Do Zôo ao Sucesso com Eventos: As Lições de Superação, Resiliência e o Método de Networking da Construshow com Helen e Rafa Medrano | Além do CNPJ (EP #039)

A Arte de Transformar Dívidas e Desafios em Oportunidades

No cenário do empreendedorismo real, os momentos de crise costumam ser o divisor de águas entre empresas que naufragam e negócios que encontram uma nova avenida de crescimento. Mudar a rota em meio ao caos exige mais do que resiliência financeira: exige unidade familiar, inteligência relacional e a coragem de desconstruir certezas.

No episódio do podcast Além do CNPJ, o host Felipe Cassola recebeu o casal de empresários Helen e Rafa Medrano — fundadores de empresas no setor da engenharia e criadores da Construshow (antigo Network Constru), o maior evento de networking e conexões voltado exclusivamente para a cadeia da construção civil no Brasil.

Após passarem pelo encerramento de quatro negócios e enfrentarem uma dívida acumulada de R$ 1 milhão, o casal detalhou como usou a comunicação, a união no casamento e a Teoria dos Seis Graus de Separabilidade para construir um evento que saltou de 8 participantes para mais de 1.200 pessoas presenciais e mil na transmissão online.

1. Casamento, Unidade e a Parceria nos Negócios

Um dos pontos de destaque da conversa foi o papel da comunicação dentro do relacionamento quando ambos decidem empreender juntos. Helen e Rafa ressaltam que um casal em unidade funciona como um “purê de batatas”: após passar pela pressão e pela água quente das provações, os dois se misturam e tornam-se indivisíveis.

[Mãos Ocupadas / Descentralização] ➔ Dificuldade de crescimento
[Diálogo + Alinhamento do Casal] ➔ Pressão das Crises ➔ Unidade Indivisível e Escala
  • Comunicação Direta: Resolver desacordos no privado e alinhar as metas da empresa para que o casal caminhe na mesma direção.

  • Fim do Ego: Reconhecer os papéis de cada um — enquanto Rafa traz a visão de vendas e relacionamento público, Helen atua na consolidação da estrutura, patrocínios e experiência do cliente.

2. Dívida como Aprendizado e Ajuste de Rota

Rafa Medrano enfatiza que a capacidade necessária para acumular R$ 1 milhão em prejuízos operacionais é a mesma matriz de energia e execução exigida para gerar R$ 1 milhão em lucros líquidos. O erro não está no desejo de empreender, mas na falta de gestão e no direcionamento incorreto dos recursos.

Tipo de Dívida / Obstáculo Origem / Causa Principal Estratégia de Resolução no Livro
Dívida Financeira Erros de precificação e falta de DRE (Demonstrativo do Resultado do Exercício). Mapeamento de margens, corte de custos supérfluos e renegociação ética.
Dívida Emocional / Fisiológica Falta de perdão consigo mesmo ou acúmulo de mágoas relacionais. Liberação de perdão e eliminação do peso emocional no cotidiano.
Dívida Espiritual / Propósito Desconexão com a essência e foco exclusivo no lucro imediato. Foco no impacto social positivo, gerando negócios como consequência.

3. A Teoria dos Seis Graus de Separabilidade no Networking

A virada de chave que fez a Construshow lotar galpões e arenas sem investimentos volumosos em tráfego pago foi a aplicação prática da Teoria dos Seis Graus de Separabilidade:

1.Mapeamento da Agenda de Contatos:

Categorização de todos os contatos do celular em quatro grupos claros: Familiares, Amigos, Clientes e Possíveis Clientes.

2.Solicitação de Indicações Qualificadas:

Uso da rede de amigos e clientes satisfeitos para solicitar pontes diretas com novos tomadores de decisão no setor.

3.Transferência de Credibilidade:

Aproveitar a confiança do intermediário para fechar acordos B2B com ciclo de venda reduzido e menor resistência de preço.

4. O Impacto Antes do Lucro

A história da Construshow prova que quando um projeto foca prioritariamente em resolver a dor de uma comunidade (no caso, a carência de conexões de confiança na construção civil), o faturamento se torna uma consequência inevitável.

“Impacto gera lucro, e o lucro bem trabalhado gera ainda mais impacto. Quando você se conecta com as pessoas pelo propósito de servi-las e ajudá-las, o dinheiro deixa de ser uma busca dolorosa e passa a ser o resultado natural de um trabalho relevante.” — Rafa Medrano

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A minha mãe, empreendedora nata, mãe de dois filhos sozinha para manter a família, ela empreendia em tudo: cabeleireira, vendia roupa, vendia jogo de prato, tudo. Eu, como criança, via muito aquilo. Então teve um episódio que ela conta que eu fui no Zôo, na excursão da escola, era R$ 5,00 na época lá o ingresso pro Zôo. A gente vendia reciclagem, então eu ia ver lá o leão, o que que eu fazia? Pegava latinha de refrigerante, amassava, punha na mochila. Ia ver a girafa, pegava latinha no lixo mesmo assim próximo. Cheguei em casa, ela conta a história, com a mochila cheia de latinha de refrigerante. Ela foi vender no ferro-velho lá, quando vendeu deu R$ 6,00, que era 1 kg mais ou menos, e o convite foi cinco. Ela tirou cinco, me deu R$ 1,00 de lucro. Daí em diante, dos 5 anos de idade, nunca eu pedi para ela R$ 1,00 para comprar nada. Tudo o que eu tive, eu comprei empreendendo. Cuidado quando aparece o obstáculo para não achar que é o caminho que tá errado. Eu cheguei a ter uma dívida de 4 milhões de reais negativo. O inteligente aprende errando, o sábio aprende com o erro dos outros. “Pô, eu vou vender na internet”. Ele tá louco, mano! Todas as vezes que eu fracassei, eu não aceitei estar ali. Só que a felicidade não vem na resolução daquela meta, ela vem no processo de conquista dela. Não vai ter outra vida para se conectar com você. Eu joguei tudo pro alto, falei: “eu vou empreender!”.

Buenas, buenas, buenas! Seja bem-vindo a mais um episódio do podcast do Além do CNPJ. Primeiro de tudo, quero te agradecer por estar aqui e quero te convidar: pega uma cadeira, senta aí na mesa junto com a gente, porque essa vai ser uma troca, uma troca de ideia informal como a gente gosta de falar, vida real mesmo. Falar dos bastidores, falar o que vem na cabeça, o que vem no coração, porque é isso que a gente precisa no mundo do empreendedorismo: menos mentiras aí pela internet, menos Ferraris sendo desfiladas e mostrar sempre o lado bonito da coisa; e mostrar a vida real, os perrengues que a gente passa, as dificuldades e como a gente superou essas dificuldades, que é, além de tudo, uma inspiração pra gente, empreendedor, que precisa de histórias de sucesso para nos motivar a continuar nessa trilha.

Então tô muito feliz hoje em anunciar um casal sensacional, casal que mostra e traz como exemplo pra gente do quanto, quando existe de fato uma parceria num relacionamento, o negócio é próspero. Porque hoje em dia, ainda mais com o quanto a sociedade se deteriora em termos de valores, a gente olha que muita gente fala mal de casamento, fala mal de parceria, e mal sabe que, cara, a família é tão importante. E essa base sólida só é coisa que vem para agregar na nossa vida, prosperar. E assim, um mais um não chega a ser dois, isso aí é uma conta que a matemática não explica, o negócio é exponencial, e as coisas começam a explodir de forma que a gente nem consegue entender, justamente porque a energia da família, esse lado aí que é tão importante na nossa base, faz o negócio acontecer.

Tô trazendo um exemplo vivo disso aqui, né? E aí quero conversar com eles. São um casal de empreendedores, têm empresa no ramo da construção civil, e aí não satisfeitos já com uma empresa, falaram: “não, vamos fazer um evento aí!”. Fizeram um evento, um dos principais eventos do universo da construção civil que tá bombando, quebrando recorde atrás de recorde. Os caras eles dobram a meta, né? É a meta Dilma, né? Batia a meta, dobra a meta! E aí tão tão voando, tão tão quebrando diversos recordes e tão, cara, realmente fazendo história no universo de eventos, principalmente num num universo tão carente de eventos bons quanto o da construção civil. Então quero apresentar para vocês Helen e Rafa Medrano. Cara, obrigado pela participação, obrigado por virem aqui, é um baita do um prazer! Conheci vocês num evento, tava lá na plateia participando do networking e tal, e vocês estimulam bem isso aí. Quero que vocês contem também essa essa veia de networking. Você tem até uma frase que você muito usa, que o resultado que você não tem está com a pessoa que você ainda não se conectou. E é real, essa frase é fato.

Primeiro, obrigado pelo convite, obrigado a vocês. Parabéns pelo projeto, é muito bom estar aqui, né? E andar com pessoas boas. A gente tá vendo que hoje o empreendedorismo é um quebra-cabeça, é mesmo, infinito, aquele de 5.000 peças. O problema é que é 1 milhão de peças, porque nunca acaba. Quanto mais você cresce, mais você precisa aprender e mais você precisa de pessoas.

Caraca, legal essa analogia!

E o seu o seu podcast, eu falo que é poderoso porque tem muito conteúdo riquíssimo lá que a gente, empreendedor, precisa de alimentação. Então o empreendedorismo é um quebra-cabeça infinito, nunca vai fechar a ponta, porque sempre precisa de tecnologia, inovação, aprender. E quando você acha que já descobriu, você descobre que você não descobriu nada e falta muita coisa. Então obrigado pelo convite, né? Um prazer estar aqui, conta conosco. E você que tá assistindo aí, eu tenho certeza de que você vai pegar várias chaves que vão destravar o seu negócio e te levar para um próximo nível.

É isso aí, da hora, cara! E, cara, eu quero começar perguntando, antes de perguntar de vocês individualmente, queria trazer um pouco dessa chamada que eu que eu falei aqui sobre o poder do casal, o poder da família. Isso é muito bonito, é muito presente isso em vocês no evento, isso é muito presente em vocês aí. Depois do evento comecei a acompanhá-los, e é muito presente na vida de vocês. Dá para ver que, putz, mesmo com uma vida corrida, reuniões durante o dia, reuniões durante a noite, você chega lá, vai conversar, vai vai ficar com com o filho de vocês, não é aquela aquela vida automática que o tempo tá passando e a gente não vai vendo, e quando vai ver seu filho já fez 18 anos, sabe? Vocês estão nesse processo. E, cara, com todos com todos esses compromissos, desafios, tanta coisa que vocês fazem… Pô, vocês estão movimentando muito dinheiro, quando eu falo de dinheiro indireto, o direto já é muito, mas o indireto vocês nem têm noção, sabe aquele efeito borboleta que chega uma hora que a gente gera um impacto no mundo que nem a gente perde a noção do que que tá fazendo? Vocês estão nessa pegada, vocês vocês já fica humanamente impossível vocês entenderem o impacto.

Muda a atmosfera do país, eu falo, né? Todo evento muda a atmosfera.

Por mais que vocês tenham um pouco de noção, vocês nunca vão ter, é muito grande, porque duas pessoas que se conectaram lá, aí duas que se conectaram em outro lugar, aí no final ela apresentou para outro, para outro, para outro, vai virando uma bola de neve de prosperidade. Então você perde a noção mesmo do que que você gera de poder no país. Mas, cara, é muito bonito ver que tá lá você, o núcleo familiar. Qual dica que você dá? E eu falo muito isso porque assim, eu recebo inúmeros relatos de empreendedores que o cara é empreendedor, a mulher não, e aí, putz, gera um problema. Ou vice-versa: a mulher tem uma loja de roupas, começou a dar certo, e aí, cara, começou a dar certo, aí ela começa a postar foto dela vestindo as roupas porque ela é a modelo, o marido começa a ficar com ciúmes, e aí mistura tudo. Como que funciona, qual é a dica que vocês dão pros casais? Quero começar com a Helen, você começa, né? Porque no final é, cara, a mulher é a inteligência de tudo, né? Que consegue fazer inclusive o networking. O Construshow só mudou por causa da Helen na história, daqui a pouco a gente vai falar sobre isso também. É o que é hoje por causa dela, então quero saber dessa história também, falar sobre isso também. Mas qual qual dica que você daria para esses casamentos que estão falidos talvez por conta do empreendedorismo que puxa tanto?

Eu tenho essa resposta muito clara para mim, tá, Felipe? Para mim, 100% — eu sempre falo isso muito com o Rafa —, é o diálogo, né? Então acho que o mais importante é tudo estar alinhado o tempo inteiro. Sei que não é fácil, é muito difícil às vezes eu notar um erro no Rafa e ter que falar para ele: “Rafa, notei esse erro em você”. E o pior ainda é ele estar aberto a me ouvir, né? Então também sei que é difícil, tem pessoas que falam “cara, acho que não faz sentido”, mas para mim eu tenho certeza de que o que mais me uniu com o Rafa foi toda a dificuldade que eu e ele passamos juntos. Então a gente precisou aprender a se entender, aprender a olhar um pro outro e falar “cara, a minha força tá em você e a sua tá em mim, e vice-versa, e a nossa força tá em Deus”. Porque em todos os momentos pelos quais a gente passou, era olhar para um lado, olhar pro outro e falar: “cara, não tem o que fazer: ou a gente dá as mãos ou a gente solta as mãos e cada um vai para o seu lado”.

Então assim, eu acho que tudo isso foi edificando e a gente foi trabalhando isso o tempo inteiro, dizendo o seguinte: “cara, olha, a gente precisa melhorar nisso; cara, olha, se você continuar dessa forma, não vai dar certo”. Tanto eu falando para ele quanto ele falando para mim, tá? E a gente sempre sabe o que… A gente sair de manhã e voltar à noite, e assim a gente sentar e falar: “cara, ó, precisamos melhorar nisso, precisamos…”, e aceitar ouvir. Porque o mais difícil é a gente ouvir os nossos erros do outro, né? Então eu acho que assim, o mais importante de tudo dentro de um relacionamento — óbvio, eu não tô aqui para falar de religião nem nada —, mas eu acho que em primeiro lugar Deus, confiança, né? Você ter força ali naquilo que você acredita, independente do que você acredita. Mas é o diálogo dentro de um relacionamento, isso precisa estar muito bem alinhado, tudo. Então eu acho que o tempo inteiro eu e o Rafa a gente aprendeu a se comunicar muito bem, né?

Então às vezes tem algumas coisas que eu fico sem graça de fazer em frente a outros casais, porque parece até ser meio forçado, mas é uma coisa que a gente desenvolveu: a comunicação. Então, tipo assim, não deu certo, não foi bacana? Chega em casa, conversa, já fala logo para poder não ficar remoendo.

E é legal também falar em casa, né? Porque às vezes acontece alguma coisa, o pau dá no meio do evento.

Isso é muito chato! Uma coisa que eu aprendi, isso eu aprendi com a minha mãe: que o homem ele é a autoridade dentro de casa, assim no sentido de quando você tiver que falar alguma coisa, não fala na frente das pessoas, mas chama de canto. E sempre foi assim, meus pais nunca chamaram a minha atenção na frente de ninguém. Isso sempre foi conversado em casa, e eu levei isso para o meu relacionamento. Então, por mais que o Rafa fizesse coisas que não me agradavam na rua, a gente chegava em casa e falava: “Rafa, não gostei disso, acho que não é legal, a gente pode melhorar. Se eu fizesse com você, eu tenho certeza de que você também não se sentiria bem”. E a gente sempre… Eu não, a gente sempre teve muito essa de “vamos nos colocar no lugar do outro”, porque eu acho que nada como você falar “se fosse eu”, né? Então isso eu acredito que foi uma das coisas que edificou muito o meu relacionamento com o Rafa como casal, a gente como sócios. Então eu acredito que nada mais importante dentro de um relacionamento do que o diálogo. Não adianta falar “ah, porque eu amo”, não adianta você amar se você não quer ter diálogo com o outro, exato.

Porque senão deteriora o casamento, deteriora o amor, deteriora tudo, a admiração.

E é tão forte isso que ela falou, que quando você pede uma dica por aí fora, o pessoal fala: “tem que ter DR”. E o que que é DR? É a discussão do relacionamento. E a gente fala: não, tem que ter o CR, é comunicação no relacionamento, é não trazer isso… Não tem DR porque você tem comunicação. Um exemplo bem simples: eu fui criado de uma forma e ela foi criada de outra forma.

Eu ia falar sobre isso agora.

E a gente se conectou para morar junto, porque eu sou de uma família… Um exemplo: a minha mãe gostava que a louça ficasse dentro da pia, e a mãe dela gostava que a louça ficasse em cima da pia. Exemplo, o que que vai acontecer? Já é motivo de uma… Eu cresci a vida inteira ouvindo a minha mãe: “louça na pia”, e se ficasse fora da pia, era um cascudo. E ela ouviu a vida inteira a mãe dizendo que vai ficar em cima suja, não dentro. Aí eu chego e ponho dentro, o que que ela faz? Briga! Aí chega uma hora em que a gente… Isso acontece no começo, tá, da pia é um exemplo. O que que a gente fazia? “Helen, a minha mãe falou que era assim, e a sua assim, tá? A partir de hoje, o que que é o certo na nossa casa? Vamos desconstruir”. Então a gente fez isso em tudo: uma pasta de dente que na minha casa até o finalzinho apertava até sair o plástico, e a dela na metade ia pro lixo. Então o que que é o certo? E assim foi o casal se comunicando e combinando. Combinando na hora em que iniciasse uma discussão: “ó, pera aí, qual o motivo da briga? É o motivo de que você tomou banho e a toalha ficou na cama? Ah, mas a minha mãe tirava para mim. Então qual que é o certo? É você tirar e pendurar”. Que legal! Comunicação, diálogo. E aí nosso relacionamento hoje foi só amadurecendo por causa disso. E a gente começou a levar isso para tudo, né? Porque eu não tô… Nem eu nem o Rafa a gente tá romantizando aqui ser sócios, ser um casal. Todo casal tem suas desavenças, todos os sócios têm suas dificuldades, é desafiador. Mas a gente aprendeu assim: vamos conversar. Porque a gente começou a entender: na empresa começou isso também. Na empresa: “o que que é o certo? O financeiro é uma planilha, um Excel, o que que é o sistema, o que que vai funcionar pra gente?”. Vamos conversar!

E aí assim, o que isso, além de tudo, não é nem só toda essa essa essa essa esse ensinamento que vocês estão trazendo, não é só para casais, é para sociedades, porque não deixa de ser um casamento, né? E a sociedade é um casamento.

Uma coisa que eu vou além inclusive, que eu acho que no meu ponto de vista é o primordial e foi o que mudou a nossa vida: é o casal ter a mentalidade de ser um só, ponto. “Ah, Rafa, vamos curtir”, que eu não concordo, tá? Meu celular tá aqui, ela tem a senha do meu celular, eu tenho a senha do celular dela, o dinheiro é um só, é um só e ponto final na minha visão. Por quê: quando eu pego um pacote com 30 batatas numa ladeira nas minhas costas e vem alguém e corta, o que acontece? Elas vão andar bonitinhas uma atrás da outra ou cada uma vai para um lado? Cada uma vai para um lado. Isso é o casal que não tá em unidade, porque na hora em que dá qualquer briga, cada um vai para o seu lado. Quando eu pego a batata, descasco ela, jogo numa água, jogo na panela e aperto bem, jogo um leite lá e misturo, o que que virou? Um purê! Tem como desconectar? Não tem, já era! Então não tem mais batata e purê, é uma coisa só. O descascar é as provações da vida. A água quente é a pressão que a gente passa no dia a dia, é a pressão de problema do financeiro, disso, daquilo. O amassar é as pisadas que a gente toma na vida, as pessoas que pisam na gente, as pessoas que humilham a gente. Teve muita humilhação, a gente quebrou quatro empresas. A gente já fala sobre isso se der tempo, as empresas que quebrou, que foi a origem do networking. A gente foi muito humilhado, e essa humilhação só fez o quê? A gente ficar mais junto.

