O Brasil Que Dá Certo: Como Criar Redes de Networking de Alto Impacto e Humanizar as Relações Corporativas com Sandro Augusto | Além do CNPJ (EP #057)
A Força do Capital Relacional e o Empreendedorismo de Propósito
No ecossistema de negócios contemporâneo, a frase “o seu net worth é o seu network” tornou-se um clichê de mercado. No entanto, criar redes de relacionamentos perenes que gerem valor real para os negócios e para a sociedade exige muito mais do que a simples troca de cartões de visita. Exige curadoria, integridade, constância e a capacidade de humanizar as relações corporativas.
No episódio do podcast Além do CNPJ, o host Felipe Cassola recebeu Sandro Augusto — comunicador, palestrante, curador de líderes e fundador do movimento O Brasil Que Dá Certo, ecossistema que reúne quase 3.000 presidentes de empresas e C-levels responsáveis por cerca de 12% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
Após uma trajetória que começou como bancário no Grande ABC e passou por mais de 2.000 entrevistas com líderes empresariais na televisão regional, Sandro revelou como transformou o capital relacional em uma ferramenta de transformação econômica e social.
1. As Três Fases da Construção de uma Rede de Alto Valor
A consolidação de um ecossistema relacional de grande porte não ocorre da noite para o dia. Sandro dividiu sua caminhada em três ciclos de cinco a dez anos:
[Fase 1: Mídia Local & Acesso] ➔ Mais de 2.000 entrevistas na TV regional do Grande ABC.
[Fase 2: Expansão Nacional] ➔ Encontros corporativos nas casas dos maiores C-levels do país.
[Fase 3: Institucionalização] ➔ Consolidação do selo "O Brasil Que Dá Certo" (Mídia, Livros e Ação Social).
2. O Caso GRAACC: A Maior Arrecadação Beneficente do Varejo/Corporativo
Um dos momentos mais emblemáticos da trajetória do movimento ocorreu quando Sandro Augusto foi convidado por Sérgio Amoroso (presidente do conselho do GRAACC) e Caito Maia (fundador da Chilli Beans) para liderar o jantar anual de captação de recursos da instituição.
Com uma meta inicial de R$ 7 milhões para a construção do quarto andar do hospital de combate ao câncer infantil, o evento reuniu 270 CEOs no Palácio Tangará, em São Paulo. Ao introduzir vídeos humanizados gravados com as próprias crianças atendidas, a ação sensibilizou os empresários presentes e bateu o recorde nacional: R$ 12 milhões arrecadados em uma única noite.
| Indicador do Evento GRAACC | Meta Projetada | Resultado Alcançado |
| Arrecadação Financeira | R$ 7.000.000,00 | R$ 12.000.000,00 (Maior marca histórica nacional) |
| Público Presente | 270 CEOs / C-Levels | 27 mesas lotadas com os maiores líderes do país |
| Destinação dos Recursos | Expansão Hospitalar | Construção do 4º andar do complexo de quimioterapia |
3. As Regras de Ouro para Grupos de Networking de Elite
Para manter o nível de engajamento e a qualidade do ecossistema sem perder a tração, o movimento adota preceitos rígidos:
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Apolitismo Rígido: Grupos corporativos de alto nível não devem servir como palco para disputas ideológicas ou partidárias.
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Proibição de SPAM e Conteúdo Irrelevante: Nada de “bom dia”, “boa tarde” ou correntes. O foco da comunicação está em negócios, dados e ações sociais.
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Preservação e Não Exposição: Respeito aos líderes que preferem atuar na filantropia e nos investimentos de forma low profile, sem buscar ostentação ou holofotes.
4. O Livro “O Brasil Que Dá Certo” (Coautoria com Augusto Cury)
Provocado pelo psiquiatra e autor best-seller Augusto Cury, Sandro assumiu a curadoria do projeto editorial que reúne 50 biografias de grandes executivos e empreendedores sociais (como Geraldo Rufino, Edu Lyra, Claudio Lottenberg e Manuel Conde).
A obra foi desenhada com capítulos sintéticos de 4 a 5 páginas, focada no leitor moderno que busca lições práticas de liderança, superação e resiliência empresarial.
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Não tem “bom dia”, “boa tarde”, comentário político, ou nós falamos de empreendedorismo, falamos de coisas boas do Brasil, e quando eu tô num grupo de networking, cara, com vários empreendedores, por mais que você não queira, pipoca negócio, porque pensa: 150 pessoas, 50 pessoas tudo com mente empreendedora, pipoca negócio! Você conseguiu juntar rápida, mas não fácil. Era muito provocado por esses grandes empreendedores barra amigos para que eu tentasse encontrar o verdadeiro propósito do grupo, de que maneira esse grupo poderia caminhar. Porque até então eu tinha no WhatsApp, por exemplo, 20 grupos com 150 empresários cada grupo, mas ao mesmo tempo precisava deixar isso mais orgânico, um pouco mais preparado. Quando você cria um determinado ecossistema que cresce, você também gera uma certa responsabilidade social.
Buenas, buenas, buenas! Seja bem-vindo a mais um podcast do Além do CNPJ. Muito obrigado por você estar aqui para trocar essa ideia com a gente. Então, cara, de empreendedor para empreendedor, pega sua cadeira, sente-se à mesa conosco pra gente trocar uma ideia de empreendedorismo vida real. E hoje eu tô muito contente com o convidado que tá aqui na minha frente. É um cara que eu já tô acompanhando há muito tempo, é um cara que eu vejo no Instagram, um cara extremamente influente. Meu, é sério: o que a gente vai conversar hoje aqui vai explodir tua mente, porque a gente vai falar de empreendedorismo vida real, do empreendedorismo que dá certo, do Brasil que dá certo. E, pô, é um cara que, como eu falei, além de muita influência, tem uma bagagem empreendedora que vai ser muito legal a gente compartilhar com todo mundo. A gente vai falar de empreendedorismo da forma mais verdadeira possível, porque é o que acontece nos bastidores e que muitas vezes na internet se romantiza — é Ferrari e tudo mais —, mas ninguém vê as coisas que de fato acontecem. Ninguém vê que, no final das contas, muito desses caras que estão aí colocando uma Ferrari na tua frente para te vender a fórmula de como conquistar, no final não deixa de ser uma enganação. Porque o empreendedorismo vida real, empreendedorismo de verdade, muitas vezes é low profile, é tranquilo, é empreendendo nos bastidores, é atrás do computador sem ninguém vendo o que você faz as coisas acontecerem.
Então hoje tô aqui com o Sandro Augusto. É um cara que, putz, cara, eu tô muito feliz mesmo de ter você aqui, porque, cara, é um cara que de tudo o que eu tenho acompanhado… A gente tem amigos em comum, a gente tava trocando aqui ideia nos bastidores, mas de tudo o que a gente tem que eu tenho acompanhado, é um cara que tá fazendo a diferença no empreendedorismo através de todas as suas iniciativas, que eu não vou dar spoiler e a gente vai comentar aqui. Então, Sandro, muito obrigado por aceitar o convite, muito obrigado por ter se deslocado de Sorocaba até aqui, por mais que você seja do ABC, que a gente tava trocando ideia, né? Mas muito obrigado por aceitar o convite, muito obrigado por estar aqui hoje, viu?
Felipe, eu que agradeço o convite! Sempre é muito bom ter essas oportunidades da gente falar não só de empreendedorismo, mas falar de histórias de vida, contar um pouco da sua trajetória, mas principalmente da trajetória de amigos que nos inspiram. Então o prazer é muito grande de estar, inclusive fisicamente, geograficamente numa casa que eu gosto muito, que é o Grande ABC, terceiro mercado econômico do país, é uma grande região que decide o PIB brasileiro aí. Mas independentemente disso, é um prazer poder falar com você e com o teu pessoal. Tamo junto!
Sandrão, cara, antes de a gente começar, antes de eu descobrir e conhecer os pormenores de tudo o que acontece, tudo o que você faz, os impactos que você gera e tudo mais: o Sandrinho. O Sandrinho garoto: onde você nasceu, suas referências familiares, como que foram as suas influências, o que que você queria ser quando você crescesse? O Sandrinho, cara, como que foi essa tua infância até chegar na vida adulta?
Cara, Felipe, eu vou aproveitar sua pergunta e vou inverter a ordem, se você me permitir, de algumas coisas. Na verdade, eu gostaria de te presentear com o livro que eu fiz recentemente junto com o Augusto Cury, e durante a nossa conversa aqui nós chegamos até o livro. Então, aproveitar, se você me permitir…
Permito! Ótimo!
É um pequeno spoiler da parte final, que a gente vai chegar nele, isso! E daí eu faço, obviamente eu faço a dedicatória, mas já é para poder coroar um pouco da nossa entrevista.
Muitíssimo obrigado, cara! Conheço muito, tenho visto… Na verdade, eu fui impactado pelo teu conteúdo e por tudo o que comecei a acompanhar do seu trabalho através do lançamento desse livro.
Imagino, imagino, Felipe. E, cara, tem uma galera fortíssima aqui nesse livro, né?
Nós chamamos de volume. Em cada volume são 50 presidentes de empresas, presidentes de conselho, e muito mesclado entre o mundo corporativo e a área social. É um livro que tem grandes histórias aí de vida, e a gente chega lá no nosso bate-papo, mas é um prazer, e mais uma vez muito feliz!
Vou colocar aqui. Cara, esse livro aqui, Tiagão, dá deixa na câmera aqui ó, põe na câmera… Deixa eu ver se fica… Não, acho que é melhor aqui, boa! Vou deixar aqui. Esse livro aí é um compilado de vários de vários CEOs, como o Sandro falou. Então imagina o que tem de insight dentro desse livro! E aí depois no final você conta como faz para comprar e tudo mais.
