas é louco porque para para pensar quem tá errado, quem tá certo? Não tem
não. Mas é isso, não tem o certo e o errado tem a disposição do que ela se propôs a fazer. Exato. Para para uma
ambição como a dela tinha alinhamento no no aquele local não era um local que
você estava muito propícia a desenvolver todo o seu potencial. É exatamente igual você tá numa empresa que o cara te te
afunda ou que qualquer gestor, qualquer um que não te dá e oportunidade e lá
você não tinha essa oportunidade de crescer de fato. E pensando em São e pensando em Brasil, cara, poucos lugares são os lugares que
te dão, na verdade não existe nenhum lugar que te dá o potencial. São Paulo. Quando você pensa em negócio, você pensa em São Paulo. É surreal. Isso aqui é surreal. São
Paulo. Pensa em negócio, você pensa em São Paulo. Eu tava conversando com o meu irmão esses dias, é, semana passada a gente tava indo para um curso lá do
Thiago Conser e cara, eu 10 da noite trânsito e eu puto.
Como assim? Bandeirando, destravada 10 da noite, caramba. Aí uma hora eu falei assim, mas cara, isso que faz São Paulo
ser São Paulo? É lógico. Se não tivesse São Paulo ser São Paulo, cara. Isso aqui é a economia
pulsando, negócio acontecendo. Você 10 10 da noite você fila de
restaurante, pessoal para entrar. Isso que e na verdade é isso que faz eu me apaixonar
por São Paulo. Então não dá para reclamar do da da faca de dois gumes, né? Não, eu fui muito privilegiada e hoje eu
vivo melhor contexto que é ter tido a criação que tive dois e tá baseada, ter uma história
sustentada em São Paulo. Isso é um fato. Hoje o meu círculo social é São Paulo, Minas hoje sustenta a minha família. Mas
aí isso é muito delicado, porque eu me descolei muito dos meus amigos de infância e não por nada, mas porque é natural,
existe saltos de evoluções de evolução em ritmos muito diferentes quando você está em São Paulo, que é o lugar acho
que pulsa essa esse salto de evolução. É. E aí aqui não é uma cidade para você
sonhar pequeno, realizar pequeno. São Paulo, eu sinto que existe um platô que você pode escolher cair lá ou existe um
lugar muito poderoso que é o quando você tá lá, você sonha grande, você realiza grande, você vive grande,
que acaba sendo uma bolha, mas quando você tá lá você distancia de muita coisa. E mais uma vez, não por mal, ex,
mas acho que de uma forma muito natural. E você começa a olhar pro teu lado e o que você espera é o mesmo nível.
É. E, e aí quanto mais você se aproxima das pessoas que pensam igual, mais vocês se potencializam e mais se afasta. O
negócio vai virando um é um ciclo maluco e mais vicioso. Exato. E é o que pensando no bastidor
aqui. É no bastidor sobre o quanto às vezes distancia até de pessoas próximas. Aham.
Né? E tá tudo bem. É porque eu já me culpei por isso. Será que eu tô ficando arrogante? Será que tá
virando prepotência a minha carreira versus, né, a realidade que eu tive? Não,
isso é muito legal porque assim é muito doido quando a gente enxerga
perfis, porque você tem o perfil do empresário, você tem o perfil do executivo, você tem o perfil do CLT,
cada um com uma mentalidade. Aham. É. E aí tem um relacionamento entre, mas a perspectiva e a forma de
projetar a vida é totalmente diferente. Você como CLT, você vive numa vida
projetada por influência, por eh, na verdade política, porque dentro do CLT
você tem que ter a política, você tem que administrar, você não pode ser o melhor, você não pode ser o pior, mas
você tem que ser o mais tem que tá atrelado as pessoas certas. É, você tem que ter o que tá mais chegado ali no no tempo certo, na hora
certa. E, cara, sua perspectiva de crescimento é tipo assim, putz, a hora que eu vou construir a minha casa, eu
vou economizar para poder dar o ganho, porque eu vou conseguir ganhar, tem um teto de ganho e tá tudo. É muita
perspectiva anos que eu não fez desse jeito, cara. Então, mas é é uma perspectiva muito muito complexa. Mas e tá tudo bem você
fazer isso? Só que aí tem os julgamentos, né, do tipo, você não tá no meu clube e você não tá na minha
perspectiva, você não tá na minha linha de pensar. E aí quando você não se enxerga nesse mesmo negócio, começa a
ficar a ter a dificuldade até de conversa e de troca. Absolutamente.
É muito complexo. E olha nas posições que a gente ocupa hoje como negócio, né,
como empreendedor, desbravador, enfim, você se relacionar com alguém que é CLT,
tem a cabeça limitada de tipo, busca outro emprego, não tá dando certo, não é assim?
E é muito doido. A gente não busca emprego, a gente busca proporcionar assim, cara, coisas
melhores, mas com o nosso esforço, com coisas que a gente vai construir, não é com coisa que alguém construi e tá
proporcionando pra gente ver o som do outro, né? Você ter esses dias, eu rece, é muito difícil você contextualizar e
você viver assim trocando com essas pessoas, né? Um contraste enorme. Eu recebi um amigo da de infância na
minha casa esses dias e que um amor de pessoa, um amor de pessoa, ele e a esposa dele, só que
cabeça também eh de CLT, não que seja errado ou ou certo. Só que aí a gente
precisou para a e foi e foi um um exercício difícil de a gente conseguir engatar uma conversa. Foi quando a gente
engatou a conversa de espiritualidade e aí flui bem. Aí você fala de família, você fala de espiritualidade, aí você muda para outros tudo certo porque nosso
dia a dia é negócio. Falava e eu tentava falar assim, cara, se você precisa comprar tal coisa, não
economiza, pensa em como fazer esse dinheiro a mais. Não cabia na cabeça, não cabia.
Porque quando eu quero comprar um carro novo ou mudar de apartamento, eu não vou pensar em como economizar, eu vou pensar em como fazer esse dinheiro.
É, é muito doido. É muito essa é a nossa cabeça. Fazer o dinheiro, não
e não como economizar. como algo cabe dentro desse dinheiro. Isso é um modos operante do cérebro que
faz com que você não se conecte com as pessoas que que não que porque é um jeito é um jeito de viver diferente. Por isso que eu entendo quando você fala da
dos teus amigos de infância. E aí, voltando pra tua história, como que é eh estar em São Paulo? E daqui a
pouco eu quero eu quero me aprofundar um pouco mais nessa sua eh no seu land na chegada de São Paulo para para entender
como que foi esse processo. Mas como que é para você voltar paraa tua cidade eh
de uma forma diferente? e lidar com pessoas que podem até te julgar, isso para mim foi difícil, eh,
que você mudou, que subiu pra cabeça e tudo mais, e que, por mais que você de fato fez essa análise, fala: “Cara, não
é arrogância, eu só tô diferente porque eu tô diferente”. Como foi para você se distanciar desse julgamento? Como foi
para você lidar com essas pessoas? Teve alguma brisa assim, tipo de dificuldade? Tem
porque a gente que veio de baixo, eh, eu tava vendo um, cara, eu tava lendo um um
uma matéria, não lembro da onde foi, foi na internet, que a gente tem uma dificuldade muito maior de prosperar,
não por não não é colocando a gente numa situação de vitimismo, coisa do tipo, mas é que a gente precisa trazer, a gente precisa pagar apagar uma dívida do
passado. Por exemplo, no quando eu comecei a ganhar dinheiro, eu comecei a pagar convênio para meus pais.
Isso. Tá entendendo o que eu tô falando? Quando você, quando eu comecei a ganhar dinheiro, eu precisei dar uma amizada para eles.
E aí quando eu comparo com um amigo meu, às vezes eu tô ganhando até mais dinheiro que ele, só que ele tem muito mais que eu. Por quê? Porque eu tô, eu tô resolvendo um bo do passado,
reparando um bo passado, entendeu? E aí, cara? E, e [ __ ] e quando alguém da sua família tá doente,
às vezes vem pedir dinheiro para você e você precisa uma hora cortar isso,
porque senão você é engolido por esse atraso, por esse passado de um tio doente que vem pedir dinheiro e tudo
mais, porque senão você não anda e na hora que você cortar, você virou uma filha da [ __ ]
É, essa é real sim das pessoas que inclusive você ajudou o mundo, o mundo de julga o tempo inteiro.
Te julga para mal ou te julga para bem, te julga para bom ou te julga para ruim. Te julga para isso, para j. O julgamento do mundo nunca me afetou, mas
o julgamento das pessoas que eu cresci me afetou. Sabe para você teve esse foi difícil
cortar para você ou não? Parentaiada, amigos de infância. Não foi não. Assim para mim foi muito me
observar. Primeiro eu tinha um negócio de a primeira vez que alguém verbalizou.
Nossa, La nem nem como mais conversar com você. Agora você falar qual foi o último país que você visitou.
E poxa, pessoas que eu estudei que nunca saíram do país. Sim. Aí aquilo me feriu no primeiro momento.
Aí depois aquela pessoa especificamente, eu falei iss quer saber? Ela tá projetando em mim a falta de realização
dela, porque ela teve condição de vir para São Paulo, porque a gente veio na mesma época para São Paulo, mas ela
ligava para mim chorando todos os dias da República que ela morava e dizia que não tava aguentando São Paulo. Aí um dia
eu falei: “Cara, vai embora, vai embora, isso aqui não é, não é para você”. Então assim, a gente chegou no mesmo lugar,
que que foi que ela, onde ela recuou? Nesse dia eu lembro que eu refleti muito. Eu falei: “Na boa, ela tá
trazendo para mim um bo dela.” Isso é frustração dela, porque a gente estava lá no mesmo lugar diante de uma mesma
São Paulo e cada um escolheu fazer uma coisa com essa cidade. E aí falei: “Tá certo, deixa eu adaptar eh as minhas
conversas para esses espaços”. Então, com muita sensibilidade daquilo que eu vou trocar, dos interesses que eu vou
ter na na cidade e com muito cuidado também em relação a minha família, sabe?
Eu senti que quando eu tive esses primeiros saltos sociais, eh, quando eu lembro assim episódios da
vida que vão marcando a gente, uma vez eu recebi meus pais aqui e eu tinha acabado de voltar de viagem,
montei uma mesa linda assim com vários várias coisas que eu havia trazido e louças, gosto muito. Para mim era tipo,
olha, olha que eu tô me tornando, olha a minha casa como é legal. E eu lembro dos meus pais sentarem muitos confortáveis,
sabe? de ver uma mesa mesa com tantas louças, com mais de uma taça.
Aquilo me assim, eu lembro a aquilo me matou. Você faz com todo amor do mundo e você causa um desconforto para quem você ama.
E aí eu falei: “Calma, será que eu tô tentando trazer para eles uma realidade
que nos distancia?” Ali eu virei muito a minha chave com minha família que nunca foi sobre tipo, olha o que eu sou. É
tipo, vem conhecer o que eu tô me tornando, sabe? vem conhecer, vem viver comigo. E e aí poder proporcionar isso
para eles com o tempo, levá-los para viajar, tudo vai mudando, porque aí eles também evoluem no repertório. Mas assim,
não me incomoda. trato com muita empatia, muito bom senso de conversar com as minhas primas, de conversar com a
minha família, entender que existe uma parcela da minha família que tem hoje uma distância social grande e tá tudo
bem assim, sabe, de E eu sentei agora no Natal com as minhas primas novinhas,
falei: “Olha, eu quero falar algo para vocês e aí vocês vão decidir o que vocês vão fazer com isso ao longo da vida. Eu
tô em São Paulo há 16 anos. Eu hackei o sistema. Eu cheguei sozinha e eu fui
muito sozinha por muito tempo. Eu tenho uma casa e eu tenho uma carreira e eu tenho uma rede. Eu quero oferecer.
Vocês vão decidir o que vocês vão fazer com isso. Se uma de vocês quiser de verdade enfrentar São Paulo, pode vir
ficar na minha casa. Caramba, que legal. Pode vir acessar os meus espaços e vai honrar. Mas eu quero oferecer porque
isso teria me proporcionado um salto. Você teria feito teria feito esses 16 em
cinco. Em cinco. É. E mandei, falei, não processaram não.
