Branding Executivo para CEOs, o Fim dos Posts Genéricos e o Valor da Autenticidade com Brenda Lezie | Além do CNPJ (EP #088)
Durante muito tempo, o ecossistema corporativo defendeu que a reputação de uma empresa deveria ser construída de forma impessoal, ancorada apenas no logotipo e nas campanhas institucionais da marca. No entanto, a maturidade do mercado digital e a saturação dos canais de anúncio tradicionais provaram o oposto: pessoas se conectam e fazem negócios com pessoas.
No mais recente episódio do podcast Além do CNPJ, o host Felipe Cassola recebeu Brenda Leier, fundadora e CEO da agência Branding Digital, especialista em comunicação e posicionamento de imagem para grandes executivos, fundadores e figuras públicas.
Pioneira no mercado de social media no Brasil (atuando desde os primórdios do setor, quando gerenciou a imagem de figuras públicas em horário nobre), Brenda analisa por que os robôs do ChatGPT e os “fazedores de posts” não geram autoridade real e revela o método para transformar a trajetória de um CEO na maior alavanca de vendas da empresa.
1. O Fim da Superficialidade: Por que o Conteúdo Genérico Falha?
A grande frustração de muitos empresários ao contratarem agências tradicionais ou social medias iniciantes é o investimento contínuo sem retorno financeiro ou de autoridade. Isso ocorre porque a maioria do mercado foca no que Brenda chama de “conteúdo arroz com feijão” — posts padronizados no Canva e artes bonitas que não possuem essência.
[Design Bonito + Texto Genérico (ChatGPT)] ➔ [Percepção de Conteúdo "Robótico"] ➔ [Zero Conexão Emocional] ➔ [Falta de Vendas/Roy]
Para construir uma marca pessoal relevante, a estética deve estar a serviço da narrativa de vida do fundador. Se o público percebe que o conteúdo é artificial ou desconectado da realidade do executivo, o engajamento despenca.
2. A Comparação de Modelos de Conteúdo para Lideranças
Abaixo, a estrutura comparativa entre o modelo tradicional de mídias sociais e o Branding Executivo de Alta Performance:
| Critério de Análise | Social Media Tradicional (Fazedor de Posts) | Branding Executivo / Posicionamento de CEO |
| Foco da Produção | Quantidade de postagens estáticas, datas comemorativas e dicas superficiais. | Resgate da História: Briefing profundo de vida, valores, livros e cicatrizes de negócios. |
| Público-Alvo | Média geral da internet sem segmentação clara de intenção. | Decisores e ICP: Foco em atrair parceiros estratégicos, clientes de alto ticket e investidores. |
| Tom de Voz | Linguagem impessoal, técnica ou excessivamente robótica. | Vulnerabilidade Real: Histórias de superação, bastidores de decisões difíceis e valores pessoais. |
| Métrica Principal | Métrica de vaidade (curtidas e seguidores aleatórios). | Autoridade e Pipeline: Vendas diretas, conversões B2B, convites para palestras e convites de negócios. |
3. O Método do “Briefing de Diferenciação”
Para extrair a essência de um empresário sem cair no formato engessado de “entrevista de emprego”, a agência de Brenda desenvolveu um processo de imersão de três dias. Em vez de perguntar apenas a cor preferida ou o logotipo da empresa, o método busca mapear:
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Os Pontos de Ruptura: Quais foram os momentos mais difíceis da jornada comercial e pessoal do executivo?
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As Bibliotecas e Referências: Quais livros, filmes, mentores e crenças moldaram sua visão de mundo?
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A Prova Visual do Passado: Fotos antigas do início da empresa, rascunhos de contratos, erros de percurso e bastidores reais.
“A pessoa que está do outro lado da tela quer ver o seu progresso, não a sua perfeição. Quando um CEO compartilha a foto do seu primeiro escritório humilde ou da primeira grande crise superada, ele gera uma identificação imediata que nenhum anúncio pago consegue comprar.”
4. Gestão de Equipe e Eficiência Operacional
Além de atuar na linha de frente do marketing de líderes, Brenda compartilha os bastidores da gestão de sua própria agência, que conta com 40 colaboradores diretos. Para evitar o caos nas entregas e a ansiedade do time:
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Abandono do WhatsApp para Comunicação Interna: Migração total da equipe para o Slack integrado ao ClickUp, centralizando os tópicos e evitando o envio de áudios soltos ou mensagens fora do horário comercial.
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Ritual do “Café com Branding”: Reunião semanal de cultura e alinhamento onde os próprios colaboradores apresentam estudos de caso e aprendizados para o restante do time.
5. A Conta Sempre Fecha
Encerrando o episódio com uma reflexão sobre a coragem de bancar as próprias escolhas e recusar propostas que firam a ética pessoal, Brenda deixa sua mensagem final para os empreendedores:
“No final, a conta sempre fecha para aqueles que persistem nas suas ideias e mantêm seus valores intactos. Crie tesão de acordar todos os dias para fazer diferente, porque a sua história e a sua verdade são os seus maiores ativos.”
Quer aprender a posicionar sua imagem pessoal, construir uma narrativa de autoridade para o seu negócio e dominar as mídias sociais? Assista ao episódio completo no Além do CNPJ!
Ler Transcrição Completa
Porque depois daquele episódio que eu contei do burnout, uma das coisas de que eu escrevi numa carta, tá: eu nunca mais vou passar por isso. Eu sei que em dois meses eu estava faturando mais do que antes do que em um ano nessa sociedade. Hoje são mais de 1.500 alunos, então eu formo outros profissionais, tenho uma escola de social media. E tudo aquilo de que você determina para você, cara, é você que guia teu caminho, é você que faz tua agenda, é você que programa aquilo que você quer. Quando eu vi tudo isso e vi minha força sozinha, eu falei: ah, não, agora eu vou pra cima, agora eu vou profissionalizar.
Buenas, buenas, buenas, seja bem-vindo a mais um episódio do podcast do Além do CNPJ. Primeiro de tudo, muito obrigado por estar aqui para trocar essa ideia de empreendedorismo vida real com a gente. E hoje a convidada que eu tô, que, que tá aqui na minha frente é uma convidada superespecial, uma pessoa que tem um networking surreal. Enquanto a gente estava trocando ideia aqui nos bastidores, enquanto a gente estava preparando tudo, cara, já tava rolando um monte de conexão. E a gente já tá, pelo menos aqui… Eu devia ter trazido o meu, porque o meu Plaud ficava registrando o que que a gente tinha que se conectar, porque tem um monte de coisa de que com certeza ela vai poder me ajudar, e também vou poder contribuir pra, pra história dela. E uma empreendedora com uma baita história. E a gente estava também conversando nos bastidores que algo de que hoje tá muita gente fazendo, muita gente tá, tá entendendo a necessidade, né, de se posicionar na internet: CEOs, empresários, founders… É uma coisa de que ela já, cara, começou isso no Brasil lá atrás. E, e, cara, hoje por conta de toda essa trajetória que ela já meio que abraçou há sete anos atrás, se tornou quase que… Se tornou, não, referência nesse mercado, porque hoje todo mundo que tá fazendo isso aí tá começando agora por causa de algumas pessoas que estão se posicionando, ela já faz isso de faz, já faz bastante tempo. Enfim, tô aqui… Aí eu vou deixar ela se apresentar também. Tô aqui com a Brenda Leier. Oi!
Muitíssimo obrigado, viu?
Eu que agradeço. Você é um queridíssimo. E, cara, que podcast legal! Quantas pessoas, gente, isso aqui é curso gratuito. Na verdade, tá melhor do que curso, do que curso pago, viu, Fê?
Isso mesmo, porque na verdade, cara, a ideia de que eu tenho aqui é trazer histórias de pessoas reais, sabe? Eu… É uma, a gente tava até conversando aqui de que a curadoria que eu faço das pessoas que vão sentar aqui na minha frente são: cara, eu quero trazer o máximo de pessoas diferentes possíveis, de mercados diferentes, mas de pessoas que vivem de verdade aquilo lá. Não é uma pessoa só que tá na internet falando que faz e muitas vezes não faz, que é o que a gente sabe que tem de monte hoje, e sim quem já vivenciou e que venha com bagagem, vivência.
Vivência total. E, e, cara, me conta um pouquinho antes de a gente começar o nosso papo e tudo mais: de onde você veio, onde você, onde você nasceu, quais foram suas referências, seu pai, sua mãe? Dá um overview pra gente assim da, da, da tua infância até a vida adulta. Dá um overview rápido pra gente.
Fê, mais uma vez obrigada pelo convite. Você que tá aí nos assistindo, já pega, ó, papel e caneta na mão, que vai sair muita coisa boa daqui. Eu tenho 29 anos, mas a minha trajetória empreendedora ela começa aos 13 anos.
Caramba!
Eu venho de uma família superhumilde, supersimples, mas que transformou a vida através do conhecimento, e o conhecimento ele transforma, né, Fê?
Total.
A minha mãe, ela me teve aos 15 anos de idade, mãe solo. Meu pai também superjovem, né, pais jovens que sempre me ensinaram, né, sobre o trabalho duro, sobre conquistar, ralar e toda aquela coisa. Então, com 13 anos eu já tinha aquele desejo de ser independente, e lá comecei na primeira empresa da minha mãe, que foi… Ela foi referência em bronzeamento artificial aqui em São Paulo, e lá eu fazia tudo com 13 anos.
Como que foi, sua mãe te puxava ou você queria ajudar?
Eu queria ajudar, eu queria mais, eu queria mais. Então com 13, os meus amigos já tinham 19, caramba, e eu com aquela sede de trabalho, de fazer.
Você inquieta mesmo.
Inquieta, inquieta, sabe? Conseguiu um desafio, superou, quer mais. Não é a pessoa que fica quieta, sabe? Não, não sou. Fui pra cima. E aí comecei nesse movimento, né? Faculdade… Sempre soube que eu queria ser publicitária, sempre tive esse viés desde criança, então sempre gostei de aparecer. Referência: minha referência foi minha mãe, a minha grande inspiração da minha vida. Então eu vi ela toda bonita, salto, e aquelas coisas, e gostei muito. Networking, muito bem-relacionada. E eu falava: “Cara, eu quero ser igual”.
Sua mãe faz isso com naturalidade também?
Muito, muito, e ela conecta pessoas, e assim… Depois eu vou te mostrar uma foto. Superjovem, né? As pessoas falam: “Cara, até a voz é igual”. Então, né, como é importante essa questão das referências desde pequena, e eu fui buscar. Para mim ela era a maior inspiração, cara. Me teve com 15 anos, conquistou tudo sozinha, ralou para caramba, meu pai também. Eu já vou entrar nesse assunto. Eu comecei a querer mais, a querer mais. Na faculdade de Publicidade entrei em algumas multinacionais, trabalhei na L’Oréal, trabalhei em outras agências menores, até que eu entrei em uma muito pequena e eu levei a profissão de social media para lá. Até então não existia isso.
Que ano isso?
Isso tem uns 10 anos.
Nossa, é… Eu tava com 20 anos.
Era o começo mesmo de, começo de tudo, porque parece que 10 anos é pouco tempo. Cara, 10 anos atrás na internet era outra.
Pois é, e aí eu entrei e levei essa profissão de social media. Era uma assessoria bem pequena de imprensa e tudo, mas aquilo começou a crescer, eles começaram a ver resultado no meu trabalho. Minha mãe, muito bem-relacionada com as pessoas, sempre falava de mim, aquela coisa. Nisso já tinha blog de moda, eu fazia de tudo, Fê, cuidava… E aí nessa agência eu comecei com aqueles pequenos posts bem arroz com feijão, que é social media. O que faz social media? E aí uma figura pública, que na época era o Thammy Miranda, da Gretchen, toda a história… “Cara, vou ter um reality show, Os Gretchens, no Multishow, posso ser seu cobaia?”. Ele chegou até mim pelo Instagram por conta desse post “água com salsicha”. Então primeiro ensinamento…
Mas você fazia isso no teu perfil pessoal?