O que é louco, porque é uma decisão, além de tudo, porque quando acontece o problema poderia se separar, mas a nossa opção é ficar junto.

Foi o momento em que a gente mais se uniu. Eu lembro que em uma das últimas quebras que a gente teve, o Rafa a gente criou um método, tá? A gente quebrou e a gente precisava resolver, não tinha o que fazer, tinha que pagar dívida, tinha que resolver, não tinha outra opção: resolve! Não tinha outra opção, o Rafa falou assim: “eu já tenho uma solução”. Ele ficou lá, virou uma noite pensando o que que a gente ia fazer, pensando… Ele falou: “a gente vai vistoriar tantos condomínios por dia”. Resumindo: saía de manhã, voltava bem à noite. Então, por exemplo, se tinha assembleia 8, 10, 11 horas da noite, a hora que tinha a gente tava lá. Só que assim, a partir do momento em que você vistoria, que você vai lá no condomínio, você tem que fazer o orçamento, né? Quando que faz o orçamento? Só você, né? Na época, na madrugada, se estavam os dois o dia inteiro na rua! Então ele fez a conta: a gente precisava fazer tantos orçamentos pra gente poder sair da dívida.

Estatística, né? Fazer o orçamento, fechar um, né? Caramba!

Exato, e a gente tinha um giro muito alto de orçamentos, né, Rafa? Então ele falou: “ó, se a gente fizer desse jeito, vai dar certo”. Falei: “tá bom”. Tinha dia em que eu tava muito acabada, pensa: andar de moto, a gente fazia vistoria de moto, tomava chuva, sol, tudo que você possa imaginar, chegava em casa acabada. E aí a gente foi morar dentro do escritório, a gente morou um ano dentro do escritório.

Que legal!

Saí da casa dele, ele saiu da casa dele, eu saí da minha casa pra gente morar dentro do escritório. Eu lembro até hoje, meu pai falou assim para mim: “se essa é a tua escolha, eu confio em você, vai lá. Eu só não quero que vocês comam risco”, porque a gente saía muito de madrugada do escritório para poder ir ou pra minha casa ou pra casa da mãe dele, dessa forma já ficava lá, não corria o risco de ter que sair de madrugada.

Olha que legal a história do empreendedor, né, cara!

Eu ficava três noites sem dormir. Ninguém hoje em dia… Ninguém nem imagina, né?

E sabe o que eu fazia pra não deixar ele sozinho? Dormia no colo dele, deitava no colo dele porque eu não dormia, ele não dormia enquanto ele tava fazendo os orçamentos, eu deitava no colo dele assim ó, debaixo da mesa, e ficava.

E você lá fazendo o orçamento direto. Olha isso!

Três dias direto porque eu tomava um abacaxi com energético, passava mal pra caramba! E aí você fala: “bacana, o que que isso tem a ver com o podcast, o que que isso tem a ver com o networking?”. Em poucas palavras, vou contar um pouquinho da nossa história, né, e mostrar onde a gente chegou até hoje. E você que tá em casa aí entender que é possível sim você sair da vida em que você tá hoje e ir para um próximo nível, mesmo que pareça que não, né? Pode ser a pior situação, porque a situação em que a gente entrou era extremamente impossível.

E vale falar que não foi tão fácil assim a gente criar um método para poder sair dali, né, Rafa? A gente passou um tempo ali meio que “e agora? Não vamos sair de casa, vamos ficar aqui”, porque era muito difícil, né?

Eu tenho um livro chamado Empreendendo com Dívidas.

Que legal!

Como empreender… Eu tenho dois livros, né?

Sabia desse livro?

Tem um de desenvolvimento pessoal, que é o Destrave Sua Vida Pessoal, é um livro de mudança de mentalidade, são 40 dias no deserto. 40 dias no deserto, em 40 dias eu te faço um convite para você mudar a mentalidade. O segundo livro é o livro Empreendendo com Dívidas: Como empreender mesmo com dívida e crescer exponencialmente. Que legal, cara! Que foi contando a nossa vida. Eu tinha 1 milhão de dívidas, e por que quando você tá com dívida você tem cinco escolhas? Primeiro, tô com 1 milhão de dívida. Primeira escolha: ansiedade. Que que será de mim daqui pra frente? Você que tá com dívida. Segunda escolha: depressão. “Ah, eu tô assim porque eu escolhi aquele sócio, porque eu tomei aquela decisão errada na pandemia”. Depressão. Terceira opção: largar tudo e voltar a ser CLT, ou sei lá, largar tudo, abandonar tudo. Quarta opção: suicídio. Quantas pessoas você viu que se mataram na pandemia? E a quinta opção é você não desistir, é continuar empreendendo mesmo com dívida, que uma hora vai dar certo. Então a gente passou por todas elas, teve ansiedade gravíssima, tivemos de tudo.

E o que vale a gente lembrar: a gente fala muito sobre dívida, né, e no livro o Rafa traz muita questão de que não é só dívida financeira, aí tem a dívida espiritual, a dívida emocional e a dívida espiritual.

Caraca!

Porque tem dívida que você tem hoje que é com Deus, né? Ele fez algo na sua vida e você tá devendo fazer alguma coisa. O próprio Construshow é uma dívida que eu tô pagando com Deus, eu não me apego ao dinheiro no evento. É óbvio, faturou, é lindo, né? Lindo! Chega no final do ano DRE, deu lucro, maravilhoso! Não deu lucro, tá tudo certo, teve pessoas que se conectaram. Deus, fiz minha parte, qual que é o próximo passo? Porque eu tive uma dívida com ele que depois no outro podcast a gente conta um pouquinho a nossa história que a gente teve com o nosso filho. A dívida moral, emocional, é a dívida que eu tenho com as pessoas: quem que eu não perdoei? São três tipos de perdão: o perdão comigo mesmo — eu errei naquele momento porque eu era imaturo, eu vou me perdoar e eu vou agora aprender de novo; você errou comigo, você me humilhou, me xingou, cara, eu te perdoo de coração,naquele momento você era moleque, você não tinha capacidade, eu vou te perdoar; e o terceiro é eu te pedir perdão, eu errei com você, você pode me perdoar? A pessoa de fato ir lá e pedir perdão. A pergunta é: qual dos três perdões você não tá tendo hoje? E tem estudos comprovando que várias doenças do corpo é por causa de não liberar um perdão.

É mesmo? Porque você fica ali travado.

Remoendo, né? É um peso que você tá carregando, um saco de cimento na construção civil, né? Saco de cimento, e não tá liberando. E a dívida física é a dívida com o CNPJ aí.

Exato, é dinheiro mesmo.

Então no nosso livro eu coloquei Empreendendo com Dívidas: Como empreender com dívida e crescer exponencialmente.

Que legal! Vou ler esse livro, hein!

Vou te mandar um para você, porque com a gente… E aí eu continuei com dívida, e o que que isso tem a ver com o networking, Construshow, com a vida de vocês, com o fato de a gente estar aqui hoje? Eu conheci ela com 15 anos.

Nossa!

Então você que tem tem uma filha agora, uma mulher ali, né? Eu vou ter mais filhos também, vou ter filha menina também, então vou ter psicológico, porque eu fico imaginando meu sogro com 15 anos, cheguei lá: “quero namorar sua filha”. Com 21 tinha…

Caraca, e ela com 15?

E aí o sogro me liberou, foi um investimento! Hoje, sogrão, hoje é lucro, né, sogrão? Porque a filha dele hoje tá no lucro, com a família que criamos, né? E aí, 15 anos… Eu já empreendia desde cedo. Empreendi desde muito cedo, no meu livro sobre dívidas eu falo sobre a minha história do empreendedorismo que começou com 5 anos de idade.

Caramba, que legal!

A minha mãe, empreendedora nata, mãe de dois filhos sozinha, o que que ela fazia para manter a família? Ela empreendia em tudo: cabeleireira, vendia roupa, vendia jogo de prato, vendia tudo, e eu como criança via muito aquilo. Então teve um episódio em que ela conta que eu fui no zoológico na excursão da escola, era R$ 5,00 na época lá o ingresso pro zoológico, e ela vendia reciclagem. Então eu ia ver lá o leão, o que que eu fazia? Pegava latinha de refrigerante, amassava, punha na mochila. Ia ver a girafa, pegava latinha no lixo mesmo assim próximo, e colocava na mochila. Resumindo a história: eu cheguei em casa, conta a história, com a mochila cheia de latinhas de refrigerante. Ela foi vender no ferro-velho lá, quando vendeu deu R$ 6,00, que era 1 kg mais ou menos, e o convite foi cinco, então você já tirou cinco, me deu R$ 1,00 de lucro. Meu primeiro lucro foi com 5 anos de idade: entrou no zoológico e deu R$ 1,00 de lucro! Olha que legal! Resumindo a história…

E é legal, sua mãe ela viu isso, não te deu bronca, foi lá, vendeu e te mostrou: “olha aqui!”.

Daí em diante ela conta, tá no meu livro…

Mentalidade boa da mãe, né?

Tá no meu livro inclusive, ela conta que dessa daí em diante, dos 5 anos de idade, nunca eu pedi para ela R$ 1,00 para comprar nada, nunca! Sempre tudo o que eu tive, eu comprei empreendendo.

Que legal!

Eu com 10 anos de idade queria ter uma bicicleta, vendi rifa. Eu com 11 anos queria tal coisa, vendi tempero. Eu com 12 vendia tal coisa, eu com 14, eu com 15, eu com 16… Resumindo a história: da natureza mesmo do seu crescimento, cara! Eu com 23 me formei em Engenharia. Com 21 eu tava estudando Engenharia e comecei a empreender no estágio com o meu gestor, e abri uma empresa no estágio.

Que legal!

Com 23 eu vendi a minha parte e chamei ela para entrar comigo como minha sócia.

Que legal!

E aí entramos juntos como sócios primeiro, aí a gente acabou caindo na besteira… Na besteira, foi muito bom na verdade, né? De… Ela entrou como sócia em outro negócio, não na engenharia. Aí eu fiquei com meu sócio, e abri com ela uma hamburgueria.

Hum, entendi.

Abrimos a primeira, a segunda do nosso ramo, e a terceira hamburgueria. Uma dica: tem um negócio que é do seu segmento, abre um segundo do mesmo segmento ou que tenha algo que possa ter ligação para se alimentar. “Eu tenho um depósito de material de construção, vou abrir agora uma distribuidora”. Bacana! “Vou abrir uma empresa de reformas”. Bacana, se conversam.

Essa dica é massa!

“Ah, eu tenho um depósito de material de construção, vou abrir um salão de cabeleireiro”. Não faça isso, pelo amor de Deus, não faça isso! Que foi o que eu fiz. Nós fizemos! Margem diferente, nossa, público diferente! É muito difícil, cara! Na obra chegava lá o pessoal: “cadê o cimento?”.

Você tem até uma linguagem diferente de de lidar com cada público, com cada pessoa com as pessoas que trabalham para aquele ramo.

Nossa, é muito difícil! O empreendedor tem essa pegada, né? Quando o negócio dele começa a dar certo, ao invés de ele querer explorar aquele negócio, ele fala: “não, porque o empreendedorismo é vendas. Vender capinha de celular tá dando dinheiro, sabe? Eu vou vender capinha de celular. Ah não, eu vou fazer isso”. O empreendedor ele vai num restaurante, ele começa a analisar porque o garçom demorou, eles estão perdendo dinheiro porque demorou o cardápio… Até essa cabeça que não para a minha assiste, e aí ele fala “não, vou abrir um restaurante”, e aí sai do ramo em que ele tá.

A gente comia lanche, a gente só vivia de lanche. A gente comia num Habbig’s, numa padaria, e a gente foi fazer conta: “dá dinheiro isso aqui, todo dia quando a gente voltava das vistorias, a gente passava nessa padaria pra gente comer, e a gente falou: meu, vou montar uma hamburgueria porque dá muita grana isso aqui, tantas pessoas…”. Só a gente comia lanche! Resumindo: abrimos a primeira hamburgueria, abrimos a segunda, abriu uma segunda unidade, uma terceira também, uma terceira. Aí teve um belo dia… Que legal essa história! Que não tava vindo grana no caixa, e a engenharia só pondo dinheiro, só… Como a engenharia tem uma margem maior, exato. E aí eu fui no eu fui no Sebrae, bati na porta do Sebrae: “ô, dá uma ajuda aqui e tal”, né? Fiz uma consultoria lá. “Quer o DRE?”. “Oi?”. “Demonstrativo de Resultado”. “Não tenho”. “Tá bom, vamos fazer um DRE. Me dá a ficha técnica”. Pera aí, tinha nada. “Acho que tô no lugar errado, não? O que que é ficha técnica?”. O cara falou: “pera aí, se você tá empreendendo e você tem esses negócios básicos você tá fazendo errado, tá fazendo merda!”. Aí eu falei: “volto para casa. Helen, tem que fazer isso aqui. Pega lá o Excel”. Eles deram um modelinho, deram um modelinho, e o Sebrae ajuda. Sebrae, obrigado, viu, o Sebrae ajudou! E aí fomos lá, sentamos eu e ela, os pais dela que eram sócios lá, começamos a escrever tudo lá: maionese, o leite, o pão, a carne, o açúcar… Beleza, resumindo a história: a gente tinha vários produtos, um deles era o hot dog que eu vendia por R$ 5,00. Na terça-feira eu vendia três por 10. Quando eu pus na DRE, na na ficha técnica, sim, o meu hot dog o custo era R$ 6,15 e eu vendia por R$ 5,00, ou seja, cada hot dog que eu vendia eu dava R$ 1,15 do bolso! Na terça, que era três por 10, aí eu tava só afundando a faca.

Girando, e isso aí foi pro filé, foi pro hot dog, foi pro carneiro, foi pra todo mundo! Resumo: tá tudo errado! Tudo errado, e o cara do Sebrae falou para mim assim: “seja bem-vindo, você vai quebrar!”.

E aquele jogo do ego, né? O empreendedor não tenha ego, é natural fechar um negócio, fica em paz! Pior é quebrar e ficar devendo, se matar! Gente, para de ego! E o que vale a gente lembrar também é que muitas vezes o Rafa ele usa sempre uma analogia das mãos ocupadas, né? Pensa que minha mão tá ocupada com alguma coisa e Deus quer me dar algo, como é que eu recebo, né? Eu não consigo receber porque tão minhas duas mãos ocupadas. Então assim, às vezes a gente precisa abrir mão daquilo que a gente tá lutando contra para poder receber algo, e você fica assim: “não, não vou, não vou, não vou”, e na hora em que você libera, você recebe algo muito maior. E isso aconteceu com a gente, né, Rafa? A gente teve a oportunidade de liberar as hamburguerias, tava num momento bom, não tava quebrada, então eu podia ter vendido, podia ter passado para alguém, dado uma permuta… Podia ter feito um monte de coisa, o ego segurou. O ego: “não, você não pode, porque tem muito cliente, o que vão achar de você?”. E eu peguei a engenharia e comecei a injetar grana, e foi uma hamburgueria que ficou muito famosa na época, chamou muita atenção.

Ela deu certo!

Ela deu certo porque meu perfil é influenciador. Você foi desenrolando e tal, e tal, e tal, então eu sou um político, né? Eu comunico muito rápido, me me me me me conecto, por isso o evento hoje bombou, porque a gente é comunicador. E a hamburgueria bombou, as duas, pra você ter noção. Tinha dia que tava muito, tinha fila, fila! Tenho foto de fila até hoje.

Como chamava?

Molhado RL. E lotava, lotava! E aí a gente chegou num momento em que a engenharia não tava mais conseguindo pôr grana, porque também tava desfalcando a engenharia. Tava desfalcando, e o que eu falei agora: perdendo o foco inclusive de mão de obra, né? O foco de vocês era… E aí beleza, quebramos! É como você vende dívidas, Rafa? Como quebrou? Primeira dica: se você vai entrar, vai hoje abrir uma empresa agora, só porque você sabe vender, já pega a fila de abrir, e no mesmo dia pega a senha de fechar.

[risadas]

Porque empreender são várias coisas, não é só vender, né? Não, planejamento não é só planejamento para você vender mais, quando você vai fechar uma empresa tem que ter um planejamento também para fechar a empresa, exato! Para vender tem que fechar, para fechar tem que fazer, para vender tem que fazer planejamento, para escalar tem que fazer planejamento, e para fechar tem que fazer planejamento, senão você sai com um buraco muito maior! Foi aí o meu erro: eu cheguei e falei assim “amanhã não abre mais, pronto”. Tá maluco? Amanhã não abre mais, só que amanhã eu tenho um contrato que me paga multa do espaço, eu tenho os colaboradores que tenho que pagar rescisão, eu tenho isso, eu tenho aquilo. Você consegue até construir um plano de saída: “em três meses eu vou encerrar”. Era o que tinha que fazer, porque quando você tá vendendo, tá empurrando com a barriga na corrida dos ratos, tá entrando dinheiro todo dia, você tá sobrevivendo, fluxo de entrada tá sobrevivendo. “Então tô empurrando com a barriga, atrasei um negócio aqui”. Quando eu fecho o fluxo de entrada, eu tô aí… Foi o tiro no pé, travou o freio de mão. Aí a segunda eu fiz a mesma coisa, fechei a… O terceiro eu vendi, enfim, fiz feio. Se tivesse lá atrás escutado, e entendeu, se seu canal aqui por exemplo estivesse antes…

Ter ouvido, né?

E aí entramos em dívidas. A a engenharia não tava com as coisas também porque já tinha tirado muito dinheiro, tirado o fôlego. E aí ficamos devendo, fizemos um levantamento: devendo R$ 1 milhão de reais! Nossa, agiotas, bancos, fornecedores, meu Deus, familiares… Uma doideira! Todo mundo…

Felipe, lembra até hoje: a porque assim, o empreendedor ele vai construindo tudo aos poucos, né? Então ele vai construindo conforme ele vai trabalhando, ele vai tendo as coisas. Eu lembro que a gente tinha um carro da empresa, né, Rafa? Carro, moto… A gente tinha uma moto, a gente tinha outros dois carros que eram para trabalho também, e eu lembro que a gente devia a juros, dinheiro a juros. E aí o Rafa falou assim para mim: “eu tenho uma solução referente ao dinheiro a juros”. Ó, não te cortando, eu pagava 5.500 todo mês de juros, só juros! Eu tinha 50.000 emprestados.

Caraca!