OK, vou esperar. Se isso vai germinar, vai acontecer alguma coisa, não sei. Então também sinto que assim
você tem, você tá dando um give backack pra família. Legal. E sem grandes responsabilidades, assim, não quero trazer sem grandes também
expectativas. Você colocou, você, você, você, você semeou. Ex. Isso. É isso. Depende, depende da, da terra que caiu.
É, entendeu? Que também as pessoas querem, qual que é o tamanho do sonho de cada um, porque tudo bem, às vezes ali
ele sonho tão pequenininho e e tudo bem, tão feliz. Essa é a real. Tudo bem. É, mas em algum momento pode
surgir uma frustração de não sonhar grande no momento certo e aí vai sonhar grande no momento errado e não dá mais
tempo de que a vida cobra. Ou na verdade dá mais, dá tempo. Vou te falar que dá tempo. Sempre dá tempo de sonhar, sempre dá tempo de conquistar.
sempre deve ter de fazer e a gente já conhece, já trouxe histórias aqui absurdas de gente que construiu e
Gustavão mesmo. Gustavão, é isso. Empreendia desde os 20, não, mas eu acho que tem muita coisa, mas tem
oportunidades que é aquilo lá, bate uma vez na porta e aí essa daqui passou, agora vai ter uma próxima que pode não
ser a mesma coisa. Exato. É, né? Então o como você lida com essas com essas relações são muito legais. Mas
depois eu queria vai desenvolvendo aí que depois eu queria fazer uma correlação que para mim tá muito clara
entre a relação que ela criou entre família e o que é o relacionamento e o
negócio e o network que ela criou. É que tá muito muito próximo do
Então já vamos trazer para contexto. Quando você chegou, você chegou com 18 anos, começou a estudar relações públicas
e cara, eu te conheci com 20. 20. E quando e quando eu conheci quando eu te conheci com 20, você era uma uma
menina, porque 20 anos a gente era erramos meninos. Você era uma menina eh
começando uma carreira, mas cara, num lugar muito imponente, né? Por mais que você ainda tava começando naquele lugar,
mas você tava num num lugar de oportunidade, né? do lado de pessoas
extremamente relevantes, do lado de eh empresários relevantes, em do anos de uma mineira que chegou sem
sair, né? Diferença entre
para tá lá, cara, você foi muito ligeira e com certeza com mérito, sem eh
estar naquele lugar, pousar naquele lugar. Como que foi esse processo? Quando você chegou, você teve estratégia
ou foi só garra? Como que foi essa essa esses seus primeiros anos de de São Paulo? Dá um overview pra gente. E aí já
conta que lugar é esse que eu tô contando que a galera tá aqui. Que que esse conhece as pessoas? No final das contas, foi a mesma
oportunidade que ela ofereceu, ela conquistou. É, não foi? É verdade. É verdade. E passa também por
uma fala que você teve agora, que às vezes é só uma oportunidade. Uhum. E faz o que você puder com ela, que
fazer um pouquinho é é não dá. Porque eu lembro que você chegou, não tá cheio de ideia, transformando. Tava num
negócio meio paradão, lá e chegou parecia, é sério. Furacão, furacão.
Mas você você via que tinha vontade mesmo ali, né? E não é à toa. Mas me conta como você caiu ali. Nunca nunca
nunca tive a oportunidade de te perguntar. Dá um overview desses dois anos aí de São Paulo. Eu nunca gostei de ser coadivante. Eu
sempre cheguei pagando um preço para ocupar um espaço e paguei pro bem e pro mal. Mas por bem, eu acho que minha carreira vem consequência disso. Assim
que eu mudei para São Paulo, eu cheguei aqui e eu percebi no primeiro dia de
aula, eu vi que a professora reconheceu uma menina que tava sentada na minha frente e ela era a primeira que começou
a estagiar. Eu falei que pera, eu não conheço ninguém, eu vi de uma cidade onde todo mundo se conhece, eu preciso
construir laços. Eu já tive clareza, isso me ajudou muito. Falei: “Tá, qual que é meu espaço hoje?” Eu ia fazer
entrevistas e não consegui estágio. Eu falei: “Já sei, hoje é um bando de universitário maluco aqui na fiscal
libro comunicação, então tudo doido. Mas uma parcelinha vai pro mercado. Eles vão
me conhecer desde já, porque quando eles estiverem no mercado a gente já vai ter uma história. Sim, virei representante de classe de curso,
caloro, presidente da comissão estratégico, intencional. Eu fazia trabalho, cada trabalho fazia com um
grupo. Então eu rodava muito. A minha carteira, ela virou até uma brincadeira porque ela ficava no centro da sala e
era tudo intencional. Eu vou conversar, eram 52 pessoas, eu eu quero viver com as 52. Eu morava numa república que eu
enchia de gente para e eu queria me conectar. Então eu tive clareza. Então isso me ajudou muito porque hoje
eu colho frutos. Sim, hoje eu me relaciono com pessoas no mercado que eu conheci lá vestido de mascote na faculdade, mas eles me viam
agir com responsabilidade como uma presidente de comissão, prestava muita conta. Então é muito importante que a
gente sempre entenda esses movimentos aqui e agora com repercussão, né? E
outra, ser popular é uma coisa, ser popular com credibilidade é outra. Outra é
construir história diferente. É é isso. As pessoas têm que falar a mesma coisa sobre você, entendeu?
Ninguém pode ter uma história positiva, negativa, a gente põe uma balança e a negativa vence. É sobre credibilidade.
Eu tinha certeza disso. E aí nessa época chegou uma vaga de estágio que era para trabalhar com o
João Dóri que tava apresentando o aprendiz na época. Eu não havia entrado no aprendiz rpadíssimo.
E eu fui uma criança curiosa também. E gostava de show business. Eu gostava de assistir o show business. Eu achava mais. Acho que era o contato mais
próximo que eu tinha com o mercado. Aí eu falei: “Meu Deus, o João que entrevista as pessoas, o João do
aprendiz, eu quero trabalhar lá”. E eu comecei a pesquisar o leíd, eu falei: “Para, se hoje eu tô aqui catando milho
na faculdade para fazer networking, imagina trabalhar no ambiente onde tão
tá o PIB brasileiro, só existia o Leedad na época, o Lead, Fiesp, associações, Lidão e o e o futuro, né?”
Não, futuro ainda não tinha. Ah, não tinha, era só o Lídia, assim, era um negócio muito, era entidade de classe na época,
câmera de comércio, né, e Fiesp. Mas o único que tinha esse recorte de só
level, faturamento alto era o lead. 70% do PIB tava lá, né? Eu fiquei maluca na o primeiro grupo de
líderes empresariais, que é o que? Líderes empresariais. Dória tinha muito, tem ainda, né? Mas eh tinha muito
acesso, ele não era o cara político ainda, então ele era o empresário que a galera queria
estar próxima, cara. maior referência de Network. Eu fiquei maluca naquilo. Falei: “Meu Deus, eu quero trabalhar no lead”.
E a minha sala inteira se inscreveu porque o João tava no hype do aprendiz. Eu falei: “Nossa, mas assim, eu não falo
inglês, eu não fiz intercâmbio, eu vim de colégios que eu não vim desses colégios, essas pessoas estão aqui, que
que eu vou levar?” Eu fui para aquela entrevista, a única oportunidade, eu falei, vou levar minha vida, vou levar tudo.
Ah, você fala em inglês, falo, porque eu ganho pouco, minha escola não tinha, mas você sempre contratava, vai ser um salto
financeiro para mim, primeira coisa que eu vou pagar. Olha, mas aqui era lei de estágio, tava virando na época. Tem lei
de estágio, que trabalha muito, a gente faz muito evento. Ué, eu não tenho nem família em São Paulo, a minha a minha
vida vai ser o trabalho e a faculdade, eu tenho muita disponibilidade. Você conhece o Lid? Óbvio que conheço. A
menina de 20 anos, óbvio que conheço. Narrei o L, fiz o dever de casa e eu falei: “Eu quero muito essa
oportunidade, muito. Eu você é a melhor estagiária que vocês já tiveram. Era, eu só precisava de uma chance. E aí hoje
dia se alguém nossa, hoje em dia dá até um achei amor no
coração. Então você marca 35 entrevista, vem duas e as duas fal assim remoto.
É remoto, é máximo não. No final você fala assim, ó, no
final você contrata uma, aí vem pro primeiro dia e fala assim: “Não me identifiquei,
vou embora. Tchau, não aparece mais”. Tá espremendo demais o horário da academia. É, você falou que era até a seis, eu
fiquei até a sete, cara. Hoje em dia, meu entrevista do sonho, né? É capaz de tá
entrevistando uma pessoa para estágio, a pessoa fazer isso, eu coloco em si. Pronto, não é toma cadeira. Isso é tudo para
mim. Isso porque meu, achar a gente com essa disposição, cara, é impossional.
Não acho que vocês foram muito diferentes, não. É, eu se a história do Bruno não foi muito diferente disso, né? Da história
da agência. Uhum. Porque é isso, gente, a gente tinha outra história, tinha fome, né? Tinha fome. Fui pagar intercâmbio para poder
me relacionar com a agência, porque eu não tinha meio de agência, meu pai era empresário de outra coisa. No meio de
agência, ou você tinha que ir ou você não conseguia entrar. E na faculdade só
os rypado. E eu não conseguia entrar de jeito nenhum, cara. Não conseguia entrar de jeito nenhum, falar com pai, com não sei o quê, tentava ser amigo do do cara,
influente, não conseguia. Paguei intercâmbio, fui lá para Canis, peguei todos os brasileiros e conversar com
todos os brasileiros dono de agência para poder me contratar. Caraca, bicho, um preço separ. É isso.
É isso. Não sabia de história não. É, tá me contando no seu podcast história. É, tá vendo, pô. Mas é isso. Acho que é um preço. A gente
tinha esse preço, a gente tinha, era muito difícil o relacionamento, era muito, muito complexo. Por mais acesso que você
tinha ainda era muito complexo. Então você tinha oportunidades. As oportunidades você tinha que criar ou você
eh às vezes batia na sua porta, às vezes você tinha que criar de fato. Exato. Ei, talvez se você nunca tivesse feito
essa viagem, você não tivesse sentado aqui agora. Com certeza. Fez borboleta da vida. Examente. São as escolhas lá de trás
daquela da nossa molecagem. Coisa puxando no outro, vai puxando outra. responsabilidade até, né, de você achar
que tudo vai dar certo e tudo mais, que é um pouco de imprudência da da adolescência, mas que no final faz todo
sentido. É, não. E aí, aí meu D zero lá já marcado por
imprudência, mas te contratou aí me contrataram. Me contrataram. O cara vai pessar n na sala e ela
entrou. Entrou. Tinha uma vaga só. eram duas vagas e aí contrataram a mim e uma outra
menina que inclusive me escreveu recente, foi muito interessante. Ela falou, tá numa reflexão de vida e eu
vejo que talvez eu tivesse que ter feito um pouco mais do que você fez. Caramba, porque eu queria estar onde você tá agora, assim, de oportunidade, de tudo.
Por quê? De fato, eu era a pessoa que assim tava disponível para tudo o tempo
inteiro. Então, fazer um evento 7 da manhã em Barueri que ninguém queria, eu ia, só que daqui a pouco se Laissa é tão
disponível, ah, vamos levar ela para Barcelona. Então eu comecei a ser a pessoa muito pronta, disposta,
disponível. E no meu primeiro dia que eu falo de imprudência, eu cheguei, vai lá, falei: “Gente, entrei agora, o que que
eu vou fazer com isso?” Eu falou: “Olha, eu não tô entrando para ser estagiário”. Aí eu disse, diretora, ela falou: “Eu
quero sentar onde você tá, não, porque eu quero pegar seu lugar, eu acho que você é muito grande para essa cadeira. Um dia ela vai ficar pequenininha para
você e eu quero estar pronta. Eu quero ser gerente antes dos 25, diretora antes dos 30. Eu vim buscar isso sim na lata.
A minha mãe ficou surtada, falou: “Já podia ter desligado você nesse dia”. Eu falei: “Não, não ia desligar não. Fodi”.
