Fusca, Varejo e Sucessão Familiar com Alan Bonucci (Copafer) | Além do CNPJ (EP #129)
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Qual que é a grande dificuldade do Head Comercial por empresa que vende no WhatsApp? A gente faz lá hoje, só no Send Flow, mais ou menos 3.000 atendimentos por mês. Não daria para a Head (que é a Mantra) ler todas as conversas. Só que aí a IA consegue, e eu também consigo dar para ela meu playbook de vendas. Então, por que não ela me gerar o relatório final de cada vendedor? É isso que a gente está fazendo para a gente já. Então, no final do mês, eu tenho um relatório personalizado do Antônio: o que que ele tá fazendo de acordo com o playbook, qual que é o maior vício dele, o que que ele tá fazendo de errado, como que ele tem que ser corrigido. A IA lê todas as mensagens, ela lê tudo, e a Mantra leva esse relatório para levar o feedback (que é a minha Head) para ele. Antigamente, eu ia lá e puxava a conversa, tal. Mas, poxa, a IA consegue fazer isso, principalmente se eu der o playbook. Então, isso que a gente está implementando agora é uma das coisas que eu tô apostando muito porque não tem nenhuma outra coisa que faça isso e que, querendo ou não, é um uso que eu enxergo de IA muito maior do que o uso tradicional. Não é uma IA para gerar texto, não é uma IA para… não, não é para isso que serve a IA. Dá para ler 3.000? Não dá. Então, ela vai fazer isso para a gente, vai dar o relatório, vai falar: “Esse vendedor melhorou em relação ao mês passado.” Tudo isso é o que a gente tá usando lá. E assim, os relatórios dá para melhorar, vai ficar melhor, só que do jeito que está já daria para lançar e muda por completo o trabalho.
Buenas, buenas, buenas! Seja bem-vindo a mais um episódio do podcast Além do CNPJ. Primeiro de tudo, muito obrigado por estar aqui para a gente trocar essa ideia de empreendedorismo vida real. E bicho, o cara que tá aqui na minha frente é um cara que eu conheci jogando pôker. Joga bem para caramba, joga muito pôker, e é um cara, putz, muito legal de business, um cara que a gente pode trocar ideia. É um empreendedor raiz, que tá lá na frente do negócio, fazendo o negócio acontecer, um cara muito dinâmico, né? Um cara que é, é o cara que, de fato, é empreendedor, né, que tá com a com a manga arregaçada e fazendo o negócio acontecer. Perfil muito legal para trocar ideia, um cara bom, um cara que fala de negócios abertamente. Quando você pouco fala com ele, você já entende que realmente é um cara que tá no fronte, é um cara que tá trabalhando. Não é esses empreendedores que existem alguns hoje em dia que mais falam do que fazem. E, pô, esse episódio vai ser muito legal, até porque ele é especialista no que ele faz e é um negócio muito importante para todo negócio, que é como usar as ferramentas hoje em dia de comunicação, de mensagem (WhatsApp, por exemplo) para se comunicar com o nosso
público, para fazer campanha de marketing, coisa do tipo, que eu tô atrasado no meu negócio. Então, já vou aproveitar aqui para pegar uma consultoria fácil com esse cara aqui e tenho certeza que esse episódio vai ser muito, muito importante, não só para mim, quanto para vocês. Tô aqui com Luiz Santos, meu brother. Muitíssimo obrigado pelo convite.
O convite é meu, cara. Obrigado pelo convite. Eu espero que a nossa conversa aqui agregue para a galera e consiga mudar um pouquinho a perspectiva. Eu tô com expectativa alta, então vai ser bom. Mas bem, Luiz, antes de a gente começar a entrar na parte que que a gente vai falar do dia a dia, do que que você faz e tudo mais: o Luizinho veio da onde, de onde você nasceu, referências teve, mãe e pai presente, como que foi a sua criação, o que que você queria ser quando você crescesse? Dá um overview, só um contexto, para a gente entender a sua vida. Tá, eu nasci em Santos, filho de mãe funcionária pública e meu pai trabalhava em fábrica e foi aposentado mais cedo. Então, empreendedor, empreendedor ali não, embora eu tinha os meus tios de São Paulo, que eles, meu tio tinha uma construtora, e eles eram a referência empreendedora do que dava certo. Em casa, no entanto, a minha mãe, como foi professora e muitas coisas de funcionária pública, ela sempre vendeu bolo, coisas na escola ou na faculdade onde ela trabalhava, e era uma forma de empreender, e ela foi me mostrando isso ao longo do tempo. Eu tive meu primo também, então tive algumas referências, mas na prática não tinha ninguém que tinha feito uma empresa gigantesca por trás ali. E assim, eu sempre fui meio CDF, eu era o nerd da escola e eu era muito interessado em múltiplos temas. Então, assim, com 12 anos eu tava montando o cubo mágico e competindo para fazer isso. Pô, eu tô falando de 2005, então não era uma coisa que tava rolando na internet. Eu já comprava. Eu fiquei, resolvi fazer mágica profissionalmente, comecei a estudar, fiz por muito tempo, fui para eventos internacionais. E naquela época foi onde eu comecei a entender que, caramba, os caras estavam vendendo cursos online de mágica. Isso 2004, talvez 2006, por ali. Então, eu já comecei a ver isso. E eu sempre tive outras curiosidades: escoteiro, karatê, judô. Fiz tudo o que dava para fazer na vida. Eu era aquele cara que minha mãe colocava um monte de coisa para fazer, e eu tinha muitos interesses desses curiosos, né? E eu acho que foi essa, essa a jornada até chegar aqui, porque as referências que eu tive foram essas. E eu só fui um cara muito curioso desde sempre. Então, qualquer coisa que eu gostava, eu gostava muito. Eu queria ficar bom naquele negócio a ponto de competir, a ponto de fazer todas as coisas. E um cara disciplinado? Totalmente. É assim, eu me tornei mais, inclusive, ali depois dos 16, porque até os 16 eu era, eu fazia tudo isso que eu já falava, só que eu era obeso. Eu tinha ali meus, sim, eu tinha 105 kg ali com 16 anos. É verdade, é verdade. A minha cara você não, não reconhece. Eu pegar minha RG hoje, você fala: “Você fez cirurgia?” Não fiz. Então, eu tinha isso, só que era muito de indisciplina, de não ter rotina. E aí eu fui entrar na faculdade, eu falei: “Porra, tem que ficar bonitinho, né, no mínimo.” Então, eu comecei a emagrecer. Exato. Comecei a emagrecer. Aí eu comecei a, a mudar tudo isso. E aí começou, foi quando entrou a musculação na, na minha vida, que aí foi quando eu trouxe a disciplina total. Nunca mais engordei, emagreci tudo, fui crescendo, eu fui para competir no fisiculturismo, no crossfit. Então, fiz um monte de coisa. Eu, eu falo, eu não entro para brincar nas coisas. Eu sempre era, eu, eu ficava bitolado na coisa e queria realmente fazer acontecer. E acho que aí que começou um pouco da disciplina a ser mais forte, porque até então eu estudava, eu gostava das coisas que eu fazia, mas não tinha muita responsabilidade. Pô, era mágica, era jogo, eram outras coisas assim, era uma coisa mais de diversão. Exato. E aí o que veio mais foi quando eu entrei na faculdade, fiz Engenharia de Produção. O pôker entrou junto, então comecei a jogar junto, e, e ao mesmo tempo, a academia, e aí essa disciplina que
veio vindo ali. Então, foi nessa fase que mudou tudo. Engenharia de Produção, eu considero hoje, na minha cabeça de hoje, uma das melhores faculdades que existe. Eu acho ela por ser bastante abrangente, porque o cara, ela ensina processos para o cara e gerenciar projeto, e que ele, e que ele usa para tudo. É, não tem marketing, tem processo, tem gestão de projeto, tem, absolut. Tem algumas pessoas que perguntam assim: “Cara, como que eu contrato um cara bom de processo aqui na empresa para estruturar?” Eu falei: “Um Engenheiro de Produção.” Engenheiro de Produção é bom demais, cara. Exato. A Administração, ah, não sabe o que vai fazer, faz Engenharia de Produção. É porque é, e é isso que a gente falava lá. Tinha muita gente que ia para Administração porque não queria fazer Engenharia. Só que eu falei, cara, pensa na sua cabeça daqui 15 anos, e nada, nada contra administradores. Depois de ter passado um tempão na faculdade, você vai passar os mesmos 5 anos. Você quer ser chamado de engenheiro ou de administrador? Pô, engenheiro é bom, maior. Então, era isso. Você fez Engenharia de Produção? Fiz Engenharia de Produção. E aí foi quando eu tava, ainda morava em Santos nessa época, então eu terminei Engenharia de Produção lá. Assim que eu terminei, eu mudei para São Paulo e aí eu fui procurar emprego. Então, fui caçar vagas. Era isso que tava na minha cabeça primeiro como CLT mesmo. Fui lá, procurei, arrumei uma, uma oportunidade, só que eu fiz a conta de quanto estava pagando por hora, e aí lascou. Porque eu falei, tipo, dava R$ 9. Eu falei: “Não é possível, R$ 9 vai dar para viver?” E aí eu conversei com esse meu primo que eu falei, e ele me deu a ideia, tá. Que que você sabe mais que os outros? Foi essa pergunta só. Eu falei, forte, inglês. Eu estudei inglês na vida toda. Eu sei falar inglês, eu sei dar aulas de inglês. Eu dei aula de inglês quando eu mudei para São Paulo. E aí eu comecei isso. Então, eu comecei a primeiro dar aulas de inglês em escola para poder fazer os custos que eu queria suprir, só que eu comecei a entrar no digital. E aí eu comecei a fazer um e-book de inglês junto com a Roberta, minha esposa. Então, a gente começou a trabalhar juntos nisso do digital. Foi ali que é, na minha cabeça, a moça que tá aí é sua esposa. Por que ela não entrou? Ela ficou ali fora vendo a TV. Ela tá vendo a TV ali. E, e aí, então, eu a gente fez isso, e aí quando eu tava na faculdade eu já tava ou jogando pôker, ou eu tava também já pensando em fazendo um negócio, comprando um negócio e revendendo outro negócio. Então, já não tava muito bem pensando na ideia de ser CLT, de trabalhar para alguém, já tinha entendido que é. Eu fui, eu vou ver, ver o que é, eu vou ver o que tem de oportunidade. A vaga veio, eu falei: “Puxa, não é tão legal, é bacana, era uma empresa legal, mas não tanto quanto eu imaginava.” E eu falei: “Ah, vou tentar minhas coisas.” E aí eu fui para esse caminho do, do infoproduto, que na época tava começando ali. Era o primeiro ano, tipo, de Mairo Vergara, que foi um dos maiores de inglês que teve, na, foi começando naquela época. Então, e aí foi isso. Aí terminei a faculdade, né, vim para São Paulo e começou essa jornada de agência de marketing. E aí foi quando eu entrei nessa parte mais do empreendedorismo realmente, assim. Você chegou a lançar produto de inglês de curso, não só e-book? A gente só fez e-book e aulas. Então, eu não queria dar as aulas, eu não gostava muito de dar aula de inglês em específico. A Roberta gostava, minha esposa. Então, o que o que eu fiz, eu montei o e-book, a gente vendia os o e-book, e ela dava as aulas de inglês, que era uma coisa que ela gostava. Então, a gente tinha, a partir do e-book, que é uma estratégia que usa até hoje, você tem frontend, que os alunos vão gostando. Em algum momento eles perguntam: “Tem aula particular?” Tinha, e ela oferecia. Deu aula para aluno do Japão, deu aula para aluno de todo lugar. Era os primeiros anos de Meta, assim, de anúncio. Então, você podia fazer alguns, alguns anúncios muito bobos assim, e era isso. E aí que começou toda a jornada.