Eu tinha que pagar todo dia 20 R$ 5.000, 10%, sim, só que no dia 20 eu não tinha, eu pagava sempre no dia 30, então eu pagava juros do juros, era mais 500, 10% dos 5.000. Todo dia 30 eu tinha que ter 5.500 só para o ralo, só juros, só para manter ali. E aí eu lembro que ele falou assim para mim: “eu tenho uma solução: a gente vai entregar o carro, que abate uma parte da dívida, vai a moto…”. A moto, aí eu fiquei olhando pra cara dele tipo assim: vai entregar tudo, né? E aí a bicicleta foi… Ele tinha uma bicicleta porque o Rafa sempre gostou muito de de bicicleta, ele falou: “a gente vai entregar…”. E aí eu fiz uma conta tal. Mas eu falo… As pessoas criticam muito, né? “Ah, o cara pegou dinheiro a juros e tal”, eu não indico, tá, não indico para ninguém, não tô defendendo, mas foi uma coisa que ajudou muito a gente na época em que a gente tava precisando. Ajudou só. Então era uma pessoa que, óbvio, né, ele ganhava o juro dele, mas você ligava e falava: “cara, aqui eu preciso comer, você pode transferir pra minha conta?”. Ele falava: “qual conta você quer?”. Ó, é tão forte isso que ela falou, não te cortando, que teve um dia — lembrei agora desse episódio —, eu só tinha R$ 2,00 na conta, eu e ela. A gente acordou cedo, a gente tinha uma moto, uma Lead, né, e falou assim: “cara, a gente tem duas opções: ou a gente põe R$ 2,00 de combustível na moto para andar o dia inteiro com ela na rua, que ela é econômica, né, ou a gente almoça com esse valor aí”. A gente falou: “vamos pôr combustível na moto”. Porém, o estômago foi maior, né? Não é hoje que eu conheço de comida, que o jejum é tão bom. Se fosse hoje, fazia jejum, tudo certo! Na hora que bateu a fome, eu fui na padaria, almoçamos. Estamos subindo aqui… Quem é de São Paulo, tem a Rebouças ali, a moto acabou a gasolina, acabou! Aí tá eu empurrando a moto na ladeira, que que a gente faz? Liga pra pessoa que passava a juros e fala… Não era PIX na época, né, era transferência, era TED: “faz um TED para mim aí”. “Quanto você quer, quanto você quer?”. “Ah, manda só R$ 1.000,00”. “Toma mais 1.000”. E aí a gente… Essa coisa do rato, toda hora que doía a barriga, ligava pra essa pessoa. E aí ele falou, era o agiota. Não o agiota, e assim, conhecia a nossa reputação, nossos familiares moravam lá, então ele falou: “Bora, quando você pedir eu te dou”. Então você mora com seus familiares, conhece sua família, você não tem para onde correr, filho. E pagamos tudo, graças a Deus! Mas aí foi o que ela falou, eu nunca vi ela chorar tanto tanto quanto no dia em que eu levei o carro, a moto e a bicicleta. E foi, e a gente levou a prestação, a máquina de gelo… A gente levou várias coisas. E aí eu lembro até hoje que o Rafa vai entregar… Gente, é tão difícil quando a gente vive o processo, que eu lembro que a gente tava indo entregar o carro, bateram no nosso carro! Um cara bêbado! É, né, Rafa? A gente tava a caminho de levar, a gente teve que pagar a manutenção do carro para poder arrumar.

Menos dinheiro agora! O cara tava bêbado, fugiu. Quando tá com dívida, as coisas…

Coopera, tudo acontece! Aí tem uma chave: se você tá com dívida e você anda numa mesa em que tem outras pessoas com dívida, a energia cai. Agora se eu tô com dívida e eu ando com alguém, eu sento numa mesa de alguém que não tem dívida e começo a ouvir coisas boas, um podcast como esse, a sua frequência sobe. Total, é isso aí mesmo! Concordo 100%.

Bem, a energia ruim vai vai para a energia ruim, o ambiente é o ambiente, cara. Água procura água, né? Então dinheiro procura dinheiro, tá bem você fica bem. E é real isso aí, cara, isso isso é fato, eu vivi na pele! Ah, eu não li num livro lá, tô falando aqui coisas de coach, não, eu vivi na pele! Se você ficar na conversão de dívida, dívida, dívida, só vendo problema, problema, problema, você vai mergulhando demais. Um belo dia eu tô em casa, um amigo me liga: “cara, vai ter um evento assim, assim, assado”, o evento aquele… O dono, aquele rapaz escreveu o livro Os Segredos da Mente Milionária, sim, o T. Harv Eker, né? Eu acho que 2017, 2018 mais ou menos. Eu não ia, eu nunca tinha ido a nenhum evento, eu não eu não tinha nem Instagram.

É mesmo?

Não tinha nem Instagram, não gravava stories, eu era travado, comunicação zero!

Mentira, meu! 2000…

2017, caraca, não, 2017 não, 2018. Aí já, né, eu destravei o Instagram em 2020.

Não acredito, cara!

Eu me pus em 2022, a tempo de a gente falar aqui, esse cara não levava nem o dízimo e oferta na igreja na frente, de medo de falar, de vergonha.

Você acredita?

Então acredite! Eu vou acelerar a história como isso assim tão rápido, eu vou acelerar a história para vocês pegarem…

Você vai me você vai contar essa história!

Vou contar, e aí esse amigo meu me levou pro evento, eu tava quebrado, eu falei: “cara, não tenho dinheiro pro evento”. Ele falou: “vou comprar, vou te dar o ingresso”. Olha, ter bons amigos, hein! Chegando no evento, cara, eu vi aquela frequência, gente gritando, não sei o quê, pulando, abraçando. Tem uma dinâmica: “ó, olha pra pessoa do lado e pega o telefone dela”. Fui no banheiro, fui no banheiro! Zero networking!

Hoje é o cara que promove isso!

Hoje eu promovo isso, olha só como o mundo dá voltas! E aí eu vi aquilo, cheguei em casa, falei: “Helen, nossa, que gostoso, eu vi isso aqui, eu vi isso, eu vi tal coisa, vamos para um segundo evento?”. Fui para um segundo evento, eu comecei a ficar viciado em eventos! Por quê: eu ia para novas mesas e eu via coisas novas. Antes de vir para cá, é como se fosse fazendo furos nas nossas bolhas, sabe? Sabe, tipo, fosse estourando, vindo informação, furando a bolha. Eu tava comentando antes de vir para cá que eu aluguei uma casa por 3 anos, o contrato, então eu tinha um aluguel muito alto lá de valor, e tinha o seguro de seguro de incêndio. Quando deu esses 3 anos ali, eu entreguei a casa e peguei outra casa no mesmo bairro, só que o corretor ele não me ligou, ele não me mandou a mensagem. Eu aluguei a casa com outro corretor e fiz o seguro com outra pessoa. Pergunta: qual que é a dificuldade de ele me mandar um Zap: “Rafa…” — e eu vi os stories dele, tava ativo —, “Rafa, eu vi que o seu contrato vai vencer, você quer ver outra casa?”. Mas por que ele não mandou? Porque ele não tinha um CRM tão simples com uma tarefa de avisar, que é a coisa mais básica do mundo, um CRM barato, gratuito, um RD Station… Não tô pagando para ninguém aqui, não, mas um baratinho! Você vai lá e escreve assim: “o Felipe alugou comigo hoje, o contrato dele vence 22/02/2026, então chamar ele para ver se quer outra coisa ou se quer renovar”. Só que eu não julgo o corretor, porque às vezes ele não sentou na mesa que alguém falou para ele que tem um CRM que faz isso, que é gratuito, que dá essa direção para ele, e tem um problema de você tá na mesa errada! Então ele não tá errado, ele não sentou na mesa certa.

E aí, voltando aqui, eu comecei a sentar em várias mesas que as pessoas falavam assim: “cara, paga primeiro o agiota, deixa o banco para depois, o banco você consegue negociar com ele, não sei o quê, faz isso, faz aquilo…”. Começou a me dar toda a direção: “paga fulano, paga não sei o quê”. “Cara, faz o seguinte: você faz o quê hoje? Serviços? Vende produtos? E o produto X?”. “É, mas como que eu vou vender?”. “Fala o seguinte: vai lá, tem um sistema que é assim…”, e a solução fiscal… Você começa a ver muita coisa: “faz um evento, não sei o quê”, cara, você começa a ouvir muita coisa. Sabe o que é legal quando você conversa com pessoa próspera? É pessoa de solução, é solução, solução, solução, não vai ficar te dando dificuldade, dificuldade! E é isso que as pessoas a gente precisa, as pessoas precisam. Aí eu falei assim: “perfeito, isso aí! Eu quero fazer eventos, gostei disso, vou fazer o seguinte: eu vou parar de ficar indo no evento, vou fazer o nosso evento agora”. No bairro em que eu morava, Zona Leste de São Paulo, peguei meu telefone, peguei todo mundo da região, o cara que tinha pizzaria, pet shop, e loja de roupas, pus no grupo.

É mesmo, que legal!

“Pessoal, tal dia, quarta-feira de manhã lá no meu escritório, vamos fazer o ‘Empresários da Região'”. Tinha uns tinha 100 pessoas, um café com networking: é pão de queijo, café, e fala de negócio, trocar a ideia. 100 pessoas! Quantas foram? Chuta!

Uma pessoa foi, não acredito! Diego o nome dele, lembro até hoje do Diego, dono de uma loja de… É agente de publicidade, uma gráfica, fazia os banners para todo mundo na região, cartãozinho de visita. O Diego foi. É porque choveu, então não veio ninguém. Na próxima semana foram de novo, só o Diego. “Não, é porque tal coisa…”, a gente começa “pô, desculpa, né? Fim de mês”. Daqui de novo, só foi o Diego de novo. Eu falei: “é porque é na quarta-feira, mano, faz no sábado”. Isso 2018 mais ou menos, 2018. Fiz no sábado, foram quatro pessoas, aí fiz de novo, quatro pessoas. Beleza, vamos acelerar: 2019 eu mudei pro Alphaville, e assim… Mas as quatro pessoas que foram foi foi poderoso, porque é o que o Napoleon Hill fala do mastermind, é o que o próprio Jesus fala: “onde tem dois ou três em meu nome, lá eu estarei”. Então a mente mestra é eu transferir o conhecimento da minha mente pra sua, e como que eu que eu transfiro? Conectando, é conversando e compartilhando experiência. Antes do podcast, quantas coisas a gente falou aqui de saúde, família, de gravidez, de tudo, né? É isso a mente mestra.

Até um videozinho que você tem que me mandar, hein, tem que mandar pra esposa.

Isso é a mente mestra. Então eu falei: “eu não vou largar isso nunca mais, porque eu preciso dessas pessoas”. Sim. E aí beleza, quando foi… Mudei para Alphaville em 2019, eu chamei os quatro que estavam indo comigo todo sábado no escritório, eles foram lá.

Que legal!

Eu falei: “bacana, agora vai ser aqui em Alphaville, agora”. Depois de 15 dias, chamei de novo. “Eles, cara, é muito longe, é Castelo Branco, trânsito, farol, pedágio… Ô galera, vem aqui de novo!”. “Não, vem você para cá”. “Não, vem vocês”. Resumindo: acabei com esse movimento, acabei. E aí eu falei: “eu preciso de pessoas novas, a gente precisa de frequência, é é frequência, é um combustível, networking é um combustível que vai levar você para o próximo nível”. Imagina o combustível de um foguete, é muito, né? É um networking, você precisa de combustível. E aí eu falei o seguinte: lá no meu prédio tinha uma sala de reunião no último andar. Essa hora eu aluguei ela por um período na quarta-feira à noite. Que que eu fiz? No prédio mesmo: “ô, você mora aqui há quanto tempo? Vamos tomar um café comigo à noite, quarta-feira?”. Aí fui almoçar: “ô, o que que você faz aqui?”. Chamei todo mundo, inclusive a sala foi networking, né?

Networking de elevador!

Networking de elevador. Resumindo a história: chamei 12 pessoas do prédio ali da região ali, que eu não conhecia ninguém, não conhecia só interagindo, só chamando. Chegou à noite lá, todo mundo lá, comprei uma pizza lá, um pão de queijo. A galera falou assim: “o que que é isso aqui?”. “Objetivo, pessoal: o que vai acontecer eu não sei, mas vamos conectar. Fala em poucas palavras o que você faz, seu ponto positivo e só”. Dobrei o negócio. “Ô, eu sou fulano, faço isso, a minha maior dor é essa”. “Você? Cara, eu resolvo essa dor”. “Sério que você precisa disso? Eu tenho, faz isso, isso, isso”. Deu match na hora, na hora! Aí a galera ficou: “nossa, beleza!”. 12 pessoas. Liguei para ela, o bebê tinha acabado de nascer, né?

15 dias.

15 dias. Liguei para ela feliz, ela foi: “muito bom!”. “Foi o quê? Tô indo embora”, porque eu não podia… O bebê era pequeno, mas eu ficava em casa e aí… Como é que tá isso? Em todas as áreas, tá? Tinha um rapaz que mexia com shopping, outro mexia com contabilidade, nada de engenharia. E aí eu fui embora tudo feliz, cheguei em casa, conversei com ela, tal. Na próxima semana meu WhatsApp começou a bombar: “Ô, tô sabendo que teve um um café lá e tal, como é que foi? Quanto que é?”. E não tinha nem preço, porque era de graça. “Sim, cara, tem espaço e tal, tal, tal?”. Tinha umas 30 pessoas já confirmadas, eu não tinha nem espaço! Eu tava na igreja conversando com o meu bispo, falei: “Bispo, vou fazer um evento assim, assim, assado aqui em Alphaville” — que morava há 21 anos lá, mora até hoje. “Pega um lugar que se eu posso fazer um evento aqui barato para 30 pessoas?”. Ele pegou o bolso assim, pegou a chave da igreja, falou assim ó: “tá aqui ó, pode fazer aqui na igreja!”. Fiquei um ano e meio fazendo toda quarta-feira evento na igreja, networking para todo mundo. Aí foi 30 pessoas, depois foi 70, 50, duas, uma, ninguém… Mas eu fiquei um ano e meio nos altos e baixos, 1 ano e meio toda quarta-feira. Ela me ligava chorando às vezes porque ia ficar sozinha em casa com o Samuel, e dia de feira… Quarta-feira, quarta-feira era era uma feira que tinha que me… Imagina: a gente morava num condomínio que tinha 620 casas, então tipo, as famílias todas desciam pra feira, e só descia eu e o Samuel. E aí ele falava assim: “Ai, acho que hoje só veio só vai vir uma pessoa mesmo que até agora não chegou, né?”. Eu falava: “Não, dispensa a pessoa e vem embora pra gente ir na feira!”. Falava: “Não, uma pessoa… Se veio essa pessoa, é porque eu preciso mudar a vida dessa pessoa!”. Aí ele ficava lá com a pessoa, enfim… Quando finalizava, ele chegava, mas eu sempre trazia o pastor dele pra casa, meu pai tava lá.

E olha a importância da constância! É por isso que eu falo: como empreender com dívida e crescer exponencialmente. Tá com dívida? Põe constância no seu negócio que vai dar certo! A vida é uma roda-gigante: uma hora tá embaixo, uma hora tá em cima. A hora de baixo é a hora em que você tem que ser rápido, e a hora de cima é a hora em que você tem que falar assim: “desliga a roda-gigante aí, fica em cima aqui!”. Óbvio, se você tá indo pro fundo do poço e não identificou o seu problema, você vai cair mais, mas no nosso caso a gente identificou, a gente identificou.

Você tem que identificar para conseguir corrigir, né? Você precisa aceitar, né? Você precisa aceitar o que você tá passando, porque é muito difícil… É a questão do ego, isso! Tava tentando lembrar a palavra ego, mas é a questão do ego, porque se você fala “não, eu não tô com dívida”, não, não, você tá com dívida, precisa aceitar e falar: “agora como que eu vou resolver isso?”. Tem essa questão: como você vai trabalhar desse jeito?

Isso já era ano de 2021, né, Helen? Sim, 2022 entrou já com 1 ano e meio desse evento, já tava cansado já. E aí eu comecei a tirar de quarta-feira e fazer ele no sábado a cada 15… A cada 15 dias. Tava numa média de 30, 40 pessoas. Aí eu comecei a fazer depois de uma vez por mês no sábado, sempre no último sábado, ia 40 pessoas: advogado, médico, de todas as áreas. Qual que é o objetivo: networking, fala o que você faz, conecta, conhece um aqui e tal, tal. Tava indo bem, mas eu não tava… Já tava cansado já, não tava… Nunca ganhei R$ 1,00 com networking, sempre colocava dinheiro do bolso, sim, sempre do bolso. Eu não tinha aquele coração pro dinheiro, a Helen fala o seguinte: “cara, todo mundo que entrar aqui você põe num contrato 10% do que você ganhar de comissão”. Mas eu acho que isso fica forçado, né? Então até hoje quem não me conhece fala assim: “o Construshow é milionário, quem entra no Construshow põe a caixinha…”. De você ganhar, cara, meu coração não é esse, meu coração… Porque quem me quem investe em mim é o é o Reino, é o Senhor, então o meu patrão lá ele falou que eu devia fazer isso, “continua que tá bom”.

E aí vai vendo: 2022 eu já estava cansado, já queria parar com o evento. Eu sou cristão e eu orei junto com a Helen: “Deus, se for para parar com o evento, o Senhor me mostra um um caminho; se for para continuar, eu continuo assim mesmo, tá tudo certo, sou um servo aqui do Senhor na Terra, né?”. Dá um sinal, dá um sinal, exato. E igual você falou no no podcast agora anterior, né: que Deus ele usa nós para fazer coisas. Ele… Eu eu costumo dizer assim: que através dos eventos, o Senhor ele usa a gente, tá na Bíblia, né? Ele não faz por nós, ele faz pelo outro, porque tem um outro que vem e faz por nós, né? Então é muito difícil a gente pensar só em nós, então às vezes não é fácil, cara. É lindo ver o evento cheio acontecendo, mas até aquilo acontecer, muita coisa acontece, desgasta, entendeu? Batalha física, mental, espiritual, e e a coroação de tudo isso é o evento, no qual você precisa tá bem.

É só que ninguém sabe o perrengue que foi para… Então na coroação você tá super… A Helen ficou doente antes de todos, eu fiquei doente antes, porque pensa: desgasta emocionalmente. No último mesmo, eu tava comprando a roupa pro evento, eu passei mal, tive que sair praticamente de ambulância dentro do shopping, caí de roda, de cadeira de rodas, desci pra emergência do shopping, fiquei lá até melhorar. O Rafa me levou direto pro hospital, de que que é? Não é só guerra espiritual, é guerra física, guerra mental, né? E aí 2022 eu orando… Eu era zero digital, cara, não gravava story direito, gravava até um sozinho ou outro, mas não era como é hoje, né? Quem me segue hoje, tem dia que eu amo gravar story. Orando, Deus falou o seguinte — eu tinha a empresa de engenharia, né, depois a gente fala um pouquinho da empresa —, tava até um pouco desfocada também porque eu tava focando tanto no networking de quarta ali e tal que tava de lado, Deus falou comigo: “se posiciona na engenharia!”. Fiquei todo arrepiado, lembro…

Caraca!

“Como assim? Se posiciona na engenharia, faz o mesmo evento para engenheiro e arquiteto”. Cheguei nela, compartilhei com ela, ela falou: “faz sentido”. Peguei meu Instagram, comecei a seguir todo mundo de engenharia, seguia, seguia… 100 pessoas! Hoje eu sigo 5.900, tudo engenheiro e arquiteto! Segui, fiquei assim ó, bloqueou meu Instagram dois dias sem mexer. Aí foi, dois dias liberou, voltou. Aí eu peguei meu Zap, peguei todo mundo que era engenheiro e arquiteto e fiz um grupo igual 2018, lembra? Mesma coisa, mesmo roteiro, mesma coisinha! “Pessoal, sábado em outubro”, né, 20 de outubro de 2022, “vai ter um café com networking aqui em Alphaville só para engenheiro e arquiteto”. Aí eu enchi o grupo, joguei lá, a mesma coisa. Já tava contando que ia uma pessoa de novo. Chego lá, tem 30 pessoas, engenheiros e arquitetos! Na época não era igual hoje, que é pra construção civil e mercado imobiliário, era só engenharia e arquitetura. Eu olhei para ela e falei assim: “Helen, o que que é isso?”. Eu sou engenheiro, né, faço conta, né? Se em 2018 eu coloquei uma pessoa e cresceu tanto, tanto, imagina esse com 30, vai fazer o quê? Eu já tinha previsto o que acontecesse o que aconteceu agora. Em novembro de 2023, eu… Rafa, você imaginou que ia acontecer isso? Sim, porque eu fiz conta! Você fez conta, você entendeu o crescimento que aconteceu, vai explodir isso aqui daqui um ano! E aí foi 30 pessoas, aí eu olhei para ela e falei assim… E ela tava com o bebezinho inclusive, nos vídeos tem o Samuel: “yeah, yeah!”.