E aí eu também dizia isso, João Dória, diz isso para todo mundo. Eu vou ser gerente antes dos 25, diretora antes dos
30 e vou pagar o preço que for. Limite rígidos, valores morais, só físico,
emocional, eu tô disposta. Eu sabia que eu ia pagar essa conta. Tinha Bernal com 24, mas eu queria pagar essa conta porque se
era o que ia me levar para um caminho diferente. Todo mundo tava lá. Uhum. que não existia plano de carreira, não existia ninguém que tinha ido de
estagiário para gerente, tampouco para diretor. E aí eu comecei uma carreira muito legal, então as coisas de fato
foram acontecendo. Eu era muito interess interesseira de um lado muito, eu tinha muitos interesses. Eu eu queria aprender
com as pessoas, eu vim. Você era muito intencional, muito, muito, muito, muito. O que eu comecei a perceber, eu queria me
aproximar do João, só que existia ali um uma um um né, níveis até ter essa
conversa mais direta com ele. Só que ele tinha uma secretária, inclusive ficava até meia-noite, porque ele tinha turno de secretário e ele ficava todo dia até
de madrugada. Ele de fato trabalha muito. Então eu percebi que se eu ficasse até de madrugada ele ia ter um
momento que nem a secretária ele ia a baria ser menor que seja assim para ajudar ele a imprimir um negócio, sabe? tira xé com
os dis para mim, cara. Olha que intencional, cara. Aí eu falava assim, eu vou ficar, eu vou embora todo dia a hora que ele for. Ah,
já virei a noite lá, obviamente. Mas eu tava lá e aí eu ia me aproximando dele,
porque era só la ali. Sim. E fui aproveitando todas as oportunidades, todas. Eu me fazia
presente, eu tinha um servir muito grande, nunca me limitei assim, ah, eu tô aqui só para fazer isso. Eu pedia coisas, ah, me deixou fazer. Foi assim
que o Lead de Futuro chegou. Quando eles criaram o LD Futuro, foi numa reunião do comitê, eu saí de lá e disse pra
diretora. Eu falei: “Tô apaixonada, esse negócio é muito legal, posso cuidar?” Fali: “Ah, não tem como eu tirar nenhum
projeto de você hoje”. Falei: “Não, não quero que tire, é mais um.” Falou: “Você não vai dar conta”.
Né? Custou quase ruim, mas deu certo, literalmente. Mas foi muito legal. Então, o que é sobre intencionalidade? E
aí eu falei: “Bom, fui crescendo ali, eh, fui efetivada muito rápido e as coisas aconteceram, mas para eu ter um
salto, eu sabia que eu precisava ser percebida como uma geradora de valor. Que que eu falei? O que que o João lê?
Ele lê quem me performa e performa com resultado. Eu preciso vender alguma coisa aqui dentro para ele ver que eu
sei vender. Só que para ele, eu fiquei no ovo a galinha ali, porque eu não chegava nesse
momento. Se ele não me desse oportunidade, ele nunca vê a minha performance. Sim. Aí tinha um evento beneficente, chamava
Natal do Bem. Era um evento que a gente eh você podia se candidatar para vender
rifa. R$ 2.000 a rifa você vendia lá para SOS e sorteava carros. Era uma
barbaridade, era muito legal. E eu falei: “Já sei, eu vou lá vender rifa e o João vai ver que eu sei vender.” E de
fato esse Natal do Bem foi um grande privilégio na minha vida. Aí eu cheguei, eu era a voluntária mais nova, me
botaram no pior quadrante e aí eu de fato consegui performar e todos os anos seguintes eu ganhei, foram 5 anos que eu
que eu ganhei como a maior vendedora do Natal. Aí no quinto ano pediram para eu ir embora porque nenhum est nenhum outro
voluntário queria mais ir. Eu vendi 75% da CFA sozinha de 30 voluntários. Car,
aí eu virei uma máquina porque o carro saía comigo, né? todo ano probabilidade. Aí as pessoas continuavam, não compra
tudo pé quente, pé quente, pé quente. Então assim, isso para dizer sempre foi
intencional. Uhum. Entendeu? Se eu tivesse seguido aquilo que a empresa me apresentou de olha Laí, você é estagiária, essa sua vaga, você
faz isso, te paga no final do mês. Certamente as coisas não teriam acontecido. Então tive uma carreira muito legal.
E aí no ano de 2017 o lead futuro já tava bem mais robusto, o João já havia ido pra política. Então, a gente já
tinha um lead que atuava numa outra configuração e o mercado também já era outro, já tinham vários outros grupos de
networking. E aí eu tinha entrado no comitê de gestão do lei de futuro, acumulava essa cadeira e falamos: “Olha,
e se a gente transformar o Lead Futuro, que é um projeto numa empresa, vamos fazer o spino-off. Propusemos ao João na
época, então, comprar o L de futuro, eu e mais 11 sócios. Caramba, 11 homens, no segredo. E aí eu e os
meninos propusemos ao João: “Olha, a gente quer comprar eh o o Lead Futuro, transformar um grupo que fomenta
empreendedoresmo eh numa jornada empreendedora. Então vamos lá. Ele
embarcou conosco, fizemos essa compra do Lead Futuro, fiquei com os Aí eu saí do lead para ser sócia e seou do Lead
Futuro. Então no dia que foi promovido a diretora, com 27 anos, eu me demiti. Caramba! Então aquilo que a Laí estava
procurando com 20 encontrou, mas eu já tinha 27, já não era mesmo a Laí, queria outra coisa. E
fui empreender com os meninos. E dali começam essa segunda etapa na minha vida, né? Quase 10 anos agora
empreendendo. Fiquei agora nos fiquei com os primeiros anos com Lead Futuro. Depois encerrei meu ciclo com o grupo e
criei a minha própria plataforma que é o Futures Now que é uma plataforma de networking para líderes da nova
economia. Então essa nada resumida é a história. Não, olha isso. Quando eu estava, você
já estava, só que tinha também eh ainda era lead. Aí eu lembro que ficou lead
futures now, meio que como um slogan e depois ficou só Futures Now ou eu tô confuso.
Não, foi um processo assim, eu eu queria criar um grupo mais humano, mais pautado em influência, de um networking mais
centrado em indivíduo e mais senior. E aí eu fiz um fórum na época, falei: “Olha, vou nomear de outra forma e não
vou usar ele de futuro”. Aí usei o Futures lembrei que era um painel que acontecia, né?
Aí depois desse a gente fez também um talk. É. E aí depois disso é que tínhamos antes o Like the Future.
Verdade. Like the Future. Verdade. É. E aí depois da também do Like the Future, você pegou Like the
Future? Car, a gente se conheceu só anos depois, né? Era dessa dessa turma aí. E aí depois eu comecei no início de 2023 eu
fiz um jantar no Museu do Ipiranga. Você foi nesse jantar com Nisanguanais? Uhum. Incrível. E foi muito legal porque eu
falei, Nisan, tô querendo falar de futuro com lideranças do presente. Eu não quero mais falar de futuro com
lideranças do futuro porque é uma aposta, a influência baixa. Eu queria falar com quem move ponteira agora. E eu
acredito muito que os nossos modelos atuais de mercado, sociedade estão obsoletos. A gente precisa reconstruir.
Eu acho que são as lideranças que vão fazer isso, mas são lideranças que pensam diferente. É. E aí Nisan generoso, embarcou nessa
comigo, falou: “É um jantar no museu do Ipiranga”. E aí o pessoal do museu abriu o museu numa segunda-feira pra gente.
Ele recém inaugurado. Animal animal. Foi muito legal. Caraca. Entramos sozinho assim no meio
do museu, visitamos as salas. Caramba, e aí um baita uma baita mesa incrível em
em U assim, né? Em U não, em redondo, quase oval, sei lá, para colocar todo mundo assim de
frente pro outro, o Nizan na ponta. Foi assim. Espetacular. Espetacular. Você viu?
É tão bom escutar quem vive. NPS tardi tardi olha como é como é importante promover
coisas boas nas pessoas, né? É verdade. É incrível. Foi incrível. E cara, eu eu tinha eu era muito da publicidade, né?
Gostava muito do de Nizan era uma referência, mas Washington de Veto, o próprio Justos eu
já tive a oportunidade de me encontrar com esses outros e nunca com o Nizan. Uniz sempre foi uma referência muito
criativa, porque grandes campanhas passaram pela mão dele. É. E o cara até hoje desenvolve estratégias
que mudam o ponteiro da da do marketing e muda o ponteiro da publicidade em
geral. Vídeo agora Volkswagen, né, mega revolucionário, foi ele que construiu todo esse na percussão de de eh na do da
Kombi, né, agora dentro do enfim. Então, cara, ele traz uma disupção muito
incrível. Quando eu quando ela colocou Nisanes, eu falei: “Cara, sou o primeiro”. E aí tem dois momentos que me
marcaram muito, né? O Nanguanais e depois como Futures now Paulo Negro também que foi um encontro no dia do meu
aniversário, minha esposa fala: “Até hoje me enche o saco, fala: “No dia do seu aniversário você filho trabalhar do que ficar com a gente”. Mas de fato
aquele falava, [ __ ] é oportunidade. Eu tava no mercado de de saúde, Paulo era
uma referência, eu não sei que absurdo. Paulo ele foi ex Tetrapacá e ex Sírio Libanês. Nesse momento ele tava no
Sírio libanês. Eh, e aí agora que ela falou, falei: “Cara, e o mais legal foi meu
aniversário”. E ele conta uma história muito incrível, eh, de como ele, aliás, olha que legal,
ele também foi intencional na hora de conquistar um emprego. Não sei se você lembra que ele parou o carro atrás do do
carro do do cara porque ele chegou atrasado na ele foi ler, ele leu o jornal e tinha uma vaga numa empresa que
ele queria na Tetrapac. E aí ele foi saiu com o carro, só que ele saiu, o cara falou, marcou, sei lá, 3 horas, ele
ia chegar 3:20. A hora que ele chegou, ele viu o carro do cara saindo da da
vaga. Ele parou atrás do carro do cara, o cara não conseguiu sair. Ele falou: “Eu sou entrevistada, mas você passou o
tempo”. Falou: “Mas se você não me entrevistar, você não vai ter outra pessoa aqui que vai conquistar essa vaga. Você não vai ter outro estagiário
desse daí”. Aí o cara: “Pô, como assim? Me explica aí”. Em 5 minutos ele conseguiu conquistar o cara e foi foi,
né? Falei assim: “Puta história.” Eu falei assim, falei: “Tá aí, tá aí o Ele gostou, ele lembra da história?”
É. Falei, tá aí o golpe. A hora que ele botou a voz, eu falei: “Pô, deixa dá licença, deixa eu falar. Tô parando meu
meu carrinho aqui atrás do Paulo Negro. Paulo Nigo, eu preciso do seu tempo. Queria encontrar contigo, não sei o quê.
Eu falei: “Putz, ali foi o foi foi meu fit ali na na hora e foi uma oportunidade, velho. A oportunidade que
eu tinha naquele momento. Viu ou não? Ele é ele é incrível. Ele é incrível. A gente teve a oportunidade agora também de estar num
outro evento com ele assim. E quem tem a oportunidade de ter um contato com o Paulo Nigro muda a
perspectiva de qualquer coisa que você tá entendendo do que a vida. Caramba, caramba. É, ele é incrível como
gestor, como e muito do que ele fala é sobre influência de pessoas, é o como ele gera as pessoas e como ele cria esse
relacionamento e essa dinâmica dentro do e aí proporcionando o negócio. Mas tomei
bastante tempo aqui, mas é isso. Acho que é muito legal essas esses pontos que ela criou ali. Esse nis, o nisan foi
é legal você e a tal a ta orgulhosa, mas é verdade porque isso é mérito, é mérito
seu, é seu filho, né? E e aí então você compra, começa a organizar essa esses encontros que o
Bertio comenta de eh Museu do Ipiranga e tudo mais já era solo ou ainda tava com os os transição, né?