Boa. E aí, como que foi a trajetória do cara que fazia um pouco de tudo, inclusive aula de inglês e vendia produtos de inglês no, na internet, ao cara que começou a trabalhar aí atrás de agência, ao empreendedorismo? Como que foi essa transição? Então, enquanto eu tava ali, nesse começo, eu tava fazendo só o que dava para fazer. Em determinado momento, eu reparei que uma das coisas que eu tava fazendo tava dando muito certo, que era aumento de seguidores. Tô falando de 2000 e nada. Então, era quando o seguidor era importante no Instagram, porque tinha um alcance, não tinha feed algoritmo, era feed cronológico. Quer dizer, nada, nada. Na época, se você tinha muito seguidor, com certeza era uma coisa, você tinha alcance. Exato. E aí o que eu, eu descobri duas formas: um, no Facebook, eu sei fazer anúncio para gerar seguidor e lead, porque na página também era uma coisa. E no Instagram, eu descobri uma forma de fazer com uma plataforma que muita gente usou por muito tempo de seguir, de seguir, dar like, etc. E isso bombava. Naquela época era o começo daquilo, então eu conseguia, seguia 5.000 pessoas e o Instagram não tava nem aí. E eu comecei a, a pegar isso e fiz para o meu negócio. Deu muito certo. Alguns amigos, para o negócio de inglês, viram. Um amigo meu de Santos, Bruno Suplementos, que tem loja de suplemento, viu. Aí minha tia, que tinha uma, fazia uns, uns produtos de cerâmica, umas coisas de cerâmica, viu e falou: “Caramba, eu queria isso.” Aí eu falei: “Ah, não, eu tenho uma agência. Eu tenho uma agência. O que a gente faz? A gente faz os posts para você.” E eu tinha um amigo que era designer. “A gente faz os posts para você, escrevemos aqui os textos e a gente vai fazer você ganhar seguidor.” Só que naquela época o cara ganhava seguidor e vendia, porque, como ele seguia e deixava de seguir e dava uns likes, o cara vinha de volta a seguir ele, e quando seguia, esse cara, porque tinha se interessado no perfil. Então, ele fazia o social selling, hoje, mandava mensagem de boa. Então, e aí eu comecei a vender isso. Então, a minha agência inicialmente ela prestava esse serviço que na época não era nem performance, porque não existia esse termo, era: “A gente faz post.” Era isso. E aí os planos eram baseados em número de posts. Só que só os posts eram o, era o problema das agências tradicionais. Elas faziam aquilo, só que os clientes saíam, porque é muito difícil mensurar post virar dinheiro. E até hoje é uma dificuldade isso. Só que quando eu aumentava o número de seguidores, e ela sabia que aquilo tava gerando mais venda, não importava os posts. Então, o post era o que a pessoa queria, mas o resultado era o que realmente valia. E era aqui que eu tava ganhando dinheiro oferecendo esse serviço. E foi o primeiro SAS que eu tive, assim. Era uma coisa white label, não fui eu que desenvolvi, mas a gente, eu consegui levar isso pros clientes sempre com um pensamento de ser premium. Então, tinha gente vendendo a mesma coisa por R$ 29,90 e eu vendia 300 por mês. Caramba. Porque eu operava. Eu falava: “Não, o meu é diferente, eu que opero, a gente configura e tal.” Então, tinha uma lógica. Mas você automatizou de fato ou era um monte de gente? Não, era automatizado mesmo. Era um software white label que desenvolveram. Eu paguei uma licença e eu podia colocar mais clientes ali dentro sem um custo. Então, eu só configurava uma vez e deixava rodando até que o cliente falasse que era para cancelar. Mas não tinha isso de o cliente pagar e liberar o acesso. Não, não existia esse tipo de coisa. Eu automatizava mais essa parte. Sim. E aí a gente ficou fazendo isso por muito tempo. Então, até eu não vou lembrar o, o ano exato, mas eu fiquei com a agência fazendo isso online enquanto eu tava em Santos e São Paulo ali por muito tempo nessa, nessa transição. Depois eu me juntei com um amigo e a gente fez uma outra agência que ficava, você deve saber a loja, Jorge Bit… Não era Jorge Bitar, esqueci o primeiro nome, mas é não sei o que Bitar, que ficava na Bandeirantes, do lado de um posto ali que vendia umas coisas nada a ver. É uma loja gigantesca que ninguém sabia o que era. E do lado a gente tinha um escritório lá. Então, a gente tinha um escritório cheio de gente,
20 pessoas lá trabalhando na agência, a gente prestando serviço para Águas Lendóia, fazendo, já tava com, pô, a gente fez logo de, de Maurício Matar, a gente fez umas coisas legais. Legal, que massa. E aí, em determinado momento, eu tava olhando o lucro líquido e o número daquelas pessoas lá, tipo, pô, tinha 20, 20 pessoas e eu sobrava, sei lá, 10.000 (um número aleatório), mas sobrava muito pouco. E eu falei, cara, não faz sentido isso. E aí, depois de algum tempo, trabalho alto e o retorno era baixo. E assim, claro que talvez eu pudesse ter mudado o modelo de negócio, adaptado alguma coisa e ia resolver, beleza. Mas eu tinha 21 anos, 22, então, porra, eu, caramba, isso com 22? Com 22 anos, 22, 22 para 23 ali. 32. E você começou com quanto empreender mesmo? Empreender mesmo. A agência foi com 23, 22 para 23. Legal. Foi aí que começou tudo. Então, e aí eu percebi essa, essa diferença e, e nesse, nessa, nesse caminho, o que eu vi para os clientes, eu prest, eu tinha sempre uma mesma lógica, que era o que eu chamei de Método Dano à época, que era Diagnóstico, Atração, Nutrição e Oferta. Então, eu precisava fazer um diagnóstico, montar um plano de atração de leads, montar um plano de nutrição para que eu conversa com esses caras e crie relacionamento, até o momento que eu faço uma oferta. É lógica de lançamento, é lógica de tudo, de um funil de vendas. Eu chamei isso e eu comecei a vender como consultoria. Então, cara, o que eu vou fazer com a minha agência fazendo para você vai custar tanto. Se você quiser, eu faço como se fosse uma consultoria, eu te ensino e você executa. E isso tinha uma margem infinitamente maior, porque era eu entregando. Exato. Só que não tinha tanta escala quanto a minha agência. Sim. Me enfezei com a agência em algum momento, eu falei: “Ah, não quero mais saber desse negócio.” Fechamos a agência, e aí fechei. O meu, meu sócio continuou tocando como a parte de design, que era o que ele gostava. Então, ele faz identidade visual até hoje, tem um estúdio bem legal. E eu fui mais para essa parte de performance, continuei as consultorias e aí fui escalando no negócio do infoproduto. Então, consultoria. Aí eu falei: “Cara, tá. Fiz consultoria com 10 clientes, deu certo com uns 10. Deixa eu gravar um curso.” Só que, ao invés de gravar o curso, eu fui no MVP: “Eu vou vender e entregar em aulas ao vivo. Não vou gravar nada, não existe gravar, eu vendo.” Errei isso aí. Eu errei isso aí, vendi. Aí, depois, com o resultado, eu comecei a fazer os outros produtos e as pessoas terem mais resultado e comecei a fazer lançamento deste produto. Então, eu fazia o lançamento do Método Dano. E foi essa transição, então, de agência, que tava com a margem lascada, para mercado de infoprodutos. E ali, então, eu tinha primeiro a consultoria, depois eu fui pro curso e aí continuava tendo a consultoria, por óbvio. Só que aí, nesse meio tempo, eu voltei para os Estados Unidos. A minha esposa estava morando lá, a gente voltou, teve todo o relacionamento lá. E aí, quando eu cheguei lá, eu percebi que tinha uma grande oportun… Nos Estados Unidos? É que você já morava lá? Eu morei lá um tempo, ela tava morando lá e aí eu voltei para lá. E aí você voltou para morar lá? Para morar lá junto com ela. E foi um pouco antes da pandemia. Isso era 2019, talvez março ali. E aí, nessa que eu, que eu voltei, eu falei para ela: “Olha, tem uma demanda muito grande no mercado, que é Copy.” Porque o que eu tava ensinando é estratégia. E estratégia é um negócio de, pô, que muda o tempo todo, principalmente no digital. E é, é muito intangível. Copy, que é a escrita persuasiva, redação (os, os publicitários, você dá o nome que você quer dar), é uma coisa que gera resultado, e não tinha ninguém ensinando naquela época. Não existiam outros players. E aí foi quando eu falei, ela tava trabalhando em outra coisa, de logística de caminhão lá nos Estados Unidos, ela tinha uma loja na Amazon que ela vendia o mapa dela, outras coisas. E aí eu falei: “Ó, tem que ter um especialista de Copy no Brasil. Ou vai ser você ou você eu, porque os dois entendiam de Copy, qualquer um dos dois poderia fazer.” Aí ela falou: “Vou começar.” E ela fez um e-book lá, a gente montou juntos o e-book de não sei quantos
gatilhos mentais. Aí começou a fazer, e aí o projeto dela começou a crescer bastante, somado ao do meu antigo psicólogo, que era, que era, que treinava crossfit comigo. Era ele faz, treinava crossfit comigo. Aí eu fui paciente dele quando eu fui para os Estados Unidos e me deu alta. E eu falei: “Pô, Beto, eu acho que dá pra gente fazer um lançamento,” porque ele já era meio inteirado, e a gente começou a trabalhar com ele. Isso em 2019, até hoje é meu sócio. E a gente continua tendo os produtos de logoterapia, de teoria integrativa. Então, a gente tem pós-graduação, tem tudo. Caramba, que legal. E aí a gente fez com ele, e esse segue até hoje. Com ela, o projeto foi crescendo. A gente começou a fazer lançamentos bem grandes, assim, eu considero para 2020, ali durante a pandemia. A gente estava investindo 100, 200.000 e voltava 1.200, 1 milhão e 400. Então, era uma coisa bem legal que a gente tava conseguindo fazer na Copy, com Copy, fora o, o, os outros. E houveram outros projetos que a gente pegou também, como coprodução, ao longo do caminho, com Ivan Saraiva. Teve um de balões, que é para fazer a, aqueles, aqueles balões que que vão para festa. Isso que não pode chamar de bexiga de jeito nenhum, os caras ficam muito putos. Então, é os balões. E aí a gente fez isso dos infoprodutos. O, o da Rô começou a dar muito certo, o do B também deu muito certo. Só que aí eu percebi que tinha uma dor que era muito grande. Todos os lançamentos, todos os que eu conhecia, que eu tava em vários grupos de mastermind já essa época, eles usavam os grupos de WhatsApp, só que era tudo na mão. Então, um lançamento dela, que a gente vendia, vendia esse valor, eu tinha 800 grupos. Nossa, imagina mandar texto ao vivo para 800 grupos, porque era a época que o grupo cabia 256 pessoas. Então, mandar um texto ao vivo era muito lento, porque eu mandava de cinco em cinco, você tinha que encaminhando, e não tinha ferramenta de automação naquela época. Então, na minha cabeça era assim, começou a aparecer o problema, problema, problema. Eu sempre tive um viés tecnológico, eu sou meio, é assim, eu gosto de tecnologia, gosto para caramba, tipo, pegar o iPhone no dia que lançar, é tipo, essas coisas assim. E eu falei, dá para criar uma solução. Já tinha feito algumas outras pequenas soluções para o projeto de Copy. Então, uma ferramenta para os alunos escreverem Copy, uma área de membros próprios, já tinha entendido o que dava para fazer. Tem a lógica de processual, como a gente falou da engenharia. Então, dá para pensar o como vai ser a lógica, já vê as telas, então consegui montar. E aí a gente criou o Send Flow na primeira vez, que foi a plataforma para os grupos. Por quê? Bom, se tem equipes mandando mensagem para grupos de WhatsApp, que é uma coisa que, cara, se um robô, se eu conseguisse gravar o meu mouse, eu conseguiria fazer isso e deixar rodando. Não é possível que não dê para criar um software? E aí foi quando eu fui atrás do meu, que é o cara que fazia tudo comigo, que hoje é meu CTO, que é o Ezequiel, meu sócio. E a gente começou a desenvolver uma plataforma que resolvesse essa dor, porque eu tava em vários grupos, eu ouvia todo mundo reclamando das mesmas coisas. E aí a gente criou a plataforma, que foi o Send Flow (a primeira, na época se chamava Fest Zap), imagina o nome, zapouation. O jeito que vocês criaram foi tipo um RPzinho gravando tela assim, alguma coisa? Não, já foi com a API não oficial, que é uma coisa, é um, é aquele negócio paralelo. Inclusive eu quero entrar nesse assunto, que isso é uma dor que eu tenho, assim, eu não sei, eu não sei a, eu não sei a diferença. Depois eu quero, eu quero te perguntar sobre, porque é uma coisa mais nova. Então, ali era uma, um, uma conexão não oficial. Então, era que você faz igual no WhatsApp Web. Era isso que a gente faz, e a gente faz uma engenharia reversa para poder usar e fazer as coisas que você faria no seu celular. Então, o que nós começamos a fazer inicialmente: criar os grupos automaticamente, primeira coisa. Então, o cara não tinha que criar mais 800 grupos. Então, a galera que ia convertendo e cai, e falando que criava três grupos, e entrando gente. Quando enchia o
primeiro, ele criava o quarto. Quando enchia o segundo, ele criava o quinto. E pronto, você não tinha mais que se preocupar com falta de grupos, que era um problema. Uma vez tava num evento, num jantar, que tava na época os maiores players do mercado, estão com Rodolfo, tava o Érico, tava o Damas, tava todo mundo ali. A gente foi para um jantar, e no meio do jantar tava fazendo uma captação, toca o telefone: “Não dá para entrar no grupo porque tá sem grupo.” Eu saio de lá, volto para casa, troco o link do grupo. Então, imagino o que eu perdi por conta disso. Essa é a dor que eu senti, que, que todo mundo ali também sentia também. E aí a gente criou primeiro com isso de automatizar criação, envio das mensagens, troca da foto (porque causa outro impacto visual), troca do título (causa outro impacto visual), e a gente foi fazendo isso. Para lançar, eu sabia muito bem lançar curso, mas software eu não sabia. Só que eu sempre fui meio safo. Então, o que eu fiz: fui para um grupo de mastermind (isso vale para todo mundo que for lançar alguma coisa que conhece um grupo de pessoas que t interesse). Eu fui para esse grupo de mastermind e fui pro Hotseat, momento em que eu apresento um problema e as pessoas vão contribuir. Pessoal, seguinte, criei um software que faz A, B e C. Não tô sabendo vender ele para um público igual a vocês. Como vocês venderiam? Todo mundo começou a falar um monte de coisa. Assim que terminou o Hotseat, todo mundo veio falar: “Você criou mesmo? Eu quero comprar, eu quero comprar, eu quero comprar.” Então, dali eu consegui os primeiros clientes e aí foi rodando. Cara, eu, eu uso sempre essa lógica também: onde que tá meu público, que eu preciso fazer, você vai lá e compra acesso daquele lugar. Hoje em dia tem ainda? Hoje em dia, mais do que na época. Ex. Muito. Não. E hoje em dia você tem outros formatos. Estava até falando esses dias. Por exemplo, um dos mercados que a gente quer expandir o Unichat, que é outra plataforma, a gente fala depois, é médicos. Pô, eu posso pagar talvez um patrocínio de 150.000 num evento para médicos? Posso. Mas médico faz campeonato de golf. Por que que eu não patrocine o campeonato de golf dele, que vai custar talvez 10, 15, e eu ganho a lista inteira? Então, é essa lógica que eu acho que vale pensar, porque a gente costuma ficar: “Ah, não, mas eu não ganhei meus seguidores, eu não consegui ir lá, tal.”