Meu perfil pessoal. Lá eu já tava tendo aquele… Então lá eu tive aquele primeiro insight: como é que as pessoas vão confiar em mim se eu não tenho nada para mostrar? Então primeiro insight: seja você seu próprio case transformado, Brenda. Não tenho o case ainda, faz em você, faz para alguém que você confia, mas você precisa provar que aquilo funciona. E lá eu provei. Depois de lá, ele me mandou, né, esse direct e tal, eu falei: “Olha, eu trabalho numa agência de imprensa, mas…”, sempre fui vendedora, né, “vai ser um prazer receber você aqui”, e tal. Eles foram até a agência, e foi muito legal, né, porque assim, uma social media que já tinha virado vendedora, eu tinha o quê, cinco meses de empresa, ganhando… Ah, você trouxe o Thammy pra agência? Foi, fui eu.
Eu achei que você tinha já feito isso pra fora.
Não, já fiz, já levei pra agência. Um dos meus valores é que eu sou muito, muito verdadeira, então assim, eu sou tua parceira, pois eu vou querer fazer tudo por você, sabe? Assim, eu tenho muito esse perfil. E ele foi até essa agência, e aí nessa época eu tava pobre, recém-formada, o que eu ganhava não pagava nem a minha mensalidade da faculdade. Pegava seis ônibus, três para ir, três para voltar. Mas essa figura pública chegou até essa, através desse post, e foi até a agência lá, né? Meus chefes na época: “Meu Deus, como assim, que legal!”, não sei o quê. Começamos a fazer esse reality e lá conheci vários famosos, e eu fui me descobrindo, Fê, falei: “Cara, é isso de que eu amo”. Nem sabia que profissão era essa, nem sabia que faziam social media, não tinha um rótulo ainda, né?
Não era. E hoje é uma das profissões mais consolidadas, mais procuradas, né? Imagina.
Caramba! E de que tá difícil achar, por mais que todo mundo, um monte de gente se autodenomina, é difícil, né? Como acontece também… Eu acho que tudo na internet acabou acontecendo a mesma coisa, com gestor de tráfego, é achar uma, uma pessoa, um profissional que de fato vai pegar isso no colo e vai tratar com carinho do jeito que deveria, faz total diferença.
É, mas sabe por quê? Porque hoje em dia é muito social media medíocre, social media fazedor de post, é isso. Você entendeu? Aí joga tudo no ChatGPT, acabou. A única coisa de que o ChatGPT nunca vai ter é a sua essência, a sua verdade. Então quanto mais o social media focar em conhecer você, sua história, suas crenças, seus valores, o que você acredita, mais ele vai ter, mais ele vai te conhecer, e aí vai ter a sua essência lá. Só que na prática não é isso, né, exato. Na realidade não, não é tão fácil.
Exato, e aí voltando tudo, eles, né, cresceram a agência, famosos, aquela coisa. Eu lá na Globo tava me achando, mas os meus R$ 2.000,00 eles continuavam ali.
Como que foi, você fez a parte do social media do, do programa?
Fiz de toda a família Gretchen: Thammy, Andressa Miranda, a própria Gretchen, mas assim, sozinha, sozinha, cara, naquela época. E aí tivemos o primeiro case. A gente tinha um superdesafio: esse reality, ele passava no mesmo horário da novela das nove. Imagina concorrer com uma novela das nove numa época em que era, meu, a novela tava bombando ainda? Pois eu, e eu fingia ser a Gretchen, criava polêmica no, no Twitter, que hoje não é mais Twitter, né, e aí criei aquilo, saía nas notícias, e aquilo começou a crescer e dar muito certo. Só que eu estava saindo 6:00 da manhã de casa, chegando meia-noite, pegando os meus seis ônibus e ganhando os R$ 2.000,00 mesmos, R$ 2 milzinhos caindo. Até que eu cheguei em casa toda animada, porque eu tava muito feliz, né, mas ao mesmo tempo tava vendo resultado, tava vendo o resultado, mas assim, financeiramente não compensava, pô. Consegui um cliente pra agência, figura pública, nem era meu papel, não era vendedora, né, enfim. E aí minha mãe chegou e falou assim: “Cara, não dá. Você tá recém-formada, você não conseguiu nem fazer sua festa de formatura porque você não tinha R$ 3.000,00 para pagar sua festa. Você viu todo mundo se formando, você sai 6:00 da manhã de casa, você volta meia-noite. Tá justo isso? Cara, vai abrir o teu… Você já tem, você já tem seus…”. E aí ela começou, de novo, hein? Começou mais uma vez, ó, até me arrepio. Nossa! E ela de novo me dando esse gás: “Liga agora pro Thammy, liga agora! Você vai fazer uma proposta para ele”. Era tipo meia-noite, Fê.
Caraca!
E aí liguei e falei: “Thammy, tudo bem? Ó, o seguinte: tô amando trabalhar com você, você viu, né, o resultado do meu trabalho, mas eu estou saindo da agência. Hoje eu preciso de algo maior, eu tô com 20 anos, tem muita coisa para acontecer. Mas ó, se você quiser continuar…”, eu adoro as pessoas, fui superética, né? Ele falou: “Não, eu vim por você, eu vou para onde você for”. Eu sei de que no dia seguinte ele estava na casa da minha mãe. Morava com ela ainda, ele estava lá, e, bem, com um contrato de gaveta, Fê. Eu era a parte do marketing, o Thammy era o financeiro, a Andressa, que é a esposa dele, era o RH, e a minha mãe era o comercial dessa agência. Abrimos! E aí vou te falar uma coisa de que eu nunca contei, acho que já foi o quê, uns 20 podcasts, eu nunca conto. Olha a minha mentalidade na época! Eu falei: “Gente, o seguinte: tô vendo potencial nessa agência, vocês têm a fama, eu tenho o conhecimento. Se a gente unir isso daqui, vai dar muito bom, networking gigantesco também, vamos ganhar dinheiro, só que eu ainda preciso dos meus 2.000,00. Então eu vou manter o meu trabalho”, eu era PJ, “vou manter o meu trabalho. Quando a gente conseguir, quando vocês conseguirem o primeiro cliente, eu saio”. E aí no dia seguinte eles conseguiram um contrato de mais de R$ 2.000,00. Foi meu primeiro cliente, que hoje é uma superautoridade, que é o Rodolfo Torres, ele que criou a técnica de camuflagem de estrias e olheiras, ele que criou aquela… Maravilhoso, ele tem mais de 2 milhões de seguidores, tipo uma tatuagem que… Isso, é ele. Aí eu falei: “Caramba, caramba, estourou também!”. Eu falei: “Cara, eu vou fazer o lançamento desse cara”. E ele já tinha inventado isso na época, ele já tinha, só que ele queria lançar um primeiro infoproduto sobre isso e queria a gente para lançar, e o Thammy me vendeu como se eu fosse a maior especialista.
20 anos fazendo um baita trabalho, pô, exato.
Aí eu falei: “Cara, ferrou”. Aí voou, né? Na época não tinha muita mentalidade, mas encerrei ali, né? Eles choraram muito, essa agência até quebrou porque eu fazia tudo.
Nossa, então assim foi bem… Foi bem complexo.
Essa é a realidade. Serve de aprendizado pros dois lados: uma pessoa que tem potencial de fazer tua empresa crescer, puxa pra você.
Exato, porque, meu, pensa: eles poderiam ter feito essa sociedade com você.
É, oportunidade. Aí eu vi aquele dinheiro, nunca tinha visto tanto dinheiro na minha vida. R$ 2.000,00 para 15… Opa, um contrato só, que isso! E aí a gente começou, e começou, e famosos, e éramos convidados naquela época pros maiores masterminds. Veio o Perry, que é o maior copywriter americano, eu lá na primeira, tava me achando, nossa, e 20 anos.
20 anos, sim.
Meu Deus, que coisa maravilhosa! Me veio o primeiro burnout. Tava cheia de dinheiro na conta, mas eu não tinha tesão em acordar, não tinha motivo para acordar, Fê. Não tinha.
Com quantos anos?
20 anos também. Essa empresa, ela durou um ano. Eu escolhi sair dessa, dessa empresa, dessa empresa. E aí marquei um jantar com eles, crescendo, tá? Porque quando você abre mão de um negócio que não tá te dando dinheiro, que te dá dor de cabeça, é fácil. Agora, vai abrir mão de um negócio que te dá dinheiro, que te dá autoridade, que te dá fama, porque eu também estava ao mesmo tempo de que eu ensinava muito eles, eles também transferiram a autoridade, foi muito bacana. E aí aquela conversa: “Tem certeza?”. Imagina, naquela época a gente já tinha um Instagram com mais de 20.000 seguidores, site, o nome que eu tinha pensado, clientes, tudo pronto, tudo. E eu sentia… Eu não sabia, eu só queria seguir com, com o cancelamento. E assim eu fiz.
Como que foi esse processo de… Acho que eu vou puxar só um, vou abrir um capítulo disso aí. Como foi esse processo de você passar por um burnout e entender a causa, e tomar atitude e coragem, não? Porque às vezes você até tem a vontade de tomar atitude, só que falta a coragem de, de fato, encerrar isso aí, trocar o certo pelo duvidoso, trocar uma, uma coisa de que tá dando certo na tua vida para simplesmente não ter nada ad-, eh garantido para nada no futuro. Como que foi isso aí para você? Porque isso aí deve ter sido uma, foi um… Quando você pincela, parece que foi simples, né? Mas eu imagino que foi uma barra.
Foi um momento de muita conexão com algo maior, que é Deus, com a minha fé, com a minha espiritualidade, porque por ter vindo de uma família muito simples, mãe me teve muito nova, eu achava que o dinheiro era tudo. Então, enquanto estavam todos ali que tinham se formado comigo em empregos que sim, pagavam dois, três em agência, eu tava com muito foco no dinheiro.
Sim.
E quando você foca, acontece, eu só trabalhava, eu não tinha vida, era trabalho, trabalho, eu queria mais, tá? Era domingo, não importava, não sabe a hora de parar, mas um pouco da juventude também, eu amava ser uma workaholic, amava, amava, era diversão, gente! Como assim, 20 anos, nunca me imaginei estar assim, eu quero mais, sim. E aí veio, né, a conta chegou: não, meu amor, não é assim, não. E o CPF… E foi assim, foi um, uma… Foi uma, um disjuntor.
Foi um processo ou você…?
Foi um processo de que eu fui meio que não entendendo e dando, e dando voz. Foi um processo, eu sou muito sensitiva, então dava do nada uma muito triste, uma vontade de chorar, uma vontade de não viver. Caramba, eu não entendia o que era aquele sentimento, até eu buscar ajuda de profissionais, terapia e tal, e entender que eu estava passando por um burnout. Eu me senti uma ingrata, porque eu falava: gente, como que pode eu estar triste, sendo que tudo isso tá acontecendo na minha vida? Hoje eu sou uma autoridade, hoje as pessoas me reconhecem. Que é isso, louco, né? Entende? Então até eu buscar uma ajuda profissional, né, e entender… Me conectar com algo maior, com Deus, que é tudo propósito: por que que eu acordo, por que que eu levanto todos os dias, qual que é meu motivo de eu estar viva hoje, sabe? Total. E aí foi isso que eu fiz. Nessa época eu conheci o meu marido também…
Que legal!
…e aí foi muito legal, porque ele me trouxe essa visão de negócios, me trouxe uma visão de uma Brenda que eu também não enxergava por, por ter um lado muito perfeccionista. É difícil o perfeccionista. O perfeccionista ele nunca enxerga os pontos positivos, ele sempre acha que nunca tá bom, nunca tá bom, se cobra demais. A pessoa que mais sofre é ela própria. Batia 10 milhões: “não, mas…”. E é perfeccionista, é sempre, né? Eu falo que nós somos os nossos piores inimigos ali, né? Os, os perfeccionistas são muito duros consigo mesmos, muito, muito, muito, e não valorizam. E eu fui essa perfeccionista por muito tempo, e aí tomei essa decisão, e foi difícil, né? “Tem certeza? Mas, meu Deus! Como assim?”, e tal. E aí eu segui firme, eles continuaram com a agência, eles até tentaram, mas aí não deu certo e…
Porque a operação era tua.