Que legal!

Ele gritando, eu nem consigo usar o vídeo do desse evento porque ele grita muito nos vídeos! Ele tava gritando demais, tava o Samuel gritando.

Só pode colocar música, sabe, música? Que é o evento de… Inclusive a gente podia pôr esse vídeo nos eventos, né? Mostrar ele gritando, ele começando, é pra gente mostrar, e é legal também mostrar o começo, inspirar, ah… E aí, bacana, ela foi comigo e tal. Ela não tinha também muita frequência em eventos, porque ela só via de casa os stories que postava, o vídeo dela. O bebê era muito pequeno, era muita gente, pessoas que a gente não conhecia, as pessoas queriam pegar. E aí eu eu tinha uma certa resistência, eu tenho até hoje uma certa resistência assim das pessoas ficarem pegando nele, eu não gosto muito, sabe? Porque tem gente que a gente nunca viu na vida, vai ficar pegando no meu filho, não faz sentido, entendeu, exato.

Tem gente que abusa, inclusive. Você aí, nunca pega o filho do outro e fica beijando, abraçando, que isso aí é desrespeitoso! Pegando na mão da criança, pelo amor de Deus, vai ser pai agora você vai ver como isso incomoda a gente.

Não deixa, não! E aí, pulando, acelerando, isso foi outubro de 2022. Aí eu mudei meu Instagram, comecei a mudar a linguagem. Todo mundo que me seguia era outro público, eu falei: “como que eu pego…”, eu tinha acho que 4.000 seguidores, “e como que eu pego esse público e troco de público? Eu tenho que mudar a linguagem”. Exato: “bom dia, engenheiros!”. Para quem não era engenheiro, já começou a sair, já achava chato. Perdi um monte de gente, um monte de gente, amigos inclusive, foram embora, tudo certo, né? “Bom dia, engenheiro, fala, engenheiro! Fala, arquiteto!”, conversando com o meu público. Então se você quer se posicionar, começa a conversar com o seu público, exato, não existe mais cartão de visita de papel, o seu cartão hoje de visita é o seu Instagram, então o seu Instagram tem que conversar com o seu público. E aí, “bom dia, engenheiro! Bom dia, arquiteto! Vamos pro próximo”.

Helen, novembro de 2022, próximo evento: foram oito pessoas! Eu, o palestrante e mais seis pessoas.

Caramba! Aquele balde de água fria, para você ver que não é linear, né? Não é, senhora, um balde de água fria! Nossa, aquele dia choveu, choveu. “É porque deu sorte, sei lá, é porque… Enfim”. E fez todo o roteiro de novo, só que não foi, repetiu. Aí a importância da esposa, né? Eu uso a minha esposa como conselheira, inclusive hoje na empresa hoje de engenharia, ela era nossa conselheira.

Eu falo, eu falo exatamente, a Raísa é a minha conselheira.

Ela ela ela era o financeiro e administrativo, ela depois deu licença, ela agora hoje é conselheira, ela que é melhor do que tudo, exato, porque todo pepino… Inclusive teve um dia em que eu tava com um problema gravíssimo: “velho, o que que eu faço?”. Ela falou assim: “e aquele antigo funcionário que saiu?”. Chamei ele de volta, aí eu falei: “tá maluca?”. Ela: “faz sentido, na época de trabalho e tal”, liguei pro rapaz, tá comigo até hoje! Olha isso!

E que ela falou, a mulher tem um faro, isso é com… Até hoje meu melhor funcionário, meu melhor colaborador!

Colaborador!

Ela falou assim: “liga para ele e faz a proposta”, fiz a proposta, ele ele voltou! Ele voltou, até hoje é meu braço… Mulher tem um faro, isso que é impressionante! Mulheres, parabéns, né, vocês mulheres são demais! E aí eu cheguei nela: “poxa, só oito pessoas…”, ela não foi esse dia, não tinha ido, né? “Só foram oito pessoas”, tal, ela falou assim: “calma, 2023 eu vou entrar com você no negócio e a gente vai fazer os eventos crescerem”. Ó, arrepiado! Olha isso, não tinha nome ainda, o poder do casal, né? Não tinha nome, não era Construshow, era Café com Networking, olha isso! Aí ela entrou. Dezembro a gente começou a fazer: “vamos ver o nome e tal, tal, tal, Networking, primeira coisa: vamos escolher os nomes. É Networking, Café e Networking, não sei o quê, Networking Construshow”. E o nome é bom, nome poderoso! E Construshow não é de construção civil, é de construir relacionamentos, exato, porque fica duplo sentido, isso é duplo! Aí ela entrou comigo em 2023, primeiro evento de fevereiro… Janeiro essa mulher ficava lá, tinha num P das coisas, entrando no site, vídeo… Falei: “o que que essa cara tá fazendo, gente?”. Eu desesperado, porque meu evento era simples, sim, era um grupo no WhatsApp, mandava o link do evento lá e ia.

Janeiro de 23?

23, janeiro de 23, um ano atrás! Não tinha nem nome no evento, meu Deus! Essa mulher entrou comigo, por isso que você falou no começo, parece que foi até combinado, né? A importância do casal em unidade, exato! E aí ela entrou comigo, eu dei para ela carta-branca, falei: “faz o que tem que ser feito, eu confio em você”.

Ela quase enlouqueceu você, você lembra?

Voltei acompanhando o processo, e entendi: “meu Deus!”. E eu tava um pouquinho com a engenharia, tava um pouquinho sufocado. Essa mulher… Pensa que ela tava aqui e ligava pra gente, e eu tava… Um dia chegou duas pessoas no escritório com um monte de garrafinha, sacola, falei: “o que que é isso aqui?”. Aí beleza, vou confiar. Daqui a pouco ela mandou uma nota fiscal de R$ 500,00 no espaço. Aí eu falei: “Helen, o que que é isso?”. Ela falou: “o espaço que eu consegui”. Falei: “eu pago R$ 100,00 no espaço, você tá louca?”. “Não, eu arrumei um espaço que é bonito, não sei o quê, tem tapete…”. “É, mas como que eu vou pagar isso agora? Vou tirar da empresa?”. Eu sofri para negociar, ela: “calma!”. Visão boa! “Calma que eu vou pôr patrocínio no evento”, e não tinha cota de patrocínio na época, era ele que colocava o dinheiro todo do bolso no evento, da empresa. Ela, olha isso, desenhou tudo no primeiro evento, já já não tirei dinheiro do bolso mais, e todos os eventos que eu fiz, todos, do primeiro evento de 2018 até 2022, todos eu pus no bolso. O primeiro, o primeiro que não foi, tinha que ter dado para ela antes o evento!

Por que, gente? Mas o pior, quando a gente falou sobre patrocinadores, ele falou “eu não sei se o pessoal vai pagar, não”. Aí foi aí foi a crença negativa, a crença, eu falei: “quem pagaria R$ 200,00 para ver 30 pessoas?”. Fala o que você falou, Helen! Eu falei: “cara, são 30 pessoas qualificadas para a empresa”. Não, e faz… Imagina um contador pequeno fechando dois contratos, se ele tem lá, paga imediatamente! Se ele tem lá R$ 500,00 por mês recorrente, dá R$ 6.000,00 por ano. Exato, ele paga R$ 200,00, não é nada! É baratinho, baratíssimo! Aí eu falei: “mas ninguém vai querer vir”. Ela falou assim: “dá os seus contatos que deixa comigo”. O que que você fez com eles? Entrei em contato e comecei a apresentar, aí eu fechei o primeiro. Falei: “Rafa, já fechei o primeiro!”. “Como assim você já fechou o primeiro?”. Eu falei: “já fechei, tem mais contatos? Me passa o segundo!”. Isso aí, perfil financeiro. “Terceiro, cadastrador; quarto, topografia…”. A mulher foi só fechando negócio, R$ 200,00 era a cota. Eu lembro que eu cobri todo o custo que tinha do evento, tudo, tudo que com a… Ficou do zero a zero, mas já não saiu do bolso e ainda conseguiu um espaço bem melhor. Nossa, sim, aí com esse dinheiro que ela fez o espaço, promoveu o evento, hein! É isso aí, aí ela arrumou um espaço melhor, um coffee break melhor, com a com com a ovinho, com o negocinho lá. Aí ela foi, conseguiu fazer uma sacolinha, aí ela conseguiu fazer um mimos, não tinha nada disso, cara! A a mulher, cara, impressionante, eu falo: quando a mulher resolve empreender, bicho, não tem, não tem, não tem! Até minha roupa ela melhorou.

Não, é verdade!

Aí, cara, por isso que eu falo: a importância do cônjuge andar junto e fazer tudo um só. Eu discordo de casal que um mexe com um negócio e um mexe com outro. “Ah, mas a minha esposa, ela sempre dominou roupa, eu sempre dominei obra, então ela não quer largar o dela, eu não quero largar o meu”. Tá bom, eu acho que o que é legal a gente falar isso, mas assim, OK, eu até entendo que casal cada um se identifica com uma coisa diferente, né? Quando eu comecei a empreender com o Rafa, eu não queria ser sócia dele, eu sou formada em Design de Interiores, eu queria formar o quê? Queria trabalhar com alto padrão, decoração, foco em decoração. Ele falou: “não, vamos, cresce, depois você faz o que você quiser”. Falei: “tá bom”. Só que assim, eu acredito que se eu faço uma coisa e o Rafa faz outra, mesmo assim a gente precisa tá em unidade, exato, os dois precisam entender do negócio dos dois. Por quê: porque na hora em que eu estiver passando uma dor, ele vai me entender, e na hora em que ele estiver passando uma dor, eu também vou entender ele. Por quê: porque eu tô por dentro do negócio dele. Mas tem casal que faz isso aqui, ó: ninguém sabe o que o outro vivencia no dia a dia. Então você chega estressado, desconta tudo em mim, eu não sei porque você tá descontando em mim, como é que eu vou te ajudar? Não, e por isso que eu falo que a gente se uniu muito. É isso aí, por quê: porque eu entendia tudo o que ele tava passando e ele entendia o que eu tava passando, então a gente dava a mão pro outro e falava: “calma, a gente vai passar!”. Quando um tá caindo, o outro ia lá e levantava, entendeu? E isso é fundamental. E a dica é: porque a gente tem momentos ruins, tem momentos ruins, acontece, e a outra pessoa segurar, cara, é fundamental, cara. Quando você é CLT, seu dinheiro depende de você, da sua energia. Ah, mandou embora, o que que você fez errado? Quando você é empreendedor, depende do outro: é o cara que brigou com a mulher, e pelo fato de brigar não não foi trabalhar; aí o seu cliente tá esperando a obra pro vidro lá, não apareceu, apareceu o cara bebeu no fim de semana, não apareceu, aí você toma porrada, depende do outro, é do outro. Então o que ela falou é tão forte: que por mais que o seu negócio seja um lado e o seu negócio é outro, andem em unidade, exato. “Amor, o que aconteceu?”, é a dica que eu pedi no começo, porque às vezes o cara é empreendedor, a mulher não é, mas pô, empreender às vezes vai precisar de um dia em que você trabalha até mais tarde, e aí quando ele fala “meu, deu um problema”, ele já tá com aquele B.O. no colo: “eu vou ter que trabalhar até mais tarde”, e pronto! O fato de eu precisar trabalhar até mais tarde gerou um outro B.O., sim, que é o B.O. em casa. Exato. Então essa unidade é o que você falou: tem que trocar ideia, por mais que eu empreenda e você não, pô, tem que trocar ideia para o outro entender, conseguir entender a sua necessidade, fazer esse processo de empatia com o outro. Legal, ótimo!

E aí ela entrou no negócio, mudou toda a cara do evento, colocou o nome, criou a logo, fez o negócio acontecer, ela que criou. Ela ela ela pegou o MVP e criou a empresa, a mulher é master. Pegou tudo, tudo! E aí, Rafa, isso dá certo? Isso aqui, o que que você acha? E o horário? O horário também mudou tudo, tudo, tudo, tudo. Eu sou muito… Eu fiquei muito resistente no começo, porque não tem jeito, mano, até às vezes até um pouco inconscientemente o homem quer dar aquela, sabe, tipo… Conscientemente o cara que vai explodir, ele fala: “não!”. Fiquei um pouco resistente, mas eu deixei, porque a gente é muito junto, sim. E aí eu tava esperando que ia 30 pessoas, 20 pessoas… Fevereiro de 2023: foram 70 pessoas!

Organicamente foi bem, né? 70 pessoas, caramba! Vocês voaram, 70 pessoas, caramba! A galera ficou louca: “que evento top, que organização!”. Os patrocinadores piraram, porque tipo, eu prometi… Ela vendeu pro patrocinador, o cara de consórcio: “meu amigo, vou ter 30 pessoas, você paga R$ 200,00”. O cara fez a continha: “se me der uma carta de crédito, eu pago já o meu meus R$ 200,00 conto”. Chegou lá, tinha 70 pessoas, nossa! Então imagina só: eu falo para você que vai ter 70, chega lá tem… Vai ter 30 aqui, vai ter 70, ter 70! Ela vendeu uma coisa que geralmente é o contrário, né? Tem 70, vai 30. O pessoal ficou louco: “Helen, o que que é isso? Quando é o próximo? Eu tô dentro!”. Olha isso aí, já fechei os patrocinadores do outro já.

Essa moleque é demais! Aí eu fiquei louco. Ah, bacana, né? Não tinha nenhum produto digital, não vendia nada, a gente não vendia nada. Por isso que hoje eu criei uma esteira de produtos, hoje a gente tem um funil de produtos: tem e-book, livro… Vale a gente falar sobre isso também, né, Rafa, rapidinho? Que a gente não vendia nada, e não era tipo porque a gente não tinha… A gente sabia que tinha conhecimento, mas o nosso foco era a empresa de engenharia e o networking mesmo em si. E aí teve uma um rapaz que falou pra gente assim: “Vocês são muito egoístas, porque o conhecimento de vocês pode ajudar muitas famílias”. É, aí a gente teve um olhar diferente sobre isso. Exato, porque eu não vendia mentoria, falei: “meu, não quero ganhar dinheiro com isso agora, não faz sentido para mim, o negócio é crescer o networking”. Só que quando não vendo mentoria, a mentoria é o quê? É pegar o meu conhecimento, empacotar num produto e vender para alguém, e ajudar alguém transformado. E outra: que vai economizar um baita de um tempo para a pessoa descobrir sozinha, que é o que vocês precisaram descobrir sozinhos. Por isso que a gente apanhou tanto, apanhou tanto que foi lá, tava no evento com depressão, quebrado, e na mentoria ele se levantou.

Resumindo, tem 15 minutos certinhos, vamos ter que acelerar. Isso foi o primeiro primeiro evento de 2023, né, Helen? 2023, 70 pessoas. Aí vamos fazer o segundo daqui um mês: foram 150 pessoas!

Caramba, um mês já foi, já dobrou! Dobrou, aí eu falei: “vamos fazer o próximo em abril”. A Helen me chega no escritório com uma nota fiscal, eu chego e surto aqui, não lembro de R$ 15.000,00 o espaço. Ousada também! Eu pagava R$ 100,00 no espaço. Imagina! É importante você tomar passos altos, porque é isso que vai romper o lacre, exato! E ela chegou lá com uma nota fiscal de R$ 15.000,00 pedindo um aporte, porque era para dar o sinal, tinha que dar sinal para segurar, segurar 7.500. Eu falei: “Helen, não vou pagar isso aqui mas nem…”. Ela falou: “você confia em mim?”. “Confio”. “Eu vou arrumar as empresas que vão pagar esse espaço pra gente, primeiro que já tem pessoas que gostaram…”, não sei o quê. Eu gravei o cara que gostou: “deixa comigo, só só só dá o sinal, só pra gente segurar o espaço, só segura a data”. Eu fiquei resistente até o último segundo. Chegou uma hora, falei o seguinte: “toma um PIX, paguei, paguei o sinal”. Nossa, segurou! Nossa, segurou até umas horas! Aí ela veio com o argumento, porque aqui, pra você ter noção, o evento de de janeiro tinha uma tela desse tamanho aqui, nada, de vidro, metade da tela, metade desse tamanho que é a tela. Quem tava lá no fundo não dava nem para ver! O de abril, março, era um era um retroprojetor, e o de abril de R$ 15.000,00 era três LED, era três telões de LED! Geração, você viu como evoluiu, já foi evoluindo! E ela falou: “o LED vai dar mais visibilidade, o evento vai ficar mais não sei o quê…”, porque eu queria os LED separados para deixar o logo do Construshow fixo em uma das um dos LEDs fixo. Beleza, o espaço cabia 250 pessoas, o espaço lotou! Teve gente que foi embora porque não cabia, não cabia, ficava em pé. Resumindo: terceiro evento, e já foi… Quando que vocês começaram a cobrar no O de fevereiro não foi? O de de fevereiro…

Fevereiro R$ 30,00, né?

R$ 30,00: “se a gente cobrar…”. Não, então já começaram a cobrar legal em fevereiro. Fevereiro, então esse que louco! Vocês já estavam cobrando R$ 100,00, R$ 100,00, R$ 100,00, R$ 100,00… Não lembro agora esse valor, R$ 100,00 que a gente cobrou. E em outubro aí… Ah, verdade! A gente sempre cobrou do Café com Networking, né? É o… Eu cobrava R$ 20,00, matéria de compromisso, o cara aí pra gente ter certeza de que as pessoas iam.

É aí, verdade.

Abril que funciona, faz sentido, funciona. Abril foram 250 pessoas, olha isso! Saímos de 70, 150, 250 pessoas. Aí eu cheguei nela e falei assim: “parabéns, Helen!”. Reconheceu. “Você mudou muito bem, parabéns, só que agora vai falar o seguinte: eu não ao menos do que isso, quer ir pro “rachando” comigo?”. Ela tipo assim: “como assim?”. “Dobrou a aposta! Vamos dobrar, vamos fazer o próximo evento, só que não vou fazer lá no mês seguinte” — que foi em abril esse, né —, “dá dois meses, dá dois meses de folga. Vamos pôr nossa energia máxima, vamos pôr 500 pessoas e vamos pôr um espaço de mais topo aqui em Alphaville”. Olhei para ela, olhou para mim, falou assim: “topa?”. “Topo!”. Fechamos um espaço maior, que é o que você foi, você foi! O espaço era R$ 30.000,00 lá na NB, lá na NB o espaço era muito mais caro, mas consegui negociar por R$ 30.000,00, e no dia em que você foi tinha 500 pessoas e tava lotado, 500 pessoas lotado! Lotado, lotado! Isso junho de 2023, foi em junho, junho foi em junho. Depois de dois meses fizemos o próximo evento em agosto: 700 pessoas! Depois de dois meses, isso não deu um ano, hein? Dois dois meses, hein! Você tem noção? Dobrando a aposta! Vai dar um ano agora em fevereiro que ela entrou no negócio.