E ali foi quando começou a rolar o Send Flow. Para mim era um negócio paralelo. Eu desenvolvi, ia tocando eu e o meu sócio. Ficou assim, de 2021 do final até 2023. Eu trouxe só uma pessoa nesse período. Caramba, foram três pessoas rodando. Primeiro ano a gente fez, sei lá, 400.000. O segundo ano, 1 milhão e pouco. No terceiro ano, que foi quando eu comecei a trazer gente, e só ano passado a gente montou área de marketing. Então, até então, era produto. Então, era, é o product growth que a gente fala, né? E o suporte muito bem feito, que era uma dor de ferramenta. Ferramenta pode não funcionar, desde que eu tenha alguém para falar e que resolva. Ponto. Verdade. E isso é o que não tinha. Então, ali a gente começou a criar, foi entendendo as dores do mercado. Então, poxa, começaram a surgir muitos golpistas, fomos e criamos uma solução para isso. Começou a, ah, o pessoal queria saber dentro do grupo quem são as pessoas mais engajadas. A gente foi lá desenvolver uma função para isso. Então, a gente foi criando várias funções que eu sabia que eram importante, porque eu tava fazendo lançamento, eu sabia o que eu queria, eu sabia que, e eu tava nos grupos ouvindo todo mundo e vendo as reclamações, e eles falando para mim o que eles queriam. E como eu, como a gente sempre teve esse suporte e essa conexão com os clientes, mais do que isso, nas pesquisas eles falavam tudo que eles queriam, tudo. Eu rodava uma pesquisa trimestral e eles sempre falavam tudo que eles queriam, porque eu colocava uma pergunta: “Imagina que nada é impossível. O que você queria que desse para fazer no Send Flow?” Pronto, aí vinha ideia infinita, ia para o backlog.
Dali três meses eu rodava, porque eu já tinha preenchido tudo. Então, isso foi o ponto que a gente fez do Send Flow. E uma coisa que eu acho muito importante, porque assim, algumas pessoas vão para o SAS, algumas pessoas vão pensar no caminho de assinatura, de recorrência dessas coisas. E, principalmente para o SAS, é muito comum quando você ouve em podcasts as pessoas falarem de talvez você leve um ano, dois anos para recuperar o investimento. É muito caro, é qualquer coisa. E é caro se você for na lógica de SAS B2C, que é: “Eu vou vender uma assinatura mensal.” Sim. Agora, a minha lógica sempre foi: eu vou cobrar 3.000 semestre. Eu só vendo semestral, e é 3.000 semestre, que foi o primeiro plano que eu criei, que só tinha um no começo. Então, é 3.000 semestre. E se você quiser, quer, se não quiser, não tem. “Ah, mas e mensal?” Não tenho mensal. E isso fez com que o nosso churn ficasse baixo o tempo todo. Por quê? Eu consigo manter o cara por mais tempo. Mas eu tô falando isso porque o cara que vai começar uma assinatura, ele vem na cabeça de: “Ah, não, vou ter 100 assinantes pagando 99, tá lindo.” Só que o cara que vier, vou dar um exemplo, comparando o meu caso: eu vendendo a 3.000 semestre, meu concorrente vendendo a 500 por mês, é o mesmo preço, só que eu tô vendendo 3.000 semestre. Se eu vender 10 assinaturas, eu tenho 30.000 em caixa. Ele tem 5.000. Eu consigo vencer muito mais com 30.000 em caixa, porque isso no tempo vai ficando muito maior. E o teu fica menor também. Meu churn fica menor, e o meu caixa maior. Eu ganho desse cara baixando o preço, simplesmente, de: “Ah, custa 500, então vou fazer o meu plano aqui a 2.400” e roubar todo o caso dele, porque eu já tô com caixa. Então, é esse tipo de coisa foi uma coisa que eu, eu fiz meio que sem entender direito, mas depois que eu analisei, isso aqui fez muito sentido. Porque quando eu olho para os softwares que não dão certo, a maior parte tá cobrando mensal e o cara tá com a corda aqui buscando investimento. E a gente nunca pegou investimento, foi bootstrap nas duas plataformas. Então, tudo foi do zero e sempre lucrativo desde o dia um. Caralho, até hoje não tem nada disso? Até não. O Send Flow desde sempre nunca teve margem de lucro inferior a 43% de líquido. Caraca. E nunca foi atrás de rodada. Nunca. Agora a gente tá começando, já vieram atrás para conversar, e agora a gente tá conversando sobre algumas coisas de talvez vender, talvez não sei. Mas não precisou até hoje, porque todas as vezes que chegava no final da negociação, eu falava: “Tá, e além do dinheiro, o que que você vai colocar?” Ah, hum. Não tem. Não vai me ajudar com governança (que é uma coisa que eu não tenho), não vai me ajudar com. Não. Então, não tem propósito, não adianta. Dinheiro a gente já tem aqui dentro, dinheiro não vai adiantar. Você vai me colocar dinheiro, eu vou ficar guardando e vai render no, no banco. Então, não serve. E aí foi, foi essa jornada, e a gente sempre dando lucro, que foi o, o que eu errei na agência de marketing, na agência, não, de infoprodutos, né? Ali a gente trabalhava sempre num modelo muito alavancado. Lançamento é: investe meio milhão antes, se der tudo certo, vai voltar. Só que o “se der tudo certo” envolve uma infinidade de coisas que não, que você não controla. Às vezes é o e-mail que não vai, às vezes é o YouTube que cai, às vezes a internet, que qualquer coisa pode dar errado. De tudo dá errado. Exato. Então, eh, quando, como você tem esse risco muito maior, no software, não. Software é muito mais próximo de um perpétuo, de um e-commerce, que você roda um anúncio todos os dias, vende todos os dias, e pronto. Então, ali foi quando eu comecei a meio que transicionar. Eu errei tudo que eu podia, de: “Cara, eu vou fazer essa empresa crescer muito,” que era o que eu queria fazer com a VL, que era a agência de infoprodutos. E aí era investindo e custo mensal 800 pau e não sei o quê. A, a juventude também, né? Toque de Midas. É, ah, não, tudo que eu fizer vai. Tava dando tudo certo. Tudo que eu tocava. Só que o Toque de Midas, as pessoas não falam disso, mas é, o Toque de Midas é que tudo que você toca vira ouro. É bom, até que você
toque sua esposa, porque na hora que você tocar sua esposa, você não tem mais esposa, ela virou ouro. Ponto. Então, não existe Toque de Midas, existe lógica padrão. Então, eu errei ali, aprendi bastante coisa, pô. Foi fundamental. Eu acho que, inclusive, é um erro muito comum, como você falou, para a maior parte das pessoas que empreendem, então vai, é um momento que vai acontecer. Só que aí, na sequência, eu peguei tudo aquilo que eu aprendi e falei: “Tá, agora eu vou fazer uma empresa que funciona, que dá lucro desde o dia um, e que o, o foco principal é que seja uma geradora de caixa para a gente.” Então, vamos fazer isso. Tá, 43% de lucro líquido, bicho. 43. 18 milhões. Então, não é fácil, não. Não é, principalmente para software, que acho que é uma, que é o que o pessoal disso que de novo, porque eu consigo pelo plano semestral, por eu estar perto dos clientes, por eu ter o churn ridiculamente baixo. Então, a gente consegue ter isso, e, e expandindo agora com outras soluções, né? Porque uma vez que eu tenho a base de clientes, pô, dentro da base do Send Flow, a gente tem G4, Empírico, Zérico, Ladeira, Wiseame. Então, pô, tem esses caras. Todos os problemas que talvez ninguém resolva bem. Ex. E a gente tem uma equipe que sabe resolver problemas muito bem. Então, o Send Flow, ele surgiu para ser essa solução de grupos. Hoje em dia, ele segue sendo a plataforma que a gente ainda mais vende, porque é a, o que os infoprodutores mais usam ainda, é muito usado, e porque não tem a, e é bem conhecida. É bem conhecida. Se a gente falou, se tornou bem. A gente já tá como patrocinador do Fire, que é um dos maiores eventos, há dois anos. A gente tá em bastante lugar. Se tornou bem conhecida, e os grupos ainda são uma exclusividade dos celulares (aquilo que a gente falou de API oficial e não oficial). Só existe no celular o grupo, não existe numa API oficial ainda, o grupo. Então, eh, para fazer o que a gente faz, de colocar as pessoas num grupo (tem uma lista), é impossível fazer de outra forma, a menos que você use a API oficial sem ser com grupos, que aí é outra, outro tema. Mas, no Send Flow foi isso. Então, a gente foi construindo, fazendo a, a jornada dele, sempre pensando em: vamos manter caixa, vamos controlar os nossos custos (do meu e do sócio) e vamos preferir fazer distribuições maiores e, mesmo assim, gerando caixa. E foi assim que a gente chegou até hoje. Aí estamos nesse momento de: “Tá, o que que a gente faz agora com o negócio? Será que vale a pena passar, será que eu seguro ele mais um pouco ou não?” Mas foi o negócio que permitiu que a gente chegasse numa base de 5.000 clientes ativos e com esses nomes. 5.000 clientes ativos. Quantas pessoas você tem na equipe do Send Flow em específico? Eu tenho 10 pessoas. Pouco para caramba. É muito pouco. Do Send Flow. Do Unichat é muito maior, mas do Send Flow é pouca gente. A gente tem 10 pessoas ao total: três são desenvolvedores e os outros sete são basicamente suporte. Suporte, sim. E hoje faturando quanto? Ah, vai fazer 18 milhões nesse ano. Então, a gente tá fazendo 18 milhões em 10 pessoas. 10 pessoas. Parabéns, hein, cara. Falou, é muito legal por isso. E, e com uma margem de 43% líquida e pagando todos os impostos do jeito correto. Acho que isso é importante também, fazendo seu papel. E dá um overview agora da ferramenta Send Flow. O que que o que que ela faz? Você contou o que que ela, você começou fazendo, o que que ela tem, qual, qual dor ela resolve para o empresário, o que que ela consegue ajudar? Dá um overview para a galera aí para conhecer a Send Flow. Então, eu vou evitar falar dos infoprodutores e vou falar dos outros mercados. Então, tô falando basicamente com donos de e-commerce, donos de loja que vão fazer promoções, e donos de talvez clínica, pode ser uma clínica, pode ser qualquer barbearia, qualquer coisa que vai fazer uma promoção. Para donos de e-commerce e negócio local, o que que o Send Flow costuma ser muito útil? Existe uma estratégia que ficou bem conhecida como live shop, que criou-se uma versão por conta da Virgínia fazer 12 horas de live, e todo mundo achou que tinha que ficar ao vivo 12 horas, e não é isso. E, e aí, inclusive, um dos projetos na agência
que eu tocava era um de live shop com Rafa Santos, é um especialista nisso. E com ele eu fiz uns resultados usando essas estratégias (que é o que eu vou falar) para vender tipo 70 carros num dia. 70 carros num dia. Num dia. 70 carros. 