Era minha, e aí foi… Passou um tempo, né? Claro, nenhum, é um, é um processo, um casamento, né? É um casamento sendo rompido. Então até ficamos alguns meses ali sem falar, aquela coisa toda, e aí veio… Acho que passou uns seis meses, ele: “cara, não dá mais sem você”. Imagina, né? Fica, ou você fica: “Nossa, me abandonou aqui”. Você que já, né, encerrou alguma sociedade, deixa aqui nos comentários pra gente como que foi sua experiência, não tem como, é o que você falou: um casamento.
Total, er um casamento.
E aí aquele, né: “pô, meu Deus, o que que um tá pensando, o que que tá…”, aquela briga: quem fica com o nome, quem que não fica, porque eu queria continuar, mas eu queria algo 100% meu. Eu queria fazer do meu jeito, eu queria ter o meu propósito ali, e assim eu fiz. Foi aí que surgiu a Branding Digital.
Foi logo em seguida?
Foi logo em seguida. O nome, os insights… Quando você tá muito ligada ao teu propósito, ao que você acredita, à tua fé, cara, você sonha, você tem uns pensamentos ali do nada, você tem insights, começa a prestar atenção nessa… É uma coisa muito louca. Quando você… Todo mundo fala: “ai, é propósito, ai, é clichê, todo mundo…”. Não é, cara, eu sinto muito. É isso, é só vivenciando.
Quando, quando você tá conectado com a sua intuição, é que é o coração na verdade, eu acho que o cora-, a intuição é, é o jeito que o coração se comunica com a gente, uhum, e uma das coisas que esses dias eu tava refletindo: como que eu enxergo a minha intuição? É onde eu olho e faz sentido. É que é mais ou menos o que aconteceu com você: você olhava para onde você tava construindo e não fazia sentido, aí de repente, quando você olhava para um outro caminho, aquilo fazia sentido. É o coração gritando, é a bússola aqui, ó: “é por aqui”, e aí você coloca aquilo realmente em ação, o planejamento começa a acontecer, começa… É surreal isso.
E aí começou em questão de um mês, eu abri mão de todos os contratos, de tudo, eu recomecei um novo nome, porque senão a gente ia ficar naquela briga de ego, “ai, mas eu fiz isso”, exato, exato, exato. Pra mim não valia a pena. Eu queria encerrar tudo mais rápido para conseguir seguir, e aí foi… Eu lembro que o primeiro contrato foi um partido político, os Republicanos, que nós fechamos o partido inteiro.
Caramba! E assim, você tinha quanto? 21, 22 nessa época?
Tava com 22, cara.
Olha isso! Também só conta grande.
É, não é continha, não. Não peguei aqui… Só gente bacana, só conta grande. E só que isso… E aí a gente fechou, e foi aquela coisa, e um foi surgindo, e palestras, e aquilo crescendo. Eu sei que em dois meses eu estava faturando mais do que antes do que em um ano nessa sociedade. Tem noção, caramba! Quando eu vi tudo isso e vi minha força sozinha…
Sim.
…eu falei: ah, não, agora eu vou pra cima, agora eu vou profissionalizar. E aí começa, né, gestão, cultura, processos. Então nesse período todo, ao todo, né, 7 anos aí de marca, sendo um dentro do mercado da beleza, Carlos Wizard, e aí lembra dos meus sócios que eu contei no início? Eles voltaram como clientes da Branding.
Que legal!
Voltaram, e olha que engraçado: eu casei em dezembro do ano passado e eles se tornaram até meus padrinhos de casamento. Quando eu fui fazer a minha, a minha linha do tempo, eu falei: cara, essa agência me trouxe muita autoridade, essa agência foi muito bacana pros dois lados, eles precisam estar com os meus…
Pão de gratidão.
Exato, aí eu tenho sócios que a sociedade não deu certo, mas eu tenho um carinho enorme por essas pessoas, porque me ajudaram demais, foi uma troca justa no período que funcionou, exato, e depois a gente conversando… Cada um, ele tinha seu propósito: eu sempre quis ter agência, a Andressa sempre quis ser influenciadora, hoje bomba, várias marcas, mais de 2 milhões de seguidores, o Thammy sempre quis trabalhar na política, é o vereador mais votado de São Paulo, agora foi reeleito, e eu pude participar desse trabalho, fico muito feliz e muito honrada. Então eu sempre falo que no final a conta sempre fecha para aqueles que persistem, sabe? No começo você tem um medo: “opa, mas eles vão encontrar alguém”, porque, né, marketing tem tanta gente que faz, “por que que eu sou diferenciada mesmo, o que que eu faço de tão diferente?”. É o que a gente tava falando antes, por exemplo: hoje eu falo isso porque eu já tive agência de publicidade, de marketing, aham, e eu tinha funcionários que faziam social media. Mas, cara, encontrar gente que é de fato faz o social media, que faz a diferença…
Exato.
…porque faz muita diferença quando você pega uma pessoa boa, ligeira, que te ajuda nisso, do jeito com a tua essência, que é o que muitos não conectam.
Exato, essa parte de essência. Vira um negócio muito, muito automático, que o teu público, cara, tem antena, teu público tem antena, cara, ele sabe o que é seu e o que não é seu.
Percebe, exato, e, e aí eu fiz exatamente isso também. Então nessa época ali, na pandemia, um produto que eu criei também que foi muito bom: eu lancei uma mentoria voltada para social media. Hoje são mais de 1.500 alunos, então eu formo outros profissionais, tenho uma escola de social media, acabei ganhando a premiação da Revista Caras como profissional de marketing do ano, sou mentora na Faculdade ESPM, então eu acabei descobrindo essa paixão também: ensinar, transformar e ver o resultado no outro.
Fazer o que você faz, passar pra frente.
Passar pra frente, que legal, isso é bom demais.
E hoje, hoje quais são as suas atribuições? Hoje você tem um podcast, que é o Pode Empreender.
Sim, é Pode Empreender mesmo?
Pode Empreender. Você tem a, a agência que cuida hoje de uma porrada de clientes, como você falou, nomes superconceituados. Você tem… Você é mentora na ESPM, e você também tem eh cursos.
Isso, cara, aí tenho mentorias para empresários, tenho o curso voltado para social media, tenho projetos para mulheres, né, a gente tava falando do Resenha agora, que você fez o Resenha, né?
A gente tava falando, é como é tua agenda? Você começa, continua começando às 6:00, indo até meia-noite?
Não, nossa! Hoje eu vivo numa tranquilidade assim de ter, de cuidar também do CPF, porque depois daquele episódio que eu contei do burnout, uma, uma das coisas que eu escrevi numa carta, tá: “eu nunca mais vou passar por isso”. E tudo aquilo que você determina para você, cara, é você que guia teu caminho, é você que faz tua agenda, é você que programa aquilo que você quer, né? Então mesmo com todos esses projetos… E aí a sua autoridade vai crescendo, então você começa a palestrar, você começa a ser convidada para outras coisas com grandes cases, cara, organização e agenda. Qual é o tempo que eu tenho pro meu marido? Ainda não tenho filhos, mas estou me programando para… Tenho um bebezinho de nove meses…
Caramba, surreal!
…ai, coisa boa, eu sou apaixonada em criança!
Acelera o máximo possível enquanto não tiver, porque na hora que você vai também você vai querer é dar atenção, é muito.
Sim, porque mesmo hoje, né, com as condições de ter alguém e tal, mas assim, não dá para delegar a criação que você quer dar pro seu filho, isso não dá para delegar, né?
Total, você pode colocar babá para ajudar em tarefas operacionais, mas ainda assim, cara, esses dias eu vi um vídeo no TikTok de uma… Eu não sei quem, perguntando para uma criança: “Quem você gosta mais?”, tava a babá e a mãe, aí apontava pra, pra babá. “Quem te ensina mais?”, a babá, e a mãe assim com uma cara… Falei: Meu Deus do céu, cara!
É, e a criança ela é muito apegada a memórias, né? Eu vejo pela minha sobrinha, quase uma filha, e assim, o tanto que ela é apegada, com três anos ela dorme na minha casa, é isso, ela até viaja, ela não tá nem… Eu sou louca.
Que da hora!
É uma delícia, cara, é uma delícia. E assim, com organização, planejamento… E aí eu, eu me organizei assim: a minha manhã ela é minha para estar com quem eu amo, para cuidar de mim, para cuidar da minha saúde, né, a minha tarde é dos meus clientes e a minha noite da minha família, acabou.
Legal, cara!
E aí, claro, né, que existem algumas exceções, e eu tive que lidar com esse meu lado perfeccionista, exceções, então tenho palestras, eu tenho eventos, eu tenho viagens que eu preciso ir, não dá para estar à noite com a família. Aí, é entender de que naqueles dias você não vai ser uma nota 10, você vai ser uma nota sete, e tá tudo bem, no outro dia você vai atrás da sua nota 10, total.
Desequilíbrios pontuais.
Porque senão o perfeccionista ele quer 10 em tudo, e não tem como, então quando eu entendi isso também, acabou, porque eu alinhei as expectativas comigo mesmo: não, hoje vai ser uma nota sete na parte familiar, tá tudo bem, amanhã você recupera.
Que massa! E, e da agência, hoje você tem quantos funcionários? 40 funcionários de que você falou?
40 funcionários.
Cara, ter uma agência de prestação, que é prestação de serviço pura, 40 funcionários e ter essa rotina de que você tem hoje, de amanhã ser sua, à tarde dos clientes, então trabalhando pela, pela agência e pelos, pelos projetos, e a noite da família, cara, você, você tem só hoje na agência… Hoje meu marido é o meu sócio só, ele entrou muito numa parte administrativa e financeira, né, que são as formações dele.
Gestão mesmo.
Gestão, e assim deixa você voar, minha vida tá… Minha vida que eu falo, eu tô no palco, mas ele tá ali atrás. É engraçado que ele tá na primeira fileira e ele tá chorando ali até, ele se emociona, é muito legal essa, quando a gente encontra essa parceria de vida, né, de vida, e faz total diferença.
Você tá bastante tempo com ele?
Eu tô há cinco anos, e casada a um. A gente fez tudo certinho, festa, tudo isso aí.
Então, então, cara, com essa rotina hoje de que você imprimiu na tua vida, como a empresa, com os números de que você tem, com a quantidade de funcionários de que você tem, como que foi esse, essa, esse processo de profissionalização da empresa para que ela rodasse sem você, uhum, por mais que sempre você tá lá, mas quando eu falo sem você, na parte operacional, né? Hoje você tá aqui eh conseguindo novos clientes, fazendo networking, que no final das contas você veja todo esse potencial lá dentro, mas a parte operacional de entregas pontuais, aquelas coisinhas operacionais do dia a dia, como que você construiu isso, e como você conseguiu chegar nesse ponto, que eu sei que é um sonho de grande parte dos empreendedores é conseguir tirar… É, cara, agência, quantos, quantas agências que eu vejo que por mais que tenham funcionários, às vezes o cara tem lá 10, 15 funcionários, ele continua com uma cabeça de urgência, eh cuidando ele dos clientes, ele falando no telefone, ele resolvendo o problema, ele fazendo entrega, por mais que ele tenha toda uma equipe por trás. Como que você construiu isso, isso foi fácil para você?