Chegamos lá. Bom, primeiro adorei sua pergunta, porque quando me chamam de Sandrinho, normalmente é porque já existe uma relação de afetividade aí. E eu costumo dizer que a relação de amizade ela não é ligada à cronologia, mas sim à intensidade. Então eu tenho as mesmas sensações a teu respeito, ouço falar muito bem do seu trabalho e fico, de novo, muito feliz de poder dividir esse espaço e a oportunidade de explicar um pouquinho mais as experiências de empreendedorismo em que a gente já há muito tempo convive.
Eu sou do Grande ABC, sou de uma família bastante humilde, mas bastante tradicional também aqui no Grande ABC, especialmente na cidade de Ribeirão Pires, onde nascemos com muito orgulho. Sou filho de caminhoneiro com uma cabeleireira, e a nossa família, como eu te falei, é uma família bastante humilde, grande em volume, mas também muito rica no sentido de valores, de propósitos. Essa foi a riqueza em que nossos pais nos ensinaram. E por conta disso, eu comecei muito cedo tentando descobrir o propósito, né? Porque você sabe que um dos desafios da gente na vida é realmente, efetivamente você se encontrar, se entender, olhar para dentro e depois disso encontrar propósitos.
Juntou-se a necessidade de ter que se encontrar na vida bem cedo — isso com 13, 14 anos…
Caramba, cedo mesmo! Já tava pensando no que queria?
Um curioso por natureza, e precisando trabalhar por conta até da nossa condição social. Então comecei a trabalhar dos 13 até os 17 anos em banco, fui bancário.
Legal!
Trabalhei no extinto Banco Noroeste. Não parece, mas estou com bastante quilômetros rodados! [risadas] E foi uma das grandes faculdades, uma das grandes experiências que eu tive: trabalhar num banco na época em que tudo era offline, pessoas com pessoas, e pessoas com pessoas, e nada mais! E ao longo da minha trajetória, dos 13 anos em diante até os 30 e poucos anos, eu sempre trabalhei em vários segmentos, sempre buscando aprender, sempre por necessidade, e sempre com aquela veia empreendedora, sempre com aquela veia curiosa e inspiracional, entendendo o que você aprende efetivamente com qualquer pessoa que cruza o seu caminho.
Até os 30 e poucos anos de idade, fiquei orbitando aqui no Grande ABC fazendo duas coisas basicamente: eu sou apaixonado por pessoas, é o meu maior ativo, e tenho uma vertente muito ligada à questão empresarial, questão comercial. Fui entender que isso era latente, que isso era pujante, que poderia efetivamente dar uma escala nisso quando, com 30 e poucos anos, aqui no Grande ABC, lancei — sem dinheiro, mas com bastante coragem —, uma produtora audiovisual mesmo, que legal!
Sim, sim. Na época em que os canais de televisão estavam vindo para cá, TV a cabo, que na época tinham várias TVs locais, né? Mas era uma canadense que inicialmente começou, que se chamava Vivax, depois Cambras, ou Cambras e Vivax. E com isso trouxe pro Grande ABC, esse grande interior, esse grande mercado pujante, a mídia eletrônica, e fez com que as pessoas começassem a se ver na televisão. Porque você sabe que no grande interior — e eu me incluo nisso com muito prazer, de ser do Grande ABC —, não é diferente de outras praças interioranas em que os jornais, as revistas são vistos normalmente pela coluna social primeiro, para dizer: “se eu encontrei o Felipe, e se eu me encontrar, eu faço um quadro e coloco na parede”. A força da comunicação eletrônica, da televisão, vindo com o varejo e alguns programas institucionais, isso foi um sucesso à época!
E com essa produtora criei um programa de entrevistas que lá atrás chamava-se Programa SA: O Mundo Corporativo de Sandro Augusto. E aí começou uma grande faculdade, na verdade uma verdadeira indústria de relacionamentos interpessoais, porque eu entrevistava uma ou duas pessoas, um ou dois formadores de opinião por dia…
Caraca!
…cinco vezes por semana, durante 8 anos, 10 anos! Então esse ativo cresceu muito! E foi impressionante o que aconteceu dos 30 e poucos até os quase 40 anos.
Que bagagem que você fez! Porque, cara, sem brincadeira: eu adoro gravar podcast, mas eu tenho um problema com voz, se eu gravo dois, por exemplo, hoje vou gravar dois podcasts, amanhã eu tô rouco. Eu tenho problema com voz, aí muita gente já me recomendou fono, mas eu preciso ir. Mas cara, quando eu gravo podcast eu fico cansado, sabe? Depois de 3 horas de gravação, fico cansado, parece que eu corri uma maratona. E você fazer isso diariamente!
Diariamente! Costumo dizer, Felipe, que eu tenho nos últimos 15 anos fracionado o meu trabalho de 5 em 5 anos. Então vamos chamar esse da primeira etapa dos primeiros 5 anos: como eu sempre fui apaixonado por pessoas e tinha uma necessidade estratégica de conhecer um volume maior de pessoas, eu sempre diminuí o tempo de entrevistas. Então as entrevistas eram de 15, 20, 25 minutos, em que era possível a sensação de que tá ali dado o recado, ficou gosto de quero mais, mas também não ficava vazio. Então foi um formato que eu encontrei, e durante aí muitos anos… Tem esse, eu consigo acessar essas entrevistas hoje?
Se você entrar, por exemplo, no YouTube e buscar lá atrás, você consegue, sim. E e essa foi a primeira fase em que fiquei aqui no Grande ABC entrevistando presidentes de empresas, CEOs da região, entendendo um pouco mais de como funcionava esse mundo empreendedor, e começando com a primeira fase, os primeiros 5 anos, me compreendendo. E hoje eu consigo dizer isso com muita clareza: que apesar da gente dirigir um grupo empresarial empreendedor, ao mesmo tempo a gente humaniza as relações corporativas, e era essa a minha praia: humanizar! Saber que ali na caneta de um presidente de empresa também está um ser humano. E foi assim que eu fui me encontrando.
Essa é a primeira fase do Grande ABC. Aproveitando o gancho, as figurinhas começaram a se repetir, a gente já conhecia quem é quem, quem diz que é quem — porque todo o interior também tem um pouco disso, né? Exato! E mais uma vez tinha que tomar uma decisão. Eu comecei a entender quem eram os grandes cases de relacionamentos, de eventos empresariais que faziam já essas essas conexões em São Paulo e no Brasil. E aí eu fui identificando alguns nomes importantes empresariais do ABC que faziam parte dessas redes de relacionamento em São Paulo.
Que é outro universo gigantesco, completamente diferente e mil vezes maior que do ABC!
E isso lá atrás, há mais de 10 anos atrás. Eu identifiquei dois dois cases, duas performances muito interessantes, que era a ADVB, que era a Associação de Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil, que àquela época era talvez o maior volume empresarial trazendo CEOs, presidentes de empresas; e ao mesmo tempo nascia naquela época, ou já estava há poucos anos naquela época, um projeto de um grande amigo meu — costumo dizer que tenho uma série de professores, e ele não deixa de ser um professor, amigo pessoal —, que é o João Doria, com o LIDE. E que através do LIDE eu aprendi muito, porque por conta desses amigos que pertenciam ao LIDE, estrategicamente fui me aproximando, entrei no coração do LIDE como um simples aprendiz, e fui entendendo como a gente poderia trazer esses grandes nomes pro ABC.
E aí fui entendendo e aprendendo com o próprio negócio: uma das chaves foi um… É um projeto com muito sucesso, muito sucesso! E uma das chaves bem importantes que eu pude entender estrategicamente é que aquela época sair de São Paulo… Né, São Paulo tá aqui, mas é como se existissem muros virtuais, né? E a gente não percebe, mas àquela época eu fui entender que sair de São Paulo era como ir para o Alasca! Vindo para Santo André, São Bernardo, São Caetano, era muito longe, muito longe!
E arrisquei, e comecei a chamar presidentes de empresas multissetor, e eles vinham pra mim, para surpresa: aqui em Santo André dar uma entrevista para um programa local com um apresentador relativamente desconhecido! Mas ao mesmo tempo vinham em massa, e assim fiquei quase dois anos fazendo essas entrevistas com presidentes de todas as grandes empresas.
Fazendo intercâmbio de pessoas de outros lugares no ABC!
Exatamente, e entendendo o principal motivo. Uma vez falando com o Alexandre Costa, da Cacau Show, que é muito amigo, falei: “Ale, me explica qual o motivo que te faz vir aqui falar numa TV local?”. E eles todos me diziam um pouco que no final das contas era era esse o grande motivo: o Grande ABC é um grande cliente, é um grande mercado consumidor, então para essas marcas eles representam substancialmente vendas, negócios. Então eles vinham e me ensinavam, e diziam: “Sandro, nas regiões importantes do Brasil, nós temos que ter parceiros locais, formadores de opinião locais. Nas grandes praças, que são metrópoles, não, mas nessas regiões mais provincianas, vamos chamar assim, a gente precisa de parceiro local”.
Foi aí que eu falei: “puxa, então vamos na linha de produção de novo!”. E fui de novo com pouco recurso e muita coragem, conquistando meu maior ativo, que é minha maior paixão, que são pessoas! E aí foram mais de 2.000, 2.000 e poucas entrevistas nesses 8, 10 anos, completando a primeira fase da minha vida.
Cara, que massa! Primeiro de tudo, uma coisa que você falou e eu sinto muito: sou do ABC também, eu sinto muito esse muro virtual entre São Paulo e ABC, é maluco! Porque é tão perto, a gente que é do ABC, São Paulo é aqui, a Dom Pedro e a Goiás de distância praticamente para você chegar em São Paulo. Mas para quem tá aqui em Santo André, em outros lugares, um pouco mais de Anchieta de distância, mas ainda assim é muito perto. A gente tá acostumado a São Paulo-ABC o dia todo, todo dia. Mas quem é de São Paulo olha o ABC como “nossa, no ABC é muito longe!”. E o fato do estúdio ser em Santo André, eu tenho uma dificuldade de trazer alguns convidados que topam, só que quando eu falo “ó, o estúdio é em Santo André”, “putz, espera aí, eu não tenho mais agenda, vamos só ver uma… Preciso me programar melhor para ir”, e aí a agenda acaba ficando um pouco mais complicada por conta dessas limitações que as pessoas muitas vezes encontram. Então pra gente que é do ABC é tranquilo, mas é legal essa ideia de que, cara, o ABC é um baita mercado para essa turma também, né? E como você tinha um programa local, as pessoas se interessavam muito. Então, cara, você fez mais de 2.000 entrevistas, que é muito, meu cara! Baita, baita de um de um… Fiquei até com mais pressão de fazer essa entrevista, Tiagão! Como que eu faço entrevista nesse cara aqui? [risadas]
Da maneira mais simples possível! Não, mas cara, muito legal! Parabéns mais uma vez, parabéns da maneira simples e eficiente que você faz suas entrevistas, com leveza. Isso me chama muito atenção.