Caramba! Mas a gente comemorou um ano já em novembro, é um ano de de evento, né? De que a gente comemorou com um evento de evento de de oito pessoas, né, sim. Novembro, 11/11, a data histórica: 1.200 pessoas! Meu Deus do céu! Presencial, 1.000 pessoas online! Porque eu peguei a base de dados que eu tinha de pessoas que foram nos outros eventos e peguei uma automação e disparei o link gratuito para todo mundo do link do… Nossa, foi uma jogada de mestre que eu fiz! Sim, aí você… Outra exponencial! Todo mundo que não foi aí pegou o link, mandou para o amigo, não sei o quê, colocamos 1.000 pessoas online! Batemos a… Recorde! Hoje todo mundo me chamando para chamar a gente hoje, palestra nos Estados Unidos, gente… A nossa vida mudou do nada, do nada, ninguém vê os bastidores, né? Nossa, do nada! Até a gente fala às vezes, né: “do nada”, não tem jeito, é trabalho! E aí, Rafa, mas o que que tem a ver com o Cash? É sobre é sobre 1.000, 2.000… O próximo evento agora tá previsto para 2.000 pessoas. 2.000, eu vi, mas não é sobre 1.000 pessoas, e outra: 2.000 pessoas no espaço, cara, não é sobre isso. É outro… Novembro de 2024, tá gravado, né? Tá gravado, tá gravado, tá gravado! Novembro de 2024 vamos reunir 5.000 pessoas, pronto! Tá gravado aí um compromisso que a gente tá fazendo, compromisso público, hein? Público, pode me cobrar! Por quê: porque a gente sabe o nosso propósito, e a gente sabe que 5.000 pessoas vai mudar uma geração inteira. E é o que o que eu costumo falar, tá: às vezes as pessoas falam “ai, nossa…”, às vezes até por… Ai, sempre esqueço das palavras, mas assim, não é ego, né? Não é “ai, como que é a palavra? Soberbo”. É, não é ser soberbo assim, mas não é sobre o número de pessoas, né? Que às vezes as pessoas falam “nossa, tá pensando em dobrar, dobrar, dobrar…”. Não, mas quanto mais pessoas, mais oportunidade para quem tá ali, né? Aí são vidas, são negócios que a gente vê ser transformados. Exato, exato!

Negócios lá é networking e conexões. Virou um negócio, sim, tem hoje CNPJ, tem virou uma empresa, tem colaborador, virou uma empresa, porque 1.000 pessoas é uma… E você precisa para garantir a estrutura para um… Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. Lembro que era R$ 200,00 a cota, hoje uma cota de patrocínio hoje chega a R$ 50.000,00! Olha isso, a gente tem cota hoje de R$ 4.500,00 a R$ R$ 50.000,00 a cota. O que era o quê? R$ 200,00, R$ 200,00! Por que R$ 50.000,00? Eu sei que a empresa que vai lá tem resultado e vai e tem resultado, você tá falando com 1.200 profissionais da construção civil, cara, leads qualificados. E lá era… E quando eu fui era isso: todo mundo da… Não tinha nenhum perdido lá. Não tem perdido, é é construção civil pura. Você vai um outro conecta, e aquele… Aí você fez um exercício de… O galpão do lado lá, o o espaço do lado foi o espaço do networking, e aí saímos trocando cartão, cara, todo mundo com quem você encostava: construção civil, as pessoas totalmente abertas. Foto que eu postei, não te coitado… Povo falar do povo fazendo networking, tem você na foto conectando, sério, sério, não vi! Conectando, vou te mandar foto, tem você extraído, a foto de você extraído conectando. E aí 2024 a gente vai romper o lacre da construção civil, conectando a classe de uma forma, né, assustadora. Esse ano vai ser o o ano da conexão. Você acha que 2023 foi bom? 2024 mal começou, e virou e virou um negócio, né? Então para virar um negócio aí que a gente fez, precisa de receita, exato. Só o patrocínio já não é suficiente para manter a estrutura, porque eu tenho colaborador, tem um fiscal… Caraca, fiscal! Virou uma empresa, sabe o que eu tô dizendo? E aí o que que a gente fez: criou uma esteira, que é um funil de produtos, então a gente hoje não só vende o ingresso, mas como a gente vende muitas coisas: a gente vende livro, a gente criou uma comunidade que chama Clube Construshow.

Que legal!

Clube Construshow é uma comunidade de negócios onde a pessoa paga por ano para estar com a gente, e ela faz negócio depois do evento, porque pensa comigo: tinha 1.000 pessoas num evento, você acha que eu consigo falar com 1.000 pessoas? Não consegui, acha que você consegue falar com 1.000 pessoas? Não consegue, é impossível! Você consegue fazer negócio no dia? Não consegue. Então depois do evento gera conexão do um a um, inclusive lá no clube estão precisando de esquadrias, vou te falar…

Que legal, tá vendo? E eu quero depois, até aproveitando o papo, é só me falar agora, tô falando como empresário mesmo, nem como Além do CNPJ, pela minha empresa, é só me falar quais são os produtos que vocês têm que eu tô dentro, vou entrar na no mastermind, no nesse clube, já me passa os valores lá, tô dentro, já tô dentro de tudo, porque eu preciso, preciso disso aí!

E como funciona o clube? Olha só: tem vários clubes de negócios no Brasil, e eu tô olhando todos, para conhecer lá e falar “isso faz sentido no evento, isso não faz”, e o que eu peguei… Você tem um poder na mão que chama nicho. E o que que eu peguei? Bicho, você contrata um mastermind, sei lá quem, paga lá a maior grana para entrar, você chega lá é aquele seu primeiro evento: contador, é médico, é tudo… Agora você tá dentro de um nicho, e olha o pulo do gato: todos que estão indo modelar, sabe qual que é o foco dos eventos — e não tá errado, não julgo nenhum —, só negócios! Tá tudo certo, não julgo, só que a gente tem uma metodologia muito diferente. Da pessoa com quem você conecta na sua vida, essa pessoa pode surgir quatro categorias dentro da conexão: primeira categoria — eu acabei de conhecer o Felipe, pode gerar amizades, exato, novos amigos, o que é muito legal. Como diz o Rei Salomão: “tem amigos que são mais chegados do que irmãos”. Exato, nós temos amigos hoje que conhecemos em eventos que meu irmão nem o irmão dela sabe o que a gente compartilha com nossos amigos, total. Segunda categoria: novos acessos. Tem algumas mesas que eu quero sentar, e você conhece a pessoa da mesa, e quando você faz uma ligação, eu falo “ó, recebe o Rafa”, é muito mais fácil, e é assim que funciona mesmo. Eu tô aqui no seu podcast inclusive porque seu nome chegou primeiro do que você em mim também. Você foi no meu evento, mas eu tinha uma mentorada — tinha não, tenho ainda —, a Evelin, que é arquiteta. Arquiteta, engenheira e designer de interiores, ela mandou seu Instagram, falou assim: “você precisa ouvir esse cara aqui!”. Olha isso! Antes de você ter ido no meu evento, quem te chamou pro evento foi ela ou foi ela? Então olha, antes de você ter ido, ela já te falava bem de você, mas no dia não deu para conectar com você, sim, sim. Quando veio com o vídeo do podcast, eu sabia que era você a a referência, por quê: porque o seu nome chegou primeiro.

Legal, e a Evelin é minha cliente, cara, há anos e anos e anos, deve ser uns 8 anos minha cliente, fielzinha, gente boa demais!

Só de podcast a gente tá com 12 convites, que legal, cara! E tô filtrando por etapas, e é importante, viu? Porque quando você tá lá no auge também, cara, se você aceitar tudo, você não faz nada também. Todas as quintas você é o segundo deste ano.

Que legal, cara, obrigado pela pela…

Isso, mas o seu nome chegou primeiro, mas por que o seu nome chegou primeiro: porque o segundo pilar aconteceu, acesso. Exato, pontes! Então acesso é o seguinte: eu quero entrar em alguma mesa que eu não consigo, você faz uma ligação, manda um um áudio: “opa, você é amigo dele, é meu amigo”. Exato, e é mesmo, funciona assim, e vice-versa, você transfere a credibilidade. No último evento agora foi o Carlos Wizard Martins…

Que legal!

…que é um bilionário, sim. Ele chegou até mim inclusive você me indicou para dar um uma aula lá na na turma dele, só que a a data que tinha que a menina me chamou, putz, eu tava com… Como vai ter outra data pra pra mentoria dele, né?

É, mas eu já tenho acesso hoje, tenho contato hoje, a gente tem contato hoje e tal, criou um relacionamento e é um baita de um cara, hein? É um é uma história linda, um conhecimento muito forte. E como que eu cheguei nele: o meu nome chegou primeiro. Olha que legal! “Ó, conversa com o Rafa”, ele me ligou: “você é o Rafa?”, “sou”, “conectamos, cara”. Acesso é isso: “quer vir pro meu evento?”, “quero”, foi pro meu evento, conectou, foi m- poderoso! Então segundo pilar: acesso. Terceiro pilar: aprendizado. Eu te conheci, você em poucas palavras falou um pouco da sua história, falou um pouquinho do que você faz, e ninguém sai pior, né? Quando você troca de uma… Antes de começar o podcast, antes nós fizemos uma troca poderosa!

Exato, exato.

A minha esposa fez um vídeo explicando como tirar o leite pra pra a esposa, é isso, tá vendo? Networking gerou aprendizado! E o quarto pilar é netw- é negócios. Então não é o principal, não é o principal. Então eu não critico nenhuma plataforma de clube não, nenhum clube que foca em negócios, tá tudo certo. Só que o Clube Construshow tem 70 membros hoje, que legal! Todos os membros são da construção civil: todos arquiteto, engenheiro, construtor, lojista, a cadeia inteira. “Ah, tem um aqui que ele não é direto, mas ele é indireto”. Indireto, e todo mundo conhece alguém, conhece alguém. Ele por exemplo, tem um rapaz lá que ele não é ele ele ele ele tem seguros, e todo mundo seguro, seguro de obra, seguro de vida, então ele atendeu. Então a nossa comunidade tem esse pilar: você fechar os quatro pilares dentro da comunidade, que legal! Então todo mundo entra com a mesma energia, total. Negócio é o último, ô Felipe, o que você faz falar se você é amigo, se você tem todas essas essas esses três pilares importantes primeiro, o negócio acontece naturalmente, é o que acontece hoje na comunidade. O que que acontece dentro da comunidade: eles priorizam quem está ali e tal, então assim, primeiro é ali, não tem ali você tem alguém que você pode me indicar, pessoa. Eu tenho a gente tem uma pessoa lá, né, a Juliana da Reforma Alphaville, inclusive convite para você convidar ela, viu? Convida! A Ju… Eu vou comentar com ela. Ju, um abraço! A Ju trabalha com reforma em Alphaville, ela é muito forte em Alphaville com reforma, e o que que ela falou: “a partir de agora eu só fecho negócio com a comunidade”. Então por exemplo, como ela trabalha com reforma, ela precisa de muita coisa: pedreiro, eletricista… E ela tem uma demanda grande, né, demanda grande, ela fez uma continha por cima: R$ 200.000,00 ela girou de negócio pra comunidade, ela pôs R$ 200.000,00 no bolso da galera da comunidade: pintor, todo mundo. Então esquadrias por exemplo, inclusive eu conversava com um rapaz de esquadrias também que tava no nosso evento. Você já viu lá no telão no evento em que você foi, eu vi, eu vi, tinha uma… Eu conectei ela com esse pessoal, é mesmo? Porque ela pediu uma indicação e não tinha ninguém, eu falei… Foi aí ó, perdi, tá aí! Então eu conectei ela com esse pessoal porque ela queria fazer uma casa precisa de esquadrias e ela pediu o contato, conectei, conectei. Agora você vai estar agora com o sistema, então você vai você vai fazer negócio lá. Então olha a importância total do networking! Pessoal, entendam uma coisa: networking é a chave para destravar o seu próximo nível, é isso! O resultado que você não tem está com a pessoa que você ainda não se conectou. Eu não tinha filho, conectei com ela, hoje eu tenho um filho lindo, resultado do networking! Do networking! Inclusive eu e ela estamos juntos graças a um amigo em comum.

Que legal!

Que eu falei assim: “que mulher bonita, como que eu vou chegar nessa mulher?”. Aí eu olhei pro lado, tinha um amigo em comum, falei: “Opa, vem cá, faz uma conexão!”. E conectou a gente, a gente tá aqui junto hoje há 12 anos já, juntos. 12 anos, né? E é a melhor parte da minha vida ali, gratidão a você nela, e ela mudou minha vida em vários sentidos, e um dos sentidos foi o Construshow. E ela ela pegou esse projeto, se ela não entrasse e fizesse o negócio acontecer, eu acho que até hoje eu estaria com 30, 20 pessoas lá, no cafezinho. Ela mudou. Então você ali às vezes tem um um furacão dentro de casa que é a sua esposa, mas você não olha pro lado, você quer pagar mais caro na rua, quer buscar alguém de fora, sendo que em casa tem um furacão, que é o poder do casal que a gente começou, e a nossa vida, né? E é isso aí.

E todos estão convidados para estar conosco. Se você viu esse podcast antes do dia 02/03/2024, você tá convidado para estar conosco no Construshow. Se não entrar, vai vai entrar antes do dia 02/03. E se você viu depois, vai no Instagram e segue lá, Construshow, e acompanha a programação dos eventos durante aí.

Ô Thiago, coloca o BG deles dois de novo, por favor, ó: Helen Medrano e Rafa Medrano. Aí tá CO, né, por causa do do @ do Instagram, mas entra no Instagram de um deles dois que automaticamente você já vai ver coisas do Construshow lá, você já consegue clicar lá no networking, é no Construshow e entrar. É um evento para quem trabalha na construção civil, eu digo que é… Eu falo falando isso como participante, é essencial, acho que todo mundo tinha… Aqui de fato vocês vão quebrar barreiras, eu tenho certeza de que vocês vão bater 5.000 pessoas, 2.000 2.000 já é já é a meta atual, vocês vão bater 5.000 comigo, com certeza! É uma dor do mercado, falo isso porque eu eu tô inserido no universo da construção civil, é uma dor do mercado porque, cara, a gente precisa de networking. Quem tá me contratando, o cliente que me contrata na esquadria vai precisar de drywall, vai precisar de tudo, tudo. Esse networking é essencial, é só indicar, cara, é verdade! Se você começar a fazer indicações de dentro, e posso falar? O cliente da construção civil, como é um mercado muito carente por empresas boas, porque é um B.O. gigantesco, tem muita gente que não é séria, não é honesta e tudo mais, e que acaba gerando muito problema, agora gera muito tem muito aventureiro nesse mercado. Então quando alguém me contrata e sabe e percebe que eu sou um cara que sou sério, sou profissional, ele começa a pedir indicações para mim, porque a minha credibilidade na indicação dele, na minha indicação para ele, acaba sendo transferida, que é o que vocês promovem.

E além do mais, o as pessoas com as quais você se conecta definem seu nível de cliente. Total, a nossa frase pessoal: as pessoas com as quais você se conecta definem o seu nível de cliente. Exatamente, porque quando eu me conecto com você, você pega a sua reputação e transfere para mim, exato! Porque uma vez que eu ligo para um cliente e falo o seguinte: “fecha com o Felipe, porque desculpa, já fez aqui a minha casa, já fez aqui a de alguns amigos meus, ele é de confiança”, já era, eu tô transferindo a minha reputação, exato. Se você faz alguma caca, ele vai te chamar, vai me ligar primeiro: “Ô, mas o cara o seu cara que é bom ali, aquele que fez aqui ó, pegou meu dinheiro e sumiu”. Exato. E no mercado de construção tem muito isso de pegar o dinheiro e sumir, muito! Então tem muito cliente que tem muito medo de construir para não acontecer de novo, aconteceu com ele, com o primo, com o pai, e acontece direto. Às vezes eu perco o negócio para um cara que vai fechar com mais barato, depois volta porque fez errado ou porque o dinheiro sumiu de verdade, cara, acontece isso. É muito constante no nosso universo da construção civil, é muito normal, por isso que o networking é uma resolve a dor de um negócio gigantesco, cara!

E sabe uma coisa que a gente tem tido muito assim: as pessoas falando que têm fechado muito com as pessoas do Construshow e que não tem, não encontraram ainda, não chegou na gente ainda nenhuma pessoa que tá dando trabalho, né, Rafa? Olha que legal! Eu costumo dizer assim: que a pessoa que ela já abre mão num sábado, que o networking acontece no sábado, de ficar com a família para estar ali, ela já é uma pessoa diferenciada. Óbvio que a gente não pode dizer que ela é certa ou errada, não tem como controlar 200 pessoas, por exemplo, que foi o que aconteceu a última vez, mas você já nota que a pessoa é diferente, né? Porque ela já abriu mão de estar ali com a família dela, de estar fazendo outra coisa. No último evento tava um sol de 30 e sei lá quantos graus, e a galera lá, meu, lotado, lotado! E detalhe, não te cortando, uma coisa também que ela mudou e eu fui resistente: o evento eu fazia das 8:00 da manhã ao meio-dia, ela falou: “vamos dar até às duas”, eu falei: “não, o povo vai embora”. O povo ficou! Ela falou: “põe das 8:00 às 6:00”, ficou! Agora é das 8:00 da manhã às 8:00 da noite, era 8:00 da noite e estava lotado! Olha isso, tinha 1.000 pessoas às 8:00 da noite conectando! Isso é sensacional! Por um evento tão grande assim você precisa de mais oportunidade de tempo na direção. 12 horas de networking, né? E é legal é legal essa curadoria que vocês colocam também: “opa, pera aí, tá num clube por exemplo…”. No evento não tem como controlar, mas no clube: “Opa, alguém começou a dar mancada…”, é um dos pilares, cara, a gente já começa a filtrar ali. Já começa a filtrar, porque senão o cara começa a queimar a rede. Sim, sim, não dá. E assim, e aí tá crescendo bastante o networking, graças a Deus. Se puder deixar uma frase aqui, né, para você que tá em casa aí, essa vai dar corte, inclusive, hein? Cadê o editor? Vai dar corte, corte! E vai dar 1 milhão de seguidores aí de do seu canal, viu? Anota a frase, é a seguinte, ó: eu ouço muito uma a pergunta: “Rafa, qual que é a dica de networking que você tem? O evento hoje seu evento é considerado o melhor evento aqui de São Paulo, do Brasil, porque não se tem hoje um evento igual ao seu, é um oceano azul o Construshow, porque o Construshow tem alguns pilares que não têm em outros lugares. Qual que é a dica hoje do networking?”. Eu falo: antes de você conectar com novas pessoas, desconecta das pessoas em que você tá conectado. Quem te trouxe até aqui não vai te levar pro próximo nível: as pessoas, os clientes, os ambientes… Desconecta! “Rafa, o que que tem a ver? Você falou de conectar o podcast inteiro, tá falando agora de desconectar?”. Entenda uma coisa na sua vida hoje: tem pessoas que são investimento e tem pessoas que são despesas. Quem é a pessoa com quem você tá sentando na mesa hoje que tá vindo com papos que não estão fazendo efeito no seu negócio, e quem são as pessoas com quem você tá sentando hoje que estão te levando ideias, clientes, acessos, energia? Porque pessoas são frequências, vai estudar lá termodinâmica na engenharia, que fala de frequência, né, de radiação. Pessoas são frequência. Eu tô aqui numa mesa com cinco pessoas negativas, eu tô positivo, daqui a pouquinho eu tô assim, ó, exato, abaixa minha cervical, meus olhos começam a baixar, total, natural, sem perceber eu tô. Com cinco pessoas positivas, radiante, eu venho aqui todo corcunda, eu venho aqui todo quebrado, daqui a pouco automaticamente eu tô aqui ó, é isso mesmo, sem perceber eu tô eu a… Porque a energia da mesa vem para mim! É isso! Então a mesa em que você senta hoje define o seu próximo nível, total! Então quando eu falo de desconectar, não é largar o seu primo: “ah, não é mais meu primo nem tem como isso, não é mais meu tio, não é mais meu irmão, não é mais meu amigo, não é mais meu vizinho”, não é essa desconexão, a discussão é a seguinte: desconexão, eu vou agora para uma próxima mesa e você não vai comigo, infelizmente, porque eu tô investindo em acessos, em podcast, em estudo, em curso, isso, aquilo… Eu tô mudando a minha mentalidade, e você tá na mesma vida. É exato! Ontem era 8:00 da noite, eu fiquei das 8:00 da noite até meia-noite estudando. Você fica fazendo o quê? Vendo Big Brother? Então continua com seu Big Brother, que eu vou continuar aqui, então eu vou buscar a minha tribo. Você acaba seguindo, a própria a própria vida vai separando, né, praticamente.