Nossa, confesso de que é desafiador até hoje, porque o meu lado perfeccionista… E é até engraçado, porque eu, eu não invisto nada em tráfego, tá? Não consigo investir em tráfego nesse momento, mal dá conta no orgânico, não dá, porque hoje o nosso ticket médio é a partir de R$ 15.000,00. Hoje nós somos uma agência boutique, já recebi várias propostas de grandes nomes pra gente transformar em franquia, pra compra da empresa, não acho que é o momento, tá? E aí imagina só: as pessoas vêm pelo seu nome. Eu tenho uma lista de espera de mais de 200 empresários…
Fê, sem tráfego, só pelo trabalho que eu faço nas minhas redes sociais, cara.
…imagina. E a pessoa, ela vem com uma expectativa de que ela quer ser atendida pela Brenda, ela quer falar com a Brenda. Hoje é meu maior desafio, tá? Ainda continua sendo. Então hoje eu deixo de aparecer tanto nas redes da minha empresa, e eu dou branding pro meu time, desde head de operações, de conteúdo, de equipe. Eu sou uma cliente da Branding, então eu consigo identificar pontos positivos, pontos negativos, pontos de melhoria o tempo todo. Sou uma cliente, falo que eu sou a mais chata de todos: “Opa, tem uma vírgula aqui, não tá havendo a tempo isso aqui”.
Exato.
Então eu falo que eu sou a cliente mais chata e mais exigente da Branding por conta disso. Mas o ponto principal que mais me ajudou: eu entrei, investi em muitos treinamentos, então eu tô hoje nos maiores grupos de mastermind de gestão, não só para mim, invisto para todo o time também, pro meu time de lideranças, então investi desde manual de cultura, de criar toda a cultura da marca, de desenvolver, de ter uma gestão personalizada. E aí eu tenho o Café com Branding, que é toda quinta, que é um momento deles comigo, onde eu conto, eu compartilho, eu ouço a história das pessoas, a gente é muito próximo.
Nossa, que legal!
Isso para, é uma ferramenta ferrada de cultura, a gente trouxe isso.
É uma reunião que vocês fazem?
É uma reunião mesmo. Aí, por conta do café, que é todo mundo viciado em agência, tá todo mundo adora café, é todo mundo… E aí eu escolho também cada semana é uma pessoa que traz um ensinamento pras pessoas.
Caramba!
Então não sou só eu.
Vocês se reúnem e fazem um cafezinho mesmo?
Exato, mesmo de que eu não esteja no dia devido a alguns compromissos, eles continuam seguindo o Café com Branding, isso que eu acho muito legal.
Quanto tempo dura esse evento, assim?
É uma, duas horas. A pessoa traz um tema geral, traz aquilo que ela aprendeu e ouve a opinião dos outros. Tem essa troca assim muito positiva de cultura.
Legal, hein?
Exato, legal. Outro ponto que eu fiz: eu era muito centralizadora, e WhatsApp, né? Porque os meus clientes hoje, eles estão no WhatsApp, estão no WhatsApp. Depois que eu tirei a gestão de equipe do WhatsApp, fui pro Slack, você não tem noção do quanto minha vida mudou.
É mesmo?
Você não… Assim, você não tem noção!
Eu vou tomar essa nota agora, eu juro, eu vou tomar essa nota agora.
Gente, melhor coisa! Se você é empresário e você usa o WhatsApp para dar bronca na tua equipe, para até para elogiar, para fazer uma reunião por áudio — eu fazia muito isso, como eu errava, sabe —, “ó, tá acontecendo isso”, três minutos de áudio, a pessoa só responde “OK”. Cara, sabe o que que eu fiz um dia que eu falei “cara, vai ser difícil colocar isso daqui”, imagina, mais de 50 grupos no WhatsApp de vários projetos diferentes, eu acordei um dia, falei “cara, não tá produtivo isso”. Seu cliente, tudo bem, né, ele escolhe se ele quer falar por e-mail, qualquer coisa, mas a equipe era muito confuso, era cliente, era equipe, aquela confusão. Chegou um certo dia, eu bloqueei todos os 50 grupos de equipe e falei: “A partir de agora nós vamos usar o Slack. Toda a nossa comunicação…”. E a galera tinha conta, todo mundo foi criando, eu falei… Era um domingo, falei: “Vocês podem criar o e-mail de vocês, eu já fiz o convite, segue. Amanhã, 9:00 da manhã, a gente vai ter a nossa daily pra gente repassar tudo isso”. E aí eles não tinham como responder, ele só mandava um joinha. Todo mundo puto comigo!
Você travou o grupo?
Travei todos, porque senão a gente ia continuar lá. “OK, por sinal tô com problema aqui”, aí já começa… Foi a melhor coisa! Separei em várias, assim, todos os problemas, B.O.s que às vezes tem, relatórios, métricas… Eu sei, eu já, eu já usei o Slack, mas dá um overview aí pra galera o que que é o Slack hoje.
O Slack, gente, é uma plataforma para que de gestão, para que você possa ali conversar ali com as… É igualzinho o WhatsApp, tá? Só que é focado em gestão e organização de empresa. Então hoje, se você usa o WhatsApp e fala com 10 colaboradores, já tá na hora de você sair do WhatsApp, viu? Primeiro de que você perde as informações ali, vira uma confusão, ninguém entende de nada, aí toda hora vira um subgrupo, subgrupo, subgrupo, subgrupo. O negócio vai criando uma, vai virando uma salada, não tem como, não tem como. Então a partir do momento em que ficou uma gestão só no Slack, e aí a gente usa o ClickUp também, que ajudou muito, e aí o Slack ele é configurado com o ClickUp…
Integrado.
…integrado, então assim, foi a melhor coisa!
Tudo integrado.
Tudo, e eu que fiz tudo sozinha, tá?
Caramba!
Toda a configuração, não contratei nenhuma consultoria para isso. Estudando, leio muito, falei: “cara, isso aqui tá uma, é uma conversa sem fim, não para, não para”. E aí o que que é mais legal: você… O que eu achei mais interessante no Slack: você tá falando de um determinado assunto, no WhatsApp as pessoas começam a responder embaixo, e aí já muda para outro assunto. No Slack não, você abre uma conversa, e aí as pessoas podem colocar a resposta naquela mesma mensagem. Então se você troca o assunto, ou se você por exemplo passou o dia inteiro fora, quer entender sobre aquilo, você vai e consegue ver todo o histórico. Pessoas novas que entram no time veem todo o histórico do que foi falado. Ai, olha, mudou minha vida, tá? E…
E quem tem hoje, todo mundo usa o Slack no computador ou também dá para usar no…
Então assim, uma pessoa que fica fora, por exemplo, eu trabalho com construção civil, eu tenho gestores que estão na obra, eles conseguem tocar toda essa operação totalmente pelo WhatsApp, tudo pelo WhatsApp, tudo pelo Slack, aplicativo.
Eu vou, eu vou seguir essa dica.
Foi muito bom, e depois… E quando eu fizer a story, eu vou falar assim, ó: “Isso aqui foi a Brenda, hein?”. Já quero ser patrocinada aí, ó. Já paga nós, paga nós, paga nós aqui, que o Fê ainda tá usando. Falando nesse podcast de milhões… Não, mas, cara, sério, eu vou, vou experimentar de verdade. Eu já tinha testado o Slack há uns três anos atrás, uhum, outra… Eu uso lá o Asana no nos no nossa empresa, eu tô pensando em trocar pro Notion…
Ah, pro Notion, legal.
…que muita gente tá falando, e ele é mais programável e tal. Então talvez eu tô fazendo essa mudança para essa virada de ano, e então pode ser que eu já faça a mudança dupla aí: Slack e, e Notion.
Ah, muito bom. E aí o que que é bacana também: a equipe também amou, a equipe também sentiu a diferença nessa organização.
WhatsApp pesa, né?
Pesa, e aí começa a mandar foto, começa a mandar vídeo, começa a mandar áudio. Nossa, não, e o Slack ainda transcreve o áudio, aí tem gente de mandar áudio de 4 minutos, tudo transcrito.
A máquina transcreve?
Caraca, o que é o que é até melhor às vezes para buscar informação, porque às vezes eu preciso buscar alguma informação em algum grupo. Cara, se foi por áudio, já era, você não consegue pegar aquela informação procurando pelo nome do cliente e tudo mais, você já se perdeu. Com o Slack, uma vez transcrito, você consegue buscar.
Até parece que a gente tá fazendo publi, não estamos.
Não perdeu, não, gente. E se tiver transcrito, você consegue buscar.
Tô confiante, Slack vai ter, vai ser o próximo a estar aqui, tá? Slack, paga nós aqui, viu?
E aí, né, falando de gestão, foi exatamente isso, então uma coisa de que eu sou muito boa: se você me der um feedback hoje, eu aplico hoje, eu não espero. Já põe em prática.
Eu… Então todos os cursos, eu fiquei uma viciada em estudar e aplicar, estudar e aplicar, estudar e aplicar. Você vai vendo os resultados, porque muita gente, muito empreendedor começa a ficar viciado em estudar.
É, não ap-, não aplica.
E aí: “Pô, mas eu não tive resultado”. Mas você fez tua parte, né?
Exato, você pega o conhecimento, fica para você, é como não saber de nada, adianta, né? É como não saber.
E aí hoje tua, tua agência hoje não, né, há 7 anos você começou, você já começou com essa vertente de atender ou não?
Não, comecei atendendo todo mundo, geral. O próprio Partido Democrata, foi Partido Republicanos, né?
Exato.
E olha, eu sou tão aleatória que até o maior bloco de Carnaval de São Paulo eu já atendi.
Caraca!
Agrada a gregos e troianos.
Maravilhoso! E olha que bacana, eu também comecei a organizar de uma forma estratégica esses meus contatos. Olha como a gente sempre precisa das pessoas. Ano passado a Natália Beauty ela já tinha divulgado que teria o Bloco do Pijama e tá, não sei o quê. Cara, fazer um bloco hoje é muito caro, você tem que ter muita verba. E aí em cima da hora, tal, eu falei: “Nati, calma que eu vou te ajudar, eu já atendi o maior bloco de Carnaval, é no Ibirapuera, público estimado de mais de 1 milhão de pessoas, e eu vou te colocar lá e a gente vai ter o menor custo possível com isso, bora!”. E aí não deu certo lá, estávamos na Globo, maior bloco de Carnaval de São Paulo. A gente colocou um QR Code, as pessoas podiam colocar e já ir na clínica ganhar um V-, cara, foi um sucesso! Então eu falo: a gente sempre precisa das pessoas, sempre con-, gente conectando. E as pessoas falavam isso para mim: “Nossa, mas por que que você não, você não tem nada…”. Todo mundo me pede um produto de networking, eu falo: “Olha, não tenho”. É, eu entrei como um overdelivery mesmo pros meus clientes, então eu vejo um, me conecto com outro, e aí virou parte do meu produto, mas como uma entrega adicional mesmo, mas cara, tá na hora… Apesar de que você já tá fazendo isso, mas lançar uma comunidade é, você já tá fazendo isso pelo, pelo, pelo Resenha também.
Pelo Resenha, mas é que você faz com mulheres.
Mas e que você, você conhece um público diverso, então dá para montar uma turma aí.
Gente, é, tô recebendo essa semana até uma reunião muito legal, uma grande empresa aí de investimentos.
Ah, você vai contar?
Pode contar, a XP.
Que legal!
É, lá atrás eu dei uma mentoria pro banco BTG, eu me formei 50 investidores a eles se tornarem a própria marca pessoal ali, de postar, de divulgar. Imagina todo mundo ao mesmo tempo contando sua história, suas crenças.
Que legal!
…disponível para ajudar as pessoas. Eu sei que foi um case absurdo, foi muito legal o resultado, e aí agora essa pessoa que, que fez essa formação comigo tá na XP: “Meu, quero, tal”, não sei o quê. E aí eles falaram sobre isso: “Meu, vamos fazer um evento, vamos estimular”. Então eu recebo muito isso, que isso que é engraçado, né? Você tem… Quanto mais você cresce, você precisa manter o seu propósito muito alinhado, porque você começa a crescer e todo dia é um convite novo, convites muito legais, com empresas gigantes, com cases. Cara, você falar um não para uma pessoa dessa é só estando com um propósito muito alinhado.