Obrigado, cara, obrigado! Vindo de você ainda é um baita elogio.
Então legal, essa foi a primeira fase da sua vida. Beleza, você ainda morando no ABC…
Morava no ABC nessa época, morava no ABC nessa época. Ainda também conseguiu fazer um baita intercâmbio, achei muito legal o fato de você ter começado no embrião — talvez já tinha começado —, mas o embrião do LIDE tava se formando. O LIDE se tornou um baita de um case. Tem o LIDEão, né, que é o LIDE dos CEOs, e tem depois depois eles formaram o LIDE Futuro, que foi um LIDE que eu entrei no começo. Eu tinha 22 anos, mas entrei… E tinha o LIDEão, que a gente apelidou de LIDEão, que era os grandes nomes, né? O PIB do Brasil tava lá. E a gente tava no LIDE Futuro, que eram jovens promissores para um dia ocupar o PIB do Brasil. E o LIDE Futuro trazia pessoas do LIDE para fazer mentorias com a gente, cara! Eu sentei na mesa do Abilio Diniz para trocar ideia, numa mesa assim, 20 pessoas numa sala de reunião, que ele não preparou material, ele chegou, sentou e falou: “o que que vocês querem saber?”, e começou a trocar ideia. Então o LIDE propiciou para mim também muitas oportunidades. E você participou de tudo isso aí, então, cara, muito legal!
E aí a gente vai chegar na tua trajetória hoje. Eu entendo então agora um pouco de como tudo isso se formou para você montar tudo isso que você tem operado. E essa foi a primeira fase da sua vida. A segunda, como que foi? A segunda já foi saindo do ABC? Como que foi quando você se olha… Quantos anos você tinha mais ou menos — desculpa perguntar tua idade —, mas quantos anos você tinha mais ou menos, que você falou que ficou entre os 17 e 30 e poucos anos trabalhando aí, e foi fazer essas entrevistas… Quantos anos você tinha que você se olhou e falou: “cara, entrevistei 2.000 e tantas pessoas, sou um cara muito conhecido, você tem um histórico e também um patrimônio de networking fenomenal, que você tem”? Só que também você fala: “como que eu posso monetizar isso, né?”. Como que foi essa essa mudança entre a fase 1 e a fase 2, como que tava a tua cabeça?
Foi sempre fui muito inspiracional, sempre muito orgânico, aprendendo com o próprio processo e entendendo que eu tinha ali duas grandes frentes: a primeira a de ofício — eu me encontrei efetivamente na comunicação, na TV e na relação humana —, e a outra: de que jeito transformava isso num ativo, num negócio? E aí com isso, e já com essa maneira toda humanizada de centenas de empreendedores, de CEOs… Eu tenho uma característica, Felipe, que é agregadora. Apenas característica, cada um tem a sua, mas a minha não é do conflito, a minha é de acolhimento. Então quando eu pude perceber que eu tinha esse acesso com grandes nomes do mundo empresarial, e que eu começava a ser muito provocado por eles — eles vinham e me provocavam literalmente: “poxa, mas você tem gente em São Paulo fazendo isso, mas você faz com tanta propriedade” —, eu comecei a entender que eu tinha que me deslocar daqui para lá para falar com esses grandes caras, como o João, por exemplo, João Doria, que é um amigo pessoal, e ou alguns outros à época, de que eu não concorria, eu gostaria de ser parceiro e aprendiz.
E que estava acontecendo ali um fenômeno: nomes que estavam, por exemplo, já nesses grupos, cada um com a sua característica comercial, viravam meus amigos! Porque pude entender que em cada entrevista eu não estava apenas fazendo uma entrevista empresarial, eu tava falando com o ser humano, tava construindo um relacionamento, né? E esse relacionamento construído com ativo emocional, com ativo humanizado. Então antes de trazer qualquer tipo de problema, eu fui para a solução: eu me aliei, me associei, eu virei associado desses grupos de relacionamento em São Paulo, e fiquei confortavelmente seguindo minha vida com duas frentes de trabalho bem importantes: a primeira da comunicação com a produtora audiovisual, o programa de TV, e uma produtora de eventos ainda aqui no ABC, em Santo André, mas na seguinte proporção: o grande pilar do negócio sendo sempre o programa de TV, e os eventos sendo um business que eu fazia a cada dois ou três meses, fazendo este movimento São Paulo-ABC, que era: eu chamava quatro, cinco grandes nomes do mundo empresarial que eu colhia nessa nesse garimpo, que é fazer programas e entrevistas. Eles vinham aqui graciosamente, mas com interesse no mercado, fazer palestras, e eu reunia 150, 200 empresários da região para poder ouvi-los.
Isso fazia aí pelo menos um a cada dois, três meses, isso era inovador no ABC! Bastante inovador, porque essa turma não vinha para o ABC, não vinha! E aí a gente devolveu a estratégia, quer dizer: eles vinham pelo programa, e aí eu devolvia com os eventos!
Você juntou dois interesses muito grandes, tanto da região em ter acesso a essa turma de forma física, palestra e tudo mais, tanto essa galera de acessar empreendedores que queriam impactar nessa região!
Exatamente. Eu já tinha 40 e poucos anos de idade, como você me perguntou, e falei: “agora chegou mais uma etapa da minha vida. Minha etapa é ir fisicamente a São Paulo, porque aqui na região fica o carinho, fica a admiração, fica a família, fica a história. O melhor lugar do mundo é a casa da gente, é a raiz que nós temos, mas eu precisava avançar”. Então fui fisicamente com o trabalho, com o programa, e fui com esse leque de de negócios para São Paulo.
E aí entrou nesse segundo tempo aí, a segunda parte da minha vida: uma inversão da estratégia. Como eu já tinha feito muita captação de relacionamentos empresariais, ganhando amigos, eu comecei a me dedicar aos eventos empresariais. E tem um fato curioso, emblemático: esses eventos começaram a crescer nas casas das pessoas, ou seja, presidentes de empresas que viam em mim um grande parceiro de relacionamento comercial, corporativo, empresarial, mas um amigo que poderia efetivamente fazer nas suas casas umas reuniões empresariais. E aí comecei a fazer uma vez ao mês reuniões em casas de grandes empreendedores, levando 50, 80 outros super nomes do mundo empresarial, com um viés inicialmente de trocar informações, dividir experiências. E isso fez com que o número de eventos aumentasse bastante, saltando aí dos um a cada 2, 3 meses para dois a quatro ao mês, dois eventos ao mês, a cada 15 dias um evento de 150, 200 pessoas em escala! E isso virou o meu meu principal negócio.
Cara, você virou uma máquina de networking, cara!
Principal ativo! Máquina em que eu não… Costumo dizer que eu não estou numa corrida de 100 metros, sempre estive numa maratona de vida, então as minhas relações elas sempre são duradouras. E com isso eu conseguia, com muito custo — e só a gente que é do mundo da comunicação sabe como é isso —, colocar o ovo em pé, que é trazer as marcas patrocinadoras. Mas no meu caso, sempre foram institucionais, aqueles primeiros que vinham me conhecendo no Grande ABC há muitos anos já estavam num relacionamento muito íntimo comigo, e se sentiam confortáveis em ser patrocinadores institucionais. Então não vendia mesa, não vendia convite, tinha um nome: todo esse projeto era Programa SA e Encontro SA de Negócios, você batizou o mesmo nome do programa no modelo todo que você tava aplicando.
Exatamente! E aí nessa segunda etapa, ela foi puramente alicerçada em produção audiovisual, programas de TV, e a grande captação de gente através dos eventos. Porque lá atrás eu usava a estratégia da TV para poder conhecer um, dois por dia, e fazendo aquela conta que nós já conversamos aqui, mas os eventos que eu fazia normalmente eram 100 convidados, que convidavam mais 30, 40 caras…
Que todo mundo conhece um amigo empresário, vamos lá, que é super legal.
Exatamente. Isso cresceu exponencialmente, virou efetivamente um dos grupos de maior relacionamento empresarial do país à época. E nós estamos falando isso de 8 a 10 anos atrás, e eu precisava fazer isso caminhar, porque esse modelo de negócio ele já era autossustentável. E também, como eu sempre fui uma pessoa da área comercial, sempre fui uma pessoa empreendedora, eu usava esse ativo — gente, esse ativo empresarial —, para fazer negócios também, empreendendo, participando diretamente ou indiretamente de negócios e se rentabilizando com isso de uma maneira de uma maneira legítima, orgânica. E esses dois pilares foram andando relativamente bem. Essa é a minha segunda etapa importante.
Do Brasil que dá certo, mas ainda faltava a a terceira e uma das mais importantes da minha vida, que era efetivamente encontrar propósitos. E a gente vai caminhando até chegar, por exemplo, num livro que eu trouxe com muito carinho para vocês, e aí eu faço questão de te contar essa terceira etapa, que é bem importante.