Só que tem gente que tem apego, tem apego. E por isso que eu falo que é despesa, é despesa no negócio. Lá quando a gente vai fazer uma consultoria num negócio para dar uma geral, o que que você olha primeiro? Quem é quem é despesa, né? É isso aí, quem é custo e quem é despesa, total! O custo é o investimento, eu uso para fazer alguma coisa e fazer dinheiro. A despesa é uma torneira que tá aberta e tá indo embora, e pronto. O networking tá a mesma coisa: quem no networking hoje é um investimento, e quem que não é no networking você hoje que é um despesa? Tem pessoas que são despesas, total! Ela tá roubando a sua energia, ela não te conecta com ninguém, ela não te ajuda com nada, e ela te atrapalha! Te atrapalha, então antes de conectar com novas pessoas, desconecta das pessoas que são despesas da sua vida.

Tem gente que não só não ajuda, mas atrapalha, né? Nem neutro… Tem gente que é neutra, beleza, mas tem gente que atrapalha. E ter que desconectar, essa é a sua dica.

Dica! Tem uma teoria, a Teoria dos Seis Graus de Separabilidade… Não, essa teoria eu apliquei no Construshow. Vou pegar aqui o código, falei… Eu falei que no finalzinho ia dar o ia dar o código, ia dar ouro, né? Tem mais uns dois minutinhos pra falar aí.

Bora!

Vou entregar o ouro agora, esse ouro aí vale… É a chave poderosa, hein! 200 anos atrás… Tomar até um pouco de água, né, que vou tomar, que essa teoria aí ela fez o Construshow crescer muito, hein!

200 anos atrás, um estudioso pegou uma carta e escreveu ela destinado a um presidente de um banco X, né, só que ele não conhecia o dono do banco, o presidente. Então ele chegou no Felipe e falou: “Felipe, você conhece o presidente do banco tal?”. Aí eu falei: “fala, também não conheço”. “Seguinte: então você é o número um, pega essa carta tá fechada a carta, entrega para uma pessoa que você acha que conhece o presidente e pede para ela colocar o número dois. Se ela conhece, ela entrega; se ela não conhece, ela dá para outra pessoa que ela acha que entrega, acha que conhece”. Então entregou para você, você falou: “Helen, você conhece?”. “A Helen não conheço, tá bom, então número três, entrega para uma pessoa”, e vai entregando. Chegando no presidente, resumindo: chegou no presidente do banco, quando ele abriu tava dizendo: “ó, é um experimento, é um teste, eu preciso que você me mande de volta essa carta para eu ver que número que tá na carta até chegar em você”. Resumindo: quantas pessoas demorou pra para chegar? Quando chegou, tava lá número seis, demorou seis pessoas para chegar no presidente, o que comprovou que através de seis pessoas você acessa quem você quiser.

Caramba!

Eu quero conhecer um CEO, um player de um mercado, sei lá, alguém de uma área específica, e eu quero conhecer, mas hoje eu não tenho acesso a essa pessoa. Seis pessoas hoje eu consigo chegar, alguém conhece alguém que conhece alguém que conhece alguém, que professa… Isso há 200 anos atrás! Hoje em dia… Aí 100 anos depois, alguém curioso falou: “cara, será que isso é verdade? Vamos fazer de novo o experimento, mas eu queria fazer com e-mail agora”. Fez um fez um e-mail, uma copy com a mesma metodologia, destinou a uma pessoa, mandou pro Felipe: “Felipe, se você conhece, encaminha para essa pessoa; se você não conhece, manda pra pessoa e põe o número no e-mail”. Terceiro e-mail chegou, caramba! A teoria comprovou que através de seis pessoas, através de até seis pessoas — não é seis pessoas, às vezes é o pior cenário, é a média —, mas normalmente duas pessoas. Inclusive eu tava num evento, eu falei isso, isso foi em 2022, o Carlos Wizard falou assim: “tão forte isso!”. Teve um cara que falou assim: “então se eu quiser conhecer o Bolsonaro eu consigo hoje com a teoria?”. Aí o Carlos falou assim: “sim, eu conheço o irmão dele”. Ao vivo no evento! Aí tipo o cara tipo ele quis fazer para me confrontar, exato! Tipo “ah, mas você tá falando que seis pessoas, então se eu quiser falar com o Bolsonaro hoje, eu falo com o Bolsonaro hoje?”. 2022 o Bolsonaro era presidente, tava estourado, né? E o cara falou assim: “sim, eu conheço o irmão dele!”. Aí eu falei: “tá vendo? Uma pessoa só! Uma pessoa já foi suficiente, uma pessoa”. No caso seriam duas, do irmão dele. E é assim mesmo, é assim mesmo! E se você parar para refletir, hoje as pessoas que você conectou hoje foi quantas pessoas? Não foi mais de seis. Beleza, vou acelerar aqui. O cara comprovou a teoria com e-mail. No ano 2000, o Facebook pegou a mesma teoria e jogou o algoritmo. Você é da época em que o Facebook tinha que ter um convite? Ele soube, você vai falar que não para não… Não sou, tem pessoa que fala assim: não tinha, tinha, tinha isso, tinha para falar que é novo, né? E era o maior hype, todo mundo atrás desse convite. Eu fui no no Yahoo e escrevi: “alguém aqui me manda o convite do Facebook?”. E você queria ter um acesso, é por quê: o o Marcos lá, o Mark entendeu o seguinte: que se por a teoria o amigo do amigo vai indicar, o amigo vai virar o que virou hoje. E virou o que virou hoje, e virou, e o amigo do amigo virou a empresa gigante na área. E eu fiz a mesma coisa: eu peguei a minha rede de contatos e pedi pra chamar o amigo do amigo. Então por exemplo, pega agora o seu celular aí, o seu e você que tá em casa, vai em contatos, desce até o último contato, o contato lá diz quanto você tem hoje no celular.

Sério? Sério?

Vê quantos tem.

Eu tenho muitos. 3.842.

Bacana, 3.000… 3.842. Ó, 842, beleza. Contatos você tem aí hoje.

Nossa, nem sabia que mostrava esse número!

Então faz isso em casa, isso é a Teoria dos Seis Graus de Separabilidade.

Caraca, eu tenho 3… Nem eu sabia que era!

Vamos supor que você tem um ticket hoje, você tem vários produtos hoje, tá, e você tem um produto hoje que custa R$ 1.000,00, tá, R$ 1.000,00, você tem vários produtos mais de R$ 1.000,00. Eu vou pegar esses contatos e vou pôr o pior cenário, pior cenário: 50%, 1.921 x R$ 1.000,00 dá 2 milhões praticamente, você tem agora, agora no seu celular agora! A gente pode fazer isso agora! Você fala “Rafa, mas como fazer isso usando a Teoria dos Seis Graus de Separabilidade?”. O que que você vai fazer dos seus 3.000 contatos, e você que tá em casa aí, dos seus 100 contatos, dos seus 2.000, 5.000, 10.000: você vai dividir seus contatos, de preferência coloca um WhatsApp Business e põe uma etiquetinha e divide em quatro categorias: quem é familiar desses 3.000 contatos, quem é amigos, quem é cliente e quem é possível cliente. 3.000 contatos divididos. Então quem é cliente eu vou vender campanhas, ó, de 2.500 vou fazer por 1.000. Aí você você sabe o que eu tô dizendo, estratégia: tentar converter o máximo, traz um com amigo e ganha e ganha e ganha mais um acesso. No meu consultor fez isso, né: traga um, compra um convite e ganha mais mais um ingresso. Então a gente fez isso no último evento. Então vou vender pros amigos, quem é possível cliente vem com várias estratégias: prospecção, prospecção. Beleza, quem é amigo: “fala, meu amigo, como é que você tá, meu irmão? Esse mês eu preciso bater a meta e você é meu amigo de verdade, eu quero no mínimo umas cinco indicações de pessoas que consomem esse meu produto que eu posso ligar em seu nome”. Cara, e essa estratégia se o cara não mandar, já tira da etiquetinha e põe como inimigo, conhecido, conhecido… Cria uma quinta etiqueta: “bloqueado”, sei lá, bloqueado, vou bloquear! Se o cara tá na etiqueta, se o cara é amigo meu, se alguém me se algum amigo me pede isso, eu passo na hora, exato! Se o cara tá na etiqueta de amigo e você liga pedindo contatos, ele falar que não vai mandar, ele não é amigo, é isso aí! Porque o amigo o amigo rei, ele vai arrumar alguém que precisa, exato! Faria na hora para um amigo meu! O Rei Salomão diz em Provérbios: “fiéis são as feridas do fiéis são a ferida do amigo e o beijo doce é do inimigo”. O que que o Salomão quis dizer: que o inimigo “ai, Helen, tá boa essa maquiagem; Helen, tá bem; ah, não sei o quê”, o amigo ele vai tocar na ferida: “exato, horrível o podcast, tá horrível, cara! Cara, tá horrível sua empresa, cara! Como é que você quer que eu te indique cinco pessoas se você não entrega o que você fala?”. É isso aí, se o seu negócio é uma porcaria, você você falou que ia entregar uma cota de patrocínio para 30 pessoas, foram duas pessoas, exato! Então o amigo vai te arregaçar, e tem amigo que me arregaça! E o inimigo fala “não, tá bom, vou indicar aqui quatro pessoas para você”, e ele nem vai indicar porque nem ele confia no seu serviço. Então pega os seus contatos e divide. E familiar, gente, vamos lá: você é meu primo, meu irmão, minha mãe, eu não vou te vender meu produto porque primeiro que você não vai comprar, mas você pode me indicar, né? Conhece gente também, a minha mãe vende meu livro para cego, é mesmo? Primeiro que ela é mãe, então a mãe tem orgulho, né, orgulho, ela fala: “meu filho fez o pão”, e segundo que ela fala “não, você é cego, mas dá para alguém que que lê!”. Ela vende meu livro pro cego, então o familiar que é familiar vai ajudar você. Que legal! So você pegar hoje seu telefone hoje, na baita de uma dica, bate os seus dígitos.

É mesmo? Nós batemos dígitos com com eventos, com eventos! Hoje tem pessoas hoje de grandes agências de marketing digital, que não vou falar aqui para não fazer propaganda gratuita, é que tem alguém de de marketing também para não dar conflito, que me ligou, eu até postei o áudio dele falando assim: “Rafa, você é algo a ser estudado, inclusive me dá uma mentoria, cara! Como que você põe 1.000 pessoas no evento sem pôr R$ 1,00 de tráfego pago? Aqui a gente gasta milhões de dinheiro para pra encher o evento, e detalhe: público qualificado, detalhe: com pessoas pagando ingresso!”. Total! Como faço isso? Usando a Teoria dos Seis Graus de Separabilidade. Por quê: você é engenheiro? Não, mas quanto engenheiro você conhece? Um monte! Então da sua rede de contatos, quantos engenheiros foram no evento de networking esse ano? Nenhum, porque não teve! Então liga para ele e fala o seguinte: “tem um evento assim, assim, assado”. Não, e é o que aconteceu: a própria Evelyn me levou, exato! Vendi isso, Teoria do quê? E detalhe: ela foi através de uma outra pessoa que eu procurei pelo Instagram, virou minha mentorada, olha isso! Ela chamou o sócio dela pro evento, e através do sócio dela a Evelyn foi, ela foi, olha! E ela trouxe você, olha isso! O que que é isso: Teoria dos Seis Graus de Separabilidade! E a gente foi na maior turma, a gente foi na maior turma, eu levei a maior galera. Tá vendo? Levei a maior galera! Qual foi o meu CAC? Zero! Meu CAC para te convidar: CAC zero, é CAC zero! E eu, meu, sério, a gente tava lá em oito ou nove pessoas, entendeu? É poderoso!

Legal! Então essa é minha dica, é isso aí, é a prática do que você acabou de falar na teoria. Teoria provada! Só aí tem outras estratégias aí, bom, aí fica para outro momento, fica para um próximo podcast.

Pra gente a gente vai… Ó, eu já convido vocês pra gente voltar pra gente fazer o… Ó, depois que você bater os 5.000, conta comigo! Eu vou ó, quando bater 5.000, eu vou chamar vocês aqui de novo. Gostei de vocês, e já tem que tá topado, só que assim, já tá topado, faz outro convite, eu vou chamar. Doido atrai doido, né? Que doido, eu e a Helen somos doidos no sentido de fazer coisas grandes, sim, e a gente vai chamar muitas pessoas para andar conosco para fazer acontecer, e tá aqui o convite também pra você tá conosco lá e fazer acontecer.

Isso aí, e, cara, tô topado! Inclusive e disponibilizo para vocês a a estrutura e o público do Além do CNPJ para divulgar também, tô dentro, vamos fazer. Que legal, que legal! À disposição, e assim, e parabéns pelo projeto, parabéns pelo tempo dedicado. Eu sei que não é fácil, porque a minha esposa tava com um barrigão e eu ficava na rua fazendo o movimento de networking, exato. A minha esposa tá grávida, tá com o barrigão também. Quando meu filho nasceu, eu fiquei… Não fiquei fora direto, mas as quartas-feiras eu ficava longe, sim, mas valeu a pena, valeu mais para a pessoa que foi transformada do que sobre o meu negócio, exato. Transbordou, né? O que você faz hoje tá de parabéns, obrigado, é algo que é escalável, é algo que vai mudar a vida das pessoas. Pra gente encerrar, falo muito, estourou o tempo, na nossa casa o vizinho tinha um pé de manga. Eu morei 3 anos nessa casa, quando a gente foi mudar lá, no dia em que a gente foi visitar a casa, tinha manga assim estourada de tudo que é lado, de tanta manga caindo na casa, não dava nem no quintal de tanto bicho que tinha lá, marimbondo, tanta manga que tinha! Resumindo a história: todo final do ano eu podia pegar um um suporte, uma uma vassoura, enchia uma cesta de manga, era manga saudável, manga demais, todo o fim do ano! E aí o que que eu trago como reflexão: em algum momento alguém plantou aquela mangueira, talvez essa pessoa não esteja mais nem viva, exato, porque o condomínio tem 50 anos de idade lá, essa pessoa às vezes não tá nem mais viva, né, e eu que cheguei depois tô colhendo o fruto. A minha família que chegou depois, cara, forte! Não pagou nada e tá colhendo o fruto, porque alguém plantou a semente. É isso! E muitas gerações tendo resultado por causa daquela… A consciência do resultado! Porque aquela mangueira gerou, sei lá, mil mangas, muito mais mil sementes que podem ser plantadas, que é muito forte, exato! Alimentou quantas pessoas, nutriu quantas vidas! Então um networking sem interesse, um networking genuíno, um networking de coração, que é o que a gente faz, é uma mangueira: muitas vidas vão mudar e gerações são vão ser impactadas na Terra graças ao networking que a gente tá fazendo hoje. Então seu podcast também: uma pessoa que viu o seu podcast, que viu aquele conteúdo e falou “é isso que tava faltando na minha empresa”, e o negócio muda, e prospera, e a família cresce… E você recebe relatos! Vocês recebem também, cara!

Eu recebo relatos, tem tem gente que manda um relato para mim que nunca me mandou inbox, então eu nem sabia que ela existia. Ela acompanhava, porque 200 e poucos mil seguidores você não acompanha, sim, não dá pra saber todo mundo. E essa pessoa ainda manda inbox, eu interajo até sei da daquela pessoa, mas do nada a pessoa manda o inbox, primeiro inbox, aí a pessoa vai lá e fala: “meu, te sigo há um ano e aconteceu isso, isso, e você deu essa dica, eu fiz e tal e tal”. E aí é a primeira vez que eu tô conhecendo aquela pessoa, eu nem sabia da existência daquela pessoa, mas ela foi impactada por algo que eu fiz lá atrás e ela me dá um relato. Cara, aquilo enche o coração, você fala: “nossa, é por isso que eu tô aqui, cara!”.

É forte!

Então isso mesmo! É que isso tem isso são as pessoas que falam, por mais que elas demorem, e as que não falam, exato, que tem gente que na verdade não tem nem coragem de falar, te dar um depoimento e tal. Isso é uma delícia, né? Eu acho que é por isso que a nossa vida é abençoada, porque através da gente a gente tem abençoado, e é isso.

E eu fui abençoado também por tanta gente, Flávio Augusto por exemplo. Eu sou empreendedor porque eu fui motivado pelo Flávio Augusto a empreender, da época do Geração de Valor. É do Geração de Valor, e ele e ele nem me conhece, mas eu sou um eu sou um fruto da mangueira que ele plantou.

É verdade!

Então networking é uma semente. Então qual que é a semente que você tá plantando hoje, hum? Quem que as pessoas que você tá conectando hoje de forma natural? É isso aí! Sem saber qual que é a troca. Total! Tava numa mesa, eu conectei dois amigos incorporadores no evento de agosto, eles estão negociando um VGV de 50 milhões! Caramba! Aí um amigo chegou e falou assim: “você é muito…”, falou uma palavra, vou falar aqui, “você não tá ganhando nem 1% em cima?”. Falei: “meu irmão, pensa comigo: 50 milhões, vamos supor que seja um prédio, você tem noção de quantas famílias vão ser abençoadas com essa construção?”. Porque não é só o pessoal que trabalha no prédio, é as empresas que fornecem pro prédio, exato, indiretos! E aí tem as empresas… Então o colaborador do cara que pega lá 1.500 por mês, ele tem o mercadinho da vila, ele tem o aluguel da casa, ele tem aí o leite, não sei o quê, o filho que já começa… Movimentou a economia de um jeito que você nem imagina! Gerou em dois duas pessoas que gerou 50 milhões de VGV, eu impactei uma geração que não tem como comparar! O cara da pedreira lá embaixo, que vai quebrar a pedra para fazer o porcelanato, para fazer o cimento, vai ser beneficiado com a minha conexão, e e é por isso que o Construshow tá nesse nível, vocês estão pelo propósito. Então esse 1% de 50 milhões Deus vai me dar em dobro depois.

Tem tem uma frase que eu falo que é o seguinte: impacto gera lucro, e lucro gera impacto! Forte, hein? Nossa! É uma frase que eu falo desde o começo, porque é isso: se você focar só no lucro, não acontece nada, mas se você focar no impacto… É maluco isso, mas você foca só foca no impacto, o lucro vem! Legal! E com o lucro você gera mais impacto, porque você tá na você tá na frequência certa, a o negócio vira uma roda positiva de prosperidade, e é isso, vocês estão focados em impacto. “Ah, mas por que que será que o Construshow tá crescendo tanto?”. Porque vocês estão focados em impacto, e o lucro vem, e vai vir, e vai continuar vindo, e vocês vão ver! Pelo fato de você focar no impacto, o lucro vem, é isso mesmo!