Não é, e aparece muita oportunidade. Quanto mais oportunidade aparece, quanto mais não você fala, é mais começa a aparecer oportunidades, quase que recusa. Só que se você, é o que você falou, se você começar a falar sim para tudo, e eu já tive um período da minha vida assim, mais jovem, precisando fazer dinheiro, fazer as coisas acontecerem, era sim para tudo. Minha vida virou uma zona, isso tudo, né? Clientes que não, que não estão dentro dos seus valores, ou que você não, você sabe que não vai dar certo, mas você aceita propostas de que você sabe que já tá… Sabe, não dá, cara. E quando que você mudou, você entendeu isso, falou assim: “Cara, estamos crescendo, já…”. Provavelmente você já tava ficando louquinha de novo, falou: “Meu, vou surtar aqui porque é cliente para caramba”. Você fala: “Entendi, eu vou nichar no público founder, no empresário, no CEO”, não necessariamente dono, né, o CEO, que às vezes não é o dono da empresa. Ainda assim, você, quando, quando que você entendeu esse movimento de mercado que hoje tá muito em alta, mas você entendeu lá atrás? Quando que foi isso?
Tem 3 anos.
Caramba!
Eu comecei a fazer no meu planejamento macro, eu comecei a entender de uma forma muito clara, tá: quem me pagava mais e quem tinha mais resultado, total. Nessa contagem muito básica, eu entendi que era o CEO, e eu entendi que produto que não tem cara, não vende. E eu entendi que pessoas se conectam com pessoas de que querem entender quem é você, quais são os seus valores, qual é a sua história, por que que o cara tinha tanto resultado comigo, o que que a gente fazia, por que que o outro nem tanto. E aí eu falei: pô, é isso, eu vou focar 100% no empresário, né? E hoje virou moda, hoje é branding para cá, branding para lá, eu costumo dizer que branding nada mais é que posicionamento de marca, branding é o que as pessoas falam quando você não tá perto. Então quando eu saio desse podcast Além do CNPJ, será que os comentários sobre a Brenda estão alinhados com aquilo que eu quero transmitir? E o branding é nas minhas redes sociais, é na vida pessoal, é em tudo, né, é o seu posicionamento muito claro de quem você é.
Total, total, é isso aí, o que as pessoas falam quando você não tá perto.
E aí eu comecei a tomar a decisão mais difícil, comecei a demitir clientes que nada tinham a ver com o meu posicionamento.
Como que foi esse processo aí, difícil, hein?
Isso teve um impacto financeiro, claro que teve, óbvio, mas assim, o impacto que deixou a empresa em determinado momento fragilizada? Como que foi?
Eu sempre falo que eu sou muito abençoada, Deus me ama muito, viu? Porque eu não passei por esse momento assim: “Nossa, meu Deus, e agora, e o caixa?”, sabe? As coisas, elas aconteceram na minha vida sempre com uma prova muito clara de que aquilo ia dar certo, sabe, e te dar mais confiança, total, né? Então assim, hoje tendo uma estratégia muito assertiva de vendas, de marketing, de posicionamento, eu não senti essa diferença no caixa, mesmo demitindo essas pessoas.
Você substituiu.
Exato, o mais difícil era a pessoa já tinha resultado, já estava com a gente há um tempo, e você sabe, né, agência é um mercado rotativo, o cara vem, fica com você três meses, “ah, não, vou tentar sozinho”, aí vai para outra. Os nossos não, eles estão com a gente há cinco, seis anos.
Caramba!
Então isso que foi difícil assim, empresas que nada tinham a ver com o nosso posicionamento ter que tomar essa decisão, né? E, e você faz, como você falou, um atendimento de boutique, sim, que querendo ou não, para você conseguir atender um bloco de Carnaval antes de você eh focar toda a energia no CEO, mas bloco de Carnaval, partido e eh político, para fazer um social media do jeito que você faz, você precisa mergulhar no negócio, porque não dá para você… Não é post de “Feliz Dia do Dentista”, né, que é o que o social media hoje faz, fazedor de post, é fazedor de post, que o Canva você dá com inteligência artificial, cria tudo hoje automático. Quando você mergulha em tudo isso, você consegue criar uma pluralidade, pluralidade de, de criativo, de conhecimento, de conteúdo para conseguir tirar leite de pedra na rede social, porque dependendo de quem você tá atendendo para você conseguir engajar, não é tão fácil, e tá cada dia mais difícil, uhum. Quando você vai pro pra parte de, de CEO, né, cara, você tem que envolver para pessoalizar a vida pessoal da pessoa, entender um pouco da família, dos valores, e esportes que a pessoa gosta, hobbies que ela consegue, que ela consegue trazer isso pra internet para justamente construir essa novela, que é o que funciona na internet. Você, você com a tua agência, interfere em tudo isso, entra, né, em tudo isso aí? Ou como que, como que funciona esse processo de onboarding de um cliente que contrata a empresa de vocês? Porque é complexo fazer um, um uma boutique de social media como você faz.
É, é complexo demais. Como que é isso para você?
Sim, e olha, fui muito julgada com grandes nomes aí, tenho muitos amigos concorrentes ou só com foco em tráfego, e nisso, e eles me falam: “Cara, como é que você consegue manter um ticket que ele é alto, sim, num mercado que é rotativo? Como é que você consegue…?”. Muita gente para e me pergunta isso. Na verdade, a gente faz todo esse processo com o cliente, mas o que que a gente faz de diferencial: a gente faz um briefing de diferenciação. Então não é um briefing onde a pessoa, ai, nome, e tal, não sei o quê, não. A gente passa uns três dias com a pessoa de forma presencial, cara.
Que legal!
Tá, então onde a gente vai entender a história, onde eu vou entender os momentos mais difíceis que essa pessoa passou, onde ela vai levar os livros que ajudaram a construir o pensamento que ela acredita, os filmes, as vivências, as fotos lá do passado pra gente resgatar essas narrativas. Todo um processo… Eu falo que eu também, pra você…
Mergulha na vida da pessoa.
Muito, muito, porque senão eu não vou conhecer, senão vai ficar raso. E aí, gente rasa não vende, cliente confuso não compra, não adianta. Então até as funcionárias, elas me falam: “Olha, eu já trabalhei em muitas agências, mas eu nunca vi um negócio desse, da atenção que vocês dão”, sabe? É um momento de briefing.
É o que vocês fazem que faz sucesso.
É um momento de briefing, o cliente chora porque ele lembra, e é difícil contar, né? E é difícil também ter a confiança numa pessoa que você tá contratando para fazer esse tipo de coisa, então assim, é todo esse acompanhamento. E aí tem esse…
Condensar tudo isso em conteúdo, vocês que cuidam?
Sim, aí a gente começa todo esse filtro, toda essa manutenção artesanal, cara, é um artesanal de resgatar essas histórias, de resgatar a narrativa lá do início. E hoje tudo é narrativa, né? Hoje as pessoas não querem acompanhar quem tá aqui, elas querem acompanhar qual foi seu processo, elas querem uma foto sua lá do início, do primeiro contrato, do dia mais difícil da sua vida.
É isso.
…das escolhas difíceis que você teve que fazer, porque quando você olha a vida de um de uma pessoa que hoje todo mundo tá produzindo conteúdo, é… Mas você consegue identificar quem tá produzindo de forma genuína, uhum, ou quem tá com simplesmente lá cumprindo tabela com coisas falsas, e…
E, cara, e às vezes tá superproduzido, não tá malfeito, só que não tem verdade. Não sei se você, com certeza você é muito mais especialista no skill. Se às vezes eu vejo uma pessoa produzindo conteúdo, falo: “Cara, que negócio lindo, que câmera boa, que tudo, que edição maravilhosa!”, duas curtidas, duas curtidas, e não conecta. Aí eu falo: “Cara, tá, tem alguma coisa errada”.
A rede social precisa continuar sendo social, senão, senão vai virar um cinema lá que perde a conexão das pessoas. Eu, por um tempo, quando eu fiz um lançamento de curso há uns anos atrás, foi a primeira vez que entrou um social media na minha, no meu feed, hum. E aí eles pegaram as minhas fotos, super… Teve um tempo, foi em 2021.
Ah, legal!
E a gente, não posso falar que não foi bom, tivemos um bom resultado, fizemos alguns, uns três lançamentos lá, vendemos lá 350.000, gastamos 150.000, tivemos um lucro, só que, cara, eu pelo menos parei e analisei o trabalho que deu, o quanto teve de retorno e o quanto eu tinha de retorno nas minhas empresas, então eu falei: ó, prefiro focar nas empresas e deixa a página aqui. Então de 2022 para cá, eu não vendi nada, só agora o mastermind que a gente começou, que a gente estava conversando, mas, cara, teve uma época que os carrosséis que entravam na minha página era a coisa mais linda, meu rosto metade para um lado, metade para o outro, que você girava assim, cara, não ia, não conectava, o post tava lindo, e eu… Aí eu falava assim: cara, eu achava que ia bombar, e aí quando eu pegava aquele Bloco de Notas escrito e eu tirava um print, jogava…
Bu-, é, mas é de todas as análises e de, né, mais de 1.500 clientes atendidos, tudo que tem cara de que foi uma máquina que fez, não vai dar certo, caramba! Pode estar perfeito, pode estar incrível, pode estar maravilhoso, não vai dar certo. Então o melhor social media é aquele que ninguém percebe que é outra pessoa fazendo. As pessoas param e te param: “Fê, que legal esse post! Aquele post que você fez…”. Às vezes as pessoas me param, e aí não sou eu, né? Aí eu: “Opa, não…”. É que certo, nossa, porque é isso: como é que eu vou estar aqui, vou estar produzindo conteúdo? E você tem que ser constante, é o tempo todo. Então assim, eu participo desse filtro, tem coisas que eu acredito e tal, mas, né, na parte de estagiários, e aí tem duas, três por dia, às vezes você nem lembra do que que entrou lá, total, mas tem que ter a ver com você. As pessoas precisam de parar e falar: “Cara, foi você, me conectei com você, com a sua verdade”, sem esse briefing que você faz, é impossível, não dá. E aí hoje a maioria das vezes, a maioria das empresas, elas te mandam um Forms, você preenche lá mal e mal qual a cor que você gosta, quem é seu concorrente, ah, quem é você, pronto, já era.
No meu não, a gente até… É uma dica para você que é marqueteira também, tá aqui: cara, como começa a perguntar qual é a expectativa, o que que precisa acontecer para esse cara falar: “Meu, valeu a pena te contratar”? Seja específico, porque a pessoa fala: “Ah, eu quero crescer”. Crescer é muito vago. Quanto, é seguidor, é dinheiro, é audiência? O que que você quer, seja específico, exato. Porque, porque muitas vezes a pessoa tá te contratando sem nem ela saber o que ela quer, e aí quando você pergunta de forma específica, você faz ela pensar e avaliar, e aí você traz uma, uma meta inclusive para você. Isso para tudo: “Não estou satisfeito com isso”. Muito vago. O que que não te agradou, é o texto, é a palavra, é o formato? Isso para todos os mercados, todos os nichos, né? Quando você faz social media, você também entra em story, tudo. Então a gente monta todo um roteiro de stories do que que essa pessoa precisa falar. Então como… E aí eu costumo dizer, né: se a gente tivesse montando para você, cara, Além do CNPJ, então você é um cara que fala muito de família, de vida pessoal, de negócios e tal, você tá o tempo todo ensinando e inspirando as pessoas. Então quando você mostra a sua rotina, que é o momento com a sua filha, com a sua esposa, numa academia, cara, você só mostra pras pessoas que você vive aquilo que você pratica, e aí quando ela começa a ver isso com constância, e tem a sua forma, tem a mesma frase na academia, ela começa a conectar. Isso nessa época que eu fiz o lançamento de social media, eu tenho o mesmo pensamento que você: faturei, ganhei muito dinheiro, mas dá muito trabalho.