Foi transição. Esse foi o primeiro que eu fiz só Futures Now. E aí depois que eu passou esse evento, porque eu já
tinha esse desejo de fazer algo maior do que eu li de futuro. Mas uma parte de mim ainda tava muito pegada assim: “Quem
eu sou sem o lead? Quem eu sou sem o lead? Será que eu sou algo?” E eu já tinha já tinha construído algo muito
forte assim de deixar de ser laí do Led para ser laí Macedo, um olhar forte paraa minha marca pessoal, mas eu tinha
muita insegurança quanto aos meus acessos. E aí o meu sócio disse lá e são 13 anos. Se você em 13 anos não
construiu nada, se em 13 anos você vai ligar pras pessoas, elas vão te atender, então de fato você não tem rede,
putou tudo. Eu falou, pronto, é isso, né? O medo não vai adiantar, você atira logo
e descobre. Exato. E aí eu assim, de fato, gente, eu vou ter que dar um salto de fé, porque se depois de 13 anos eu
ligar para as pessoas como Laí Macedo e não for suficiente, talvez eu esteja numa grande ilusão, não esteja numa
carreira. E para mim foi maravilhoso assim. E e a gente tem que estar muito atento aos
sinais, gente. O universo vem cheio de resposta quando a gente, por isso que eu falo tanto de estado de presença, porque
se a gente observa as coisas estão ali dizendo com a gente. Eu essa ligação, eu tava no Impório Fazano na varanda
falando com esse meu sócio, chorei num cantinho. Aí eu falei: “Meu, você tem razão, tem razão, eu vou criar coragem”.
É isso. Eu andei metros, fui pegar o levador, encontrei uma pessoa do mercado, falou: “Tô para te procurar”.
falou: “Tô querendo fazer uma trilha aqui toda sexta-feira, uns eventos e eu queria que você pudesse, né, trazer os
convidados e mediar. Só que tem um detalhe, eu não posso que se usa marca do Lídia, eu preciso que seja Lais
Macedo.” Eu comecei a chorar, eu abracei essa pessoa e falei: “Obrigada”.
Assim, gente, metros, metros. Aí eu liguei para ele de novo e falei: “Sério, você contratou ela?”
Meu Deus, né? Como assim, cara? Que que a pessoa mais próxima tá aí? fala para
nós. Caraca, gente, foi exatamente só que não pode ser Líd, tem que ser Lais Macedo. Aí eu
e aí eu pedi uma conversa com o João Dória e então passei ali um tempo com ele e disse: “João, né, vivi um ciclo
lindo, eu queria ali apresentar para ele quem era Laí com 33 anos, não era Laíz
de 20 que ele havia conhecido. Tivemos uma conversa super bacana, super produtiva e eu entendi que ali falei:
“Olha, encerro o meu ciclo e eu quero continuar o futures now. Eu quero começar, né? Quero continuar minha
história, mas construindo algo novo e acreditar em mim, porque eu não sei o quanto eu sou boa, eu sou boa parte de
você, né? Mas o quanto a Laí Macedo é realmente uma história, uma marca, eu me sustento, eu me banco.
Então foi assim que eu construí o Futures Now. Deixei na época a marca L de futuro, Lid assumiu outra vez. Então,
Futures Now começou do zero. E aí começou do zero com as coisas acontecendo. Um grupo que, poxa, é uma
jornada de muito aprendizado, me orgulho muito. A gente tem parcerias maravilhosas e que tudo todos os dias se valida,
assim, é desafiador, muito mais desafiador do que ter uma marca mãe que te abre a porta, que te chancela, mas
muito mais gratificante, sabe? Você não negociar os teus inegociáveis. Sim.
É muito bom. Você ter autonomia do que você quer, para onde você vai. Então, eu adoro.
E qual e hoje o projeto é o Futures Now. É, dá um overview. A gente tá falando de
Features Now. Talvez as pessoas ainda não estão entendendo o que que se trata. Talvez as pessoas nunca ouviram falar de
lead. Dá um overview o que que é o projeto que você tem, como que ele acontece. Faz um, dá um overview pra
gente. Não é nem um pit, é um overview mesmo de como funciona, quem são os membros, quantos membros tem, o que que vocês acessam, o que que isso propicia.
Dá um overview pra turma. O Futures Now, então a gente traz esse posicionamento de olhar paraa nova economia, acreditando que a nova
economia é sobre um novo pensar, é sobre um novo agir, um novo liderar, esse lugar protagonista de construção dessa
nova rota pro mercado e pra sociedade na mão desses líderes. Então a gente sustenta esse lugar de nova economia por
essa perspectiva. Boa. O nosso DNA é a colaboração. Então a gente acredita que o networking agora
ele não é aquele networking do benefício próprio do isolamento da primeira pessoa do CNPJ. É um networking pautado no CPF,
é um networking de gente pra gente. Por isso, uma curadoria levada com quem tá lá, processo seletivo e entra por
indicação, boa, mas muito pautado em colaboração, como é que a gente se ajuda, gera valor, abre portas, como é que a gente cria vínculos
reais. Então, a gente tem essa dinâmica, esse DNA colaborativo, um grupo que reúne empresários, executivos e
sucessores de diversos segmentos que compactuam desse desejo de se conectar
para colaborar, gerar valor e se desenvolver junto, chegar mais rápido realmente assim, como é que eu gero
valor pra minha vida, pros meus negócios, com pessoas que compartilham dos meus valores, acreditam nas coisas que eu acredito. E eu vejo isso é muito
poderoso, porque eles começam a fazer negócio em rede, de repente eu tô vendendo alguém que eu nunca nem comprei, mas é é um vínculo tão real com
alguém tão do bem, tão bacana que você que sabe que honra nessa relação que você tá lhe indicando, porque você sabe
que vai existir e o desejo que a pessoa cresça e prospere, né? Isso é muito bom. Então esse é o nosso DNA, um grupo
pautado em cinco pilares também, que é acesso, insites, negócios, vivências e
impacto. Então também desconstruir muito esses tradicionais ambientes de networking para gerar emoção. Tem que
ser memorável, Brut tem que contar uma história três anos depois, porque tem que ser humano, tem que ter ser intencional, afetuoso. Um grupo que não
é só de gerar conteúdo, mas é gerar insites. Então, como é que eu enriqueço o teu repertório, a tua tomada de
decisão? Como é que eu não gero conexão? Eu gero acesso. Então assim, parei. Primeira
coisa, desero do futures não proibido abrir o evento falando troca em contatos. Não é se conheçam, dialoguem,
porque não adianta, depois você manda mensagem não respondido. Você tem que construir acesso, vínculo, conexão, não
é mais nada. Verdade, que é o que se tornou um pouco do networking paulista. É. Eu falo assim, né, que o conectar é
fácil, o contato é fácil, relacionar é caro e ninguém tá a fim de pagar esse
preço, né? E aí o network a gente sempre aprendeu que era sobre frequentar
evento, eh, sobre trocar cartão, sobre mandar mensagem depois no
WhatsApp, né? E aí muita gente não tá disposta a de fato se relacionar.
E esse de verdade constrói. E aí, e aí eu queria fazer o contraponto do que você mesmo citou na sua história,
porque quando você sai de Andradas, o seu maior desejo era o a ambição, o
crescimento. E aí você via que naquele momento, aquele crescimento, o ambiente
que você estava não não propiciava isso. E quando a gente busca um um espaço de
ambiente, de relacionamento, de networking, é um ambiente de crescimento. É um ambiente que tem que
proporcionar esse espaço pra gente se relacionar e pra gente crescer. E aí você enxerga lá na frente São Paulo como
um espaço onde você pode crescer para isso. E quando você volta para se relacionar com as pessoas, as pessoas não estão
mais se relacionando com você, porque aí as pessoas não têm mais interesse em você como relação, tem interesse como
contato. Aham. né? Então é muito complexo o que é o networking hoje e
como a gente vive e sobrevive nesse networking. É, você precisa, você precisa quebrar algumas barreiras para se tornar alguém
relevante. Só que aí quando você se torna alguém relevante, um monte de chupacabra cola em você
querendo chupinhar os seus acessos. E aí você fica numa segunda rodada de
quem são os verdadeiros. É exato. Porque hoje a a Laí Macedo lá do comecinho você tinha que ficar fazendo
um baito esforço para se relacionar. Hoje você não precisa você já tem um nome construído. Mas vixe, o que vem de
gente chupinhando contato, cara, pelo amor de Deus, mas diante dessa relação de as pessoas
serem mais intencionais no contato e menos no relacionamento, como você
consegue administrar? Porque independente se faz curadoria ou não, a gente entende, a gente tem todos têm um
um ambiente, um grupo de de network e e conexões, mas quando você tá nesse
ambiente, você tem, por mais que você faça um filtro, você cria ali uma
curadoria, entram diversos tipos e perfis e a maioria deles estão interessado em gerar
ROI. Eu preciso ter o retorno. E o retorno não necessariamente é aquele retorno que a Laí enxergava no lead, que
era eu preciso ampliar a minha zona de o meu contato e as minhas relações para que eu possa ser vista e as pessoas
terem o relacionamento comigo. Não eu intencionalmente criar um contato, um ponto de contato e trocar ali o o o
contato. Então, como você consegue hoje administrar essas pessoas e se e criar
relações ao invés de criar pontos de contato? Isso é um desafio enorme. E o que eu tô
descobrindo é quase assim caminhar de mãos dadas, porque o network é um movimento ansioso.
A pessoa sentou naquela mesa, eu aqui, ó, hoje eu preciso bater meta, eu tô na
tua frente, um possível cliente. Bora lá. Uhum. É aquele pensamento de curto prazo, ansioso.
Caramba, forte forte que você falou. Você traduzir um negócio que eu sempre pensei, mas nunca tinha traduzido. O
networking é um relacionamento ansioso. É um relacionamento ansioso. Quando você vi uma pessoa e você você vê que você
pode extrair valor dali, a sua cabeça só fica aqui, ó. Como que eu abordo? Como que eu abordo? Como que eu abordo? Como que eu faço? Como que eu faço? Aí no
final é uma, aí entra um puxa-saquismo desmedido. Aham. Que aí você fala: “Nossa, [ __ ] acabou o
tablet aí. Acabou. Eh, um puxa-saquismo desmedido. E eu falei ainda da [ __ ] da
bateria. Um puxar aquismo desmedido, entra umas coisas assim que você fala: “Cara, e a pior coisa para você se
relacionar com alguém é puxar saco.” Nossa, porque todo mundo sabe quando é verdadeiro. Exatamente, cara. Então, sabe, mas as
pessoas ainda estão muito frias e pouco intencionais no sentido de
intencionalidade eh boa, porque você tá com intencionalidade, não é que seja ruim
vender, mas a intencionalidade é muito muito fria, muito sem intimidade, sem
criar laços. Uhum. E como você filtra? Essa essa é esse é um desafio assim, como que você consegue
administrar esse clube aí, esse grupo para que ele não seja simplesmente relacional ou
ponto de contato ponto de contato e seja relacional. É. Não. E é doido porque parece que existe uma resposta, porque eu faço isso há 16
anos e ainda assim é um processo contínuo. A gente esperava que você desse a resposta, gente, porque do outro lado tem um
negócio muito doido que chama humano, ser humano, pessoas. E elas são muito imprevisíveis.
Por quê? A gente faz uma seleção, vocês sabem bem, mas aí do nada vem aquele ego, vem a vaidade, vem a expectativa, vem a
pessoa que acabou de perder o maior contrato, que ela inclusive comprou seu membership contando e ela quer reduzir
isso aqui. Então tem muitas variáveis e a gente tem que driblar para manter as pessoas no nosso DNA, na nossa rota.
Então como é que você senta numa mesa, vê valor naquela pessoa, mas antes de querer tirar algo do networking, nesse
movimento ansioso, você gera valor? como é que tem uma escutativa, como é que tem um processo de diálogo, de troca. Então,
hoje a gente trabalha muito forte no futures now, desde um onboarding até uma jornada. Tudo eu faço NPS, então eu a
gente tem um ponto, eles têm sempre ponto de contato semanal com o grupo. Então eu tenho eventos proprietários, tenho business
match, tenho eh encontros fixos. Então toda semana eles vão ter, tipo, agora tá acontecendo um encontro online,
então tem várias pessoas, grupos de cinco pessoas numa sala. E aí o que eu começo a construir, por exemplo, eh,
agora eu não estou e não preciso estar, mas eu tenho os meus aliados ali, eu tenho os anfitriões do grupo que são
preparados por mim, pelo meu time, eh, para que, qual o seu objetivo? Equilíbrio de diálogo, geração de valor,
driblar a pessoa que tá ali tentando se promover. E o que eu faço amanhã, né? e
meu time a gente fala com quem participou para saber se ia ser assim anfitrião conseguiu medir isso e caso
não, e isso acontece com frequência, ah, foi ótimo. Nossa, mas fulano falou mais que todo mundo, tentou vender, nome
fulano, espaço seguro, nomeia fulano. E a gente tem trabalhado esse lugar sempre pro membro trazer quem é a pessoa que
desequilibra, destoa. Da mesma forma que quando ele enfatiza um nome, poxa, essa pessoa gera muito valor. A gente celebra
a geração de valor publicamente no grupo. A gente promove quem gera valor para um anfitrião, mas a gente trabalha pro membro nesse
lugar seguro para que ele dê nome, para comportamentos, eventualmente pessoas que desto do nosso propósito
colaborativo, gerador de de de valor mesmo pro membro. Então é super delicado, é um processo contínuo, é
aquele membro que você tem que chamar, que aquele desconforto de dizer: “Olha, você não tá, poxa, tá vendo que a pessoa
não tá te respondendo no WhatsApp? Vamos conversar. Você vê que não tá rolando, você manda a pessoa, né? É. E aí é pegar
pela mão, é desconfortável, porque a gente só lida com pessoas que t muito ego, né? Não, o meu comportamento é o melhor,
como não, né? Aquela leitura, não vai me ensinar a fazer network no meu pé. Se eu tô pagando para estar aqui, é
porque eu sei fazer network. Então é muito sutil a gente não ter ruído. Nossa, o nosso produto é humano, então
você ter ali um ruído e um ruído que escala é muito grande. Então hoje é um olhar muito atento pra
jornada e um olhar de mãos dadas realmente assim, caminhar com o membro, entessa escutativa num contexto seguro.