370 de um armário/guarda-roupa da Ferreira Costa, sem a pessoa ver o armário, só vendo a foto, sem tocar no armário. Então, assim, é um negócio bizarro que você consegue fazer lançamento via WhatsApp de um produto, lançamento de produto físico, não só de um, de vários, normalmente de setor. Então, esse caso da Ferreira Costa era o setor de imóveis, mas dava para ter o de pisos, dava para ter todos de piso. Vendeu 300.000 de piso numa live de piso e porcelanato. Mas, enfim, qual que é a lógica? Já me conta aí que eu tô curioso. O dono do e-commerce. E foi a mesma coisa que eu falei para o cara da IU (você deve lembrar do pôker, lá do tênis da IU), eu levei para ele porque eu usei o da Minimal de exemplo, que é um puta case. User mínimo. A Minimal faz isso já. Eu fiz uma, tava na mesa do Poker, o Bento, e ele falou, ele falou que ele fazia e ele quis também. Exato. Então, a lógica ali é que, ao invés de você só falar das, de mandando para o produto, mandando para o e-commerce, o que você faz é uma Super Live. Então, seja lá o motivo que for, primeira live que você vai fazer, primeira Super Live. Pronto, esse é o motivo resolvido. Pode ser Dia das Mães, pode ser o que for, você cria um motivo e faz. O que você vai fazer são anúncios que são anúncios bem específicos, do tipo: “Produto tal, de tanto por tanto.” Você sempre vai trabalhar o desconto para ter mais pessoas. E aí você vai fazer esses anúncios levarem as pessoas para uma página que, quando elas clicam, elas entram no grupo de WhatsApp. Dentro desse grupo de WhatsApp, elas vão receber mensagens de preparação. Você já atrai ela pela promoção pré-divulgada. O anúncio já tem preço, tá bom? Então, a jarra de R$ 89 por R$ 39. Isso. O cara fala comprar, ele fala entrar no grupo para receber a oferta, porque ele sabe que é na Super Live que vai estar esse preço. Se ele entrar agora no e-commerce, tá no R$ 79. Ele tem que ter essa lógica, porque na hora que entra a live, troca os preços do e-commerce. Hum, boa. Então, o que a gente faz: coloca todas as pessoas dentro de um grupo. Isso é muito comum para e-commerce, loja, negócio local. E dentro deste grupo, você manda essas mensagens de preparação. Manda o link para a pessoa já fazer o cadastro no e-commerce, cadastrar o cartão, para ela não ter problema na hora da compra, manda tudo. E na hora do ao vivo, você entra ao vivo e apresenta os produtos que você falou que ia ter. Tem várias outras etapas que eu pulei aqui, mas a lógica é essa. E aí, no final, você entra ao vivo, mostra os produtos: “Hoje, de tanto por tanto, esse aqui o link tá no grupo.” Pum, mandou no grupo. É isso. É uma live rápida. É uma live rápida, de uma hora normalmente. A de carro demorou um pouquinho mais porque era muito carro para mostrar, mas é rápido. E a, a de carro era uma coisa ainda diferente, porque o que ele vendia é o consórcio, nem o carro, né? Nossa. Então, ele só tem que vender o consórcio, e é muito mais fácil. Enfim. E foram outros inúmeros casos. A primeira live do Bruno (tem uma foto que ele tá, que é de suplementos, lá de Santos). A primeira loja, você, primeira live dele, no final você olha assim, a loja cheia de pedido, porque iam retirar no dia seguinte, porque um monte de gente comprou de lá. Então, assim, é bem legal o que dá para fazer. E esse é um uso do Send Flow, que ele vai conseguir automatizar os grupos, ele vai colocar as pessoas lá dentro, ele pode, você pode agendar as mensagens. Você pode deixar um QR code em cima da sua bancada falando: “Quer receber promoções? Entra aqui.” Pronto, tem o grupo para a pessoa entrar e continuar recebendo promoções. Luiz, mas e como que eu aproveito mais depois de três meses mandando mensagem? Você tem o lead scoring que eu falei. Quem são os caras que mais abriram mensagem? Pega os top 100, 200, e pede para o seu vendedor chamar e fala para ele: “Puta, eu vi que você tava lá na live, mas você não comprou nada. Tem, posso te ajudar de algum jeito?” Esse tipo de coisa é o que você vai
fazer. Como que você mede o lead scoring? Pelo, se o cara abre o grupo, cada mensagem que ele abre, ele ganha uma pontuação, porque eu sei quando ele viu a mensagem. Então, e aí começam as coisas bizarras entre WhatsApp e e-mail, por exemplo, que é um canal comum. E-mail, a taxa de abertura muito boa é 20%. No WhatsApp, a gente tem taxa de leitura de 80% de leitura, e a gente tem essas métricas que, que recebemos. Então, assim, a gente dá essa pontuação baseada em leitura de mensagem, em tocar áudio, em tocar vídeo, em responder enquete. E se você abre o grupo para mandarem perguntas, você também ganha 50 pontos, que é uma maior pontuação. E aí você pode, inclusive, nessa de abrir grupos, a gente coloca uma IA para responder. Então, ah, você vai ter a Super Live, quer abrir o grupo para as pessoas tirarem dúvida? Prepara essa IA, que a gente configura ali dentro da plataforma super simples, e aí, quando chega uma dúvida, ela já responde. E aí, super rápido. Antes eu ficava com uma equipe. Eu fazia lançamento da Rô lá com uns 800, ficava uma equipe talvez de 20 pessoas para ficar respondendo o grupo, porque cada um ficava com 40 grupos, era muita coisa. Agora uma IA toma conta de tudo, tudo, tudo. Então, e esses são os exemplos que esses negócios vão usar. Ah, e aí, clínica de estética e a barbearia. Normalmente, esses dois você vai trabalhar promoções pontuais. Então, nesse mês é o mês de não sei o quê, vem comprar. E no da barbearia, normalmente você consegue levar o cara na, no momento de impulso. Seja porque você ofereceu para ele algo que ele tava querendo já e ele só não marcou, beleza, e aí no grupo ele já clica, ou porque você sabia que você tinha um dia (terça-feira, que a partir das 3 nunca enche) e você colocou um desconto de 30% e você manda no grupo avisando toda terça-feira, e aí você resolve o seu problema de ocupação. Então, tem várias formas. Então, não é nem só um grupo de WhatsApp, é um grupo de membros. É um grupo de membros que você pode, por exemplo, seus clientes da barbearia estão num grupo e estão lá. Pode ser. E eles podem sair, assim como tem o grupo do condomínio, eles podem sair se eles quiserem, eles podem ficar se eles quiserem. E você pode agendar as mensagens para ir mandando. A diferença é que você vai ter as informações deles. Então, outro exemplo, na, no caso da, da clínica de estética, começou o mês e agora é setembro. Eu vou mandar uma mensagem que é uma enquete falando: “No mês de setembro, qual serviço você queria fazer?” E aí tem lá 1, 2, 3. Para 1.000 grupos. As respostas dos, dos 1.000 grupos vão estar numa única tela. Então, eu sei qual que é o, o que eu vou fazer. Só que mais do que isso, eu sei as respostas de cada um. Então, tinha 1.000 grupos. Eu preciso fazer só uma única oferta? Ou eu posso pegar quem respondeu que é a coisa um e mandar uma mensagem do individual para ele falando da coisa um? Você falou que ia fazer tal coisa, tá aqui. Quem falou: “Quem quer fazer botox, eu mando falando do botox.” O cara que falou que queria, sei lá, lipoaspiração, ele vai receber a mensagem da lipoaspiração. Automatizado. Você pode fazer automatizado se você quiser, ou você pode simplesmente exportar e disparar, as duas formas. Caraca. Então, esses são usos que não são os convencionais do Send Flow, que ele surgiu para infoproduto, mas que foram as formas que eu vi esses mercados mais tradicionais usando e que os resultados são bizarros. Esse das lives, assim, eu acho que é uma coisa que todo negócio tinha que fazer, porque é bizarro. É bizarro. Aqui no Brasil tá muito no começo. Na China, eles compram peixe, helicóptero, qualquer coisa em live. E aqui a gente tá no começo ainda, mas vende muito. Vende muito, porque você faz o empilhamento. É, é a estratégia do lançamento. Você empilha as pessoas, tem gatilho mental, tem tudo isso, e no final você faz uma oferta muito boa. Eu vou, eu vou refletir como que eu consigo trazer isso para o meu negócio, porque, cara, é, eu sei o quanto isso, eu já fiz lançamento, eu sei o quanto isso funciona. Total. É a mesma coisa que a, quem tem uma base de e-mails há muito tempo e fazia disparos antigamente, lembra como era? Você
disparava, tinha retorno, tinha, você disparava, ia ter talvez 10% de clique. Isso é o que você tem hoje no WhatsApp. Então, por que não ter a sua lista no WhatsApp? Qual que é o aplicativo que o cara abre de manhã hoje, se ele não tá com o cérebro fritado? É o WhatsApp. Se tá com o cérebro fritado, ele vai abrir o TikTok, alguma outra coisa. Enquanto, se ele abre o WhatsApp ainda, que é o 80% da população, tá ótimo, que é onde ele, a gente tem que tá. E, segundo, mais de 90% dos brasileiros já compraram pelo WhatsApp. Então, para ele quer comprar, ele tá lá, ele passa tempo, é mais fácil, ele prefere, ele tem como mandar Pix lá, então tá tudo lá dentro. Então, é, é uma plataforma que, se a gente for olhar o futuro, que que você consegue ver as pessoas usarem mais ou menos, WhatsApp mais, por óbvio. Não consigo ver um concorrente surgindo, não tem. Os que surgiram já morreram. Tá alegrando. E qual é o custo? Eu sei que não precisa falar de valores, assim, mas assim, o custo da ferramenta, ele é baseado em quantidade de grupos? Não, ele é baseado no número de números de WhatsApp que você conecta. Então, se você tiver só um número operando, você vai pagar o plano único, o Light que a gente tem. Se você tem três números, você tem o plano Standard. Quando que eu precisaria de três números? Vai depender do número de grupos. É para segurança. Então, assim, os números, quando a gente fala de uma API não oficial, você pode ser banido? Pode. Basta seguir o que a gente sugere lá que você não vai ser banido, sem problemas. Só que, quando a gente começa a trabalhar com muitos grupos, é importante que você tenha redundâncias. Você não quer ter um único administrador, porque se você perder aquele, perdeu tudo. Ferrou. Então, embora a gente tenha todos os leads que entraram na plataforma e você possa baixar, mesmo que perca, você não consegue mandar mensagem, e é um trabalhinho. Então, o que a gente faz: quando são lançamentos maiores, você vai ter três números, e os três estão operando. E tem lançamento, tem cliente nosso lá, eu não, não posso falar o nome do cliente porque ele em específico não deixa, mas ele tem tipo 300 números de WhatsApp conectados para lançamento. É um dos maiores lançamentos do Brasil. 300 números de WhatsApp para ficarem criando e disparando as mensagens. Por quê? Ele sabe o custo de não ter. Você já ouviu falar do Thiago Tesman? Já. O Tesman, ele, o último lançamento que ele fez, ele fez lá umas estratégias que eu levei do, do Unichat junto com Send Flow. Eles usam as duas plataformas. Eu sou próximo do pessoal lá. E aí o que a gente mensurou de todas as vendas do lançamento dele: 37% foi da API (foi do WhatsApp de uma mensagem individual) e 33% foi dos grupos. Então, 70% das vendas foi via WhatsApp. Caraca. Quando você olha para infoproduto, antigamente 70% era do e-mail no começo, e agora já é do WhatsApp. Então, é muito o que vem por lá de last click que eu tô falando. Então, é o último link onde o cara clicou. Então, que é o que importa no final das contas, porque você acertou o canal, porque beleza, ele vai ter visto, canal não tem a atribuição, é o problema de hoje. Ele vai ter visto um monte de coisa, só que em algum momento ele comprou, e eu vou ter que falar que foi essa coisa, mesmo que ele tenha visto outras 500. Mas quando você olha isso, você fala, pô, 70% das vendas através do WhatsApp. Poxa. E, e aí, quando você olha para o WhatsApp médio do Brasil, você abre uma, você pega uma clínica qualquer e manda uma mensagem no WhatsApp. Qual que é o padrão que a gente espera? Uma resposta demorada. Ninguém tá acostumado com atendimento bom. Bom no Brasil, é no Brasil, mundo, Brasil. É. E se você coloca uma IA que faz um atendimento bom ali na entrada, pô, você já reduz muito o tempo que a sua vendedora fica atendendo. Ela só vai para ela quem realmente tem perfil. Passar, passar, passar no crivo do curioso, pergunta besta. Exato. Exatamente. Então, assim, tem vários, várias coisas que podem ser melhoradas e que eu vejo que as pessoas não estão fazendo aí nos negócios delas e estão ainda dependendo muito das conexões não oficiais. E aí o que acontece é que a Meta já