Live… E o negócio não… E dá mais tempo, a galera acha que é dinheiro fácil, cara, é um negócio que dá um trabalho, e também não é vender na hora que tá tudo pronto. Quando você vende assinatura, que você agen-, ah, o custo é vender login e senha. Ah, mas, cara, é punk, punk, exato.
Criativo para caramba, não aguentava mais gravar criativo, e grava 50, e troca de roupa… Não é? É sério, é surreal! E aí você tem essa rotina, quando você vai pra parte da tarde, você já tem aquilo: o que que eu vendo, o que que eu entrego, qual que é o resultado de que eu gero? E aí de uma forma muito intencional, você vai trazer aquela narrativa para quê: para gerar desejo. Então no seu caso do mastermind, cara, mais de um bi de faturamento, cara, profissionais muito legais e os feedbacks, e o diferencial do grupo, que hoje tem um monte de grupo de mastermind, mas, né, ter as pessoas certas nos lugares certos, e você vai criando esse desejo. Aí à noite tem o momento que a pessoa entende, e a pessoa ela vai vendo e acompanhando isso, tem que ser essa novela, né? Muito. Você vai criando o quê: mais do que clientes, fãs da tua marca. Então hoje eu saio nos eventos, é até engraçado, no evento que a gente fez do Resenha, uma mulherada levando presente para mim, eu falei: “Gente, o que… Ai, meu Deus do céu, o que que eu tô aprontando aqui, que legal!”. E é engraçado, e aí as pessoas: “Brê, eu te sigo”, e tal, “parece que eu sou sua amiga, que eu vejo onde você conta tudo”. E é engraçado, né, eu até tinha um apelido que eu chamava elas de “valiosas”, que eu falava, né, que, cara, valioso, precioso é algo que vale muito.
O público é maioritariamente feminino, não é?
Hoje em dia não mais, mas na época dos lançamentos eram. E aí eu trazia muito isso. Hoje como eu tenho muitos homens também, acabo inspirando, tenho muitos clientes homens, não faz mais sentido “valiosa”. E aí até hoje as pessoas falam, porque ficou marcado. A Virgínia é um grande case disso, né? As pessoas pensam que ela tá ali de brincadeirinha, mostrando a vida, cara, ela abre uma live, ela vende 60 milhões, simples assim.
Ela é muito inteligente, cara, muito.
Ela até postou um case aí, eu como especialista fazendo uma análise de posicionamento: ela postou uma bolsa da Hermès que custa mais de 1 milhão, paralelo a isso, ela postou uma decoração de Natal que ela fez na casa dela que parecia um shopping, né, mas de… Nas redes sociais dela?
Ah, é?
…essa bolsa. Decoração de… Decoração de Natal, só que ela fez a… Parecia a decoração de shopping, que era uma mansão, um negócio assim. Ela gastou mais de 500.000 só nessa decoração de Natal. Só que olha a questão de posicionamento: quem é o público dela? Cara, é mulherada classe B, C, D, cara. Natal para essas famílias, Papai Noel. Então, com a bolsa da Hermès ela foi muito criticada: “Pô, gastar 1 milhão numa bolsa, não sei…”. Na decoração de Natal que ela posta, a galera amando: “Nossa, mas se eu tivesse condições, eu faria, eu faria igual”. Ela conhece muito bem o público dela. Ela tem sequência, ela tem frequência, e o ser humano, o brasileiro…
Story dela é lotado.
Exato, e o brasileiro, existem vários estudos científicos que falam, né, que a gente adora ter a sensação de que a gente sabe o que vai acontecer no final, é o filme clichê que se muda a historinha, a gente já fica puto. Então ela sabe, tanto é de que ela tem uma forma de começar esses stories e a forma de finalizar todos os dias igual, e com horário. Então, cara, ela é muito, muito estrategista em cada ação, em tudo, conhece muito o público dela. Isso é muito legal, né, de conhecer exatamente quem é esse público.
Ela hoje é a maior, hoje ela é também é uma máquina de produção de conteúdo, né?
Uma máquina de produção de conteúdo, e assim, para quem não entende, “ai, é só mostrar a vida”, de jeito nenhum, vai pensando.
E, cara, esses dias eu tava, a minha tia foi visitar a bebezinha em casa, hum, sei lá, 60 anos de idade, e ela é totalmente avulsa de internet, pra você ter ideia, ela nem sabia da, do Além do CNPJ. E aí a gente, e aí ela viu o negócio do Além do CNPJ, tava perguntando lá o que que era, aí eu comecei a explicar: “É, é mais ou menos tipo a Virgínia”.
Ah, meu Deus!
[risadas]
Aí eu falei: “É, é mais ou menos tipo a Virgínia, uma página”, e tal. “Ah, porque, meu, eu tenho isso aqui”. Ela tem o Instagram só para seguir a Virgínia.
Ó lá, gente!
Ela tem 60 anos, 60 anos, e ela é pirada na Virgínia. Então provavelmente tá, não posso dizer isso, mas pergunta para ela como é que ela conheceu, por conta de… Nem tenho ideia.
Ela tem um programa no SBT, e o SBT atinge essa, esse público mais velho que assiste TV, aquela coisa. Olha isso, cara! Ela tá no digital pegando toda essa geração Z, e ela tá numa TV aberta que atinge toda essa geração mais velha e tal, vai perpetuar pelo amor de Deus.
Gênia, gênia, assim, admiro muito a estratégia, o posicionamento dela, porque, cara, tá até lançando música pro marido, porque ela é ligeira também, ela faz a música explodir, exato. Eu acho que assim, nós como empresários, apesar de serem nichos completamente diferentes, tem muita coisa ali que dá para você estudar e ver o que que funciona e aplicar no teu, total.
Não, com a Virgínia, a Anitta, cara, tem… Eu vejo um monte de gente criticando a Anitta e mais, cara, para de ser alienado, analisa as coisas do ponto de vista de business, uhum. Anitta é uma baita de uma empresária, cara, ligeiríssima.
Anitta é uma das mulheres mais inteligentes…
Não quer, não gosta da música dela, mas quem tá falando de música? Eu tô falando de business, sabe? As pessoas têm uma, uma cegueira, sabe, tipo de encaixar: gosto ou não gosto, gosto ou não gosto, e não conseguir analisar uma coisa de forma fria.
Sim.
E, cara, Anitta é uma máquina de trabalho, eu tenho uma admiração gigante por ela.
Eu também.
Uma baita de uma, de uma empreendedora, toca a carreira dela por muito tempo sozinha.
Não, e uma, teve um episódio muito engraçado: a gente foi fazer um evento do YouTube, eu acompanhei a Gretchen, e as duas não se conheciam pessoalmente, e a Anitta admira muito a Gretchen. A gente entrando no camarim assim, as duas se abraçando, cara, eu fiquei paralisada assim, porque eu tava, né, estrategista ali avaliando. Cara, é uma menina, e falando de assuntos tão leves, e uma voz tão calma, uma pessoa completamente diferente. E ela tava meio para baixo ainda esse dia, quando ela subiu no palco, outra pessoa, totalmente diferente: posicionamento, a voz, o poder, cara, você vê que, que realmente criar ali o personagem, criar a sua persona, o seu produto e ter um posicionamento, tem as cores que usa, tem a forma que fala, o que não fala, o que gosta, o que não gosta.
Caramba, exigência!
E você, e na internet também é assim, sabe? Não dá, cara, você tem que ser intencional. “Ai, mas vai do jeito que você quiser, as pessoas vão te aceitar”. Que não, desculpa, mas não é isso, não dá para você, se você fizer de qualquer jeito, não dá. Você tem que ser intencional, você tem que ser intencional em tudo, total. E assim, o networking, ele é uma troca: que que eu posso somar, que que eu posso ser útil na tua vida, como, como é que eu somo na sua vida? Em todos os meus contatos grandes assim, pessoas, eu sempre fui com essa mentalidade de: eu quero ajudar essa pessoa, o que que eu posso fazer por ela? Você chegou aqui assim, foi assim: “O que que eu…”, e eu tenho, e você começa a viciar nisso: gerar valor, gerar valor, gerar valor. E aí Deus e o universo retribuem das coisas, da forma mais linda possível. Tem gente que não vai, que vai usufruir desse favor, uhum, e virar as costas, e isso é bom também. Se para para analisar, quando você faz um favor pra pessoa e essa pessoa ela não é grata, no final das contas esse favor custou muito barato para você, porque você filtrou quem são as pessoas que estão com você. Eu tô com, com um amigo, eh, amigo, um colega na verdade, não é, não se tornou amigo assim de, mas é um colega que eu gosto bastante, e ele tá passando por uma barra. E nesse momento eu fui lá e falei para ele, falei: “cara…”, e ele tem bastante dinheiro, falei: “você tá vivendo uma coisa que naturalmente você vai filtrar, é, é um sinal de Deus para você identificar os corvos”, porque eu já via que o fato de ele ter muito dinheiro, tanta gente do lado dele, e, cara, eu tenho um, eu tenho um sexto sentido pra, pra gente falsa, sabe?
Eu também tenho.
E minha esposa também tem, e ela é melhor que eu ainda, porque algumas vezes ela falou assim: “não, essa pessoa aí não, calma”. “Ah, você tá pegando no pé”. Ela acertou 100%. Então, e eu olhando assim, falo: “cara, estão colando nele por causa do dinheiro dele”. E aí hoje, com uma dificuldade que ele tá passando, zero apoio, zero apoio, e essa hora é a hora que você entende. Então às vezes você vê uma má notícia achando que é uma má notícia, mas é um sinal de Deus para as coisas for-, serem clareadas na tua vida de: “opa, essas pessoas aqui estão aqui só por causa do interesse”. E, e aí agora rapidinho voltando, eu quero te fazer duas perguntas principais de duas coisas que me chamaram muito atenção. Uma delas, antes de entrar na parte do, do teu jeito, de como você faz isso naturalmente, mas uma delas é: você acha que todo CEO tem que estar presente na internet, ou isso é, ou isso é, é relativo do ponto de vista de “ah, é um mercado muito fechado, é um mercado B2B”, é uma… Precisa ou todo mundo precisa, ou alguns setores sim, outros não? Quem trabalha mais com B2C é obrigatório; B2B, a depender. Qual é a tua visão disso aí?
Cara, a gente tem dois pontos, tá: a gente tem histórias de empresas de muito sucesso, e aí que é supernecessário ter alguém, ter um rosto para reforçar o propósito, reforçar a confiança de marca. Mas a gente tem um outro cenário onde temos sim uma empresa de sucesso, virou case e tal, mas o fundador odeia, e além de tudo ainda fala muito mal, não tem essa aptidão com câmeras, para ele é muito difícil. E aí qual que é o caminho que essa pessoa pode ir: contratar influenciador ou UGC Creator. O que pr-, o que precisa ser feito é humanizar a marca, mas nem sempre vai ser o fundador, entende? Então o UGC Creator hoje são pessoas que quando você, né, tem o, o seu ICP, seu cliente ideal e tal, muito bem definido, você vai atrás desses UGC Creators, que são pessoas que não necessariamente precisam ter seguidores, mas eles estão disponíveis para produzir um excelente conteúdo para você, para aparecer por você no, no teu Instagram…
No seu Instagram.
…no seu Instagram, e aí você contrata essas pessoas. Claro que tem a ver com o seu cliente ideal, e essas pessoas vão humanizar a tua marca. Então assim, o sócio apareceu ou não, precisa ou não? Conheço muitos que depois que apareceram tiveram muito resultado. Um exemplo é, é a Ysect, né? Hoje a verba que eles tinham de influenciador não precisa, eles estão, cara, faturando muito depois que os dois começaram a aparecer. O custo por lead ficou mais barato, as pessoas começaram a comprar mais, eles se tornaram referências, e ele fala muito de que produto que não tem cara, não vende. Mas eu também conheço muitas empresas e muitos negócios onde o fundador especificamente não tá ali, mas quando eu abro aquela rede social, aquela rede social é humanizada: tem influenciador, tem artista, tem UGC Creator, é humanizada, tem uma pessoa real por trás que, que tem os valores da marca.