Vocês já excluíram membro? Já. Como que foi? Vocês excluíram membro devolvendo dinheiro? É, já
é devolvi dinheiro. Tô num processo desse. Devolvi dinheiro. É, já fez isso três vezes e assim, eu nem
tinha É verdador. Nossa Senhora. É, você já descu lá. A gente fez isso lá. É, eu tô precisando fazer isso aí. Tô
desde novembro para fazer isso. Tô prorrogando. E sabe o que é doido? Porque duas vezes
a pessoa sabe que ela tá a pessoa sabia. Sabia, sabe. Ela sabe que ela tá pisando na bola. Porque eu fiquei com medo. Uma vez
eu falei assim: “Nossa, a pessoa vai pedir assim: “Cadê o estatuto então que sustenta que meu comportamento tá errado?” E não existe clareza ali. Você
não pode se comportar assim, falar isso para o amiguinho. Mas não precisa chegar lá. A pessoa sabe que ela
pessoa sabe que ela não tá sendo bola, sabe que ela tá descolada do grupo. E aí isso é curioso também de
comunidade. É meio que um meio, não é um sistema vivo. Ele se retroalimenta.
Então quem também não pertence e é isso. Às vezes alguém fala: “Quero sair, pô,
eu quero fazer negócio.” A gente senta na mesa, as pessoas querem se conhecer. Ninguém vai lá e fala de negócio direto. Não vai falar de negócio direto. As
pessoas vão se conhecer ainda. Ah, mas o negócio é devagar para sair aqui. É devagar. E mais para isso tem o grupo A,
que é rodada de negócios, só que você se limita à aquela mesa, porque se você cria um vínculo com alguém ali no grupo,
bacana, é a pessoa que tá te vendendo quando você não tá na mesa. Exato. E de fato acontece. E aí eu queria fazer algumas perguntas
também, depois já engatar no próximo negócio que eu acho que é legal a gente comentar, mas uma das perguntas que mais
me intriga é do tipo como quebrar a patatinha que sempre vai no seu evento e sempre fica junto e você nunca consegue
colocar gente nova. É sempre aquela patota, sempre. Gente, isso é muito bem desafiador.
Clube do bolinha, o clube do bolinha. Você sempre primeira coisa que você pumba lá, os primeiros, aqueles mesmos e são os mais populares, são os que mais
movimentam o lugar, são os que fazem mais. O mais engraçado é que você o problema e aí é que todo mundo chega e
fala assim: “Ah, mas vai aquele sempre, aquelas sempre mesas pessoas, aquelas mesmas pessoas vão sempre.
Não tem gente nova porque eles são arroz de festa. R de festa tá em tudo, tá ali, é o primeiro a
se inscrever, é o primeiro a se habilitar, tá? Nossa, você sabe que um dos encontros que a gente foi, eu falei exatamente
isso, né? Foi nos encontros que eu tava com com exatamente esse problema. Falei: “Gente, e eu entendo que tá todo mundo muito
animado, mas vocês não podem vir em todos vocês que não”. Aí você vai falar
pro cara, falei um manual aqui, mas você não pode vir em todos. Uma das uma das que eu falei o
Bal tava junto. Eu falei gente, vocês podem vir todos porque senão a gente tem queicar.
Vocês não tem vida, gente. Cadê a janta de vocês na academia hoje? Um bit tênis. Não é um desafio.
Mas é aquele negócio de tiraria todo, todo o custo, né? É, paguei, eu vou, eu vou chegar antes, vou
chegar depois. Então tem valete, incluso eu vou de carro e vou vou comer e vou beber. Tem um, tem gente que é assim,
sim. Que é o Roy só para comer bebê? Tem. Não tem.
Tem um monte de monte de figuras, cara. No meio desse negócio tem um monte de figuras. É engraçado que a gente tá falando e materializando.
A pessoa tá vindo aqui, ó. Tá aqui, ó. Ah, tá. Esse sim. Esse é esse cara que quando você tem que
pagar comida, o cara vai embora. Aí você fala assim: “Por qu não? Não, tá tudo certo. Já aproveitei, já fiz.”
É, é muito. Nossa, é verde. A gente tá materializando as pessoas aqui. É. E como que você trata, Patotinha? Eh,
isso paraa gente é um desafio porque o grupo, já que ele é um legado do L Futuro, eu tenho membros que tão comigo
há 13 anos. Caraca, bicho, que legal. 13 anos. Isso é incrível, mas isso traz
um lugar de muita zona de conforto de E aí é doido porque essa pessoa bota no NPS assim: “Ah, eu quero gente nova
no grupo”. Aí entra, mas ele chega no evento, ele quer encontrar os amigos que ele já conhece. E eu também trago muito
uma conversa para as pessoas. Muitas vezes eu me envolvo de dizer: “O grupo tá ficando caro, porque é mais barato
sair para jantar com a mesma galera de sempre do que pagar meu grupo.” Isso é uma coisa que eu acho que as pessoas é,
elas sempre avaliam em algum momento. Aconteceu isso lá no naquele que a gente tava.
Eu vi isso de pessoas de lá, falou: “Pô, sempre as mesmas pessoas, mas só se a gente se juntar e sair para jantar”.
Então esse desafio assim tem que é oxigenar, é organismo vivo. Então trazer sempre gente nova e trazer não basta,
porque a gente precisa fazer algo com quem já tá. É desde realmente um senso de responsabilidade e reconhecimento. Isso
eu faço muito. Chega alguém novo e fala: “Não, esse aqui dono da casa. Aqui se você tiver com ele, você conhece todo
mundo. E a gente pluga muito, a gente cuida muito os bares, tipo os caras amigos, né? Como
você faz? Padrinho é quebrar as rodinhas assim. A gente até usa, um, tem uns bottom às vezes que usa no evento, tem um que chama sou de casa
e que é e um Cheguei agora. Então isso me ajuda. Então a gente pega essas pessoas, tipo, só que aquela pessoa que
assim, não, ô Laí, eu só quero reencontrar a turma hoje e aí você fala: “Não, cara, aqui não é o lugar para
reencontrar a turma. Não, não. Olha, olha quem tá falando naquele palco e vocês estão conversando aqui de uma
amenidade. Você tá acabando com o meu evento. É muito difícil assim isso. Evento
recente. Ai la meu dia for horrível é só eh conversa em dia com a turma. Olha
quem tá falando no palco. Olha a qualidade dessa troca. Olha a quantidade de membro novo. Você não vai botar no meu NPS alguma coisa diferente então? E
aí botou no NPS. Faltou tempo para network. Não faltou. O evento chamava
Talks. Sabe que tem palestra, a gente tem um período para network, mas ele é um evento explícito que vai ter conteúdo
além de network e a pessoa fala a palestra inteira, a experiência é ruim
de quem acabou de chegar. Então assim, é efeito dominó no final das contas, mas hoje o que eu tento trabalhar muito
forte, pegar essas pessoas com mais tempo de casa e col e sugerir, né, de
recebam, acolhamoderal padrinho e quando é jantar, quando é um lugar mais formal, eu marco o lugar
e aí eu quebro mesmo, assim, quebro mesmo. Você é igual professora, você divide a conversa,
é os menorzinhos na frente. É. E aí eu marco o lugar e marco o lugar de forma
muito proposital, separando todas as panelinhas. Aquela pessoa que eu sei que disperce, eu ponho ela na cara do palestrante para ela ter vergonha de
falar. E aí, porque no final das contas a gente tem que ter ler muito o perfil do nosso membro. A gente pode
automatizar o que for, a gente pode ter a tecnologia que for, mas existe um lugar que ai não vai chegar lá, a
tecnologia não vai chegar, que a gente lê o membro. É. E e aí e é doido, gente, porque aquele membro acabou de separar,
ele tá carente, ele não quer aquela palestra que fala com o negócio dele, pode mudar o jogo,
mas hoje não tá nem aí. Ele tá carente, ele acabou de sair de casa, ele está carente, ele quer encontrar pessoas que
o conhecem de quem ele era. Ponto. E ele vai fazer isso no teu ambiente. Então é uma leitura muito sutil. É aquele
momento que você fala que precisa ter alguém de fato conhecendo membro para organizar isso aí. Cara, é muito
complexo gerir comunidade porque se você tem um ch muito alou um ch muito alto,
você fala que você tem um ch muito alto e esse é um problema. Se você tem um ch baixo, você tem gente junto por muito
tempo e você não consegue arejar a base, cara. Então qual que é a métrica de
sucesso de um de um ecossistema? Isso é muito complexo. Pr comunidade um turnto,
mas nem muito baixo. Eu acho que o chur tem que ser intencional do tipo, você quer já sua
base? Dá o turn em quem você quer e conquiste quem você quer deixar, porque a base tem que fazer isso rodar.
É, é, é assim. E ter uma curadoria forte, porque senão dispersa. É, se você quer só monetizar e aí uma
uma ser uma fonte de receita, uma geradora, tipo, tem vários ecossistemas que são geradores de receita poderosa,
para você arejar esse ecossistema, você individualiza e meio que franquia. Então
você vai ser um franqueado, você vai dissipar agora, você vai criar grupo, você o outro vai criar outro grupo, o
outro vai criar outro grupo, que senão você não consegue arejar a base, porque se vocês frequentam sempre os mesmos lugares, as mesmas políticas, vocês
estão sempre no no mesmo das mesmas pessoas. E aí por isso que inteligentemente tem
um um das comunidades, eu gosto de ver muito modelo de negócio entender isso porque eh enfim, é o que a gente faz.
Então ele elas conseguiram entender que esses embaixadores, né, porque no final
das contas eles viram embaixadores, só que viram detratores do seu negócio, porque se eles estão no evento e eles
estão sempre no evento, as pessoas vão enxergar, falar assim: “Caraca, não tem ninguém mais, só esses caras”. Então eles são os embaixadores, mas são
detratores. Então o que que eles fizeram? trouxeram esses embaixadores como embaixadores. Então vocês vão criar
uma nova, um novo ponto de comunidade e aí vocês marcam os encontros, vocês
fazem o relacionamento e a gente apoia para isso dar robustez em eventos
maiores, eventos que concilia tudo isso, mas você vai ser o gerador de capital social aí dentro do seu negócio.
Legal, legal [ __ ] assim, baita sacada, né? E a coisas são coisas que a gente
começa a pensar e falar assim: “Tem oportunidade ali, mas e aí qual que é a métrica que eu olho? Vou um turn muito
alto tá ruim, não sei. Um turn muito baixo da gente de 13 anos tá bom? também
não sei. Então é é muito complexo isso, mas você analisando essa perspectiva e você
entendendo o seu o pessoal que você que tava lá, o seu tipo de acesso e o seu
relacionamento, tem um perfil ali que você já não você não conseguia entrar numa comunidade.