Cara, essa terceira etapa é a etapa em que eu te conheci, é… Mas, cara, muito legal ver que assim… Sempre, agora eu participo de alguns grupos de networking, conheço gente, sempre sempre conheci bastante gente, mas com o Além do CNPJ acabei conhecendo bem mais. E quando eu tô num grupo de networking, cara, com vários empreendedores, a dependendo do nível desses empreendedores, por mais que você não queira, pipoca negócio! Porque pensa: 150 pessoas, 50 pessoas, tudo com mente empreendedora, pipoca negócio! Vai sair negócio para tudo que é lado. E é isso que você falou, você conseguiu juntar de forma muito rápida assim, né?
É rápida, mas não fácil, né? Porque, como você falou, cresceu exponencialmente, mas porque era um bom era um bom produto. Esse produto vai crescendo, muitos empreendedores, e aí você entra na terceira fase, que é: “putz, vou fazer um livro”. Mas eu só entendi onde entrou o “Brasil que dá certo” aí, que começa… Entra nessa terceira fase.
Essa é a terceira fase, o nascedouro do Brasil que dá certo, Brasil que dá certo. E tem uma diferença: é “que dá certo”, não “que deu certo”.
É, e o que que é importante essa sua colocação, porque o Brasil que dá certo não é o Brasil que eu quero, ou o Brasil que deu certo, é o Brasil que dá certo. Porque para mim, efetivamente, depois dessa longa jornada, eu pude entender que todo mundo é um Brasil que dá certo, não são só os grandes players, os grandes empreendedores, não! Todo mundo tem uma chama que dá certo.
Perfeito, é isso aí!
Aí nessa terceira fase, eu, mais uma vez sendo provocado — era muito provocado por esses grandes empreendedores barra amigos —, para que eu tentasse encontrar o verdadeiro propósito do grupo, de que maneira esse grupo poderia caminhar. Porque até então eu tinha no meu celular, no WhatsApp, por exemplo, 20 grupos com 150 empresários cada grupo, e com grupos temáticos, multiplicando isso você imagina a quantidade de gente boa! Mas ao mesmo tempo precisava deixar isso mais orgânico, um pouco mais preparado, e é isso, aquilo que a gente sabe na vida: quando você cria um determinado ecossistema que cresce, você também gera uma certa responsabilidade social, né?
E aí eu tomei algumas decisões muito acertadas, apesar de outras sendo aprendizados e até erros que a gente tem no percorrer da vida e que aprende com eles, eu tomei algumas decisões acertadas: primeiro, nós éramos um grupo empresarial empreendedor e apolítico, sempre foi uma escolha pessoal, e segurando o leme disso e não deixando descambar. E quando tinham eleições, sejam municipais ou majoritárias, imagina o que é isso: os nervos aflorados em grupos de WhatsApp! Mas nós temos um fenômeno, com bastante humildade para te dizer: são quase 3.000 nomes, e nesses grupos, por exemplo, de rede social, não tem “bom dia”, “boa tarde”, comentário político, não! Ou nós falamos de empreendedorismo, falamos de coisas boas do Brasil, e também nos organizamos para os eventos através dessa rede, desse próprio ecossistema.
Não é aquele grupo sem propósito.
Exatamente! E aí fiz um outro movimento: já com essa rede de canais interessantes, eu comecei a juntar pessoas que eu tenho grande admiração, e que eu pudesse, de maneira íntima, pedir conselhos, pedir o que fazer com esse grupo tão grande e o que eles achavam eles mesmos do próprio projeto. E aí escolhi um grupo aí relativamente grande de 50 nomes, e comecei a, individualmente, fazer uma pingação, indo falar pessoalmente com cada um deles, e dizendo: “olha, agora nós estamos aqui como amigos falando, o que você acha? Eu devo seguir?”. E a expressão “Brasil que dá certo”, ela veio do conjunto dessas reuniões, porque esses caras sempre diziam de maneira unânime: “Sandro, isso é o Brasil que dá certo, o que você faz, o que nós estamos fazendo é um Brasil que dá certo”. Então fui inspirado por eles próprios mesmo!
E aí eu fui para a área empresarial disso, ou seja, nasce O Brasil Que Dá Certo, nasce o CNPJ, nasce aí o negócio. E a O Brasil Que Dá Certo começou efetivamente a ser uma marca em que, no primeiro momento, sempre fazia a comunicação, produtor, programas e eventos. Aí nasceu o nosso Brasil Que Dá Certo.
Brasil Que Dá Certo, e é um nome muito legal, cara, o que o que me provocou entender o que tava acontecendo, porque eu vi muita gente postando o livro na época em que lançou, eu falei: “cara, O Brasil Que Dá Certo…”. Porque você vai na contramão do óbvio da internet, que é só criticar!
Exatamente.
Porque, óbvio, a gente tem assuntos políticos, uma polarização gigantesca, N assuntos que fazem com que a gente só critique o outro lado, e no final nunca olha o que a gente também faz bem. E você vem na contramão meio que falando: “ó, cara, o Brasil dá certo, né?”. E o que que é esse Brasil que dá certo? Então é onde você traz toda essa provocação, o nome deixa não deixa de ser provocativo.
Exato, é provocativo, e tem uma coisa interessante: no nosso país, 99%, 98% são pessoas que começaram com menos nada, 1%, 2% são herdeiros. A a grande massa são pessoas que começaram com menos nada, e com essas escolas incríveis, essas trajetórias maravilhosas. Não tinha como deixar de usar um nome tão apropriado para isso, porque O Brasil Que Dá Certo ele é realmente o que todos nós somos. E eu, particularmente, por acreditar muito nisso, comecei a transferir essa esse nome e levar esse nome para outras pessoas. Então o motorista de Uber, o caminhoneiro, o enfermeiro, o profissional liberal… Para mim, todo brasileiro é um brasileiro que dá certo, toda pessoa dá certo, mas aí eu precisava gerar mais volume nesse sentido, e encontrar de novo mais uma etapa da minha vida, já que a gente humaniza as relações corporativas.
E aí vem um fato curioso, emblemático, um divisor de águas da minha vida, que isso eu faço questão, sempre quando tenho a oportunidade de contar: eu recebo uma ligação em determinada época — isso já trazendo dos 8 anos para cá —, do Sérgio Amoroso, presidente do GRAACC, junto com o Ale da Cacau Show, que foi pro conselho do GRAACC. E os dois, por conta dessa história comprida que eu falo com os seus ouvintes, telespectadores, seus amigos do podcast, eu já tinha entrado no coração desses empreendedores e vice-versa, e eles me convidaram para um ato muito nobre. O GRAACC faz anualmente um evento de captação, um jantar de captação de recursos para a sua própria organização. O GRAACC, com muita credibilidade, faz um trabalho maravilhoso, e eles me perguntavam se eu topasse fazer um evento colocando a marca O Brasil Que Dá Certo junto com a marca GRAACC.
Que legal!
E para mim, cara, foi assim música para os meus ouvidos, porque eu sairia de qualquer outra mistificação aí de grupo empresarial e etc., para um lado social, e já tava inclusive com bagagem um pouco preparado emocionalmente para isso, e sou um fazedor de eventos, nós temos um grupo que produz eventos! Topei a parada, chamamos os diretores do GRAACC, chamou meu pessoal, pilotei junto com o Sérgio, com o Ale isso, e fiz um evento no Palácio Tangará em São Paulo, e levamos 270 CEOs…
Caraca!
…em 27 mesas com 10 lugares cada uma.
Caraca!
E por que da escolha do Brasil que dá certo lá? O PIB estava lá! E por que da relação com o convite ao Brasil que dá certo? Porque eram é um grupo leve, suprapartidário, e que ao mesmo tempo colhe… Nós temos as características, nós somos uma amálgama, nós somos uma nave-mãe, nós somos um guarda-chuva, nós temos vários segmentos. Para você ter uma ideia, hoje são 75, 76 segmentos dentro desse guarda-chuva. Então fui estrategicamente convidado por esses amigos para fazer este evento. A meta era de R$ 7 milhões de reais para um projeto de 2 anos para construir o quarto andar do hospital para as crianças, especialmente que usam e precisam de quimioterapia, dos tratamentos para o câncer. E reuni alguns amigos: nessa época o Zucatelli, Celso Zucatelli, Celso Portiolli e a Mariana Godoy, um time legal para fazer esse baile.
E outra coisa interessante do GRAACC que me foi colocada é que existiam pessoas que estão há 30, 40 anos doadores históricos do GRAACC, e sensibilizam na causa, ou têm em si, na sua casa, alguma coisa nesse sentido, e que estão longe do holofote, não gostariam da ostentação de aparecer, apesar de serem doadores gigantescos importantes. Então essa turma veio, ficaram obviamente muito felizes, porque a gente fez um grande evento de amigos, foi muito emocionante!
E um dos momentos emocionantes dessa noite foi que eu tinha, uma semana antes — por isso eu falei do preparo —, uma semana antes, com a minha pequena produtora, eu fui ao hospital do GRAACC e entrevistei crianças tomando quimioterapia, cinco, seis crianças, perguntando a elas o que é a vida, que recado eles deixavam para quem estava nos assistindo. E cada uma delas com sorriso no rosto dizendo: “vida é alegria, vida é família, tenha esperança!”. Foram mensagens assim espantosas e que foram muito emocionantes para colocar no meio de um evento que eu precisava também emocionar essas pessoas que estavam lá. Resultado disso…
Para mostrar o impacto de tudo isso.
E o resultado disso foi a maior história de arrecadação beneficente no país: captamos R$ 12 milhões de reais num jantar!
Caramba, cara! Quase que o dobro da meta num único jantar!
Isso fez com que eu pensasse milhares de coisas, e que disparasse dezenas de gatilhos em mim. Um deles é a felicidade total. Cara, imagina o impacto disso! Além de tudo, não tinha a coisa mais importante do que imaginar o que a gente tava fazendo para ajudar a causa, é uma coisa assim, tipo, no efeito borboleta da vida, você nem imagina o que exatamente essa ação que você fez vai impactar na vida de tanta gente, cara!