Ah, mas fala assim: “Rafa, mas no meu negócio hoje eu tenho que fazer tudo no propósito?”. Não, não mistura as coisas. A gente tem outros negócios também, sim, nós temos empresas hoje no ramo de engenharia de combate a incêndios, nós temos a gente tem hoje uma agência de publicidade, a gente tem hoje uma empresa que faz a parte de manutenção predial em condomínios, elétrica, civil, todos os negócios com que a gente sobrevive, né? A gente tem hoje a empresa agora que tá faz que faz eventos, que é uma empresa exclusiva para fazer eventos, eu tenho as minhas mentorias que eu, né, acaba tendo uma fonte de receita. Você tem várias fontes de… Então o evento em si é algo que a gente faz, né, para abençoar vidas mesmo, então por isso que não é focado o valor, sim, senão alguém tá ouvindo aqui e fala: “então o meu negócio hoje vai virar uma ONG?”. Não, você vai quebrar, amigo, exato, senão você não tem recursos para alimentar tua família. O seu negócio mesmo, você tem que olhar números, faturar, exato, porque o lucro ele é abençoado, porque o lucro é o que abençoa o negócio a acontecer, porque senão você faz um negócio, ele quebra, e aí todo aquele sonho, todos aqueles empregos, aquelas pessoas que dependeram daquilo vão pro vão pro pra rua, exato, é isso aí!

Mas gente, não terminou ainda, eu só preciso agradecer os patrocinadores, mas eu é que tenho uma pergunta final para vocês dois.

Vamos lá!

E a pergunta final vai ser monstra!

Eu gosto, dá uma pergunta…

Você viu? Ô Tiagão, tá no esquema aí os os patrocinadores? Então, galera, eu quero agradecer a turma que patrocina o podcast e faz naturalmente tudo isso aqui acontecer: essa essa estrutura, esse áudio de qualidade, essa imagem de qualidade. Então eu quero começar falando da Semic Displays, do meu parceiro Adalto de Carvalho: tá precisando vender mais? Então o seu negócio precisa de soluções criativas para PDVs: balcões e bandejas, displays e muito mais. O site e o @ deles aqui na tela. Quando você tem um PDV (ponto de venda), eh isso quer dizer que você interage com clientes. Aí quando você fala de interação com cliente, pô, pensa no que eu tô falando: uma pessoa que é o teu cliente tem lá vários sentidos, e quando você explora audição, tato, olfato, paladar, várias outras coisas importantes que aguçam os sentidos do seu consumidor, você consegue agregar mais valor, você consegue vender melhor, você consegue vender com maior ticket, aumentar tua lucratividade, e aumentar suas vendas, claro. Então quando você fala de PDV, existem várias técnicas de você melhorar essa experiência que você traz pro cliente, e a Semic Displays é uma empresa que consegue te ajudar em tudo o que você pode pensar para experienciar e trazer essas experiências para próximo do seu cliente, para próximo do seu PDV. Isso isso quer dizer que se você tem uma loja, um quiosque, ou você pode colocar nos seus distribuidores, se você distribui, é uma indústria, oferecer isso pras lojas que revendem, tudo isso para favorecer que a os clientes tenham uma percepção melhor do seu produto, aí você fala: “Puts, entendi! Pô, legal!”. Quando você pensa em PDV, é importante eu ter um produto e um e uma estratégia para conseguir colocar o meu produto ou o meu serviço até de forma mais próxima do meu cliente — às vezes um olfato, às vezes um tato, às vezes uma explicação que seja, né, de uma consultora lá dando uma explicação sobre o produto, etc. e tudo isso quando você pensa, a Semic consegue te amparar com inúmeros produtos de prateleira, e você fala “pô, meu, eu vou ter que comprar, eu vou ter que personalizar, colocar meu logotipo”, mas não, a Semic te entrega tudo pronto: eles fazem os layouts, as artes, o toda a personalização dos produtos, e te entrega prontinho num preço super hiper mega justo, e assim, se paga superfácil, fora que o teu branding melhora, a tua a tua o teu posicionamento de marca melhora. Então, cara, quando você fala de PDV, existem inúmeras partes em que você pode focar, que é ciência praticamente do marketing, que você consegue melhorar o teu posicionamento e ganhar muitas vantagens com isso. Entra em contato com a Semic, troca uma ideia com os caras, que com certeza eles vão poder te ajudar, tá bom? Tamo junto! Obrigado, Semic, obrigado Adalto de Carvalho aí pela parceria!

E agora eu quero falar do meu brother Alonso, da SMB Store: desde 2018 a SMB tem ajudado micro e pequenos empreendedores a controlar seu estoque, vendas e financeiro, tudo isso com um sistema acessível e fácil de usar. Aqui o @ na tela, aqui o Instagram deles na tela. E você que é empreendedor, muitas vezes ainda pequenininho, “eu-presa”, muitas vezes, né? A gente gerencia sozinho a empresa, tudo a gente: eu sou o marketing, eu sou o vendedor, eu sou o financeiro, aí eu vou lá que eu instalo, eu vou lá e presto o serviço, e é normal! A gente que é pequeno eh normalmente sabe como que que as coisas funcionam. Eu já passei por esse processo e sei muito bem o que que é ser sozinho. E aí conforme você vai crescendo, você contrata lá seu primeiro, seu segundo, seu terceiro funcionário, as coisas começam a funcionar melhor, e aí você começa a crescer: quinto, 10º, 15º, e as coisas vão acontecendo. Só que ninguém sabe, principalmente você que é muito pequenininho, “eu-presa” ou tem poucos funcionários, que nesse momento inicial é tão importante você criar uma base sólida, criar um alicerce importante! E aí muitas vezes você fica gerenciando a tua empresa num papel de pão, num caderninho, num Excel da vida, e não é o jeito mais fácil, não é o jeito melhor, a partir do momento em que sua empresa começa a crescer não existe usuário, você não consegue gerenciar isso muito bem, os setores não tão integrados, eles não se conversam, você começa a ter muito problema, começa a ter prejuízo por causa de que a comunicação começa a falhar. Então é importante você ter um sistema, então você acha ERP, que é um sistema que que é um modelo de sistema, né, que é o sistema integrado entre setores que faz com que todo mundo tenha um sistema de gerenciamento, que os setores se conversem, que cada um tenha seu login e senha. E aí o pequeno empreendedor fala: “nossa, isso não tá no meu ponto, eu não tô no momento de fazer isso”, mas você se engana, porque o jeito certo de começar é hoje mesmo, pequenininho, porque conforme a empresa vai crescendo e se estruturando, já tá tudo organizadinho, você tem histórico, banco de dados. E aí as pessoas muitas vezes não vão por esse caminho porque acham que o Excel é mais fácil, porque acham que um sistema é burocrático. E muito pelo contrário: claro, alguns sistemas são de fato, mas tem um que chama SMB Store, e esse sistema é extremamente intuitivo, é tão fácil mexer na SMB quanto usar uma rede social, é muito muito muito fácil, isso sem brincadeira! Tanto é que eu uso o SMB na gestão do Além do CNPJ: todos os patrocínios de entrada, saída, tudo o que acontece eu gerencio pela SMB. Cara, é muito fácil e é muito bom o sistema, super-rápido, super-acessível, é tranquilo de usar. Se você tem funcionários, na hora de você usar esse sistema, mostrar esse sistema para eles, ele é intuitivo, então é fácil para eles usarem, é fácil para você implementar na tua empresa. Então considera a SMB Store como o parceiro ideal aí pra tua empresa que tá começando, pra sua empresa que ainda é pequena. Se você tem lá seus 5, 10, 15, 20 funcionários, a SMB funciona super bem, você vai voltar para me agradecer pela dica, tá bom? Tamo junto! Obrigado aí pela parceria, SMB, obrigado, Alonso, aí pela pela parceria de sempre, tamo junto, sucesso!

Agora eu quero falar da Agência RPL, do Rodrigo Álvares, do meu do meu queridíssimo Rodrigo Álvares: a RPL oferece a solução completa de marketing digital para negócios, eles cuidam das empresas com olhos de dono, desde a criação de sites, gestão de anúncios, planejamento estratégico, social media, SEO e etc. Tá aqui o site da RPL, tá aqui o @ do Rodrigo Álvares. E você que é empresário, muitas vezes a gente tá trabalhando, fazendo nosso nosso corre, né, e a gente que é empresário, a gente que é empreendedor, a gente sabe muito bem como que funciona: eu tô lá fazendo um monte de coisa e tal, e aí eu tenho que parar e fazer isso, e aí depois eu pego e vendo, aí depois eu vou lá e cobro, e aí eu vou lá e entrego, e a gente muitas vezes assume também nessa nessa trajetória toda do marketing. “Então eu preciso fazer Google”, aí eu vou lá e faço a gestão das campanhas, ou eu trabalho com o meu primo, meu sobrinho que faz gestão de campanhas, só que aí conforme você vai crescendo, você vai perdendo a mão, porque você não consegue mais dar conta. E a gente entende o poder do marketing, né, que o marketing é extremamente importante: “pô, eu preciso de um marketing bem feito!”. E aí às vezes quando a gente precisa porque tá crescendo ou porque a gente não tá tendo tão bons tão bons resultados na internet, eu preciso ir atrás de uma empresa especializada e que muitas vezes você pensa em contratar uma agência, já te dá até dor de barriga, que você fala: “meu Deus do céu, problema com agência, aí eles não vão fazer direito do jeito que eu gostaria”, e etc. Muitas vezes essas dores que o empresário sente é por falta de confiar em colocar isso na mão de alguém, só que eu falo para vocês que, cara, não desmerecendo cada tipo de negócio, porque cada tipo de negócio é um e e tudo bem, mas quando você fala numa agência, você é mais um numa agência grande, principalmente nessas que focam no volume de clientes. Você é mais um lá no meio, que o o social media, o o o gestor de tráfego muitas vezes nem conhece o o o seu negócio de fato. E aí quando você começa a entender isso, você fala “cara, eu preciso de alguém que cuide do meu negócio como eu cuidaria, de alguém que cuide do meu negócio com os olhos do dono, com os olhos que eu tenho”. E aí tem a RPL, que é um depoimento pessoal meu, porque a RPL é a minha agência! Eu todos os meus negócios, todas as minhas empresas: social media, SEO, criação de site, gestão de tráfego, tudo é lá com o Rodrigo da RPL. E, cara, o cara tem uma boutique praticamente de de atendimento de marketing digital: são poucos funcionários, ele poucos funcionários, ele praticamente se envolve em toda a parte de atendimento da da conta. O cara tem uma visão sensacional, o cara é um baita de um de um cara que opera muito bem. Inclusive eu já tive gestão de tráfego com outras agências, quando eu coloquei na mão do Rodrigo, comecei a gastar menos menos e ter mais resultado, porque o cara cuida como se fosse o dinheiro dele mesmo! Então se você tem uma agência e conhece o Além do CNPJ e fala: “pô, poderia melhorar meus resultados de marketing, poderia melhorar o meu resultado comercial”, cara, quem será? Cara, falo assim: eu tô eu tô trazendo a credibilidade que talvez eu tenha aqui nessa internet pro Rodrigo porque é um cara de minha extrema confiança! Pode trocar uma ideia com o Rodrigão, pode fazer um orçamento sem compromisso, você já vai saber, e no na parte do atendimento dele comercial você já vai ver que tem diferença. E você pode ir de olhos fechados, que o cara tem uma operação muito justa, muito transparente, muito honesta, ele faz um trabalho a quatro mãos com o empresário e faz o negócio acontecer, trazendo todas as dificuldades dos concorrentes, tudo que tá acontecendo, pontos fracos, pontos fortes, o que precisa, o que não precisa, ele consegue te ajudar em várias frentes e traz um resultado bacana, tá bom? Então se você se interessou, clica em qualquer lugar dessa tela aqui que você troca uma ideia com o Rodrigão. Tamo junto, Rodrigão, obrigado, mano!

Agora eu quero falar da WJR Consulting, do meu parceiro Wallenstein Júnior: gestão financeira descomplicada para empresários! @wjrconsulting aqui na tela, e o site da WJR aqui na tela. Eu empreendo há 12 anos praticamente: por 7 anos trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, a empresa foi crescendo, saiu de dois, foi para três, foi para cinco, foi para 10, foi para 11, foi para 20… Cheguei a ter 20 funcionários, para você ter ideia, nessa época. E aumentava faturamento, aí troca de galpão, aí não cabe mais, precisa comprar uma máquina nova, e aí você tem a percepção, olhando lá para trás, fala: “cara, parece que eu era menorzinho e ganhava mais dinheiro do que agora”. Conforme você cresce, todo mundo começa a olhar para você e fala: “esse cara tá enricando, tá enricando, tá ganhando dinheiro, né? Tá enriquecendo, esse cara enricou!”, que é o jeito que todo mundo fala. E aí, cara, será que é mesmo essa a realidade do empreendedor? Muito empreendedor sabe que, dependendo do tamanho que você tem de empresa, já chega num determinado momento em que crescer é diminuição de margem. E aí muitas vezes, conforme você vai crescendo, seus riscos vão aumentando, a complexidade do negócio vai aumentando. E uma coisa que eu deveria ter descoberto antes — pena que ninguém tinha me falado —, por 7 anos desses 12 empreendendo eu não sabia o que era uma gestão financeira profissional. E aí, por mais que eu aumentava faturamento e ia crescendo, o negócio não sobrava dinheiro, muitas vezes eu perdia dinheiro, até que eu descobri o a gestão financeira através de consultoria. Os caras me deram o baita de um help, eu descobri o que que era DRE e as coisas começaram a acontecer de forma bela na minha vida. Eu comecei a a entender que, putz, onde eu errava na gestão, e comecei a até sofrer por não ter conhecido isso anteriormente. E quando eu falo isso, cara, é uma consultoria financeira consegue te ajudar tanto que ela chega a se pagar no primeiro mês, porque é todo um trabalho de construção de alguns meses até chegar no resultado de um bom controle, mas no primeiro mês ela já te traz tanta lucidez pro seu negócio, você fala: “cara, por que eu não fiz isso antes?”. E quando você fala de consultoria, muitas vezes você fala: “tá, para quem eu recorro?”. A WJR é um parceiro que eu conheço pessoalmente, o Wallenstein é um dos caras mais inteligentes que eu conheço, ele tem um corpo de consultores para todos os bolsos: se você é pequenininho, tem um consultor pro teu bolso; se você é gigante, multimilionário de faturamento e tudo mais, vai ter um consultor pro seu bolso! Fora que o Wallenstein ele tem inúmeros… A WJR oferece inúmeros sistemas e planilhas todas prontas para fazer a sua empresa já funcionar de maneira organizada, sensacional, quase que um Power BI, que muita gente gasta rios de dinheiro para conseguir estruturar. A WJR tem essas planilhas todas funcionando praticamente, que é só alimentar e as coisas e e os gráficos acontecem, os dashboards são apresentados. Então uma coisa que assim, se você se aproximar da WJR para se aproximar de uma gestão financeira um pouco mais profissional para não cometer o erro que eu cometi, com certeza absoluta você vai voltar aqui para agradecer essa dica que eu te dei, tá bom? Tamo junto, obrigado, WJR, pela pela parceria!

Agora eu quero falar da Agora Marcas, do meu parceiro Rodrigo Lopes e da Luana: a startup que revolucionou o registro de marcas no Brasil! Em poucas horas eles registram sua marca de modo 100% online e sem burocracias! Tá aqui o @agoramarcas e tá aqui o site da Agora Marcas. E aí, cara, todo mundo que conhece o Serginho Mallandro, né, o Sérgio Mallandro, que é o comediante e tal que participou da nossa infância, todo mundo acha também que registro de marca é só para empresa: “Ah, eu preciso registrar a marca da minha empresa, porque a marca da minha empresa senão alguém vai roubar e tudo mais, vai usar minha meu nome”. Mas muito muito se enganam, né? Todo mundo tem problema de marcas, e o Serginho Mallandro teve problema de marcas com o nome e tudo mais, mesmo sendo um personagem, um nome artístico, né? Mas ele contou inclusive com a ajuda da Agora Marcas para ajudar a resolver esses B.O.s aí na parte de registro de marca. Quem nunca, a gente que tem empresa, sonhou em ter aquele Rzinho de marca registrada do lado do logotipo? Além de você registrar e proteger tua marca, você traz mais credibilidade pro seu negócio, fora que você evita uma porrada de perrengue que pode acontecer e que normalmente acontece, como eu já passei não uma só vez, passei duas vezes esses perrengues de marca por cabacice mesmo de não ter registrado. E quantas coisas que poderiam ser evitadas com algo tão simples e fácil de fazer? Ter CNPJ aberto não garante registro de marca, não adianta você ir lá, comprar o domínio, abrir o CNPJ e “pronto, minha marca tá aqui, não!”. Se você tem um CNPJ aberto, mesmo o domínio o domínio lá que você comprou no teu nome, não adianta nada se o registro de marca não tá no seu nome, se você não patenteou esse registro, né, se você não registrou isso, qualquer um pode usar e e usar e e poder te tirar do mercado, inclusive fazendo você perder tudo o que você construiu. Não dá mole! É tão baratinho, é tão fácil e evita tanto B.O., tanta dor de cabeça que vale a pena 1.000 vezes você ir atrás disso, tá bom? Então se fez sentido isso que eu falei, você precisa ver se sua marca já tá registrada, se alguém já registrou na frente ou se dá tempo de registrar. Clica em algum lugar nessa tela e troquem uma ideia com o pessoal da Agora Marcas, que eles vão te dar o maior help, beleza? Tamo junto!

Agora eu quero falar da Nova Depósito Materiais para Construção, do meu parceiro Márcio Novais: há 26 anos atendendo desde pequenas reformas até grandes construções, do básico ao acabamento! @novadeposito na tela e aqui também o site dos caras. Quando eu falo de construção civil, quem aqui já não fez uma obra e se arrependeu amargamente desse B.O. que se chama obra? Tem um monte de gente que tá traumatizada pro resto da vida, tem um monte de gente que tá no meio do B.O.: é o problema, é o pedreiro que não vai, é o encanador que deu problema, é o ar-condicionado que deu vazamento… Meu, é um B.O. atrás do outro! E sabe por quê: porque primeiro eu sou do universo da construção civil, posso falar com propriedade, construção civil é um B.O. por natureza, pela infinidade de assuntos e itens e produtos e SKUs, digamos assim, que interagem dentro de uma obra, a quantidade de empresas diferentes que interagem dentro de uma obra e a compatibilização desses serviços, que é um dos maiores problemas que geram na construção civil. Fora que a gente tem uma uma escassez de mão de obra gigantesca no mercado, a gente tem uma porrada de empresa que não é séria no mercado, e a gente tem uma cadeia de fornecimento que é péssima também. Então às vezes a empresa que você contratou até quer fazer um bom trabalho, só que os fornecedores são todos ruins, que acabam atrasando e tudo mais e influenciando isso numa entrega ruim, mesmo a empresa tendo boa vontade. Então quando eu falo isso, um dos pontos principais é você colocar um fornecedor que te dê respaldo. E aí você muitas vezes vai para essas grandes magazines… Eu mesmo já tive problema com isso: comprei piso, né, porcelanato numa grande magazine para a reforma da empresa, e no dia em que era para ser a entrega não foi, e vai dia, vai dia, vai dia… Entra em contato, ninguém responde, até que o negócio atrasou por mais de um mês, e a minha obra ficou parada, porque sem piso não dá para fazer nem o restante. E aí você fica simplesmente a ver navios, ninguém te dá respaldo, ninguém te ajuda, ninguém faz nada. Então nessa hora, quando você vai trabalhar com com construção civil, você tem que contratar uma empresa, comprar os materiais de construção numa empresa que seja séria. E aí eu quero te indicar a Nova Depósito, que é uma empresa aqui de São Paulo, mas atende o Brasil inteiro, a depender do tamanho da obra, e ela se posiciona não só pras pequenas reformas quanto para grandes obras, e é um atendimento excepcional! Os caras fazem um trabalho muito bacana e vão te dar todo o respaldo, não só com preço competitivo, mas também um atendimento, prazo de prazo de entrega e um atendimento pós-venda também, porque é o que acontece nessas grandes empresas: você compra, depois já era, se vira! Mas a Nova Depósito é uma empresa que tá lá com você até o final. Falo isso com propriedade porque eu conheço o trabalho dos caras, e todo mundo que já fez fez negócio com os caras só fala bem e volta a fazer negócio nas próximas oportunidades. A construção civil já é complexa demais para você continuar complicando em insistir em contratar empresas ruins. Nova Depósito é um baita de um parceiro, tá bom? Tamo junto, Nova Depósito, obrigado aí pela parceria!