Tem perfis que a gente eles não são de comunidades de network, mas você entendeu que tinha um business
de uma outro tipo de comunidade que essas pessoas podiam fazer parte. Esse business é top. Só, só, só uma
dúvida final. Quantas pessoas tem no, no feit? A gente tem quase 200 membros em três jornadas. Isso também é importante,
fracionar em jornada pessoas. É, mas aí o que que a gente fez? Você tem, eu tenho um produto de entrada que é uma
jornada mais padrão, tá? óbvio, acessa todo o nosso ecossistema com todos os nossos pilares
e valores, mas com o meu time. E aí algo também que existe na comunidade, vocês sabem, é uma dependência de nós líderes.
Então hoje eu me envolvo nas conexões só a partir de um plano específico, do segundo para cima. É,
são três. São três. Então, só a partir desse plano, a gente tem grupo de WhatsApp com membro no qual eu tô tô junto, os outros não têm esse
atendimento customizado, entre várias outras entregas, mas é quando eu trago a minha rede realmente para servir o
membro, eu faço muitas pontes, eu articulo conexões fora do ecossistema. Sim. Para criar desde óbvio, diferenciação de
valor, mas também para conseguir dimensionar a expectativa em relação a mim e a minha liderança. Que você é uma
entrega de certa forma. Não adianta assim, eu já tentei tudo para não ser uma entrega. Não, mas não tem como. Não tem como.
É o founder led growth, led marketing ou led alguma coisa que você quiser chamar. Então isso é muito difícil.
200 pessoas também difícil de iniciar. Complexo. Ah, é? E e pessoas com expectativas
são pessoas, né? Pagaram para poder tirar a Roy. E aí? E aí a gente tem então esse novo
modelo de negócio. Sacada genial. Sacada muito boa. Dá um overview pra gente que que é isso aí.
Genial e genioso. Genial. E generosas. E generosas.
Gente, começa que eu sou casamenteira no Eu sou conectora em todas as caixinhas da vida e eu tenho muitos
afiliados já de casament porque eu sempre fui uma pessoa que do nada assim ah, fulano combina com ciclo, aí eu faço
um grupo de WhatsApp que chama se conheçam e saia. É mesmo que eu acho. Ó, vocês dois são de solteiros. Ai, se conheçam.
Da hora. Já deu, já deu. Coisa boa. E imagina a menina que eu dividia República aqui em São Paulo, casado com
meu primo hoje. Então assim, o negócio tá ajeitado. E aí eu encontrei
um amigo recente, seou de uma empresa super bacana e ele falou: “Poxe, lá eu acabei de separar e tô perdido porque eu
não vou entrar num aplicativo, meus funcionários estão lá, não posso me expor nem tem tempo.
Eu não vou a um bar, não vou numa balada, só que eu quero conhecer alguém. Eu quero conhecer alguém bacana, quero
repertório social, intelectual, quero alguém interessante. Só que minha irmã disse que eu só vou conhecer uma
pessoa assim, apresentado por alguém que seja assim, alguém que tem esse século. Eu falou: “Tô achando que você vai me
ajudar”. Eu falei: “Ah, aqui, ó, já baixei meu mail de solteiras e falei: “Pera aí”. Eu falei: “Vou fazer um
grupo”. E aí pensei algumas pessoas, né? E já fui bem prático assim, tá? Ó, eh, você faz porte, né? Você gosta de
natureza, você se já tiver filho, tem problema? Já baixei o meu relatório aqui e já também fui eliminando as pessoas.
É que eu falei e aí ele não, não quero que tenha filho porque não tem, não quero que tenha. Beleza, então já vamos alinhar. Ninguém mais tem tempo para
perder, né? Ai detesto cigarro, a pessoa fume. Não vai parar e você não tolera. Por que que vai insistir? Ode
autoestimação e dorme com o cachorro na cama, vai dar errado. E eu falei: “Tá bom, eu vou pensar numas pessoas”. E
depois eu falei, gente, na realidade eu tô escutando uma coisa o tempo inteiro que é: “Ai, tá difícil arrumar alguém,
tá difícil arrumar alguém”. Mas se tá todo mundo falando isso, como essas pessoas não estão se encontrando?
Verdade. Porque eu tô vendo muita gente interessante, solteira. Passa aí na na mailha de vocês, vocês vão pensar num
amigo, numa amiga, nossa, como é que aquela pessoa tá solteira? Tem tantos atributos, né, para compor
uma relação valiosa, como é que aquela pessoa tá solteira? E comecei a ver esse fenômeno. Não, não é possível. As
pessoas só não estão se encontrando. E eu trato de uma forma muito sutil para
que no meu grupo nunca exista nenhum tipo de paquera, nenhum tipo de no
futures now. Não, detesto isso aí mata uma comunidade. A gente, eu já fiquei sabendo de uma que deu merda, mas depois
a gente conta nos bastidores. E dá merda. Dá merda. Dá uma merda grande. Virou um problema institucional. Caraca.
Mas por que vira? Bruno é membro do meu grupo. Faço um evento à noite com bebida. A esposa do Bruno, tá OK, que
ele tá no meu evento, confia em mim. E aí chega, começa um boato de alguma história e ela escuta esse recorte da
minha comunidade. É, já era a força que ela dava para ele estar aqui por ser um espaço de desenvolvimento diminui. E e o que existe dentro de casa
é um apoio enorme ou uma ausência dele. É isso. Então não pode existir isso. Assim, nós somos muito parceiro suit, a gente
compactou em todos os valores, a gente já teve conversa sobre isso, não somos um espaço para isso. É uma um
evento de business, um evento de business e a gente não vai estoar disso. Isso é super importante. É isso aí. E eu falei, bom, não quero
que exista paquera no futures now. Tem uma um espaço para acontecer se a gente não tiver controle, né? Porque tem gente
solteira muito. Então pera aí. Aí o dó bebida todo evento tem bebida. Então então vou fazer
uma coisa totalmente paralela. Até mandei mensagem para uma amigo, falei assim para essa sua casa que eu tenho espaço? Falei: “Posso levar uma turma
aí, umas oito pessoas, uns quatro homens, quatro mulheres, tomar um vinho para se conhecer”. E aí eu fiz um post, gente, eu tô vendo
muita gente solteira. contei essa história. Eh, tem alguém solteiro que quer conhecer pessoas interessantes e eu
não tenho um Instagram com muito alcance e daqui a pouco eu pego o meu celular mais de 50 directs.
Caraca, pego o meu celular mais de 300. Nossa. Aí eu falei, gente, saiu de controle,
virou, virou um business. É, eu l saiu do controle, eu vou fazer um um Google Forms. Quem realmente tiver
interessado, preenche aqui centenas de preenchimentos e um questionário assim,
quais valores te definem? Qual a tua relação com? Aquele meu questionário bem específico, mas faz esporte, não faz?
Qual o teu grau de realização com a tua carreira? Caramba, que você botar uma pessoa frustrada com uma pessoa que tá
no auge também não vai virar uma mentoria, não vai virar um relacionamento. Aí fiz um questionário da fonte minha
própria cabeça e aí falei: “Vamos ver”. E as pessoas preencheram
ali. Eu li, hora que eu vi as pessoas que estavam lá, eu desacreditava. Eu sabe lia o nome, sobrenome, falava: “Ah,
capaz que ela”. Eu clicava no link do LinkedIn que pedi LinkedIn. É. E aí chamei o que que eu falei? Tá.
Que que essas pessoas querem? Abre aí. Que que são? Gente,
fofoca, fofoca, fofoca, fofoca. Eu tô muito a Sônia Abrão do mundo corporativo,
meu irmão. Assim explode aquele aquele banco de dados que não pode vazar nada. E
olha, você falou uma coisa muito importante. Que que é a primeira coisa que eu tinha que entregar? Sigilo. Sigilo. Confiança.
Confiança. É o pessoal para preencher isso aí. Confia em você. Confia em mim. Imagina que eu comecei a fazer eventos. É assim, eu te mando um
link, olha, você foi aprovado. Aí o que eu disse as pessoas, eu vou fazer um processo seletivo, eu vou avaliar os
perfis, tentei com você avalia se é solteiro mesmo ou não. Eu investigo, eu peço, né? Já depois
deve ter os os Eu já achei uma pessoa, eu falei: “Opa, vi aqui no teu Instagram, fez 4 anos de
namoro, eu não tô entendendo não. É que a gente tá em vias de terminar”. Aí eu falei, já
tô prospectando, tô prospectando antes de terminar já podemos dar tempo, né, pô?
Aí eu falei: “Não, né?” Falei: “Pelo amor de Deus, de misericórdia”. Mas toda a minha
comunicação, eu falo sobre responsabilidade afetiva. Eu falo assim: “Olha, eu quero construir um lugar com responsabilidade emocional, não quero
ninguém acumulando contato, eu quero que se você se interessar para alguém pegar aquele telefone, troque de fato uma
mensagem, comunique, confunde a conversa, chamou para sair, foi muito bom, conta, foi muito ruim, vai dar um perdido antes
de dar conta também”. Eu falei, será que não dá para construir uma nova rota pras relações humanas? que elas não tão
saudáveis, sabe? É, não tá, não tá bom, não tá bom, né? Tantas relações que acabam na hora errada, porque até lá as
pessoas se perderam em tantos elementos de que caracterizam um desrespeito por
aquela relação tão respeitosa. E eu comecei a olhar assim de uma forma muito amorosa pro processo. Falei:
“Pera, tem tanta gente incrível aqui. Essas pessoas precisam construir laços incríveis”. E ali para mim foi muito
especial, pessoalmente falando, por quê? pessoas, todas as pessoas que estavam ali ou me conheciam ou receberam
formulário para alguém que deve ter dito: “Laí é séria”. E aí eu mando assim: “Você foi aprovado, que é Lais
Macedo, né? Você foi aprovado, esse é o link, você consegue acessar o evento com
seu nome e sobrenome, então só as pessoas aprovadas conseguem. Você paga o acesso, só que endereço você só recebe
no dia. Proibido levar acompanhante, a lista de participantes é secreto e você
também não pode usar o celular. Então você chega nessa data e horário e no dia eu envio endereço para as pessoas, mas
eu já fiz num convento abandonado. Se eles botando endereço no Google no dia, dá como um lugar permanentemente
fechado, sabe? Eu fiz um jantar no meio do do jardim, um negócio extraordinário, lindíssimo.
Então é um processo de credibilidade que a pessoa recebe endereço, ela não sabe quem vai estar lá, não me conhece
pessoalmente, bota no Google imagem assim, alguma coisa tá muito errada, é um prédio tombado, mas chega e vive algo lindo.
Assim, eu trato como trato o meu business, porque isso tá virando um business com muito carinho, cuido muito
da experiência. E aí fiz um primeiro evento, fiz um segundo, um terceiro e
sempre levando as pessoas para experiências com qualidade de presença. Então levei elas já para com artista
plástico para todo mundo fazer um se envolver com arte, com MasterChef para cozinhar. Que legal. Levei as pessoas, já fiz um bate-papo
sobre a nova configuração das relações humanas. fiz se jantar nesse quintal, nesse jardim quintal não tem são quantos
mil quadrados nesse jardim lindo. Então sempre caraca animal
é muito lindo. Que baita negócio. E aí eu tô amando assim agora e eu gente porque eu tô eu tô pensando assim, você
sempre faz a o o a projeção. Se eu fosse um cara solteiro, casado, filho e tudo mais, aí do nada
fica solteiro. De fato, você não quer ir pro Tinder, né? Exato. E se e pelo menos
eu sou um cara meio chato para evento, balada, essas coisas. E não tenho paciência. Nossa, tem zero.
Zero. Aí eu falo, aí às vezes até pensar com a raiz, fodeu. Vou morrer solteiro,
entendeu? Porque você você perde essa essa situação de busca e tudo mais.
Claro que meu relacionamento é eterno, graças a Deus tem um relacionamento maravilhoso, mas se um dia eu fico
solteiro, cara, é um lugar que você buscaria, que é uma curadoria, um evento, e você tá resolvendo uma dor
gigantesca. Gigante gigantes. É uma dor gigantesca, cara. Eu vejo pela por amigos meus, amigas da Raíça, que
cara não acha a gente séria, que quer namorar, que quer fazer um negócio sério. Carva, eu tava pensando isso. A gente
tava até discutindo isso eh no sábado, porque eu tava com a minha esposa e a
gente olhando pras pessoas, olhava assim, falava assim: “Cara, não é possível. O que que essas pessoas estão pensando pro futuro?”