deixou claro que em algum momento você não vai mais conseguir ficar fazendo tudo que você faz hoje no celular. Ela vai restringindo, assim como o negócio do Instagram, que podia seguir e deixar de seguir 5.000 pessoas e foda-se. Agora você pode, ainda existe ferramenta que faz isso, só que você segue 100 e desegue 100. Pô, com uma taxa de 3% de conversão, talvez você tenha 30 seguidores, não? É muito baixo em relação ao que tinha antes. Então, é diferente isso em relação a. O que você acha que quando a Meta fala que isso vai ser, ela vai começar a fechar o cerco, em que sentido? Ela vai começar a gerar mais banimento. Então, hoje, se você disparar pelo seu celular, mensagem para 200 pessoas que você não tinha falado antes, talvez tudo bem hoje. Antigamente disparava para 1.000 e tava tudo bem. Se eu disparo para 1.000 hoje, eu vou ser banido. “Ah, mas o meu número é quente, ele existe há muito tempo.” Não existe mais número quente, é baseado em reporte. Quantas pessoas clicaram em “Reportar spam”. Então, se muitas pessoas clicarem, se você mandar para 1.000 pessoas e ninguém clicar, por isso que muitos (eu não vou ficar falando isso porque, mas é o jeito que os golpistas fazem). Muitos dos golpes acontecem sempre os disparos de madrugada. O cara coloca para disparar com um segundo de intervalo, dispara para todo mundo, chega em todo mundo de madrugada. Ele não precisa que o número dele não caia. Quando cai o número dele, a mensagem já tá lá, e o cara não reportou spam. Por que que ele não precisa que o número não caia? Porque a mensagem chegou. O golpista só quer que a mensagem chegue para você. Ele não precisa conversar com você. Ele te manda um link falando, o produto, você se inscreveu no lançamento para comprar o produto do Érico, ele te oferece o mesmo produto (um golpe) por tipo R$ 500, e é só uma mensagem que ele te manda com um checkout. Ele só precisa que você clique no checkout. Ele não precisa de mais nada além disso. Então, eles usam essa estratégia para não ter esse problema, porque tem, de madrugada tem pouca gente reportando spam. Entendi. Então, tem, eles têm uns esquemas para fazer. Eu sei que quando você faz alguns disparos, você coloca, você coloca uns botõezinhos padrão assim. Bloquear contato. Você coloca um “Bloquear contato” que no final não é bloquear nada, é só para o cara, ao invés de, de fato, reportar, ele falar: “Para de me mandar mensagem.” Foi. E pra Meta entender que eu mandei uma mensagem e retornou, que é o mais importante no WhatsApp, porque o WhatsApp é pra conversa. E quando ele clica em “Bloquear contato”, ele tá clicando no botão, respondendo, porque em teoria a Meta não pode ler. Hum. As mensagens são criptografadas de ponta a ponta, então, se ela tiver lendo, ela tá infringindo as próprias regras. Então, o que ela sabe é: foi uma mensagem, voltou uma mensagem. O cara clicou num botão que gerou um texto que, que para que, que nem sabe que clicou no botão, ele só sabe que chegou uma mensagem de volta, porque quando ele clica no botão, vem a mensagem. É isso. Então, é essa a lógica. E a gente usa isso, sim, só que eu uso e tiro. Cara, o que eu ensino para o, para a galera é, cara, se o cara falou para não receber, você tem que retirar, porque, inclusive, na API oficial, ele tá sendo banido se ele não fizer isso. Exato. E outra, mais do que isso, às vezes o cara não se atentou que o lugar de bloquear, de, de bloquear o contato era o, o lugar do WhatsApp. Aham. Caiu na pressa em clicar no que você colocou o botãozinho lá, e amanhã depois você manda outro, ele puto, vai talvez pelos caminhos oficiais. Exatamente. E é isso que traz o problema hoje em dia, e é o que tá trazendo o problema para os lançamentos atuais. Os lançamentos maiores estão tendo muito problema com as contas de disparo individual, que são as de API, sendo banidas por isso, porque o cara fala: “Não quero mais receber” e continua mandando para ele. Nossa, isso que é o super pé no saco, vai ser banido. E cara, vamos só falar rapidinho de API não oficial, a API oficial. Que que é API? Me dá um overview para, para a turma. A API, de forma resumida, é uma coisa que não tem nada a
ver com a Meta, é um, um protocolo de comunicação. Então, você tem o seu software, eu tenho o meu, e a gente cria cada um uma API. Quando eu tenho a sua API, eu posso usar o meu software para operar o seu software por essa API. Então, é um formato de comunicação, e aí vai ter uma chave que, que é a que a gente usa para poder fazer a, a transferência das informações de forma criptografada. O WhatsApp não oficial que nós chamamos é o QR Code. É o que você faz igual no WhatsApp Web. Quando você abre o WhatsApp Web, ele pede para você ler um QR Code, você lê e conecta. Ponto. Só que isso para a Meta não existe, só no WhatsApp Web. Como eu disse, o que nós fazemos é uma engenharia reversa. Então, isso é a API não oficial: é o número que está no seu celular. Ele existe em algum aparelho físico. A API oficial surgiu em mais ou menos 2019, e ela é já é antiga, só que as regras foram mudando bastante, agora já tá bem mais consolidado. O primeiro uso que eu fiz foi em 2020, para o lançamento do Gerônimo Theml, e era 100.000 leads que a gente disparou. Só que na época os 100, os 1.000 primeiros disparos eram gratuitos. Então, é, o rato, é sempre pensando, né, o jeito brasileiro. Pô, se 100.000, se 1.000 disparos são gratuitos, e eu preciso fazer 100.000, 100 números. Você vai pagar R$ 99? Não, você vai arrumar 100 números. Foi isso que eu fiz. Então, 100 números disparando ali. Só que foi lá que começou. E aí o que acontece? A API oficial, ela não fica no celular. Você registra, ela é um número que você vai ter, um número igualzinho de WhatsApp de celular (55 13 11, o DDD que for), o número, só que, e também pode ser número fixo, é uma outra vantagem. E aí ele fica na nuvem, que é a nuvem da Meta. E quando ele tá lá, você pode conectar este número em uma plataforma, como se fosse pegar esse número e colocar no seu celular. E aí você pode usar essa plataforma, que no meu caso é o Unichat. Uma que muitas pessoas conhecem é o ManyChat. A gente entra como uma alternativa. Você tem tanto WhatsApp quanto Instagram? Unichat é a minha plataforma, o ManyChat é a outra. Então, no Unichat, a gente só trabalha com API oficial e o Instagram. Então, com a API oficial, esse número eu cadastrei, eu conecto ele. Só que para isso eu tenho que ter verificado a minha empresa com a Meta. Então, eu tenho algumas coisas para que a Meta tenha mais controle, e ela tá deixando muito claro que é isso que ela quer que funcione. Por que que ela quer que funcione a API oficial? Porque hoje, se eu pego o meu celular e disparo uma mensagem para uma pessoa qualquer que nunca teve contato comigo, eu não pago nada. Se eu vou pela API oficial, eu pago. Se for Marketing, 35 centavos na média. É um valor em dólar. E se for Utilidade, 6 centavos. Que que é utilidade? Utilidade é esse que é o problema. Os marqueteiros começaram a usar utilidade como marketing, né? O que que é utilidade? Porque é abstrato. Vamos. O exemplo que eu uso é barbeiro. Você marcou um corte de cabelo para quinta-feira. Na hora que você marca, chega uma mensagem no seu WhatsApp falando: “Seu corte para quinta-feira foi confirmado.” Isso é utilidade. Quantas vezes você vai reportar isso spam? Difícil. Você não vai reportar, porque você marcou o corte. Chega no dia, hoje é o dia do corte, você não vai reportar spam. Isso é utilidade, tá? Marketing, o que a Meta diz que é marketing (não é o que eu digo), é se há intenção persuasiva. Não é se é persuasivo, é se há intenção. Então, se a sua mensagem quer vender algo em algum momento, é marketing, não tem para onde ir. Só que aí o que você faz usando o marketing, esses modelos, deixa eu dar um passo para trás. Então, API, a gente tem esse número que você conecta e que fica numa plataforma que você vai usar para fazer o atendimento, para conectar o CRM, para fazer os disparos. E você tem um verificado lá, trazendo mais relevância e autoridade também. Você pode ter o verificado, tem que solicitar, mas você, o seu nome já aparece, e assim que a pessoa inicia uma conversa com você, tem uma mensagem dizendo: “É uma conversa protegida pela Meta,” blá blá blá. Então, tem, ela consegue saber que ela tá
falando com número oficial. E aí com isso você pode fazer disparos com mais segurança. E é esse que é o grande ponto da API oficial: ela permite que você faça disparos para 100.000 contatos em questão de minutos. Aquelas barreiras todas deixam de existir, surgir só que surgem novas, novas. Então, você começa podendo mandar para 1.000. Aí você tem que seguir algumas regrinhas, é simples, mas depois você passa para 10.000, depois você sobe para 100.000, depois para ilimitado. E aí você pode fazer os seus disparos. Cada disparo na API oficial, se eu não tenho uma conversa com você, eu preciso pedir aprovação para a Meta. Então, é assim, eu nunca falei com o Felipe. Então, você não precisa só, você não sobe só o número e manda lá. Não. Eu preciso montar a minha mensagem, mandar para a Meta como um modelo e falar: “É isso que eu quero mandar e é de marketing.” Aí eles vão aprovar. Se eu mandar de utilidade, talvez eles falem: “Não é de utilidade.” Depois que eles aprovarem, costuma ser 3 minutos, talvez menos que isso. Depois que eu aprovei, é, é uma IA que aprova deles. Eu não sei, ninguém sabe, mas eu acho que sim, pela velocidade sim. E pelos errinhos que às vezes ela deixa passar, sim. Uma vez que eu tenho esse modelo, aí sim, eu tenho a minha lista, eu pego o meu modelo e disparo para todo mundo que eu quiser. O seu modelo, tendo aprovado, você pode usar ele sempre ou toda hora, quantas vezes eu quiser. E o que é legal, esse modelo, ele vai ter o custo que a gente falou: se for marketing, 35; se for, se for utilidade, seis. Só que, e é isso que deve estar na cabeça dos empresários: “Puta, mas vai ficar mais caro o meu WhatsApp.” Não, porque as mensagens que você recebe não têm custo. Então, se eu tô disparando para você e não falei com você, eu vou pagar. Agora, se você é um cliente que quer comprar da minha loja e manda uma mensagem falando: “Oi, eu queria conhecer mais a sua loja,” tudo que a gente falar nas próximas 24 horas não tem custo. Nas próximas 24 horas. Nas próximas 24 horas. Se for uma mensagem que o Lead me mandou direto. Só que se passar de 24 horas, quiser fazer um follow-up nele, manda modelo de marketing, de utilidade. Tem que mandar um modelo, tá? Esse, é isso que você tem que fazer. Só que tem uma outra coisa, surgiu recentemente uma coisa que nós temos lá, que também é exclusiva a nossa, que é o CTWA (que é um anúncio que manda direto para o WhatsApp) na API oficial. Quando você faz este anúncio, a janela dura 72 horas. Então, ele vai mandar e você tem mais dois dias além do padrão para poder fazer os seus follow-ups. E esses follow-ups você vai fazer como se fosse uma automação. Você não vai fazer um disparos avulsos. Você vai criar que, se o cara clicar no botão A, ele vai para essa jornada. Se ele clicar no botão B, ele vai para essa jornada. Só que essas próximas mensagens todas não precisam ser modelo, porque elas estão dentro da janela, porque ele clicou. E aí a gente nunca manda o link direto, é sempre botão de clique para que ele abra a janela. E aí tem várias estratégias que a gente faz com isso. Botão de clique, porque o botão de clique, quando a pessoa clica, ele tá automatizando uma mensagem escrita. Exemplo: a live começou agora. Posso te mandar o link? Sim. Não. Se a pessoa clicar no “Sim”, ela vai mandar uma mensagem escrito “Sim”. Só que eu já programei que, quando ela clica no “Sim”, eu mando uma mensagem falando: “Tá aqui o link.” Só que se ela clica no “Não”, o que que as pessoas costumam fazer? “Tudo bem, não vou mais te mandar mensagem.” O que que eu faço? “Tudo bem, caso você mude de ideia, tá aqui o link.” E 20% das pessoas clicam. Caraca, bicho. Então, você consegue recuperar uma galera só de fazer uma pequena mudança ali no que você já faria. Em ambos os casos a pessoa te respondeu. Exatamente. Exatamente. Então, é isso que é o mais importante. Só que aí eu, o que eu quero concluir da API, portanto, é que é um negócio um pouco mais novo, é um pouco mais diferente, as pessoas vão ter um pouco mais de resistência para usar, tá tudo certo. Só que a Meta já deixou muito claro que é o caminho. Então, assim, não vai ter outro. Ou você, ela vai barrar em algum momento, ou