E aí foi o encontro do propósito, porque O Brasil Que Dá Certo tem o empresarial, o empreendedor e o social. Porque como isso veio, marcou a época, muitos presidentes de empresas que também presidem institutos, fundações, ONGs, ou seu próprio, ou apoiam outros, me procuravam no dia seguinte: “Sandro, vamos fazer junto o nosso jantar, junto o nosso jantar!”. E assim foi com você, virou uma referência! E assim foi com a AACD, Amigos do Bem… Eu montei um grupo com 80 presidentes, que eu tenho até hoje, que é um dos mais queridos, presidentes de grupos de projetos sociais, de ONGs, de fundações. Aliás, no livro nós temos aí pelo menos 10 falando sobre isso, e transformei também isso no grande propósito do Brasil Que Dá Certo: que dá certo com um viés também de business, de negócios, total e legítimo.
Com certeza, legítimo, lógico!
E com regrinhas para nós mesmos: primeiro, não somos e não fazíamos e não fazemos intermediações de negócios de ordem social. Quer dizer, quando nós fazemos um evento apoiando determinado projeto social, nós trazemos empresários, empreendedores que a gente acredita que se afeiçoam com a causa, e aí salta de 24 para 36, 40 eventos anuais, já que eu estava espetado nesses projetos sociais. Então o prazer, cara, de fazer isso e continua sendo cada vez mais é gigantesco! Porque a cada encontro em que a gente elege aí um projeto social para poder ajudar de alguma forma, boa parte, parte significativa desses convidados que pertencem ao Brasil Que Dá Certo apadrinham essas causas, e aí entra efetivamente a terceira e a mais importante causa e projeto da minha vida, que eu costumo falar da terceira parte, que tem 5, 6 anos apenas para cá, que é O Brasil Que Dá Certo empresarial, empreendedor e social. E isso começou a me levar para um projeto que, além da humanização, se tratava de uma causa, e que a nossa grande o nosso grande desafio é colocar isso no coraçãozinho de cada brasileiro.
Cara, Sandro, que legal, bicho! Eu não sabia dessa, eu via que vocês tinham todo um braço social, mas não imaginava o quanto isso era impactante no business no todo, né? Então, cara, muito legal o fato de você ter conseguido, com toda a tua produção e sua sensibilidade também… Porque eu ouso dizer que a meta seria difícil, porque 7 milhões não é fácil num jantar só, a meta seria difícil sem a sua sensibilidade do vídeo.
Sim, sem dúvida.
Sabe, a sua sensibilidade de, sabe, de evento, essa sua maturidade depois de tanto interagir com pessoas… Na verdade, o que eu percebo é que você é um conhecedor de gente! Então conhecendo gente, falou: “Putz, eu preciso atingir a meta, eu preciso superar isso, como que eu vou impactar o coração dessa turma?”. E, cara, exatamente entrevistar essas crianças, cara, você nem imagina o quanto foi impactante, porque, cara, só de pensar no vídeo eu já me emocionei, só de pensar no vídeo! Imagina assistir o vídeo! Então, putz, parabéns aí pela pela sensibilidade. E hoje, e nessa trajetória toda do Brasil que dá certo, onde entra o livro?
Aí começa uma fase interessante, que é de característica: eu sou literalmente chão de fábrica, e desses quase 3.000 integrantes que nós temos no Brasil Que Dá Certo, não tem absolutamente nenhum deles que eu não conheça pessoalmente. E na área social não foi diferente, porque eu comecei a ir conhecer ali no foco os projetos sociais, então tenho grandes amigos que fazem projetos brilhantes, como o Edu Lyra do Gerando Falcões — então o Edu é um craque, e tantos outros…
Conheci ele no LIDE Futuro.
O Edu é maravilhoso! E imagina que prazer fazer durante muitos anos essas reuniões das mais diversas possíveis com líderes setoriais, aprendendo, aprendendo, aprendendo, e entendendo que tava na hora de colocar O Brasil Que Dá Certo para um grande público, para uma grande massa, fazer isso capilarizar. Porque se eu defendo o empreendedorismo e que tá no coração de cada um, não faz sentido eu ter um grupo limitado com algum número de pessoas, e aí eu…
Exatamente!
E aí eu comecei, de novo de maneira estratégica, a pensar em alguns projetos que pudessem caminhar para o livro e outras vertentes que pudessem efetivamente fazer o projeto sendo pertencente. Costumo dizer bastante isso: O Brasil Que Dá Certo ele é um projeto de pertencimento, você se agrega à gente. É você toda vez que eu tenho o prazer de encontrar pessoas, elas saem e eu também saio diferentes, e com esse grau de pertencimento.
Com isso tudo posto, eu recebo um convite muito honroso, uma relação de amizade, uma pessoa que eu também costumo dizer que é um dos meus professores de vida, e apesar disso nós somos amigos pessoais, que é o Augusto Cury. O Augusto Cury participou de uma palestra, de um evento que fiz, a gente se conectou ali, a gente se identificou ali, e o Cury, além de ser um dos maiores escritores aí sem dúvida do país e um psiquiatra com best-seller mundial, ele é um grande empreendedor, e ainda poucas pessoas sabem disso! E ele, com esse viés empreendedor, fez mais provocações, e com essa liberdade e intimidade que a gente tem fica mais fácil, né? E ele me provocou com algumas coisas, e uma delas foi o livro, isso tem exatamente 2 anos atrás. “Caramba, Sandro, me permita: O Brasil Que Dá Certo é tão precioso, por que você não faz um livro do Brasil Que Dá Certo contando a história do Brasil Que Dá Certo e a sua biografia?”. Eu falei: “Cury, eu preciso pensar, me dá uns dois dias para pensar”, porque eu fiquei impactado pelo convite.
E ainda mais dele, né?
Ainda mais dele, prefaciado por ele, só dele, só dele, só dele, e prefaciado por ele! Pensei rapidamente, óbvio que topei, mas falei: “tem algumas condições. Ah, vamos falar de condições. Primeiro: eu não sou um escritor, então eu acho que é correto, legítimo eu ser o curador, o organizador. Já a minha trajetória explica que eu sou um grande organizador, conector de pessoas. Então você faz o prefácio do livro, eu faço a curadoria, e ao invés de falar de mim — eu posso fazer a minha apresentação —, vamos colocar 50 grandes empreendedores, e dos mais diversos possíveis, que e que cada um possa em quatro ou cinco páginas produzir um livro que é um livro teoricamente para não leitores convencionais, para aqueles que possam se de alguma maneira se identificar com essas histórias brilhantes, e com essas quatro páginas: duas páginas na sua biografia obviamente reduzida e o que é O Brasil Que Dá Certo em mais duas páginas”. E claro que o Cury achou incrível a ideia!
E aí eu fiz a junção de amigos, fiquei uns 6 meses aproximadamente chamando os mais diversos possíveis, e…
Como é que você escolhe 50 no meio de 3.000?
Ligando para cada um elegantemente e dizendo: “olha, esse livro do Cury será de volumes, nós vamos fazer volumes: Volume 1, Volume 2… Quero durante 5 ou 6 anos fazer um volume a cada 4, 5 meses para poder comportar todo mundo, mas vamos fazer o nosso primeiro livro”. Fiz um grupo aí no WhatsApp com o presidente do do do Hospital Albert Einstein, Claudio Lottenberg, Luiza Trajano, Geraldo Rufino, Edu Lyra… Que foi muito legal, Felipe, é que ninguém disse não! E mais ainda: nesse próprio livro, nesse próprio Volume 1 que tem 50 grandes empreendedores, boa parte deles são caras que estão com os seus livros na rua vendendo, fazendo ativações, todos eles livros… Alguns até best-sellers, e que toparam entrar no projeto por conta de toda essa essa essa…
E é uma e é um baita… É um livro que todo mundo quer estar nele, né? Porque falar “O Brasil Que Dá Certo” do Sandro, que é um cara que é agregador, né? A trajetória toda mesmo, fase 1, 2 e 3 da vida, sempre agregando gente, gente, gente, como você falou, você é uma pessoa que gosta de pessoas. Grandes nomes estar no meio de um volume desse, no meio de toda essa turma também é uma autoridade gigantesca, até para quem já tem autoridade, né? Mas você estar no meio dessa turma que é a mesa em que se senta, digamos assim, e ainda falar de um tema tão legal: o que que é o Brasil que dá certo na tua concepção, cara? É trazer é despejar em cinco páginas só coisa boa.
Exatamente! E aí o livro vem para coroar essa primeira etapa da gente do pertencimento, fiquei muito feliz! Nós fizemos o lançamento no dia 25 de setembro do ano passado no Rosewood para 500 convidados.
Eu vi, super legal!
O evento foi muito, e assim foi muito… Fiquei muito feliz porque foi numa segunda-feira, e nessa segunda-feira era inclusive um feriado judaico. E dos 50 nomes que nós temos no livro, tem pelo menos uns 10 nomes que são da comunidade, mas 35, 36 nomes que estão no livro foram no dia! E eu chamei — a característica da gente —, chamei cada um, cada um falou 3, 5 minutos, foi uma grande festa de amigos!
E a primeira fase cumprida: de setembro do ano passado até junho deste ano, a gente planejou fazer com que o consumo do livro seja número um, consumo interno. O que quer dizer isso: ele é adquirido pelos próprios componentes integrantes do Brasil Que Dá Certo, mas se você me permite, ele também pode ser adquirido através da editora da Dream Sellers, tá?
Inclusive eu peço que você me fale como a galera pode comprar, nós podemos colocar aqui.
Nós podemos colocar aqui, né?
Pode, fechou! Você me passa o link que eu coloco na descrição do vídeo.
Isso! Dream Sellers, entra pelo Instagram, já tem o link ali, você adquire o livro fisicamente ou digitalmente, e até 15 dias chega na sua casa.
Que legal, massa!
Brasil inteiro! Brasil inteiro, e com essa logística toda. E agora, a partir de julho, o livro vai, cumprida essa etapa, para todas as grandes livrarias do Brasil.
Que legal!
E a gente tem a ideia de que, somado a se amadureça rapidamente em três ou quatro meses, a gente consegue deixar esparramado no Brasil todo.