E por fim, quero falar da Doit Live: transmissões ao vivo de maneira profissional, estúdios de podcast, transmissão ao vivo, transmissão de congresso, palestra, evento e muito mais! Tá aqui o site e o @doitlive na tela. Uma coisa que eu sempre falo pro empreendedor é o seguinte: pô, às vezes você tá precisando produzir conteúdo, sua rede social é uma porcaria, é só “Feliz Dia do Dentista”, “Feliz Dia do Planeta Terra” e essas coisas não geram nada na internet. E aí muitas vezes você quer mostrar a qualidade da sua empresa, você precisaria de um depoimento legal de um cliente, e, pô, você não faz depoimento para mostrar isso pro seu pro seu consumidor final, pro seu cliente, né? Os seus novos clientes para verem isso, cara, tanta coisa você poderia fazer de diferente, mas você não faz por causa que você não sabe o formato ideal, porque tudo é muito trabalhoso. E uma dica que eu te dou é: cara, cria um podcast! “Ah, mas não precisa ser um podcast igual ao meu, que é semanal”. Cria um… Ou alguns que são diários! Cria um podcast mensal, lança um podcast por mês, que você chama algum cliente seu para entrevistar, contar um pouquinho da história, um podcast curtinho, de meia hora, 40 minutos, que a pessoa conta um pouco da história, conta um case, e inclusive vai dar um depoimento maravilhoso da sua empresa. Você consegue cortar esse podcast em vários cortes e já vai gerar conteúdo para suas redes sociais muito melhor que o “Dia do Planeta Terra”. Você vai conseguir pegar esse podcast e pegar os trechos que ele fala da sua empresa e colocar no site como depoimento, tudo isso em alta qualidade, com investimento super barato, um negócio que funciona super bem! Você vai fazer um congresso, treinamento de vendas, um congresso na sua empresa e tudo mais, tem pessoas que moram longe, ou outros estados, ou até todo mundo local, mas quando você faz esse treinamento, quem tá lá tá lá, quem não tiver, já era! Logo depois de alguns meses, algumas pessoas de lá são demitidas, outras pessoas contratadas. As que foram contratadas simplesmente não têm aquele conteúdo. Vai fazer um evento legal? Contrata uma transmissão para fazer não só essa transmissão, mas também fazer a gravação de todo esse evento, porque amanhã ou depois as pessoas que saem vão sair com o conhecimento, mas o conhecimento não só ficou nas pessoas, mas também pra empresa tá documentado, tá gravado, e novos entrantes, novos funcionários conseguem fazer um treinamento, uma integração assistindo esses conteúdos. Você não faz um treinamento e gasta rios de dinheiro para um congresso, para um workshop e tudo mais só para aquele dia, acabou, você consegue perpetuar aquilo! E tudo isso você consegue fazer com a ajuda de uma empresa profissional. A empresa que eu contrato aqui pro podcast é a empresa que favorece todo isso aí para vocês, com tudo de mais alta qualidade. O Tiagão aqui é um dos monstros desse mercado, referência da transmissão ao vivo, e consegue te ajudar em tudo o que você pode pensar. Então, cara, se você precisa fazer alguma transmissão ao vivo, se você precisa fazer um workshop, se você quer gravar um podcast em um estúdio, ou se você quer levar o estúdio pra tua empresa, para uma sala de reunião ou até pro cliente para gravar depoimentos e tudo mais, conta com a Doit Live, troca ideia com os caras, clica em algum lugar nessa tela, e com certeza os caras vão te dar o maior help, resolver tua vida e tirar esses B.O.s do seu colo. São coisas que você quer fazer, mas não tem tempo para gerenciar, a Doit Live consegue te ajudar bem nisso aí, tá bom? Tamo junto! Obrigado a todos os patrocinadores, obrigado a vocês que que deram essa moral para essa galera que patrocina o o podcast e faz tudo isso acontecer de maneira gratuita aqui na internet, e tamo junto, sucesso! Tiagão, obrigado, viu, cara?

Pessoal, como eu falei, pergunta final, eu vou bater na madeira porque a pergunta final eu eu começo de um jeito para impactar.

Manda aí, manda aí!

E imagina que, por isso que eu tô batendo na madeira, pelo amor de Deus, vocês estão vocês saem daqui e vocês sofrem um acidente e vocês morrem, pô, é a última é a última aparição de vocês pro mundo. Então essa é a última mensagem que vocês deixariam pra humanidade, pesada, forte! Então é para simular mesmo, porque é a última aparição do Rafael, a última aparição da Helen. Que mensagem vocês… E aí eu quero que individualmente vocês respondam isso: que mensagem vocês deixariam pro mundo? Vou começar. A frase que eu ia falar, uma uma palavra, nem uma frase, depois eu posso puxar uma frase inteira. Mas a palavra é a seguinte: não desista! Pode estar tudo errado, tudo dando ruim: não desista! Quando eu olhei para aquelas dívidas de R$ 1 milhão que um que eu nunca tinha visto, a minha família nunca falou de R$ 1 milhão, eu nunca ouvi 1 milhão, eu devia R$ 1 milhão de reais a agiota, a tudo… Eu falei: “Helen, já era!”. Teve pessoas que se mataram com dívida menor. Eu com 1 milhão, eu girei 1 milhão depois de resultado. Se você tem capacidade de gerar 1 milhão de dívida, é a mesma capacidade para fazer 1 milhão de lucro líquido, o esforço é o mesmo. A diferença é que você foi pra esquerda, era para você ir pra direita. Então você precisa só fazer o quê? Corrigir a rota! Imagina que eu tô na Castelo Branco com uma Ferrari, eu falo: “pisa!”, tem combustível e não tem nenhum carro na rua, você pisa. Só que você começa a sentir uma rua diferente, você jogou pro lado do bairro, sentido São Paulo, e era para você ir para o lado do interior, que tinha lá uma uma represa para você curtir com a sua família. Só que eu não te falei a direção, eu te dei a Ferrari, eu te dei o combustível, mas não te falei a direção. Deus te deu a saúde, que é o seu corpo, que é uma Ferrari, sim! Deus te deu o combustível, que é você respirar. Só que você não pediu para ele: “alinha as pessoas e a direção”. E por isso que o seu negócio deu errado, porque você foi ignorante, você só sabia vender e achou que só vender era suficiente, ou você só sabia executar porque você trabalhou numa empresa e você fazia muito bem aquilo pro seu chefe, e falou “agora eu vou fazer para mim”. Só que empreender não é isso, é um jogo de quebra-cabeça que é infinito: eu tenho que vender, executar, administrar e assumir áreas de uma empresa. E você errou porque você só sabia fazer o operacional, não sabia fazer o administrativo, nem sabia fazer a vendas, e por isso que você quebrou, por isso que você tá em dívidas. Então não desista disso, você só foi pra rota errada. Então a sua capacidade de de gerar dinheiro é muito boa, parabéns! 1 milhão de dívida pode gerar 1 milhão de de lucro, é só a só ajustar a rota, perfeito! Então por isso eu falo: não desista! Porque essa dívida que você tem hoje, essa dívida, esse medo, essa o que o que aconteceu na sua vida… O que foi, tô falando de dívida porque quem empreende é natural entrar numa dívida, porque exato, as contas vêm, o risco você tá lá, você tá lá sempre. Então a minha frase é: independente da situação em que você esteja hoje, não desista! A única coisa que você hoje na vida hoje que não tem solução é a morte, que na verdade tem, só através de Jesus Cristo, né, que ele é a ressurreição. Então para tudo hoje tem uma solução na vida, então a minha frase é: não desista!

Forte! E você? E você, imagina que você sai daqui, sua última mensagem pro mundo.

Essa pergunta ela mexeu muito comigo, até eu até me emociono em falar, porque recentemente a gente perdeu uma amiga que ela tem amizade com a gente, né? Ela tem uma família, ela tinha a empresa dela, três filhos, né? Ela deixou três filhos, o marido, as empresas, e ela me fez refletir: o que que a gente tem feito aqui na Terra, né? O que que a gente tem feito pelas pessoas aqui? E ela deixou um legado lindo, ela criou um legado muito lindo. Eu não vou encontrar ela mais aqui, mas ela também deixou um legado. Isso me fez refletir o que que eu estava fazendo pelas pessoas aqui na Terra. Se eu morrer hoje, independente de como seja, como é que as pessoas vão lembrar de mim? O que que eu fiz por essas pessoas aqui na Terra, né? E e quando eu faço pelas pessoas, é aquilo que eu eu falei mais cedo um pouquinho: mas quando eu faço pelas pessoas, é porque alguém já fez por mim, né? Então é uma forma de eu retribuir, forte, né? Então hoje eu posso fazer com muito mais intensidade, porque talvez lá atrás, quando alguém fez por mim, ela fez de forma inconsciente, mas eu eu sei ser intencional em ajudar as pessoas. Então se eu posso ajudar as pessoas, por que não? Quantas pessoas guardam para elas aquilo que elas conhecem, sendo que elas poderiam transformar vidas e vidas, e famílias, né, e empresas? Então a eu não é nem uma frase, eu deixo uma pergunta, né: o que que vocês têm feito por outras pessoas? Ou você tem pensado somente em você? Quantas famílias, quantas vidas estão deixando de receber algo porque você não se posicionou, porque você não abriu a tua boca, porque você não compartilhou o teu conhecimento? Então eu acho que isso é tão forte, e ela me fez refletir tanto na morte dela, que eu fiquei pensando em que que eu por que que eu tenho por que que eu estou na Terra, por que que eu vim até aqui fazer, entendeu? Por que que eu vim até aqui? Então eu acho que não seria nem uma frase, seria uma reflexão, uma pergunta: reflete, você para e pensa, né? Essa pergunta que você fez é uma pergunta muito forte, mas ela é muito importante. A gente eu acho que a gente deveria fazer isso, essa pergunta pra gente todos os dias.

É, e é uma pergunta que ajusta a rota de forma muito impressionante!

Quem que você não perdoou, né? Quem que você não deu o amor da forma que você tinha que dar, quem que você não falou que você amava no dia de hoje, ajudou, né? Quantas pessoas eu vejo por aí quem você não ajudou que você poderia ter ajudado e você não ajudou por ignorância, né? Então isso me fez pensar em tantas coisas que poderiam ter acontecido antes ou depois disso, sabe? Então me edificou mais. É, então tipo assim, eu fiquei pensando nisso e eu refleti muito, então foi uma reflexão que no último evento eu fiz até uma homenagem para ela. Eu não uso roupa rosa, e eu fui toda de rosa porque era a cor favorita dela, né? Então ela fez muitas muitas pessoas refletirem, a Rafa, a partir dela. E eu fui uma dessas pessoas que eu parei para pensar: “se tudo acabasse hoje, eu fiz alguma coisa por outra pessoa? Eu acrescentei na vida de alguém, né?”. Então eu acho que a gente precisa pensar muito nisso, e é uma baita reflexão, e todo mundo deveria fazer, todo mundo deveria fazer. Então eu tô cuidando do meu filho como eu devo cuidar hoje? Tô cuidando do meu marido? Porque depois que for, acabou, não tem mais o que você fazer, você não pode voltar atrás, você vai… Todo a gente a gente que tem uma fé, que acredita, a gente sabe que tem ressurreição, a gente não sabe como vai ser essa ressurreição, né? Então o que você tem que fazer, que você tem que fazer agora, né? Então tem que amar seus pais, você tem que perdoar seus pais, perdoe agora! Se você tem que tratar bem a sua esposa, seu esposo, tem que ser agora! Se você quer amar alguém, tem que ser agora, né? A gente não sabe. Ela deitou, ela gravou stories, ela não levantou, entendeu? Então assim, ela morreu em casa, na frente dos filhos, do marido, ela foi levantar pegar o despertador do celular que despertou, e caiu. E um dia antes ela tinha tinha feito o quê? Ela tinha fotografado a a filha do Neymar, então assim, ela é uma uma fotógrafa bem famosa, ela é assim uma pessoa que ela ela falava muito sobre fazer imagens, ter imagens para ter lembranças. Inclusive tem um podcast, você tem um podcast você com ela, né?

Tem um podcast meu com ela, eu entrevistando ela.

E assim, foi uma pessoa que Deus trouxe mesmo de conexão pra nossa vida, tanto ela quanto a família dela, né, Rafa? O Jefferson também, que é o nosso amigo, e assim ela é do mesmo mês que eu, então tipo a gente tinha uma conexão. A gente se conheceu através do Instagram, sim, né, e e eu lembro que ela foi uma mentorada minha, né, Rafa? E eu lembro que na época a gente trocou a mentoria por fotos, que eu tava grávida, e ela falou: “Helen, você não tem interesse em fazer a mentoria?”. Eu falei: “tenho, claro!”, porque eu admirava muito o trabalho dela e ela admirava o meu, e a gente nunca tinha conversado. E a gente criou uma amizade mais digital do que presencial, mas a gente se admirava muito. E não não te cortando, você… Mas já no assunto, o que mais me impactou foi: a gente foi no velório dela, e tanto a a sogra, o esposo, e pessoa do CIC chegou a gente e falou assim: “Helen, você não sabe o que…”. Nesse dia a gente chorou mais do que assim, porque eu e ela a gente tinha a Helen tinha essa conexão, mas quando a gente ouviu a sogra chegando e falou assim… A sogra, o marido, né: “você não imagina o impacto que você fez na vida dela!”. Olha, isso mexeu muito com… Eu fiquei assim, muito impactada quando quando Rafa… A gente não sabia mesmo, a gente não sabia, porque era só uma mentoria normal, uma ajuda ajuda, né, exato. Do essa e essa ele foi… Eu fui compartilhando a minha experiência que eu tinha com ela, e e a a a sogra e o esposo falaram que… E você nem sabia! Que sorte que eles contaram! E eu nunca ia saber! E a frase que você acabou de falar agora: “e o que que você tá fazendo?”. É isso, às vezes você não cantando… Você às vezes não tem uma mentoria por achar que quem vende mentoria é não sei o que na internet, porque as pessoas põem coisas na sua cabeça, exato! Porque mentoria é empacotar a minha experiência em um produto e e vender, e que bom que você fez isso! É, se você não tivesse feito isso, talvez você não teria impactado a vida dela. Você sabe por por que que eu falo: por que que você não deixa para falar amanhã as coisas que você tem que falar hoje? Porque ela ela tinha feito recentemente uma bariátrica, e ela foi emagrecendo, emagrecendo, né, porque é o processo do da bariátrica. E todas as oportunidades que eu tive de dizer: “Amiga, você tá linda! Como você tá evoluindo, parabéns!”, eu, meu… Se pegar o meu o meu Direct com ela no nos últimos dias assim dela, tem muitos assim: “meu, tá linda, parabéns pela evolução!”. Imagino que não deve ser fácil, só jogando ela para cima, sabe, tipo? E ela realmente nos últimos meses ela tava com um brilho diferente, o olhar dela, sabe, porque ela tava muito feliz pela evolução dela, por tudo que vinha acontecendo na vida dela mesmo.

E você foi reconhecendo, reforçando.

É, não só eu, como todas as seguidoras. Ela é uma referência, né? Então assim, e era impossível você ver uma foto dela e você não dizer: “Cara, você tá muito bonita, você tá linda!”. Isso parecia que era até uma coisa errada você não fazer, exatamente. E aí foi uma coisa que eu falei que o meu coração tava muito tranquilo, e no no velório, no enterro dela, você sentia essa paz, que as pessoas estavam tranquilas com ela, sabe? Então assim, é é muito dolorido, obviamente, a gente ver uma pessoa partir, mas você sentia a paz, sabe? É como se ela tivesse vindo aqui fazer o que ela tinha feito o que ela tinha que fazer. Então eu acho que é isso: você pensar o que você tem que fazer hoje, você fazer e saber se você tá cumprindo aquilo que você veio para cumprir, total!

É linda reflexão você deixou, é linda de…

Nossa, mexe comigo, eu tô eu tô até tremendo!

Não, mas é isso, e você tá… E essa pergunta te remeteu a isso, que que eu acho que resume tudo o que a gente falou, né? É impacto, é não ter vergonha de se expor, não ter vergonha de impactar o que você sabe numa mentoria, eh impactar a vida de outras pessoas, e principalmente a gente não ter noção do impacto que a gente gera. Não tem, porque o efeito borboleta acontece, né? Eu uso esse exemplo por causa do filme, que aquele negócio… Por que a gente não tinha, né, Rafa, essa…? Porque era uma conversa leve, sim, né? Mesmo que era era um papo, a gente sentava, conversava, compartilhava, tanto eu aprendi com ela como ela aprendeu com… É uma troca, né? E para ela saiu tão ela saiu tão tão melhor dessa dessa experiência.

Sim! Rafa, cara, obrigado, meu amigo! Obrigado, Helen, foi sensacional! Adorei, adorei, adorei! A gente eu já conhecia vocês pessoalmente porque eu tava no evento, mas vocês foi a primeira vez que a gente interagiu, né, pessoalmente? Adorei vocês, a gente vai continuar com essa amizade. Tô nos produtos, vamos juntos, só me passar os os detalhes, tudo mais, tô dentro, tá já tá já tá fechado todos esses detalhes aí. Esse ano é um ano de andar junto, da exponencialidade e de crescer. Sucesso! Preciso de pessoas, o que precisar de mim também tamo junto, e tamo junto mesmo, só só contar comigo.

A gente diz o mesmo, né, Rafa? Gratidão, gratidão! Parabéns mais uma vez, Helen! Vamos, segue a gente lá no Instagram e vamos conectar!

Coloca de novo o o @ dele, Tiagão!

Pode seguir a gente lá, manda Direct aqui do… Aí ó: @helenmedrano, @rafaelmedrano. Pode seguir aí a gente, tá lá, e vamos conectar! E vamos conectar, Tiagão!

É isso aí, vamos encerrar por hoje! Você que ficou aqui até agora, muito obrigado pela parceria, muito obrigado por acompanhar esse podcast até o final, muito obrigado por prestigiar esse papo que foi tão verdadeiro, tão vida real, tão falando do nosso coração, que é o convite que eu fiz para você logo do começo. E que bom que a gente tem conseguido trazer convidados pro podcast que a gente consiga extrair essa energia, que eu acho que é importante para eu sair daqui energizado, todo mundo que passa por aqui sai energizado, e você também que tá do outro lado da tela sair com essa energia, um pouco dessa energia transbordada aí para esse lado também. E e da mesma forma como a gente falou: impactar pessoas que a gente nem tem noção, você também transbordar isso e ir adiante essa roda do bem, essa prosperidade e tudo mais. Clica, compartilha, clica em todos os botões aqui de baixo para ajudar no engajamento. Tamo junto e até a próxima, valeu, gente, sucesso!

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