você se adapta agora e começa a usar, ou você vai esperar dar tudo errado, e aí você vai começar a usar quando não dá mais tempo de corrigir e seu cliente, seu concorrente já colocou no lugar, e aí ele já tem uma régua lá que toda vez que chega o mês do aniversário já manda uma mensagem de aniversário, já criou todo um negócio que você vai ter. E essas regras todas precisa de um sistema além da Meta para organizar, que é o que o Unichat faz, por exemplo. Então, a gente consegue fazer todas essas regras, porque o que a Meta faz é só fornecer a API para que eu use esse número. Quando eu tenho uma empresa que recebo WhatsApp direto, o cara foi, entrou no meu site e falou, entrar no WhatsApp, que falaram com o WhatsApp: “Opa, tudo bem, eu quero tal produto.” “Ah, obrigado. Tá aqui, ó, o orçamento. Tá bom, vou ver e te aviso.” Demorei mais de 24, não paguei nada. Tô com a API oficial. Demorei mais de 24 horas, não respondi, ele nem ele. E eu falo: “Pô, deixa eu fazer um follow-up nesse cara.” “Ô, Luí, tudo bem? E aí, vai querer, não vai?” Pô, pelo fato de ter passado as 24 horas, eu pago para falar com você. Paga. E aí você vai ter talvez um modelo que você já deixa aprovado, que é um modelo que tem o nome da pessoa, vírgula, pensou na proposta que eu te mandei, que serve para todo mundo, porque se eu mandar, vai vir o nome da pessoa. Pensou na proposta que eu te mandei, porque aí eu já deixo programado, talvez para 18 horas. Exato. Porque caso ela me responda 18, ela reabre a janela. Ela reinicia a janela. Exato, exato. E aí conta 24 horas. Então, se ela me mandar, vai, ou se eu, eu mandei a proposta, aí eu fiquei 24 horas sem conversar, e dia seguinte ela me fala: “Opa, vamos falar,” voltou a janela, de janela de novo sem custo. Caralho. Então, a, a isso eu acho que é, é uma coisa que as pessoas ainda não calcularam, mas que quando você, eu, eu, todos os, essa cadência de contato influencia. É, é, é, é, é importantíssima, cara, que é o que você faz. Exato. E além disso, a gente fala só da API oficial, né? Mas lá no Unichat, consegue fazer essa cadência do tipo: “Disparei pela API oficial.” O lead não respondeu pela API, aguarda 12 horas, manda um SMS para ele falando: “Ó, eu mandei uma mensagem no WhatsApp, você pode olhar.” Caralho, tem isso também. Então, você consegue criar o fluxo. A gente tem SMS e ligação junto, além do, do WhatsApp e do Instagram, no Unichat. Isso. Então, você consegue fazer a jornada toda e tem o seu atendente respondendo além da IA. Custa o SMS? Custa dinheiro, custa também, mas é um valor super baixo. Então, tipo, 9 centavos um disparo de SMS, e de ligação. E converte? SMS converte para esse uso. Para clique, não, mas para esse uso de, me lembra lá, dá uma olhada, porque o SMS, normalmente, tá plugado lá. Então, a notificação do WhatsApp muita gente desativa, do SMS não tanto. Então, aparece lá para o cara, e a gente pode usar isso para ir construindo as réguas. Outra coisa, dá para pegar o seu telefone e ligar para a pessoa e tentar falar com ela. Então, você consegue fazer outras ativações. E tem uma terceira coisa que eu vou falar da API, que é tem, eu tô chamando de API semioficial. O que que é? Você já tem lá seu negócio, que tem vários WhatsApps que as vendedoras usam. É muito ruim perder o histórico daqueles celulares, e quando você migra ele para a API oficial por completo, você perde tudo. Caralho. Então, o que que a Meta criou? Eu tô chamando de API semioficial. Ela permite que esse celular fique com o número ali, então a vendedora fica com ele no celular ainda, e o histórico tá ali, tá, tá ali. E ela pode conectar na BM e aparece lá no Unichat como se fosse um número de API oficial. Então, ele vai tá lá no Unichat e vai tá aqui. E aí as pessoas, eu posso ter múltiplos atendentes, eu posso colocar mais, posso fazer tudo que eu faria. A própria API oficial do WhatsApp já permite isso, que um número abre a vários atendentes e tudo mais? Não, não é o que permite, é uma plataforma que faça isso. Plataforma que faça isso, tá? Então, o que que é o Unichat, que é o Unichat. Então, nesse caso aqui, eu até, eu perdi a linha. Calma, que eu tava falando que o, que o cara, putz, enfim, era alguma coisa do, do, dele montar o
fluxo, eu esqueci de. Bom, caralho. Enfim, Ah, a API semioficial. É verdade. Então, nessa API semioficial, ele vai estar com o número no celular, vai continuar existindo. Não pode mais conectar no WhatsApp Web, só no celular e na plataforma, o que permite que outras pessoas usem. Se o disparo for feito pela plataforma, paga API oficial. Se for pelo celular, não paga. Caralho. Mas isso você que fez essa? Não, a Meta lançou essa novidade. Caralho. E tá assim, por enquanto. Não tem custo. Não sabemos se vai mudar, porque a Meta muda, mas ela visa bastante tempo antes. Então, o que que nós fizemos? Os nossos vendedores que antes usavam o número não oficial, a gente leu nesse formato. Eles ficam na plataforma. Como é um CRM, eu consigo agendar atividades. Então, eu agendo um follow-up que não é um follow-up automático de disparo de API oficial, mas sim um follow-up que eu vou lá, que ela anota, que ela pega o celular dela e manda mensagem: “Oi, fulano, e aí? Não tem custo.” Foda-se. De novo, tem jeitos de contornar. É só você olhar e falar assim: “Eu quero isso aqui, porque se eu usar a API oficial, eu não vou perder nada. Meus dados estão aqui. Eu tenho como mandar um formulário para o cara nativo dentro do WhatsApp, que é uma novidade, tipo um, uma experiência instantânea dentro do próprio WhatsApp, que ele responde as informações que você pode usar para, antes de mandar o orçamento para o cara. Eu consigo deixar minha IA, ah, você tem dois vendedores e eles reclamam que tá chegando muita gente desqualificada. Ao invés de ter dois, talvez você colocaria uma IA SDR que vai só filtrar quem é desqualificado e só chega nos vendedores quem é bom.” Essa Unichat tem isso embarcado? Tem. Você consegue montar ali dentro mesmo, se você quiser usar a nossa simples, que é, digo simples, mas assim, já serve para 90% dos casos. É que tem clientes que querem fazer uma IA muito parruda. Dá para fazer usando, e aí, quem, o que eu vou falar, quem quer fazer IA parruda vai entender o N8N, o Make, vai, pode usar onde quiser, porque a gente tem e pluga lá, porque a gente tem webhook para ir, para voltar. Então, chegou mensagem, manda para IA, processa, devolve a gente. Mas você já tem uma Iazinha que já entende o que é o papel do SDR e só precisa, talvez, embarcar o conhecimento nativo do site. Exato. E, e você pode subir arquivos, é mais ou menos como o próprio GPT, na hora de construir mesmo. Você sobe lá e ela já tá pronta. Exato. E ela tem as, as direções. Então, ela sabe quando ela tem que chamar um humano, ela sabe quando adicionar lembrete. Então, se o cliente falar: “Me chama tal dia,” ela coloca um lembrete na agenda. Que legal. Então, ela consegue fazer bastante coisa ali. E, inclusive, quando, por exemplo, chega no pós-venda, pode ser a IA que assume falando: “Já chegou seu produto? Não chegou? Tal.” Verificação de rastreio. A gente tá montando uma agora para um cliente que eles enviam apostilas, e eles, e o problema de todo mundo que envia no correio é, chega muita mensagem de: “Como que tá o status, onde que tá, tal?” E aí a gente montou para ela um, um, para o cliente com a Talita um chatbot que uma das opções é verificar o pedido. Só que eu já tenho o dado do pedido da pessoa armazenado. Então, ela não tem que me passar nada. Se ela já falou comigo, se eu já tenho CRM, ela só fala: “Qual o status do meu pedido?” Eu tenho já o dado, mando para a API do Correio, o Correio me fala, e eu respondo para ela. Caralho. Então, esse tipo de coisa, você traz uma velocidade muito boa, aumenta a sua margem, porque você está diminuindo custo operacional, obviamente. Total. Suporte reduzido para caralho, muito. E aí você vai ficar, talvez com, ah, mas e o restante da equipe? Talvez o que era todo mundo suporte vir vendedor, porque talvez o suporte possa fazer outra coisa. De repente você vai começar a fazer outbound que você não fazia. De repente, e é isso que vai começar a acontecer. De repente, se, falando real, depende, demite, cursos fixos, fixa a pessoa no, entender outro lugar que ela vai trabalhar, enfim. Porque naturalmente, opções. Exato. Naturalmente, surgem muitas opções quando você coloca uma nova ferramenta ali. Vai ter
que ter alguém que fica responsável por olhar, por pensar, tal, mas você tem tudo isso. Então, a API Oficial, eu olho para ela dessa forma, de em todas as palestras que eu tô fazendo esse ano, não tem como não usar. Se você não tá usando ainda, começa, nem que seja nesse formato da semioficial que eu falei, porque aí você já tá usando, você já sabe o que é e você já tá protegido pela Meta. Isso é o mais importante, porque quem tá usando só a API não oficial, eu mesmo, já, sem fazer nada de errado no meu celular, um dia acordei com WhatsApp banido, porque foi errado, tipo, nunca disparei, nunca fiz nada, nunca usei ferramenta, foi banido à toa, porque a Meta fez. Aí eu tive que pedir para disparar, desbloquear, e tudo mais. Então, e sabendo disso e sabendo dos riscos, pô, muita grande parte das vendas hoje vem pelo WhatsApp. Se você puder ficar 100% online, é melhor. E se, criando uma IA, ela trabalha todos os dias sem reclamar, sem. Unichat, só para, para a gente fechar o, o, o assunto. Uhum. Cara, ele parece ser uma, uma junção de tudo que falta para resolver esse problema, quando você, ao contratar uma API oficial, precise de uma gestora para que você tenha essa, essas coisas funcionando. Então, ele faz, ele é um CRM? Não, sim, ele é um CRM. Então, eu consigo cadastrar minhas oportunidades. Eu tenho um Kanban, cadastra as oportunidades, tem produtos, motivo de perda, Kanban com colunas ilimitadas que você pode criar, ganhos, perdidos, múltiplos negócios por cliente. IA fazendo SDR, IA fazendo SDR, e IA movendo o cartão. Então, o Lead falou que ele tá pronto para comprar, a IA pode mover ele já para lá automaticamente. Automaticamente. Aí, e aí o que a gente tá colocando agora, isso é o mais legal, que para você, com certeza, vai ser do caralho, da mesma forma que foi para mim. Qual que é o a grande dificuldade do Head Comercial por empresa que vende no WhatsApp? Lê os históricos. A gente faz lá hoje, só no Send Flow, mais ou menos 3.000 atendimentos por mês. Não daria para a Head (que é a Mantra) ler todas as conversas. Ponto. Só que a IA consegue, e eu também consigo dar para ela meu playbook, não consigo, de vendas. Então, por que não ela me gerar o relatório final de cada vendedor? É isso que a gente tá fazendo para a gente já. Então, no final do mês, eu tenho um relatório personalizado do Antônio: o que que ele tá fazendo de acordo com o playbook, qual que é o maior vício dele, o que que ele tá fazendo de errado, como que ele tem que ser corrigido. A IA lê todas as mensagens, e aí a lê tudo, e a Mantra leva esse relatório para levar o feedback (que é a minha Head) para ele. Então, a, a função do Head Comercial começa a ficar muito mais de: “Tá, entendi o porquê ele tá fazendo isso, como que eu treino, dados totais,” e pronto. E aí a IA traz muito mais informação. Porque eu sempre tive essa dificuldade. Eu falava: “Cara, tá, tá vendendo WhatsApp, mas o que que ele fez para vender?” Aí ia lá, puxava a conversa, tal. Mas, poxa, a IA consegue fazer isso, principalmente se eu der o playbook. Então, isso que a gente tá implementando agora é a, é uma das coisas que eu tô apostando muito porque não tem nenhuma outra coisa que faça isso e que, querendo ou não, é um uso que eu enxergo de IA muito maior do que o uso tradicional. Não é uma IA para gerar texto, não é uma IA para, não, não é para isso que serve a IA. E ela é para fazer uma coisa que talvez a gente não conseguisse. Dá para ler 3.000? Não dá. Então, ela vai fazer isso para a gente, vai dar o relatório, vai falar: “Esse vendedor melhorou em relação ao mês passado.” Tudo isso é o que a gente tá usando lá. E assim, os relatórios, eu tô 95% satisfeito, assim, dá para melhorar, vai ficar melhor, só que do jeito que tá já daria para lançar e muda por completo o trabalho.
Puta, e qual, e como funciona os planos? Cara, a gente tem um único plano, que ele vem semestral, semestral que custa 3.000. Tem que usar, tem que usar, é a mesma estratégia, e o nome do plano é Único. Que legal. Então, assim, é, nesse plano, o que que você tem?