Exato, cara. Não é cidade, não tem nenhuma relação construída, não tem, pessoa com 35 anos saindo com uma pessoa
por dia, pensando, tá pensando, tá pensando sexo e tá tudo certo. E aí eu
comecei a olhar e falei: “Meu Deus do céu, cara. Sabe quando você vê uma sociedade meio falida,
falida, porque você você não tem isso daí? Para mim é princípio, né,
básico de construção de de família e de cara, a gente veio no mundo para
construir, reproduzir e deixar alegado. Se as pessoas não estão a fim de deixar alegado, se o legado delas é só
material, no sentido de, pô, qual que é o legado emocional que você deixa pro pro negócio? Não tô
falando de filho, só tô falando de de legado emocional, de se relacionar, de ter afeto, construir, porque você
namorar é uma coisa, você vai ver a hora que você casar, é diferente, é uma construção.
E é uma construção que você não tem mais aquele negócio de tipo, cara, não, não deu certo, vou pra minha casa e tá tudo
certo. Não, você fazer construindo, vocês construíram um muro, um tijolo agora que
para você sair, você tem que quebrar tijolo. Eu acho isso tão rico, porque eu
acho, às vezes eu sinto que as pessoas acham que é tão complexo construir isso que é melhor ficar aqui, ó, nessa superficialidade.
Isso. É isso. Porque pensa assim, nós três hoje voltaremos pras nossas casas. Eu tenho um companheiro super bacana, vocês
companheiras e e saber que a gente tá voltando para algo que sustenta, que a gente vai contar do nosso dia, vem
um comentário legal, uma perspectiva legal ou só um apoio. Exato. Ou só o saber que vai voltar.
É fazer só ouvido. É isso. E a gente poderia também voltar agora, pegar o celular e ficar trocando
mensagens com 10 contatinhos diferentes, dissipando uma energia absurda, absurda.
Esses dias um dos caras que preenchia falou lá e esse eu preciso namorar para meu negócio prosperar.
Ele mandou essa frase porque gasto lógico. Foco. Ele falou lá isso. Falta foco. Falta
alguém que você chega em casa, a pessoa tá lá falando que vai dar mesmo quando parece que não. Porque é a pessoa que conhece no seu íntimo, né? Luz e sombra
tá ali. Então é isso. Eu começo a ver que esse lugar construir dá trabalho muito.
Tem renúncia, tem um preço a ser pago, tem escolhas que você não faz mais só por você, tem. Só que gente, esse lugar
é muito prazeroso, muito. Quando a gente fala de solitude, sei o que, até questiono, porque eu não vim nessa vida
para passar por ela sozinha. Eu amo dividir a vida, sabe? Tem alguém que me incentiva, que eu admiro. É gostoso.
Eu falo que eu não vim para contar história, eu vim para fazer história. Para fazer história você precisa construir alguma coisa. Não adianta ser,
não adianta você só contar. Tem nome esse projeto? Beond. Beond. Ol aí que legal. Muito legal. E
tem site. Como que é? Se e se e se pessoas que não te conhecem, querem fazer parte, como faz? Na minha bio do
Instagram tem o link do formulário do Google Forms que ainda ainda é algo um pouco algo amador assim que nasceu
é MVP que MVP muito parrudão já. Mas agora nos próximos meses eu anuncio uma
sociedade com uma pessoa super bacana do mercado e aí o Beyond Mat ele vai ser algo maior. Então o Beyond é uma célula
dentro agora de uma empresa. Então o Beyond continua sendo para esse público mais premium, eventos mais premiums e
pessoas que estão buscando essa jornada mais customizada para construção de vínculos reais.
E não é um Tinder que as pessoas deem dão mat e tudo mais. Elas elas sobem o seu cadastro, vocês selecionam e
organizam eventos. Cara, e aí vocês ganham no match? ganhando sucesso.
Cara, mas muito legal. Mas a gente vai ter uma das nossas frentes agora é uma agência para trabalhar uma jornada customizada.
Realmente assim de sentar com cobrar um fi aí vai ser um ticket mais alto. Mas assim, que que você busca,
cara? Mas é uma agência de uma agência de empregos só que focar em relacionament de
relacionamento, cara. Então a gente vai ter uma frente com tecnologia, com app, cara. Isso também. E a real é o
seguinte, faz muito sentido nessa sociedade vazia que a gente tá vivendo, essa sociedade falida, né?
Porque, cara, eu quero no mínimo, porque para alguém tá nessa nessa jornada da
qual eu estou, no mínimo ela quer algo sério. É isso. E e para vocês fazerem o match, no
mínimo, os valores estão compatíveis, cara. Uhum. Isso é, isso é muito bom, um pouco
black mirror que é mais que mas no sentido bom da palavra, porque isso na verdade não
mostra que a solução é o problema, é a sociedade o problema. E eu não sei como que tá a sua base, mas
para mim faz muito sentido nessa figura de agora entendi que que é o racional.
primeiro, uma pessoa mais velha, não tem, não consegue ter uma uma jovialidade nisso. Ou se é jovem, é que
já teve uma desconstrução, sei lá, teve um casamento, não deu certo e quer construir, porque é muito complexo
alguém que é muito solteiro e ficou o tempo inteiro solteiro e aí chega lá
velho e fala assim: “Putz, agora eu quero construir alguma coisa”. Exato. E aí você vê que não tem lado emocional
suficiente para dar um match com alguém que já tem algo, né?
Então, não sei como que tá essa base, mas para mim faz muito mais sentido ou que houve uma desconstrução,
eh, que maioria das pessoas que houve uma desconstrução e de certa forma querem construir, reconstruir com alguma
com alguma com alguém que já tem os a base, não tem mais, não tá? solto ali,
sabe? Sem o um fundação, sei lá. Não, a imensa imensa maioria assim da
minha base é divorciada. Caramba, eu chuto falar que é quase 80%.
Nossa. E eu tenho a pessoa mais nova na minha base tem 22 anos, inclusive chamei para uma conversa e fiquei encantadíssima com
o que vi. E a mais velha tem 75. Caramba, que legal, bicho. E e tá sendo muito legal.
Que da hora. E eu fiz o médico 2285. Exato. Táío para mim.
Exato. Um quer experiência, outro quer coisas novas. Pronto. Por que não? Mas isso é curioso, gente, por quando eu
faço evento, eu trabalho recortes, porque senão vai, eu tenho a tendência, se eu colocar todo mundo junto, que o
tio lá de 50 vai querer falar com a menina de 22, porque numa primeira camada ele ainda tá nessa referência do
que ele tá buscando. Ah, todo mundo é a primeira camada. É, é o lado. É, mas ainda assim essa curadoria de
quem participa do evento. É, é porque é isso, ó. Eu quero ent Se eu pegar a mais bonita dali, eu sei que vai
ter conteúdo. Nossa, é verdade. Já tá curado. Já tá curado.
É, não é curadoria forte. Então, dando esse a idade, dando esse negócio, já tá a curadoria. Então, meu
amigo, eu vou na mais, entendeu? Porque e eu tento quebrar isso. Eu faço o lugar
marcado. A gente tem alguns atos, né? Né? Primeiro momento é lugar marcado. E
quando eu vi o primeiro jantar acontecer, fiz um jantar assim, uma mesa única, a hora que eu vi as pessoas
sentando, falei: “Cara, se eu tivesse solteiro eu ia querer tá aqui”. Ali foi a validação
do meu MVP. E eu marquei lugar muito no meu palpite, justamente para quebrar alguns algumas
questões que eu imaginei que pudessem existir. E aí depois eu sugiro as pessoas que troquem de lugar. Mas é é
uma paquera bonita, é uma paquera interessante, sabe? Porque eu tenho certeza que eu nunca vou ver um beijo na
boca nos meus eventos, porque as pessoas são muito discretas, mas eles, você vê eles trocando o celular e aí é, eu posso te levar
embora? A gente tem cortejo, sabe? Ai, é tão bom. E que na verdade é o que tá fazendo falta
muito, tanto pro homem quanto pra mulher, para ambos tá faz. E sabe o que é legal assim, agora a gente vai ter duas frentes, né?
com tecnologia, escala e a gente vai ter essa frente mais premium que a gente continua com os eventos, vai nutrir essa
base, vai ter membership, vai ser jornada mesmo, comunidade. E aqui a gente vai ter essa agência mais
premium. E o que a gente tá descobrindo no processo que a gente a gente senta com alguém, tá? O que que você quer
encontrar? E quando a pessoa traz o que ela quer encontrar, ela não tá pronto para aquilo. Ah, eu quero uma pessoa com
perfil, um estilo de vida muito atlético, né? Uma pessoa que faça muito esporte, tá? E você tá projetando o que ela quer. É. E você,
você é é não, porque se se eu fosse buscar, se eu fosse solteiro e buscasse alguém, eu ia falar o seguinte: “Ah, eu quero uma
mulher atlética para que para ela me puxar. Para ela me puxar, que eu não sou, para ver se ela me empolga.”
Exato. Entendeu? Mas é um momento que eu sentaria contigo para te dizer, se hoje eu te sentar com
essa mulher, ela tem expectativa de encontrar um semelhante. Se você é uma pessoa que há três anos não faz um esporte, você não vai atender a
expectativa dela. Então esse esse desencontro e coisas muito detalhes assim, às vezes eu sento
e a pessoa meu negociável no cara não pode ter essa característica. E aí eu sentei, esses dias eu tenho feito várias
experiências, vai ter o primeiro encontrar cegas agora. Que legal. E um casal confiança absoluta em mim.
Que legal. E isso assim de o cara atende muitos requisitos dessa mulher. Fisicamente ele
não atende um. Mas já tive esse diálogo com ela assim, se você quer que ele tenha isso, então
você não quer o CEO, você quer o gerente lá do time dele, porque aí vai vir mais jovenzinho, vai ter o que você quer.
Essas características elas estão de fato nesse cara que é se, mas você não vai ter o físico no que você me narrou, que
que você tá disposta a, porque é isso, é muita idealização, é muita materialização no outro. Então é
muito delicado. Eu tô amando a jornada. Isso que é meu hobby ainda. Tá sendo um estudo antropológico. Às vezes ela manda um kitjaro já pra
galera. Eu queria deixar uma pequena reção.
Mas cara, muito legal cara esse esse papo muito doido. Você viu 1 hora e meia n Mas esse esse negócio, cara, dá
vontade de ficar trocando ideia e participar da jornada só pelo aprendizado que você tem sobre pessoas.
Cara, deve ser muito curioso, né?
Vca, vouca. Eu vou vender a cadeira de espectador. Que legal, mano. Mas é meu, é sério,
muito legal. Um baita do projeto que de fato resolve uma dor, cara. Resolve uma dor forte aí, que é o mercado. Mercado,
um mercado amoroso. É. E e é uma dor muito curiosa, por esse público não necessariamente sociou, tá?
Mas são pessoas interessantes. Meu, minha régua é pessoas interessantes. Então tem muitos médicos, tomador de decisão. Tem que decidir se
quer ou não quer. Exato. Então, ó, é muito tomador de decisão, tem muito médico, então não é
necessariamente liderança empresarial, pessoas com repertório, pessoas interessantes e pessoas que estejam buscando relações. Então, tem um filtro
ali que já faço. Mas aí o que que eu vejo também como uma característica dessas pessoas? São pessoas tomadoras de
decisão, dominadoras, controladoras. No dia delas, elas têm controle de tudo. E
aí existe uma caixinha que por mais que essa pessoa tenha cargo, dinheiro, qualquer coisa, ela controla 50%. Nem
majoritária consegue ser. Não dá para controlar 51, é 50. Relação, para esse
date acontecer, 50% é porque você quer, 50% porque o outro aceitou. Então essa ausência de controle é ponto cego dessas
pessoas. É muito difícil. É assim, é, é, tá sendo para mim um experimento social mesmo de olhar, porque elas não estão
prontas para lidar com, mas eu quero, mas não vai ter, mas eu quero alguém com essas características, não, essa não dá
para construir, né? Meu design não vai fazer entregar isso no teu prazo. Não é? Então, é muito interessante. Eh,
para mim tá sendo muito legal. Além do meu networking, tá sendo reconfigurado,
porque eu tô conhecendo as mesmas pessoas de uma outra perspectiva. Sim. Ou conhecendo pessoas novas de um outro
lugar. Mas é isso. Essas pessoas às vezes não entrariam num grupo de network ou não entrariam nos
features? Não, não, não, não. Porque para elas não faz não faz sentido nesse estilo ou nessa nesse momento de
vida. Cara, tô, tô bem empolgado para para saber o futuro disso, porque eu acho que vai dar muito bom, cara. Achei que você tá empolgado para separar
pelo amor de misericórdia. A sim, pelo amor de Deus, não separa de mim. Não, eu não vou separar.