Que massa! É um livro que precisa estar na prateleira, sem dúvida precisa, para furar bolha mesmo, sabe?
E é um filhote que nasce, né? E a gente vai aprendendo a cada ação, como eu disse no nosso bate-papo aqui. E aí nós temos a sequência disso, você ia me perguntar os próximos passos, né?
Próximos passos!
Que também em primeira mão te conto aqui, e no lugar estratégico inclusive! Pois bem: temos um grupo que é um dos maiores ecossistemas empresariais e empreendedores e sociais do Brasil, temos essas jornadas maravilhosas de empreendedores, lançamos o livro, mas e agora, o que nós fazemos? Nós vamos fazer dois grandes movimentos: o primeiro deles é que nós estamos construindo uma série, O Brasil Que Dá Certo. Então nós vamos ter essa série com nomes que pertencem ao grupo contando suas suas histórias de vida em formato de série.
Que legal!
Que vai ser televisionada.
Que legal!
E que isso provavelmente, de setembro a outubro, a gente começa com essa…
E o bom é televisionando de novo, eu gosto muito de trazer empreendedores pra TV, furar bolha.
É, e sempre a televisão tem um papel fundamental. As redes sociais a gente não consegue mais sobreviver sem elas, mas a TV tem um peso emblemático.
A massa tá na TV ainda, e a gente precisa mostrar pra massa o quanto o empreendedor… O quanto o empreendedorismo muda vidas, né? Para motivar essa turma também a dar o passo do empreendedorismo, mas também eliminar um pouco dessa imagem de empreendedor vilão, que muitas vezes o Brasil traz isso, que o empresário é mau e tudo mais, sendo que na verdade somos só mais um do povo tentando a vida, né? Então isso é legal, essa essa essa furada de bolha que eu acho que o Brasil… O Brasil Que Dá Certo vai conseguir trazer pra TV, cara!
E você usa uma expressão adequada: furar a bolha e devolver! Devolver tudo aquilo que a gente adquiriu ao longo do tempo. E como é que você devolve na prática? Com atitude! Então qual é a grande atitude deste ano: este ano é muito importante, especialmente o segundo semestre, nós vamos fazer e já estamos em plena produção — aliás, o Augusto Cury ele é meu sócio nesse projeto junto com a editora —, nós vamos fazer livros regionais! Nós vamos fazer O Brasil Que Dá Certo em regiões importantes do Brasil!
Caraca, que legal!
É, então nós estamos criando núcleos que em São Paulo, por exemplo: Grande ABC, Guarulhos e Vale do Paraíba; a região litoral santista, mas também Brasília, Minas Gerais, Rio de Janeiro, com ações locais. Aquele aprendizadozinho que eu te contei no começo do programa, que esses caras foram ensinando para a gente: olha, pensamento global, ação local! E o local nos interessa. E o que nós queremos fazer agora: nós vamos nessas regiões — e obviamente o ABC está nesse radar com prioridade, é uma maneira inclusive de devolver do que ele para que ele do que a região me deu e deu pra gente como um todo —, e identificar quem são os parceiros locais e lançar um livro que seja prefaciado pelo Augusto Cury, que tenha a minha apresentação, mas que tenha 50 grandes nomes multissetoriais da região.
Caraca, que legal! E trazer o holofote pra região!
Exatamente! A ideia é fazer com até o final do ano com 12 praças, e aí ano que vem a gente deixa isso mais exponencial, aumentando isso, alastrando isso pro Brasil inteiro.
É um projeto exponencial. Porque como quando você fala sobre essas praças, eu vejo isso muito, né? A ainda mais com a internet, né? A internet tá muito disseminada. O empreendedor do ABC às vezes tem na rua dele um baita de um empreendedor que tem uma baita de uma experiência, que poderia ser para ele um mentor, a referência que ele segue. E às vezes ele tá seguindo alguém que nem tem tanta influência no mundo do empreendedorismo assim, mas tem um bom marketing de internet, né? E que muitas vezes acaba deturpando a referência real que as pessoas precisam. Eu tava trazendo uma discussão no meu Instagram esses dias sobre a Geração Z, conversando e abri um debate. No debate a gente percebeu que talvez o grande mal da Geração Z — que é essa turma que muitas vezes não tá nem trabalhando, nem estudando, etc. —, é que talvez seja não só excesso de telas, dopamina em excesso, coisa que a gente já sabe, mas também referências em excesso e referências ruins. Porque antigamente a gente tinha referência do do empreendedor da nossa região, nossos pais e tudo mais, e hoje na internet, cara, você tem demais, cada um falando coisas desencontradas e você não sabe para onde você segue. E quando você traz isso, você traz holofote de referências regionais. Então, cara, eu acho sensacional!
E com uma característica ainda, se você me permite: criar canaletas assertivas, dar rumo, dar norte para isso. Porque como a gente tem o fenômeno da internet, que ele é muito rico em todos os sentidos, quando você pode tudo, é o primeiro caminho para a dispersão, e no nosso caso nós estamos criando efetivamente o quê: acesso! Porque nós temos, por exemplo, no bairro X, um empreendedor que trabalhou a vida inteira e conseguiu montar sua farmácia. Evidentemente que ele sabe quem são os grandes players do mundo farmacêutico, por exemplo — até falar de um amigo meu aqui, por exemplo, Manuel Conde, que tá no livro, que tem 450 farmácias —, e a ideia e a prática é juntar, criar esse acesso, diminuir a distância entre o pequeno empreendedor daquele grande cara daquilo que é exemplo, que é referência para ele. Eu só não vou nominar muito porque só no livro são 50, e no grupo são 3.000, viu? Mas é um cobertor para cada um que tem interesse nesse mundo empresarial, seja por motivação inspiracional, seja pelas lições de vida dos projetos sociais, ou daquele que começou com menos nada e hoje tem um determinado império, e que não perdeu a sua essência. Então essa aproximação é a nossa próxima missão!
E o que eu vai o que eu vejo que você faz, e faz muito bem, e vai ser lindo esse projeto que você vai fazer, que é também trazer holofote e trazer essa essa referência desses empreendedores para muitas vezes para outros para jovens que não vão ter acesso a essas pessoas. Porque às vezes é um empreendedor que não tá na internet, não tem muitos seguidores, e que infelizmente hoje em dia a juventude tá buscando o quê: seguidores, quem tem quem tem bastante seguidor é autoridade na internet. Mas sinceramente, eu sempre falo isso no Além do CNPJ, as pessoas mais interessantes que eu conheço não têm o Instagram bombado.
Sim! São as pessoas mais interessantes.
Sim, sim! Não que quem tenha o Instagram bombado não seja interessante, mas assim, às vezes esses dias eu tava conversando com um fornecedor nosso que ele é da região do Ipiranga, lá de onde a gente tem empresa, e o cara tem um império! E é um tiozinho que tá lá, você anda superhumilde. E eu conversando com ele, o cara tem um império, e ele construiu isso tudo do menos nada, como você disse. A minha vontade era ficar uma semana conversando com aquele cara, porque aquele cara me… Eu fiquei duas horas conversando, o que ele me deu de aula!
Sem dúvida!
E aí eu falava assim: “cara, me segue no Instagram, eu tenho o Além do CNPJ…”. “Eu nem tenho Instagram!”. Então sabe, é um cara interessantíssimo! Eu falei para ele vir pro podcast, eu falei: “cara, quero te entrevistar!”. Ele falou: “de jeito nenhum!”. Mas assim, às vezes num livro esse cara toparia trazer a história dele e referenciar para muita gente.
E no nascedouro do livro, dentro desses combinados, né, que nós temos com um monte de amigos, um deles foi o seguinte: quando nós fizemos o Volume 1, falei: “nós temos um projeto que eu que eu acabei de te contar, e nós não vamos só apenas lançar livros em em regiões, nós vamos fazer eventos no lançamento do livro!”.
Que legal!
Ou seja, no lançamento do livro pelo menos uns 10 ou 15 super nomes irão graciosamente contar suas histórias, contar suas passagens para 100, 150, 200 empreendedores. E o que eu sempre digo, né: o empreendedor, o grande empreendedor não tá no número de faturamento nem no número de colaboradores, tá no empreendedorismo que tem dentro do coração! Então é trazer esses nomes como âncoras para poder aquecer esse lançamento do livro para 100, 200, 300, o número que nós pudermos colocar de empresários nas regiões.
Caraca, meu, sensacional! É um projeto que já deu certo!
Já deu certo, porque assim…
Resolve uma dor muito real, muito grande, muito real. Você vê você entende se o projeto vai dar bom ou não analisando a dor, e é uma dor latente. Ainda mais quando você pensa em praças regionais, cara, vai voar esse projeto! Então, cara, tô muito feliz de entrevistar de de ter essa essa fase 3 da sua vida explicada para uma fase 4 que eu tenho certeza de que tá começando, cara! Tenho certeza de que tudo isso vai dar um salto no Brasil Que Dá Certo que você não tem ideia. É, na verdade você tem, né, mas eu tenho certeza de que as suas melhores expectativas são baixas.
Eu acho que porque o que vai acontecer… Eu sou um otimista de plantão, mas a minha vida me ensinou, né? Quer dizer, eu tenho que ser otimista, mas eu tenho que ser um realista. Então a questão empresarial, empreendedora me faz com que eu caminhe pela pra realização, pela assertividade, mas também toda essa coisa inspiracional, emocional, sensível me ajudou a trabalhar com essas duas características que a gente tem e que conseguiu colocar em prática ao longo dessa trajetória. Eu digo isso do otimismo porque eu acredito realmente que o Brasil é um dos melhores países para se viver no mundo. Tenho muita certeza de que daqui a alguns anos, pelo que vem acontecendo, o país se coloca efetivamente como um grande líder global.