Entendi.
E quem não, quem tem vontade de, que vai… Por exemplo, estamos falando com empresários, uhum. Se algum empresário aqui eh se identificou com essa segunda, com essa segunda parte, que é: “pô, eu acho que eu preciso sim me posicionar, só que eu não quero ser essa pessoa”, a tua agência também cuida disso?
Cuida.
Caramba, que legal!
Hoje nós temos um braço sim, mesmo sem o… Total! Hoje nós temos um braço muito forte de marketing de influência, onde eu reúno todo esse meu networking, mas também com agências parceiras, onde você me fala: “bom, eu preciso de empresários de 35 a 55 anos que gostam disso, disso, daquilo, que não aceitam isso, aquilo, enfim…”. Você tem todas as suas premissas de cliente ideal, e eu venho com mais de 10 nomes para você escolher quem são essas pessoas. Paralelo a isso, a gente monta todos os briefings, roteiros, grava com essas personalidades, e aí o engajamento da marca é outro, né?
E, cara, você cuida de tudo?
Cuidamos de tudo.
Caraca, bicho, esses 15.000 não é um, é um… É a entrada, né? Tem contratos maiores, porque para gerenciar isso aí, eu acredito que é um… É uma… Hoje acabou se tornando um ecossistema mesmo, onde tem todo o planejamento estratégico de marketing, designer, social media, esse acompanhamento com os clientes. Então tem social media que vai viajar com o cliente, para quê? Para ter toda a rotina nos stories de tudo, inclusive com a própria Natália Beauty a gente fazia tipo um reality aqui nos stories, que eram as sociais medias da conta. Então assim, toda a parte de design, media kit, vendas, produto, é nossa, surreal, cara!
Trabalho legal, porque se não tem tudo isso, como é que você mensura o ROI que você tá tendo? Faz sentido ter esse investimento em marketing, o que que tá voltando para você, exato.
É o que eu vejo, e pior que é assim: agora tudo que que vira moda na internet, de que precisa ser feito: “agora você precisa posicionar, você precisa aparecer”, começa a haver uma, uma… Um movimento muito grande de todo mundo aparecendo, só que de forma descoordenada. Aí você fala: cara, às vezes eu vejo alguns, alguns amigos meus, inclusive, que eu tenho até vontade de dar feedback: cara, desse jeito que você tá produzindo conteúdo, e eu tô vendo uma estrutura, cara, por trás. O cara gastando lá… Cara, o que eu falo é o seguinte, tá: deve estar gastando seis contos, sete contos. É barato ou é caro? 7.000 para não dar resultado é caro, 15.000 dando resultado é barato, é aquilo, tudo é relativo, exato. Só que uma equipe, uma pessoa que fica seguindo essa pessoa 24 horas por dia, essa pessoa vai lá na sala do RH, aí faz um vídeo de RH e tal, tal, tal, e a pessoa do RH assim, ó, olhando pra câmera, assim, sabe, tipo toda travada. Mas por quê? Porque não tá produzindo conteúdo de verdade. E aí eu vejo aquilo e falo: cara, não tá surtindo efeito para essa pessoa. Então, cara, e você acha que quem quiser, aí uma dica para quem quer fazer isso no bootstrap, talvez não tá no timing de contratar a uma agência como a sua, qual dica que você daria para um CEO de que precisa eh ir pra internet, ele entende que é o momento, ele também quer ter essa visibilidade, mas ele vai começar inicialmente sozinho? Qual, quais seriam talvez as coisas que ele pode se preocupar no começo?
Perfeito. Então primeiro essa clareza, e você mesmo fazer esse briefing estratégico de diferenciação, boa: quem é você, essa linha do tempo de crescimento, de faturamento, quais foram esses pilares que te ajudaram a chegar lá? Porque, né, ali só, só com esse, só com esse pequeno exercício de autoconhecimento de fazer uma linha do tempo do seu crescimento já define sua linha editorial, total. Porque, cara, não dá para você fugir daquilo de não ser o seu case transformado. Você, você tem que… O motivo pelo qual as pessoas te seguem é aquilo de que você tem para transformar, para mostrar, para ensinar, para inspirar, né? Então a sua linha editorial são esses assuntos, é esse fio condutor de tudo aquilo que foi construído na tua vida como, né? E aí você resgata suas histórias mais profundas, seus momentos desafiadores, seus momentos de alegria, essas narrativas lá do início, né? Porque as pessoas gostam de acompanhar isso, isso é uma espécie de um brainstorming que a pessoa vai ver que tr-… Ela mesmo num mapa mental, escrito como ela preferir, tá? Só de ela fazer isso já vai ser assim: “ó, obrigado, universo!”. É, e aí principais concorrentes, o que que ele gosta nesses concorrentes, o que que ele não gosta, o que que comunica, o que que é o produto dele. Para ele estar nas… O que ele quer, exato. Para ele estar nas redes sociais, o que que tem que acontecer: tem que ganhar mais dinheiro, tem que dar ROI, tem que ter mais visualização? Qual que é a meta de seguidores dele, tá? Muita gente que tá começando a produzir conteúdo não tem nem ideia, exato. Tá só, não tá aí? Copia aí, vai pro ChatGPT ou copia os outros, e aí é isso aí. Aí dá no mesmo, de que não constrói. Você acha, o cara não tem nem… Não tem nem prova social. Você acha que a agência vai fazer milagre? Não adianta, o marketing ele não faz milagre, o marketing vai potencializar aquilo que você já faz de melhor, né? Então assim, só de ele fazer esses primeiros resultados, aí já vai ser, ó, meio caminho andado. Mas como a gente tá aqui, eu gostei muito de você, se eles mandarem ó no meu Instagram @brendaleier “posicionamento”, eu vou mandar um curso gratuito para vocês, para vocês começarem aí nas redes sociais.
Que massa! O editor já colocou o teu, teu b.g.zinho aqui na, na tela. Já coloca de novo, Tiagão: @brendaleier.
@brendaleier “posicionamento”. Manda lá no meu direct que na mesma hora você vai receber um curso gratuito, e assim, não é curso água com salsicha, não, curso bom, que vai te fazer ter ali…
Curso que deveria ser pago.
Deveria ser pago, mas é gratuito pra gente gerar valor.
Que legal, obrigado! E, e aí agora a última pergunta que eu queria te fazer, a gente já tá chegando na nossa parte final, eu tenho duas perguntas para te fazer: uma, uma antes e outra depois dos patrocinadores, tá? Beleza. Eh para você, quem te olha interagindo é uma naturalidade surreal. Você faz isso com naturalidade mesmo, parece que você nasceu para isso. Eh desde a hora de que eu te conheci aqui na, na recepção e trocando ideia, e ta, ta, tal, até aqui o papo de que você tá levando hoje com a gente, cara, como que é para você essa naturalidade toda, se isso é, é 100% natural, você já falou que isso vem da sua mãe e tudo mais, mas isso é 100% natural ou, ou você também tem uma…? Você, quais são as suas dores na, na, na interação com pessoas? Você tem inseguranças? Como você lida com isso? Falo isso de uma pessoa tímida para, para modelar, eh mas também para trazer esse, esse conhecimento para as pessoas que muitas vezes têm dificuldade de networking, porque eu fui uma das pessoas que foi a primeira talvez que eu me, me recordo a falar que networking não é tudo, por mais que é extremamente importante, mas tem muita gente que fala: “cara, se, se não fizer networking, sua vida não prospera”, achando que é só isso, cara. Por muito tempo eu me fechei dentro da minha sala, trabalhei por anos e anos de anos, e prosperos, trabalhei prosperando com networking, talvez poderia ser melhor? Com certeza. Tô focando em networking agora? Tô. Mas acho que é uma etapa, não é A ou B, aqueles extremos de que se você não tiver networking, você… E hoje networking eu tenho visto o quanto isso tá me impulsionando, de fato. Mas não é tão, tão simples para mim. Para você parece muito. Como que é esse processo para você, isso é, é natural 100%? Quais são suas inseguranças quando você sobe num palco, você não fica nervosa? Como que é? Dá, fala aí da, da, do teu processo de, de uma das, na minha opinião, te conhecendo agora, uma das suas potências, essa é uma das suas potências: essa conexão de que você tem com as pessoas. Como que é para você isso aí?
Putz, vou te abrir o meu maior segredo: para mim é muito difícil.
É mesmo?
Muito, mas eu já vou te contar qual que é esse segredo. Eu fui fazer teatro, eu fui fazer várias coisas, coaching… Não, já o quê, com 20 anos, para desbloquear. Começava a tremer, meu coração começava a acelerar, começava a me dar um “meu Deus, não vou”, sabe? Síndrome da impostora, sempre tive muito claro.
Caraca!
E até hoje, esses dias eu dei uma palestra na, no Carlos Wizard, um público de mais de 2.000 pessoas, e eu falei: “Meu Deus!”. E era uma entrevista, ele iria me entrevistar com outros três grandes cases, eu falei: “Gente, o que eu tô fazendo aqui?”. No camarim, o cara que mais me ensinou sobre marketing, que é o Samuel Pereira, falei: “Jesus!”. Mas eu tenho algumas técnicas. Primeiro: aja como se já fosse. Quando você começa a fingir que você é bom naquilo, cara, você se, você se torna.
É isso mesmo que aconteceu comigo.
Então eu sempre agi como se eu já fosse, sempre, sempre, sempre, sempre. E a respiração… Hoje as pessoas só dá para perceber se você tá nervoso se você fala. Então é um erro, né: “ai, gente, eu tô muito nervosa aqui, mas eu vou me apresentar”, ou finalizar: “ai, é isso, ai, tô acabando”. Se você não comenta com o outro, não dá para, não dá para saber que você tá nervoso. Ninguém nem sabe se você errou, se você não falou, se você falou besteira, então primeiro ponto: nunca comunique que você está nervoso, aja como se você já fosse. E aí você começa a entrar num exercício de autoconhecimento: quem que é uma pessoa muito de podcast, de entrevista, de respostas muito boas? Começa a, a avaliar, assistir como que é o posicionamento, como que é a voz. Eu comecei a perceber isso sem curso, sem nada, só de assistir: pô, quando a pessoa tá num palco e ela começa a andar muito devagar, dá sono, mas começa a perceber a pessoa que vai andando muito rápido e ela continua falando, aí ela para e faz uma… Isso conecta as pessoas. Então eu comecei a agir como se eu já fosse, e o nosso inconsciente ele não sabe o que que é real e o que que não é. Então eu comecei a entrar nessa onda de vibração de que eu já era.
Total.
Desde a melhor pessoa do pitch, da fala, da clareza, de tudo. Isso me ajudou num nível, num nível que eu tô nesse tipo de evento, e assim, para mim é difícil, eu saio morrendo de dor de cabeça, consome minha energia, tá? Eu saio também…
Consome a minha energia de um tanto que é tanta gente, cara. Eu nunca, nunca nem comentei isso, cara, eu saio morto!
Eu também.
De um evento de networking, eu saio morto!
Exato, mas por quê? Porque eu não estou no meu estado natural, eu tô ali… Caramba, não é o seu estado natural! Não é, e todo mundo me pergunta: “Brê, como é que você consegue?”. Cara, quando você entrar naquele ambiente, você vai lembrar de mim, você vai agir como se você já fosse, e aquilo é muito natural para você. Nossa, mas para você… E você começa a se imaginar fechando grandes negócios. Cara, um papo louco, né? Mas você começa se imaginando, imaginando como é o palco. Lugares que você já foi é mais fácil porque, né, o nosso, o nosso corpo já conhece aquilo, então é mais confortável. Mas hoje o falar em público, cara, tem vários estudos que falam que as pessoas preferem morrer do que falar em público. Olha que loucura!