Eu não são os meus lead. Mas é que eu acho que
realmente é um produto que vai entregar, cara. E e assim, claro que o sucesso disso vai depender muito, não só do
mercado, mas da condução. Mas você, eu acho que é a pessoa certa para conduzir por conta da tua experiência. Eu acho
que vai vai é o é o casamento, inclusive perfeito da dor do mercado e da pessoa
que eu acho que tá tá pronta para conduzir. Tem uma métrica aí que vai te prejudicar. Quanto mais mat você fizer,
menos pessoas vai ter no no seu grupo. O sucesso do cliente. Ah, é, mas daqui a pouco, mas se começar
a fazer, imagina uma casa menteira, vai todo mundo, man.
Mas imagina o cara, olha só, imagina o cara vira e fala assim, beleza, vou pagar mexip anual, tá bom? Aí no
primeiro mês ele arrumou o negócio, ele fala, não volto mais. Porque é, mas não dá para ser mexip anual, mas sabe que a gente vai ter que ali
também. Mas como é que a gente vai resolver isso? Por qu o sucesso do meu cliente é o a falta do meu sucesso, porque aí é
quando eu perco aquele aquele lead, mas o que que a gente tá pensando? Vai ter um serviço de concierge, então
eu vou nutrir a sua relação, eu vou participar contigo. Então poxa, pera aí, vocês deram um mês, eu tenho na minha base de dados que ela adora este hotel.
Você não quer fazer uma surpresa para ela levarla, eu reservo. Caramba, legal. Então a gente quer trabalhar com Conci
para ser um apoio às relações também. Isso aí até um spinoff para você vender isso para casal. Pois é.
É. Ou não é para casal? Tipo, o casamento, tipo, ó, pôra, organiza aqui. Não é nem para um prover eh, de
surpresas pro outro, mas de fato para ter um concierge de gerenciando uma experiência em casa, conser emocional.
É um conser emocional, tipo, ah, vai para tal lugar. Hoje quem faz isso é a minha secretária, mas cara, ela me ajuda
demais. Eu eu gostaria muito de criar uma IA que entrasse na conta da minha esposa ali e
tal, visse tudo, hackeasse ela, porque aí eu consigo nutrir a minha base de tudo. Famoso que gosta que gosta. Tá. Aí
eu consigo fazer, não é verdade? Vai, faz um um desafio. A Suia conhece muito
mais você do que qualquer um. É porque a gente abre caixa preta ali dentro. Mãos erradas. Tô ferrado.
Então, nossa senhora, é muito doido. Mas Laí, eh, desculpa, não manda ver.
Laí, finalizamos. Eu quer dizer, quase finalizamos. Eu vou agradecer rapidinho os patrocinadores. Tem uma porta final para
te fazer. Mas, cara, o episódio foi bom, hein? Hoje nós acertamos nos dois, hein? Bom, eu vou te fazer um pedido que eu
não fiz até agora, mas estende um pouquinho mais o patrocínio que eu preciso ir no banheiro. Banheiro.
Eu posso contar uma fofoquinha para você do último date? Vou te falar até dois nomes. Mentira. Já quase ficou. Ó
lá, tá voltando. Já quase ficou. Galera, só agradecendo realmente a galera que os as empresas
que acreditam no nosso podcast investem aqui pra gente trazer esse conteúdo de qualidade pra internet. nosso
patrocinador master a SMB Store, que desde 2018 tem ajudado micro e pequenos empreendedores a controlarem seu
estoque, vendas e financeiro. Tudo isso com um sistema acessível e fácil de usar. Quero agradecer também a RPLAN,
que oferece a solução completa de marketing digital para negócios, cuidando das empresas com óleos de dono, desde a criação de sites, gestão de
anúncios, planejamento estratégico, social mídia e se quero também falar da do Ricardo Ferrazini, da Polux. Sabia
que existe oportunidade de desembolsar menos com impostos através de um planejamento tributário? Eles são
especialistas em gestão de tributos e gestão de crise. Semc displays tá precisando vender mais. Então o seu
negócio precisa de soluções criativas para PDVs, balcões, bandejas, displays e muito mais. Cross quer dar voz ao seu
negócio e alcançar mais pessoas. A Crosshost é especialista em produção audiovisual e soluções e internet,
criando podcasts, eventos e transmissões ao vivo com qualidade excepcional. Inclusive, estamos aqui na casa da Cross
Max Service, contabilidade que tem como missão a parte consultiva ao empreendedor, estando sempre próximo da gestão da empresa. Com ecossistema
completo, oferece atendimento desde o Simples Nacional até o lucro real. Inclusive eles têm o lucro real como
especialidade. Turma, você que é empreendedor, você tá com alguma dor, alguma coisa aí que tá
afetando a teu rendimento, teus resultados, a tua performance, pode ter certeza que alguma dessas empresas aqui em cima resolve sua dor. E são empresas
e empreendedores à frente que são sérios. Pode ir de olho fechado, depois volto aqui para me agradecer. Tamo
junto. Pertó não voltou ainda, mas a pergunta é padrão, então vou vou fazer essa pergunta e eu acho que é o tempo
dele voltar. voltou aí. Você acredita então que eles ficaram juntos então? E aí eles ficaram, cara, mas
cara, mesmo eles sendo mais baixo que ela, ela tocou então no final, tá grávida de dois meses.
Boa. Olha isso. Imagina o seguinte, ó. Você tá com 36 anos, uma baita de uma experiência, uma baita de uma jornada,
sangue no olho, intencional, pagando o preço, fazendo negócio acontecer, com um
monte de projeto bacana, um uma comunidade de 200 membros que você pegou
do zero porque você recomeçou. Eh, agora aí o Tinder para executivos que vai ser
surreal. Quero de fato acompanhar, quero quero ficar curioso com o andamento disso aqui, porque eu acho que é uma
baita de uma de uma entrega que resolve uma dor de mercado, mas a gente não controla os planos de Deus. E imagina
que hoje, saindo desse podcast, até o último momento de vida, você pisca os olhos e acorda na frente dele, ele
falando missão cumprida. Laí você falou agora? Mas cara, agora que o Tinder estava quase bombando. O é como chama o
esquece mat. Pois esse era o encontro que eu não tinha planejado. Esse dente não.
Esse dente não. Mas tá tudo bem. Ele olha para você com o sorriso e fala assim: “Cara, missão cumprida”. Mas se
essa fossem suas últimas palavras, se essas fossem suas últimas palavras, nesse momento, tentando condensar 36
anos de vida, 36 anos de experiência, 36 anos de eh aprendizados,
se existisse talvez um conselho da LAZ de agora, considerando esse cenário, que
conselho você deixaria, eh, o que que você falaria pro mundo? O que que você gostaria de deixar como recado? Dá um overview pra gente aí. Eu acredito que é
sobre a coragem da gente ser a gente mesmo e aqui e agora, sabe? é não terceirizar a nossa culpa, não
terceirizar a não realização, é encarar o aqui ou agora como a melhor
oportunidade que a gente tem e não ser coaduvante. Realmente levo minha vida muito a sério. Eu aproveito muito as
oportunidades que eu tenho, eu honro, eu honro meu nome, honro minha história. A
gente tem que ter essa clareza assim e acho que é uma jornada muito de autoconhecimento. Eu trabalho muito isso em mim para me conhecer, me reconhecer,
saber quem eu sou, para dar ao outro uma versão cada vez melhor de mim mesma, ter muita clareza do que eu desejo e fazer
isso com intensidade e com qualidade de presença. Eu sempre penso, se acabar amanhã, vai ser um desperdício, porque
eu tenho muita coisa para fazer, mas sabe que vai ser assim, tá tudo bem, cara. Eu eu fiz, sabe? Eu vivi, é, eu
não vivo de arrependimentos, eu sou muito intensa e eu às vezes me arrependo de algumas coisas que fiz, mas não de
algo que não fiz. Então, meu conselho vai muito nesse lugar assim de se conheça, banque ser quem você é, sabe?
Desfrute da liberdade de ser quem é leve a sua melhor versão pros espaços que ocupa pros outros e pras oportunidades
que te aparecem. Essa vida não tem espaço para cadovante. Fazer pouquinho, fazer mais ou menos não serve. É isso.
Para você ser bom, para você se destacar, você tem que fazer muito. Ah, não, mas eu sou bom. Não basta, tem que
ser o melhor. E você é bom, mas você tá sendo a sua melhor versão para esse espaço, para essa relação, para essa
oportunidade. Então, realmente assim, ai que autocobrança, autocobrança. Ai, nossa, tem que melhorar toda hora. Não é
o papo de coach, é real. Para reclamar e para de reclamar e faz. É, não. Ai, gente, eu detesto papo de coach, não é? seja melhor não é porque a
gente tem que evoluir. Se eu ficar hoje laí de janeiro de 26 for a mesma de 27
eu fica para trás, entendeu? Porque meu business de beion de médio morreu, porque a hora dele é agora. O futures
nowo que existe é hoje. No que vem ele tá velho. Então é esse lugar do aqui agora fazer
com qualidade e com com intenção, a intencionalidade nas relações e nos
negócios. Não sei se respondi, cara. aqui. E na verdade, e sinceramente vejo muita
verdade nessa resposta, porque é isso que você transparece, é isso que você vive e é isso que você eh de fato
entrega. Para quem te conhece sabe que isso é verdade. Então, beleza. Ah, obrigada.
Foi muito bom. Baita no podcast. Baita no podcast. Gente, amei. Posso voltar com o Beyonde depois? Pode, pode, pode mesmo. Tá um
casal traz um casal mascarado. Não, mas é verdade. Volta mesmo. É.
Deixa, deixa o negócio tomar case e tudo mais e traz eles aqui. Vamos conversar. Vai ser massa,
gente. Vai ser legal. Fala que o nosso primeiro case não, vai ser muito massa. Vai ser muito massa. Podia entrevistar, né? Fazer uma roda do
primeiro case dela. Nossa. Nossa. Inclusive, acho que vale a pena. Depois a gente troca com uma ideia, mas dá pra
gente e até trazer um caso sobre um dos podcasts sobre relacionamento amoroso,
sabe? Que é o que? Porque querendo ou não, o casamento ou para quem não é casado buscar alguém e tudo mais nessas
nossas rodas. Eu acho que é uma coisa extremamente crucial na vida de um de uma pessoa de poder, porque esse é o difícil para um CEO que tem uma vida,
uma rotina complicada, encontrar alguém que não enche o saco. Ah, sabe? Essa é a real. Alguém que entenda,
alguém que entenda, que te apoie, que te te impulsione. Cara, é complexo e você ter tanta preocupação assim numa vida
profissional e ainda ter que lidar com alguém em casa que não entende, bicho. Desde que você também respeite, porque
tem gente que se aproveita dessa vida corrida para largar, mas fazendo o negócio certo, cara, eu acho que é um é
um papo legal que dá pra gente trazer, ainda mais ela com todo esse no how de mat. Vixe, meu, eu acho que você vai est
super antenada aí sobre a coisa, vai ficar afiada aí. Vamos falar disso. Eu adoro. Não, eu gostei muito.
Gente, eu amei. Obrigada. Dá para pegar isso aqui e cortar. Tem um monte de corte. Tem cois até criativo
beond. É até criativo onde tem. Com certeza. Estamos junto. E galera, você que ficar
aqui até o final, aqui embaixo tem vários botõezinhos. Se você tem algum amigo solteiro, já indica esse episódio.
É isso, né? E pô, quem começou algum algum meu amigo solteiro empresário
empresarial e depois entra no empresária, meu, fica à vontade, indica esse episódio aqui, já manda pro
Instagram de Atalaí, clica no Google, no Google e Forms lá e já preenche.
Tamo junto. Obrigado por ter ficado até o final. Aqui embaixo tem vários botõezinhos. Envia esse episódio para alguém que você acha que faça sentido,
pro teu sócio, pra tua amiga ou pro solteirão ou solteirona do seu do seu do seu círculo. Estamos junto. Até a
próxima. Valeu, estamos juntos.