Você vai ter um WhatsApp API, um Instagram. Então, aquelas automações de Instagram você pode fazer. Você vai ter, você consegue ter mais de um número de WhatsApp? Pode. Você vai ter que contratar como extra, tá bom, não tem problema. Mas o que vem no plano padrão é isso. Mas eu consigo migrar uma conversa de número? Como assim? Imagina, tá? Imagina que, porra, um número é de uma vendedora, outro número é de outra vendedora, porque elas também têm celular e que usam isso na rua e que precisam usar ele para ligar para as pessoas. Então, um número coletivo acaba sendo ruim. Só que essa conta que, tal, a vendedora A começou a atender, eu quero migrar para a vendedora B. Tá. Consigo migrar essa conversa, já que eu tenho histórico no Unichat, entre celulares, entre números e celulares, entre números? Você vai ter que pedir para ela clicar no botão e mandar outra mensagem, porque vira outro número. Entre atendente, se você tivesse um número único. E isso que é legal: quando você começa a usar a API oficial, talvez você não precise de múltiplos. Talvez um único resolva. Hum. Porque dá para você ter uma central que distribuir. A gente tem isso lá. Então, chegou os leads, vai distribuindo, tipo round robin, vai mandando esse para esse, esse para esse, para esse. Então, tem tudo isso que você já consegue organizar. Ele também. Legal, legal. Fica uma coisa bem para você ter. E é 3.000 o semestre: um WhatsApp, um Instagram, 100.000 contatos (que isso é um diferencial que a gente tem. Se você for comparar com os outros, por exemplo, ManyChat é 4.300 por mês para ter 100.000 contatos, e o nosso é 3.000 semestre para ter 100.000 contatos), 100.000 contatos. Caralho, é muito contato. E três atendentes. Então, se você precisar de mais coisas, você vai contratar talvez mais atendentes, talvez mais WhatsApps, mas esse é o plano. Bugga o Instagram também, o inbox do Instagram lá? Sim. E também tem o CRM também, tem IA, tem tudo para o Instagram, igualzinho. Caramba, que legal. Então, você consegue deixar uma IA respondendo lá, caso você queira. Você pode fazer as automações que faz para entregar bônus, essas coisas. Isso é só, talvez você já tenha me respondido. Na verdade você me respondeu, só que eu não lembro. É para API oficial só? Se não ter a API oficial, não vai, não. Não vai. Porque a API oficial é essa que é a da Meta, que é o que o Unichat faz. A API não oficial vai ser no Send Flow. E por que que eu nunca deixei a API não oficial, eu colocar um multiatendimento, né, de poder fazer múltiplas pessoas atenderem e tudo mais? Na API não oficial, você tem, talvez, a nossa é muito boa a API, então ela deve ter 99%. Mas nas que existem no mercado, vai ter uns 95% de entrega. Que que isso quer dizer? Que 5% das mensagens enviadas pelos leads você não vai receber. E eu não consigo dizer se essa mensagem vai ser o bom dia ou se vai ser “Me mando o link”. E aí eu não quero entrar nessa. Porque 5% de um, de uma V4, isso pelo fato de não ser, não ser API oficial, automaticamente tem essa quebra. Exato. Acontece, porque não é oficial, tipo, tem perda. Na oficial, não. Na oficial, tudo passa por aquela API. Então, é uma coisa, sempre, a, a Meta tem uma documentação falando: “Use desse jeito a API oficial.” A não oficial não existe. A gente que criou. A gente fez do nosso jeito. É gambiarra. É gambiarra. Mas funciona há 4 anos. Então, sim. Claro. É uma gambiarra, gambiarra bem feita. Não. E é uma gambiarra que também não é errada, não. E que todas as, as, se você for olhar, a API começou com plataforma assim. Então, várias empresas começaram com plataformas que não tinham isso e foram migrando ao longo do tempo. O que a gente fez foi, ao invés de migrar o Send Flow, criar uma outra plataforma para ter tudo separado, que era a intenção, e fazer justamente o que você falou, que eu tinha essa dor de: “Eu tenho um CRM que eu uso, eu tenho isso aqui que eu uso, eu tenho isso aqui que eu uso, eu tenho isso aqui que eu uso, mas por que ninguém juntou tudo de um jeito bom até agora para resolver?” Cara. E aí foi o que a gente fez, bicho. Puta, tô agora já sei como funciona o WhatsApp. Aquelas. E é verdade, pô. Porque muita, eu tinha muita dúvida, cara. Como
funciona esse negócio de API oficial, disparo de mensagem? Eu sabia que tinha que cobrar. É simples. É, não é, claro, cara. Cada fala uma coisa. Aí tem gente, tem, tem gente que tá desconversando, falando coisa que tá criando fumaça na, na conversão. Essa mudança de cobrança para por disparo foi para tentar deixar mais simples, porque antes era: “Eu disparo para você agora, e se eu disparar de novo dentro de 24 horas não tem custo.” O mesmo modelo. Mandei uma mensagem de marketing, até amanhã no mesmo horário eu podia mandar outra de marketing sem custo. Hum. Só que isso da janela confundia as pessoas. E aí agora esse do preço único é melhor para a Meta, obviamente, porque ela ganha mais. Paga uma vez só e você tem direito à janela. Mas você tem um disparo só. Você quer disparar de novo, paga outro. Então, é por disparo. Só que se a pessoa responde, você não paga. Já era. Então, foco. Então, o foco também cabe a você fazer uma boa copy, marketing conversacional. Sim. Você não vai pegar um adaptado. Falo, no final, por mais que seja bom para a Meta, é bom também para o, para pro usuário, para tem que ser bom para o usuário. Ele tem que parecer uma conversa. Ele tá no WhatsApp. Se ele começar a ler um monte de textão assim, até porque você já recebeu um textão do nada. Enquanto você tá lendo, o que que acontece? Ele desce. Você não vê o começo. Exato. Então, não vai funcionar. Então, tem que pensar na lógica do texto. Você fala, é, se apareceu “Leia mais,” “Leia mais” já era, né? Então, você tem que fazer como se fosse uma conversa mesmo, que é uma grande dificuldade, porque os copywriters que existem e a, enquanto a gente formava ainda, e a gente já ensinava essa parte, mas o mercado ensina muito como fazer e-mail, como fazer página, como fazer isso, e aí eles adaptam o e-mail pro WhatsApp. Não é assim que funciona. No WhatsApp você fala de um jeito, no e-mail você fala de outro. Então, tem, se eu quiser spammar mesmo, tipo, quero fazer spam, mas pela API oficial, aí vai ser banido. Aí é banido. Porque se, porque assim, quando eu falo spam, mas aí mesmo na API oficial, os cara consegue reportar spam. Sim. Lembra o exemplo da utilidade que eu falei do barbeiro? Sim. O que que o pessoal tava fazendo? Mas se for de marketing, de marketing também, porque pode ter muito “reportar spam,” porque a Meta, às vezes, ela nem entrega, porque ela tem umas regras que ela vai criando. Eu vou tentar explicar, mas é assim, quando você abre seu WhatsApp, talvez você tenha 10 conversas, depende do tamanho da tela, mas você tem as 10 primeiras conversas. Se você começa a receber muita mensagem de API oficial, que é comercial, portanto, eles, você começa a ter pouca mensagem de amigo seu, e ela não quer pouco amigo. Então, se tem muita mensagem de API oficial aqui, você não recebe outra, até que chegue outras de amigo para rotacionar. Caramba. E aí aparece lá que essa mensagem não pode ser entregue. Então, ela, ela tá tentando, ela ainda não sabe exatamente como ela vai fazer, porque existe o brasileiro. Aí ela, aí desse jeito vai funcionar. Aí, puta, não funciona, tem que mudar. Então, a gente tá mudando. Nós somos, somos mestres no WhatsApp, cara. Porque o WhatsApp domina aqui, né? Domina aqui. Nos Estados Unidos já passou de 200 milhões de usuários, então é bem considerável. E no mundo todo tem muita gente. Então, assim, é, lá eles estão começando a usar bastante também agora. Mas assim, a gente domina. A gente vai e vai ter que pagar, não tem jeito. Só que é isso do “reportar spam.” Se reportar spam mesmo no marketing, vai ser banido. E se você for trabalhar com nichos sensíveis (nichos de finanças, nicho de encapsulados, nicho de emagrecimento) que caem normalmente num nicho meio black até quando você roda tráfego, tem mais chances de você ser banido também, porque a Meta não quer isso. Então, por exemplo, o cliente, a gente não fecha com cliente que é bet, que é desse tipo de nicho, a gente não, não pode aceitar, porque ele vai penalizar a minha conta. Eu sou o parceiro da Meta responsável. Eles tem dinheiro infinito. Infinito. Só se fosse para spammar, ele ia jogar no mar. Exato. Só que como eu, como parceiro oficial
da Meta, eu tenho ali que garantir a qualidade do que eu tô entregando para ela, porque senão eu perco a, meu direito de prestar o serviço. Então, eu travo essas pessoas. Por isso que a gente faz uma, não, não, não dá para o cara comprar direto o Unichat. Ele tem que passar, não dá, não dá. Ele tem que passar pelo, pelo processo, porque a gente garante que ele já tem a BM verificada, que ele já tem tudo que precisa para poder usar, e se ele não tem, a gente ajuda, né? Porra, prisão. Puta podcast, cara. Curtiu, mas não acabou. Vou te fazer, vou pedir licença para agradecer aos patrocinadores. Eu tenho uma pergunta final para te fazer. Beleza, galera, porra, olha esse episódio, bicho. Se você não sabia como funcionava o WhatsApp, como eu não sabia, era muito cabaço nisso aí, você já tem uma aula agora e com certeza lição de casa para fazer. E uma delas, porra, Send Flow e Unichat. Fique à vontade aí para entrar no site dos caras. Aqui embaixo também tem o @ do Luiz. A gente vai colocar o, o link do, dos dois sites. Clica lá, dá uma, uma verificada. Eu mesmo vou colocar isso como lição de casa lá na empresa. E pra tudo isso, gente, graças aos patrocinadores. São as pessoas que, os empresários e as empresas que tão, eh, patrocinando esse podcast e oferecendo essa, esse conteúdo aqui de forma gratuita para a internet. Quero começar agradecendo a SMB Store do meu parceiro Alonso, que desde 2018 tem ajudado micro e pequenos empreendedores a controlarem seu estoque, vendas e financeiro. Tudo isso com sistema acessível e fácil de usar. Quero também agradecer a Agência RPL do meu parceiro Rodrigo Álvares, que oferece a solução completa de marketing digital para negócios, cuidando das empresas com óleos de dono, desde a criação de sites, gestão de anúncios, planejamento estratégico, social mídia. E quero também agradecer a, a Polux, do meu parceiro Ricardo Ferrazini e Rafael Porta, que traz para você oportunidade de desembolsar menos com impostos através de planejamento tributário. É como você reduzir a carga tributária da sua empresa do jeito certo, dentro da lei, mas fazendo o planejamento tributário, que é o que um bom empresário faz. Eles são especialistas em gestão de tributos e de crise. Semc Displays, do meu parceiro Adalto de Carvalho. Você tá precisando vender mais? Então seu negócio precisa de soluções criativas para PDVs, ponto de venda, né? Balcões, bandejas, displays e muito mais. Inspira Capital, do meu parceiro Fabiano Brito. Operação e gestão financeira por assinatura, o braço direito do empreendedor. BPO financeiro não é mais futuro, é presente e já é quase que uma obrigação para as PMEs. Fique atento nisso aí. Crosshost, quer dar voz ao seu negócio e alcançar mais pessoas? A Crosshost é especialista em produção audiovisual e soluções internet, criando podcasts como esse, eventos e transmissões ao vivo com qualidade excepcional. Max Service Contabilidade, que tem como missão a parte consultiva ao empreendedor, estando sempre próximo da gestão da empresa. Com ecossistema completo, eles oferecem atendimento desde o Simples Nacional até o lucro real. Inclusive eles têm o Lucro Real como especialidade. E DC Borges Advogados. Você tá precisando, você tá com dificuldade para pagar os seus impostos ou por acaso você tomou alguma autuação tributária que tá colocando em risco a sobrevivência da sua empresa? Chama a turma da DC Borges. Eles são escritório jurídico especializado em direito tributário e empresarial. Galera, todos esses empreendedores, esses empresários, essas empresas que estão patrocinando o nosso podcast são empresas que resolvem dores dos empreendedores. Então, você que é empreendedor, pode ter certeza que uma das dificuldades que você tá enfrentando, alguma dessas empresas e empreendedores à frente resolvem e te ajudam. São empresas sérias, empreendedores idôneos, pode ir de olho fechado, pode ter certeza que são empresas muito boas. Inclusive, parte delas são também nossas fornecedoras lá nas nossos negócios. Então, é só contratar, fechar o olho, fazer um bom negócio com eles e depois você volta aqui para me agradecer. Muito obrigado a todos