Caraca, é a… É um das, é uma das dores universais, né?
A maior, a maior, então assim, não é tranquilo para mim, não é natural. Hoje, hoje em dia, como eu faço muito, é mais fácil, mas ainda assim, quando surgem uns cases gigantes, dá aquele frio na barriga, eu fico: “Meu Deus, agora ferrou!”, mas eu vou, né, mas vai ficando mais natural. E quando você vê, e aí você se assistindo, você fala: “cara, não é que eu tô bom nisso?”. É isso, porque, cara, no comecinho quando eu comecei a dar palestra, B., eu ficava muito nervoso, muito, muito, muito, muito nervoso. E aí eu, no comecinho, eu falava que eu ficava nervoso: “Ah, ó lá”. Eu falava, aí eu até brincava, eu falava assim: “Ah, eu descia do palco, pegava na mão da primeira pessoa, falava: como tá a minha mão?”. Aí eu falava: “Gelada”. Falei: “Então tô nervoso mesmo”. Aí, eh cara, hoje já aconteceram algumas, e eu ficava muito… Você não tem noção do nível do nervosismo assim, a ponto de soltar intestino, caramba, assim, de nervoso, fisicamente, uhum. Aí já faz mais ou menos uns dois, três anos que quando, quando tá para começar uma palestra, por ex-, esses dias eu dei uma palestra… Eu fui, eu fui garoto-propaganda do Itaú, ah, foi superlegal, foi, foi um baita projeto legal, saiu nos relógios junto com o Ronaldo Fenômeno. Aí eu dei uma palestra junto com o Ricardo Amorim, cara, para subir no palco com o Ricardo Amorim, eu fiquei zero nervoso, ó lá! Não que eu não tava dando importância, às vezes até meu cérebro começou: caramba, eu tô sem, eu não tô nervoso, será que eu não tô dando importância? Falei: não, tô dando uma baita importância, estudei pra caramba para subir aqui, mas, cara, não tava nervoso. E aí é o que você falou: o que que eu fiz quando eu vi que essa era a grande dificuldade que eu tinha, eu falei: toda oportunidade que tiver de fazer, eu vou fazer. Nunca negue palco. E automaticamente as coisas vão ficando naturais. Eu ainda fico… Sempre quando eu começo um podcast, eu começo todo perdido, sempre assim, acontece isso ainda. Os primeiros cinco minutos são sempre os piores, são sempre os piores. Quando eu começo uma palestra, eu começo, então eu tenho treinado o começo da palestra. Toda vez que eu treinei muito e querendo decorar alguma coisa, nunca funcionou. Então no final eu sempre planejo mais ou menos como que eu vou começar, e no final eu começo muitas vezes sem ser por onde eu planejei, mas pelo menos eu sentia mais segurança, mas ainda para mim é um processo de construção, né? É um processo de construção a todo momento, eu tenho visto as pessoas que eu admiro que fazem aquilo, e modelo, e você faz isso muito bem. E, pô, é muito legal saber que isso para você também não é natural.
Totalmente treinável, totalmente, até hoje. Ah, gostei muito de conhecer, viu? Parabéns pela sua trajetória, pelo podcast.
Obrigado mesmo.
Não acabou, tô aqui cheia de ideias, tá, ó, então tamo junto. E não acabou ainda, vou agradecer rapidinho os patrocinadores, mas eu tenho uma pergunta final para te fazer ainda, guria, beleza?
Galera, todo esse audiovisual de qualidade, todo esse, esse papo, olha isso aqui, cara, que a gente chegou para conversar, e assim a gente tá entrando em outras esferas aqui do do papo de negócios, falando sobre coisas que às vezes você nem acredita, mas eu acredito piamente que essas coisas acontecem porque eu presencio isso que que a Brê tá falando. Mas queria agradecer todos os patrocinadores que acreditam no nosso projeto e por conta disso investem para que esse podcast seja gratuito aqui na internet para todo mundo consumir esse conteúdo.
Começando pela Semic Displays, do meu parceiro Adalto de Carvalho: tá precisando vender mais? Então o seu negócio precisa de soluções criativas para PDVs: balcões, bandejas, displays e muito mais, site e arroba aqui na descrição.
SMB Store, do nosso parceiro Alonso, nosso patrocinador master: desde 2018, a SMB tem ajudado micro e pequenos empreendedores a controlarem seu estoque, vendas e financeiro, tudo isso com sistema acessível e fácil de usar, site e o arroba aqui na descrição.
RPL, do Rodrigo Álvares: a RPL oferece a solução completa de marketing digital para negócios, cuidando das empresas com olhos de dono, e-mail e arroba aqui na descrição.
WJR Consulting, do meu parceiro Valenstein Júnior: aumente seus lucros, seja aumentando receita ou reduzindo despesas, gestão financeira descomplicada para empresários, o site e o arroba da WJR aqui na descrição.
Inspira Capital, do meu parceiro Fabiano Brito: operação e gestão financeira por assinatura, o braço direito do empreendedor, BPO, gestão financeira por assinatura, gestão de marketing, RH, site e arroba da Inspira aqui na tela.
Polux, do Ricardo Ferrazini: sabia que existe oportunidade de desembolsar menos com impostos através de um planejamento tributário, especialista em gestão de tributos e de crise, o site e o arroba aqui na descrição.
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E De Cisto & Borgesi Advogados: você tá com advogado, você tá com advogado, você tá com dificuldade para pagar seus impostos, você tomou alguma autuação tributária que está colocando em risco a sobrevivência do seu negócio, chama a turma da De Cisto & Borgesi. Eles são escritório jurídico especializado em Direito Tributário e Empresarial, site e arroba aqui na descrição.
Galera, todos essas empresas e esses empresários são empresas que eu conheço, fiz a curadoria. Todos que quiseram eh investir no, no projeto aqui, eu avaliei não só a trajetória da empresa quanto do empreendedor, são empresas sérias, e que, cara, naturalmente também algumas pessoas que também são empresas sérias e empreendedores sérios que quiseram investir, eu não sentia que dava fit com o público e preferi declinar porque eu sabia que não ia dar tanto resultado. Então todos esses empreendedores que estão aqui investindo na, no podcast são eh soluções para dores que normalmente você tem, e que possivelmente uma das coisas que você tá enfrentando aí de problema, um deles consegue te ajudar, beleza? Tamo junto, obrigado a todos.
Brenda, seguinte…
Que demais! Quanta empresa legal, bastante gente, bastante gente, muito bom!
Queria te fazer uma pergunta final, e para eu te fazer essa pergunta, deixa eu colocar água aqui para você, pra gente… Para eu te fazer essa pergunta, eu queria contextualizar uhum da seguinte forma: imagina que você tá com os seus… Quantos anos agora?
…está com seus 29 anos agora, baita trajetória, baita história legal, linda a tua a tua trajetória. Pessoa inquieta que começou a fazer, foi lá na unha e conquistou tudo que conquistou. Casou há um ano, vida linda pela frente, mas você sai aqui do podcast, pega teu carro para ir embora, bate o carro e morre. Tô só batendo na madeira, nunca ninguém bateu o carro e nunca ninguém morreu, tá? Fica tranquila. Mas só para trazer peso pra pergunta: cara, Deus te chamou mais cedo, do nada você acorda lá do lado dele, fala: “Como assim?”. Ele fala: “Meu, missão cumprida”. Você falou: “Não, eu tava correndo, agora, agora que tudo tá dando certo”. “Não, mas sua missão tá cumprida”. “Que missão, eu tava no meio do caminho?”. “Não, sua missão tá cumprida”. Imagina que isso aconteça, e essa é tua última vez que você passa uma mensagem pro mundo. Que mensagem você deixaria para a humanidade?
Meu Deus! Você quer me fazer… Eu tô aqui assim, ó, gente, de um jeito… [risadas] Eu já tô assim… Mas é pra trazer… Uma das coisas que eu mais vejo, e hoje a depressão sendo a doença do século, burnout, né, pessoas depressivas querendo tirar a vida, eu fico imaginando, sabe? Eu amo viver. Só de pensar que ainda… Que vai acontecer, que é a nossa única certeza, nossa, eu já fico louca, que eu falo: gente, eu amo! Eu já sou aquela pessoa que acorda insuportavelmente feliz.
[risadas]
Isso, eu sou assim. Essa sou eu, eu já acordo com um louvor, e meu Deus, meu marido que já é meio emburrado de manhã, não dá. Mas o meu último recado seria que no final a conta fecha. No final, a conta sempre fecha para aqueles que persistem nos seus sonhos, para aqueles que persistem nas suas ideias, que confiam, que acreditam. Hoje é um bando de gente insegura, que por conta de um feedback, por conta de uma coisa que não deu certo, eles desistem de tudo, eles abrem mão de tudo, sabe? E vendo a minha trajetória, que eu ainda nem contei, sabe como que eu nasci, não? Meu avô cortou o meu cordão. A minha mãe, ela era muito magrinha, então ninguém percebia que ela tava grávida, e ela com 15 anos não queria contar para ninguém. Quando a bolsa dela estourou, quem fez o meu parto foi o meu avô, sem experiência nenhuma, e eu nasci, nasci prematura, mas o meu avô fez o meu parto. E isso me diz muito sobre a vida, sobre a força dessa mãe. Mulher sozinha ali na luta, segurou. A gente precisa um pouco dessa força dessa mãe, sabe? Reta final do ano as pessoas acham: “ai, acabou, né, vai sair ali entre 18, 20 de dezembro, ai, acabou, não posso fazer mais nada”. Não, cara! Quais são os seus planos, o que que você quer deixar? Eu tenho certeza de que se eu fosse embora hoje, um legado na vida de centenas de pessoas eu deixaria: de gerar valor, de ser verdadeira, de ser fiel àquilo que eu acredito. Cada proposta que eu já recebi, cada não que eu tive que falar, cada coisa que eu tive que abrir mão porque feria os meus valores. E é contra você ter a coragem de seguir carreira solo, de bancar aquilo que você acredita, imaginar que no final a conta fecha para aqueles que acreditam. É fácil falar quando você tá lá, e quando você tá na bosta sem nada? Exato, exato! E às vezes quando você tá na bosta, aparece uma baita oportunidade financeira que pode te tirar dela e fere teus valores. Então se você tá aqui, tá pensando, tá… “Mas quando que minha hora vai chegar, quando que minha conta vai fechar?”, cara, faz esse exercício de autoconhecimento com você mesmo, de quem é você, do seu faturamento, do que você quer mais da vida, sabe? Cria tesão pela vida em acordar, em fazer diferente, sabe? Acredita, confia em algo maior, que eu tenho certeza que você vai voltar aqui e vai falar: “ó, não é que a conta fechou para mim?”. A conta fecha, cara.
Que prazer Zasso te conhecer!
Ai, prazer, viu? Muito feliz de te conhecer mesmo.
Você é uma pessoa muito querida, muito, muito alto astral, obrigado mesmo, baita, baita de um papo, e, cara, tem um curso agora que é como… Palavra?
“Posicionamento”, nas minhas redes sociais.
“Posicionamento” no Instagram da Brenda: @brendaleier, Brenda L-E-I-E-R. E aí quando você tiver assistindo, marca a gente, marca o Além do CNPJ também, me marca pra gente ver que valeu a pena o presente.
Isso aí.
Muitíssimo obrigado mais uma vez por ter participado, vamos trocar ideia, vamos começar a fazer negócios juntos com certeza, e muito obrigado mais uma vez, viu?
Obrigada, gente, tchau, tchau.
E você que ficou aqui até agora, muito obrigado por ficar até o final. Aqui embaixo tem vários botõeszinhos, clique em todos para engajar, e até a próxima, valeu, sucesso, tchau, tchau!