Ao longo dessa trajetória, desses aprendizados todos, nos momentos mais difíceis do Brasil foram os momentos que mais acolhimento de número de entrevistados ou número de integrantes entraram no Brasil Que Dá Certo. Dezenas de empresas e amigos me diziam: “Olha, o Brasil vive um momento caótico econômico, político e social, mas é um grande canteiro de oportunidades para nós que somos empresas globais. Vamos pensar 20 anos, vamos pensar 30 anos”. E aí que vem um grande recado para quem nos vê: médio prazo é muito importante na vida! Você tem que, é claro, levantar cedo, ir trabalhar e pagar suas contas do dia a dia, você tem projetos de longo prazo, mas o médio prazo é muito interessante, porque a maneira com que essas empresas veem o nosso país estrategicamente… Isso foi um ponto importante na construção do negócio.
Quer dizer, montar um projeto com a frase que diz “Brasil Que Dá Certo”, no início é ainda hoje pouco, mas existe, mas no início era muito frequente eu ter o questionamento: “Mas onde você tá vendo um Brasil que dá certo?”. E aí dificilmente a gente deixava de explicar e convencer efetivamente quem olha o projeto, se inspira, se sente pertencente. Então, portanto, todos que nos estão nos assistindo aqui são efetivamente… Não é só um romantismo e um otimismo nisso, efetivamente nós somos um país acolhedor, um país que dá certo, com gente do bem, gente batalhadora, gente criativa e que precisa de referências.
Então o quarto, quinto, sexto capítulo dessa história toda… Eu costumo dizer que às vezes eu não vou muito para planejamento, eu vou mais pela inspiração. Mas uma das vontades que nós temos — e eu falo no plural porque eu tenho uma dificuldade de falar no singular ainda, apesar de ser fundador do projeto —, mas uma das nossas vontades é transformar O Brasil Que Dá Certo numa marca, num selo de qualidade para que a gente possa colocar junto com outras marcas.
Sensacional, Sandro! Cara, mais uma vez, muito obrigado por estar aqui! O tempo já acabou, mas eu queria agradecer aos patrocinadores, e queria fazer uma pergunta final para você. Vou pedir licença rapidinho para agradecer os patrocinadores.
Galera, olha que papo massa que a gente teve aqui, né, Tiagão? Gostou, Tiagão? Massa demais, né? Tivemos um papo massa aqui com o Sandro Augusto, o fundador do Brasil Que Dá Certo. É uma baita iniciativa, como ele explicou. E, cara, todo esse conteúdo, tudo isso que a gente tá conversando aqui com vocês, essa qualidade audiovisual e tudo mais, é graças aos patrocinadores que apoiam o projeto do Além do CNPJ.
Então quero começar agradecendo a Semic Displays, do meu parceiro Adalto de Carvalho: tá precisando vender mais? Então o seu negócio precisa de soluções criativas para PDVs: balcões, bandejas, displays e muito mais! Site e @ da Semic aqui na tela. Quando a gente fala de PDV (ponto de venda), muitas vezes você fica aí batendo cabeça em como fazer para vender mais, mas, cara, se você tem um ponto de venda, seja um quiosque, uma loja que interage diretamente com o cliente de forma física, pessoal, você fazer somente a demonstração do produto numa prateleira ou ter um vendedor atrás do balcão e tudo mais, por mais que seja o padrão… Justamente o padrão é o que todo mundo faz! Quando você agrega soluções mais criativas pro seu PDV — isso é demonstração, degustação, interação —, tudo isso vai trazendo um mar de experiências pro cliente. Isso faz com que aumente ticket médio, aumente a quantidade de vendas, o faturamento e todos os outros resultados. Então se você não pensa nessas soluções diferentes pro seu PDV, eu considero que você precisa repensar, e com certeza de forma muito rápida você consegue colocar essas ações em prática e trazer melhores resultados pra sua empresa. Clica em qualquer lugar dessa tela e fala com a Semic Displays, os caras têm várias soluções a pronta entrega para você, que com certeza vão aumentar teus resultados. Tamo junto!
Agora quero falar da SMB Store, do meu parceiro Alonso: desde 2018 a SMB tem ajudado micro e pequenos empreendedores a controlarem seu estoque, suas vendas e seu financeiro, tudo isso com sistema acessível e fácil de usar! Tá aqui o site e o @ da SMB aqui na tela. E quando a gente fala de sistema, muitas vezes o pequeno empreendedor ele fala “nossa, muito burocrático, maior B.O.”, mas, cara, muitas vezes não ter um sistema… Na verdade, 100% das vezes — generalizando real, 100% das vezes —, não ter um sistema é pior, é mais demorado, é mais burocrático! Por mais que você olhe um sistema e pense que isso é mais burocracia do que facilidade, um sistema em que você pense de acordo com o tamanho do seu negócio, isso é um sistema que foi preparado pro pequeno e médio empreendedor, aí que você consegue encontrar o casamento ideal. Eu entendo que alguns sistemas são muito burocráticos, só que pra empresa muito grande, que já tem uma certa burocracia acumulada. Para o pequeno empresário, tem que ser um sistema fácil de usar, e eu falo que tem um sistema que eu uso no Além do CNPJ que é um sistema tão fácil de usar quanto uma rede social, que é a SMB Store. A SMB é um sistema muito simples de usar, muito fácil de implementar, muito fácil de treinar qualquer pessoa para usar, caso você tenha funcionários e tudo mais, e você consegue rapidinho começar a usar, de um dia pro outro, e já começar a colocar todo o teu controle — desde vendas, financeiro, estoque —, dentro de um sistema certinho, homologado, funcionando, que vai te dar histórico e vai acompanhar teu crescimento de forma estruturada. Pô, o preço é extremamente agressivo, um negócio assim que não tem como você falar que não dá por investimento, porque é mais barato do que três almoços no mês! E, cara, sem brincadeira, é um sistema que é muito, muito, muito simples, muito simples e muito eficiente! Eu acho a ideia que a SMB, o Alonso teve, sensacional, porque ele trouxe simplicidade para uma dor latente do empreendedor, que é organizar sua vida. Então é muito fácil, de forma muito simples, clique em qualquer lugar dessa tela, fala com os caras, depois volta aqui para me agradecer! Tamo junto!
Agora quero falar da Agência RPL, do meu parceiro Rodrigo Álvares: a RPL oferece a solução completa de marketing digital para negócios, cuidando das empresas com olhos de dono, desde a criação de sites, gestão de anúncios, planejamento estratégico, social media e SEO. Tá aqui o site da RPL e o @ deles do Instagram. Quando a gente fala de marketing digital, a pior coisa que tem pro empreendedor é: “putz, em quem eu confio para colocar toda a importância do marketing digital na mão, cara?”. Eu sei o quanto isso é doloroso. Muitas vezes esse marketing digital vem encarregado de toda uma mídia em que você precisa colocar esse tráfego que você precisa investir, você vai colocar dinheiro na mão dessa pessoa para fazer as campanhas… Será que você confia o suficiente para essa pessoa tomar conta do seu dinheiro como você faria? E aí, justamente por não ter essa confiança, muitos empreendedores fazem o quê: começam a fazer por conta própria, só que não têm tempo, não conseguem acompanhar as campanhas diariamente, muitas vezes não têm tempo de ficar negativando porque o cara tá correndo fazendo as coisas que precisa. Então a dor padrão do empreendedor é justamente não ter alguém em quem confie para colocar o marketing digital na mão. E aí eu vou falar para vocês, cara, uma experiência minha: eu já trabalho com ele há mais de 10 anos, é um cara que tem um atendimento sensacional, um preço super dentro do mercado, e ele traz um resultado fenomenal, por quê? Porque ele faz do jeito que a gente faria, ele faz de um jeito bem próximo a nós! Ele cria um grupo no WhatsApp, fica trocando ideia com você, faz várias reuniões de alinhamento, planejamento… Todas as reuniões de marketing que eu preciso fazer no meu negócio, eu coloco ele na mesa, que é o Rodrigão da RPL. Então, cara, se para você marketing digital é uma dor, clica em qualquer lugar dessa tela, fala com o Rodrigo! Fala com o Rodrigo, fala que você é… E ele é meu amigo pessoal, além de tudo! E assim, ele é meu amigo pessoal e se tornou amigo pessoal graças a esse trabalho profissional que a gente acabou se conectando, e ele foi um dos vetores de prosperidade na minha vida, e por isso que eu falo aqui com a maior propriedade como cliente e como fã do trabalho do cara, porque é um cara superhonesto, trabalhador, tá bom? Tamo junto, clica em qualquer lugar dessa tela, fala com o Rodrigão lá, depois volta para me agradecer! Vamos que vamos!
Agora quero falar da WJR Consulting, do meu parceiro Wallenstein Júnior: gestão financeira descomplicada para empresários! @ da WJR aqui na tela e o site da WJR Consulting aqui na tela. Eu por 10, 15 anos… É, 10, 12 anos empreendendo, cara, 7 anos vendendo, vendendo, vendendo, faturando, faturando, faturando, crescendo minha empresa, vendendo super bem, e eu passando um perrengue do caramba! Não segurava dinheiro, tava muito ruim! Por mais que as pessoas olhavam e falavam “Felipe cresceu na vida, tá dando certo”, B.O. gigantesco, não conseguia crescer de forma estruturada, sólida, ganhando dinheiro, não sabia por quê. Até que eu descobri que, cara, tava falhando na gestão financeira, não tinha uma gestão financeira profissional. Gerenciava a minha empresa por fluxo de caixa, era uma bagunça! Por mais que era melhor do que muitos empresários por aí, mas era uma bagunça. E aí eu comecei a entender: “pô, por que ninguém me ensinou isso antes?”. Quando eu comecei a trazer consultoria financeira: “por que ninguém me ensinou DRE antes, por que ninguém me ensinou uma precificação correta?”. Cara, porque isso não se ensina na faculdade, porque isso não tem fácil na internet! Cara, por que ninguém me ensinou, por que eu demorei tanto tempo? Fiquei feliz porque dali em diante eu já saberia, eu já tinha noção só de ver aquilo que seria uma nova era, mas fiquei tão triste de ter demorado tanto para descobrir! Então o que eu quero te trazer aqui é: não demora tanto como eu fiz! E, cara, principalmente, é um valor tão cabível no bolso, sabe? Cabe de forma tão perfeita! Cara, tem consultoria para todos os bolsos, e a WJR é um pool de consultores que tem consultores do MEI ao Simples, ao Lucro Presumido, ao Lucro Real, cara, tem consultor para todos os bolsos! Fora que a WJR tem todo um aparato de planilhas, dashboards e tudo mais que, cara, vão facilitar demais o teu negócio. Então, cara, entra em contato com a WJR, clica em qualquer lugar dessa tela, marca uma call com os caras e volta aqui para me agradecer, porque em um mês você vai ver que se pagou o investimento, cara, é impressionante! Saiba que muito do dinheiro tá na eficiência do negócio que você não tem, R$ 1,00 de economia é R$ 1,00 de lucro. A WJR pode te ajudar a coletar dinheiro no teu negócio, não só vendendo mais, mas na gestão, você vai ver como é eficiente isso aí, eu falo com propriedade, tá bom? Tamo junto, só clicar em qualquer lugar dessa tela e falar com o pessoal da WJR!