vocês por acreditarem no nosso projeto e bora, vamos continuar o nosso papo aqui. Luiz, pergunta final para te fazer, bicho. Manda. Imagina que você tá indo embora agora. Vai ir para casa agora, vou para o aeroporto. Aeroporto. Então, você tá indo embora para o aeroporto e no caminho o carro sofre um acidente e você morre. Sua esposa tá com você? Não vai, só ela. Tá só você, tá? Mas bate na madeira, né? São cento e poucos episódios já. Nunca ninguém nem bateu o carro, muito mais morreu. Então, é só uma, só um contexto. É só um contexto. Mas, basicamente, o seguinte, para trazer peso para a pergunta, bicho, 32 anos de idade, porra, baita história de, de legado, sucesso, muita coisa acontecendo, ajudando o mercado, mas com 32 anos, no piscar de olhos, percebe que a, que a vida acabou, missão cumprida. Você não entende porque tão novo, mas é a vida. Se essa fosse tua última aparição, que mensagem você deixaria, assim, que que você gostaria de deixar aí para, como conselho? É profunda mesmo. Profunda. Pensando rápido para responder, são as melhores respostas. É, eu acho que é adapte-se, principalmente no momento de agora, assim. É, a, desde sempre, eu, como eu contei na história, eu sempre fui curioso, e isso me permitiu adaptar muito fácil. E adaptável, inclusive. Você separava a sua trajetória, toda adaptável. Eu fui, eu comecei como o especialista, depois eu tive que virar gestor, depois eu tive que virar especialista de novo, aí agora faz produto. Então, eh, e isso eu não consigo ver como voltando para trás. Então, é a mesma pergunta que eu fiz: se eu olhar daqui para frente, as pessoas vão ser mais especialistas ou generalistas? Generalistas, como a gente já sabe. Vão haver os especialistas, que vão ser para coisas específicas, mas eu acho que essa adaptação é, é o principal. E isso vem muito de, de uma, talvez, insatisfação, porque eu, pelo menos, nunca estive satisfeito. Então, beleza, minha empresa tá legal, só que para mim isso é uma tema de terapia, né? Para mim é: “Não tô fazendo mais que a minha obrigação, porque é meu trabalho.” E isso é péssimo para o empreendedor, quando a gente olha do ponto de visão, uma autobrança chata. E é um nível que você entrega, porque não dá para entregar, porque a gente é muita, a gente é extremamente exigente conosco mesmo. Então, e costumamos ser mais carrascos conosco mesmo do que com os demais. Então, eu acho que esse de adapte é o mais importante. Por quê? Foi assim a vida toda. As pessoas, quem é mais antigo, que é quem precisa mais ouvir isso. Quando você tava lá fazendo seu curso de datilografia, você achou que era uma profissão e que ia durar para sempre. Hoje todo mundo tem que saber digitar, senão nem trabalha. Então, é dali para frente, o mundo começou a mudar: a internet, crypto, Bitcoin. Se você não entender essas coisas, pode ser, nem que não vire, não tô dizendo que, que é o que vai acontecer, mas se você não entender essas coisas e estar disposto a se adaptar, e estiver disposto a se adaptar, você vai ficar passado para trás e você perde o cheiro da tendência. Independente se a crypto vai dar certo ou não, ela já tá apontando uma tendência do blockchain, por exemplo. Enquanto você não percebe, às vezes, aquele produto e variável daquela situação não vá para frente, mas aquilo muda o mercado. Exato. É pegar um exemplo, micro-ondas lá na guerra, guerra, mas para a gente que serviu, cacete. Então, e eu acho que é isso que tem que ser levado. Eu vejo muito na, na minha empresa, pelo menos, eu incentivo muito isso na galera. Os cargos, eles são muito pouco definidos. Então, é assim: “Que que você faz? Resolve.” Resolve. “Ah, eu sou gerente.” Que que isso significa? Que você resolve mais e o dos outros. O meu é maior. Então, é, é isso que que eu levo. Eu acho que se eu tivesse que pensar, acho que é essa do adapte-se, porque se você não se adaptar, se você não continuar buscando isso, a certeza é que você vai ficar para trás, vai criar depressão, vai fazer um monte de coisa, porque você vai achar que você é o incompreendido do mundo, e na verdade você que não quis se adaptar ao que o mundo tá fazendo. Concordo 100%. E para, e para a regra atual do, de como o mundo tá
funcionando, é necessidade, cara. Não tem jeito. A gente não sabe o que vai ser daqui dois anos. Não. Não sei. Menos até. É, exato. Antigamente dois, é, antigamente dois anos não era nada, nada. Hoje é sem brincadeira, seis meses. Mas assim, eu falo dois anos, porque dois anos é incompreensível entender o que vai acontecer. Não. E eu, eu falo uma coisa que é um tema até um pouco polêmico e tal, mas o, o, o Elon Musk diz, né, e até o próprio Paulo Muse (eu tava, eu vi ele falando esse final de semana), ele trouxe de que os, os, a nossa geração vai ser a que vai ter os primeiros centenários saudáveis, porque os centenários antigos, eles chegavam ali meio legal, beleza. Eu já sou um pouco mais extremista: eu acho que a nossa geração assim não morre. Quando, e aí, de novo, é só um tema meio a, expandindo. Por que que não morre? Porra, a gente vê, estão começando a criar e curar vários tipos de câncer. Acho que uns três dias atrás eu vi um grupo de brasileiros que fez uma tetraplégica andar de volta. Eu vi, cara. É, o Elon Musk colocou lá o Neuralink e o cara tá jogando Age of Empires no computador. Você olha tudo isso e você fala: “Cara, e a velocidade que isso tá indo é surreal.” Exato. E não é mais um negócio que acontecia a cada 15 anos. A gente tem CRISPR, você consegue fazer modificação genética de DNA. É, é ilegal no mundo todo. A Rússia e a China não são com, não são conhecidos por isso, né? Então, acho que assim, eles já fizeram gain of function lá de olho de desenvolver novas coisas nas pessoas. Então, e quando eu olho para isso, eu falo: “É, a adaptação vai ser cada vez mais necessária, porque se a gente vai viver mais tempo, você vai viver muito mais coisas, você vai ver novas coisas que talvez você nem tava preparado, sei lá, ET, se vai vir para a terra ou não, mas você tem que estar preparado para isso.” Você viu a conversa do Xiping com o Putin, do quê? Aquela que vazou deles, eles falando do lado do outro. Vi. Não tem sentido. Mas assim, é, é, é esse que é o negócio. Eu acho que a gente tem que estar preparado meio que para tudo. E essa história do viver para sempre é só porque eu falo uma coisa que, que as pessoas ficam meio assim e tal, e eu falo: “Cara, não, você se, e o mais importante é a musculação. Se você tiver músculo na perna a partir dos 70 anos, a chance de você morrer mais cedo é muito menor.” Muito menor. E é a perna mesmo. Cara, não gosta de malhar. Mas sabe o que que é a perna? Eu falo isso para todo mundo: “Ó, homens, pensem nisso. Quando você tiver 70 anos, você quer de novo ter que gritar: ‘Mãe, vem me limpar!’?” Eu não quero. Eu não quero. Eu quero, eu quero poder andar, levantar. O que a galera negligencia, o cara só faz peito, peito, peito. Vai jogar bola e vai crescer a perna na hora, gente. Pô, obrigado, cara, mais uma vez, baita episódio, cara. Prazerzaço mesmo ter esse papo contigo. E de novo, fico à disposição como aluno do CNPJ com o Felipe, o que precisar de mim, cara, estamos junto. Digo o mesmo. Sucesso. E você que ficou até aqui, até agora, porra, muito obrigado por ficar até o final. Aqui embaixo tem vários botões. Clique em todos para engajar. Se você quiser, tem um link aqui para você compartilhar esse episódio com várias pessoas. Compartilha com seus amigos. Se você acha que faz sentido para um amigo, para um sócio, manda para ele. Tamo junto. Sucesso. Até a próxima. Valeu, meu brother. Valeu, boa.
De um Fusca Trocado por Parafusos a um Império do Varejo
Você teria coragem de entregar o seu único carro em troca de um estoque de parafusos para abrir um negócio do zero? Foi exatamente com essa ousadia que o pai de Alan Bonucci fundou a Copafer há 52 anos, uma das maiores redes de varejo de construção e materiais do ABC Paulista. No episódio #129 do Além do CNPJ, recebemos Alan Bonucci, diretor comercial da Copafer. Em um papo honesto sobre “empreendedorismo vida real”, ele abre o jogo sobre os desafios da sucessão familiar, os erros milionários ao contratar executivos “salvadores da pátria” e como o foco obsessivo na cultura e na experiência do cliente transformou a empresa em uma gigante com NPS de dar inveja.
1. O Ponto de Partida: O Estoque que Custou um Fusca
A história da Copafer começa com a essência pura do empreendedorismo. O pai de Alan, que na época vendia mapas na rua, sabia que uma loja de parafusos estava fechando. Sem dinheiro no bolso, mas com muita vontade de fazer acontecer, ele ofereceu seu único bem: um Fusca. O negócio foi fechado na hora. Ele pegou o estoque, carregou em um caminhão e voltou para casa a pé para contar ao pai (avô de Alan) que agora eles tinham uma loja de parafusos. Cinquenta e dois anos depois, aquele pequeno balcão na Rua dos Coqueiros se transformou em uma estrutura de duas lojas gigantescas (em Santo André e Mauá) e um e-commerce pioneiro no setor.
“Ele não tinha dinheiro, ele tinha um Fusca. Ele deixou o Fusca e pegou o estoque do cara. Tudo na hora. […] Chegou pro pai dele e falou: ‘Tô cheio de parafuso, mas tô sem o Fusca’.”
2. A Sucessão Familiar e a Ilusão do “Salvador da Pátria”
Alan começou a trabalhar na empresa da família aos 17 anos. Mas o pai deixou claro desde o primeiro dia: “Aqui não tem carga de dono”. Alan começou a conferir notas fiscais no recebimento, passou pelo repositor de estoque, balcão de vendas e televendas, até assumir a diretoria comercial. Ao longo do tempo, uma empresa tentou se profissionalizar trazendo grandes executivos de mercado, com currículos de redes gigantes, descobrindo que eles resolveriam todos os problemas. O resultado? Um erro caríssimo. Executivos que queriam mudar tudo sem respeitar o DNA da empresa e que geraram um faturamento absurdo.
“A gente acha que vai trazer um salvador da pátria. Chega um cara de uma multinacional e nunca acha que vai chegar aqui e mudar tudo. […] Foi um tiro no pé. Meu pai sempre fala: ‘Vocês inovam o máximo possível, mas podem perder a nossa essência’.”
3. A Cultura que Gera Resultado (e um NPS de 80)
Após a frustração com os executivos de fora, a Copafer percebe que a solução não era mudar a equipe técnica, mas sim alinhar a cultura. Eles contrataram uma consultoria de RH focada em processos culturais. Hoje, ninguém é contratado sem antes passar por um rigor “Fit Cultural”. Além disso, Alan contratou o protagonismo: toda semana ele faz a integração dos novos colaboradores e conduz “lives” internacionais apenas para a equipe, reforçando a cultura do bom atendimento. O resultado prático? A empresa alcançou a impressionante marca de 80 pontos de NPS (Net Promoter Score) operando no varejo físico e recebendo até 90 mil clientes por mês.
“O cliente falou lá na pesquisa de NPS: ‘Eu poderia ter uma pior experiência do mundo, mas fui atendido por uma moça da limpeza que me levou até o lugar onde deveria e mostrou o produto’. Isso aí é a métrica de que vocês estão focando em cultura e tá dando um p*ta resultado.”
4. Marketing liderado pelo fundador: Dando um Rosto à Marca
Nos últimos meses, a Copafer decidiu apostar forte na presença digital através do Founder Led Marketing (Marketing liderança pelo fundador). Alan começou a aparecer no Instagram mostrando a realidade da loja: a correria dos corredores, a resolução de problemas ao vivo com clientes e o verdadeiro pulsar do varejo. Mostrar a cara do dono e a vulnerabilidade dos bastidores humanizou a marca, criou uma conexão profunda com o público e atraiu milhares de novos seguidores engajados, provando que “empresa sem rosto não vende”.
“O produto que não tem cara, não vende. […] O quanto mais eu mostrar a realidade do dia a dia, é o que funciona. Toda empresa tem problema, mas a gente tá aqui justamente para pegar esse problema e resolver.”
Conclusão: O conselho final de Alan Bonucci é uma palavra que retoma sua trajetória e o sucesso de Copafer: Inconformismo . Estar conformado com os resultados atuais é o primeiro passo para o declínio. A verdadeira inovação nasce da inquietação diária de querer fazer melhor, de questionar os processos e de se perguntar constantemente: “Eu me contrataria para a carga que ocupo hoje?”.
Quer entender como estruturar a cultura de uma empresa familiar e transformar problemas de marketing a favor do seu negócio? Assista ao episódio completo agora mesmo!