Agora quero falar da Inspira Capital, do meu parceiro Fabiano Brito: operação e gestão financeira por assinatura, o braço direito do empreendedor! @ da Inspira Capital aqui e o site também. Gente, quando a gente fala de BPO financeiro, BPO financeiro é a terceirização do financeiro do seu negócio. Ao invés de contratar contas a pagar e receber como muitos muitas pessoas, muitos empreendedores ainda estão fazendo, o futuro é BPO financeiro, como acontece com contabilidade: você não contrata um contador e põe dentro do seu negócio CLT, você contrata uma empresa de contabilidade que tem um monte de profissionais que juntos oferecem um pacote para você e oferece todo esse serviço de alto nível, porque você tem vários profissionais oferecendo esse serviço dentro desse pacote. Dentro do financeiro tem que ser igual: desde o fiscal, desde o contas a pagar, receber, e formação de DRE e tudo mais. Então, cara, se você tá olhando pros custos achando que isso custa caro, você já se engana, porque fica igual ou mais barato, da mesma forma que se você for contratar um contador CLT na sua empresa vai ser mais caro do que pagar uma contabilidade, certo? E isso que é um contador. Cadê o fiscal, o DP e etc. que vêm no pacote? A mesmíssima coisa acontece no financeiro! Então avalie sim, quase que imediatamente, a possibilidade de você colocar um BPO financeiro, isso tem sido o presente, não é nem mais futuro, é o presente! E muitos empreendedores quando pensam no BPO fazem conta, veem o quanto isso é melhor, e não não tira férias, não tem atestado, né? E fora que o preço é super dentro do que você pagaria para uma pessoa fazer isso, e no final das contas também super seguro, porque você tem acessos limitados a bancos, as pessoas não têm as pessoas não têm acesso ao seu saldo bancário e tudo mais. Então é o suprassumo do futuro dentro da do universo financeiro aí pros empreendedores. Então se faz sentido para você um BPO, que você tem dificuldade de encontrar que seja bom para executar suas tarefas, considera a Inspira Capital, e se você não tem, considera a Inspira Capital também, do meu parceiro Fabiano Brito, porque eu sou um cliente dos caras, o Além do CNPJ é feito todo pelo BPO é feito todo pela Inspira Capital, e os caras são muito bons no que fazem, tá bom? Então troca uma ideia com eles, vai lá trocar uma ideia com a Inspira Capital, entra no @ da Inspira Capital e depois volta aqui para me agradecer, tá bom? Tamo junto!
Agora eu quero falar da Polux, do meu parceiro Ricardo Ferrazini: sabia que existe oportunidade de desembolsar menos com impostos através de planejamento tributário, especialista de gestão de tributos e de crise? Tá aqui o @ da Polux e o site da Polux na tela. Gente, quando a gente fala de planejamento tributário, é uma coisa que é muito importante, praticamente nenhum empreendedor faz. Se você já fatura mais de 150, 200.000 no ano — isso é R$ 2,4 milhões ao ano, 200.000 ao mês —, já tá na hora de você começar a avaliar se mesmo no Simples Nacional tá valendo a pena. Muitos empreendedores acabam ficando sem competitividade no mercado ou tirando a margem de lucro que deveria estar no bolso, mas indo pro governo, simplesmente porque não têm planejamento tributário. Se você é Simples Nacional, não se engane achando que você tá no mar de rosas e enquanto você consegue não desenquadrar você tá ganhando dinheiro, às vezes você tá perdendo! Se você tá no Lucro Real, no Lucro Presumido, será que é o melhor momento e o melhor local, o melhor enquadramento de você estar? Tem que fazer uma análise, e essa análise normalmente se paga muito bem e faz muito sentido para você. Então considera se isso tudo que eu tô falando como uma possibilidade de você analisar se seu negócio tá indo pro caminho certo na parte tributária, considera a Polux, do meu parceiro Ricardo, para avaliar os seus negócios. A Polux quando entrou no meu negócio — falo isso com propriedade porque ele é meu eu sou cliente do cara, além de amigo —, mudou a trajetória do nosso negócio no quesito tributário, cara, é muito bom! É um cara muito didático, é um cara que ajuda muito o empreendedor que muitas vezes não olha para esse lugar de tributos, que muitas vezes tá tirando dinheiro do seu bolso, tá bom? Tamo junto!
Agora quero falar da Max Service Contabilidade, que tem como missão a parte consultiva ao empreendedor, estando sempre à frente e próximo da empresa e da gestão do negócio. Com ecossistema completo, oferecem atendimento desde Simples Nacional até Lucro Real, inclusive Lucro Real eles têm como especialidade. O @ da Max Service aqui na tela. E uma coisa que eu sempre falo, sempre, sempre falo: contabilidade não é custo, é investimento, e se você trata como custo, como muito tempo eu tratei, você tá fazendo errado! Porque contabilidade, no final das contas, pagar barato demais você contrata os açougueiros do mercado — e não colocando o açougueiro como algo errado —, mas os açougueiros no mercado da contabilidade são essas pessoas que pensam só em preço, colocam profissionais péssimos e não têm um processo de trabalho muito bem definido. Então quando que você vai descobrir que deu merda, quando você vai descobrir que ficou ruim, que eles não fizeram o que tinha que fazer, ou como eles deixaram de entregar obrigações acessórias? Você tá fazendo tudo do jeito errado, colocando sua empresa em risco, devendo imposto ou com multas atrasadas porque você não fez o que deveria fazer, você só descobre na hora em que não pode, porque quando o assunto vem à tona e lá na frente quando olha lá para trás e fala: “nossa, nos últimos dois anos eu fiz tudo errado”, simplesmente porque a contabilidade que estava à frente do negócio não fazia o que tinha que ser feito. Então, cara, sem brincadeira, economizar em contabilidade é um risco pro empreendedor. E mais: o contador que tem um preço justo — eu não tô falando caro, não tô falando não tô falando para você contratar um contador caro, muito pelo contrário, só não vai pagar esses meio salário mínimo porque isso aí normalmente é enrascada! —, e aí quando você vai para um contador que faz um trabalho certo, com as entregas corretas, que entende tua vida, que entende teu negócio, que te ajuda de forma consultiva, no final por isso que eu falo que é investimento, se paga! Então se você não tem uma contabilidade que tem todo esse trabalho de forma consultiva também no seu no seu negócio, no seu no seu CNPJ, considera a Max Service como parceiro. Com certeza absoluta você vai gostar demais de todo o atendimento que eles dão, de toda a parte consultiva que eles trazem, e o quanto eles vão ajudar você a prosperar o teu negócio e as tuas decisões e tudo mais, tá bom? Então clica em qualquer lugar dessa tela e troca uma ideia com a Max Service, tá bom?
Tiaguera, muito obrigado, muito obrigado a todos vocês aí que deram uma moral para os nossos patrocinadores, e vamos continuar o nosso papo aqui.
Sandrão, cara, mais uma vez muito obrigado por estar aqui, tô muito feliz de verdade de estar te entrevistando, e queria, cara, encerrar com uma pergunta. E sempre quando eu começo essa pergunta, o pessoal bate na madeira, então eu já vou começar batendo na madeira! [batidas na madeira] Porque imagina que você sai daqui, e esse seja seu último dia de vida — por isso que eu tô eu bato na madeira, porque de jeito nenhum a gente tá fazendo… Ninguém que saiu daqui morreu, fica tranquilo! But só para trazer peso pra pergunta: imagina que essa é a tua última aparição, é a última vez que alguém e de todos que você conhece, seus amigos e tal, estão vendo o Sandro pela última vez. É a última vez que você tá deixando uma mensagem pro mundo, cara: se essa for a tua última mensagem, qual seria o recado que você deixaria pro Brasil?
Eu deixaria um pouco de uma mensagem com confortabilidade, porque se isso ocorresse, nós deixaríamos já imediatamente um legado com um grupo que tem uma missão, que são quase 3.000 empreendedores, que a somatória disso gera aproximadamente 500 milhões de empregos diretos…
Caraca!
…que responde por 12% do PIB brasileiro…
Meu Deus do céu, bicho!
…que responde por 40% do terceiro setor brasileiro, e que foram de alguma maneira ao longo desses 15, 20 anos tocados de alguma forma positiva de um Brasil que dá certo. Então se isso ocorresse, eu estaria relativamente confortável, porque em médio prazo nós iríamos colher os frutos de transformar esse Brasil nesta grande causa, nesse grande líder mundial. Mas como isso não vai ocorrer, nós vamos antecipar esses fatos, e muito provavelmente em breve, se você me permitir, vou estar aqui contando outras histórias e outros compromissos aí!
Sucesso, Sandro! Mais uma vez muitíssimo obrigado, meu caro! Prazer te entrevistar! E você que ficou aqui até agora, muito obrigado também por acompanhar esse papo. Se você curtiu, compartilha! Aqui embaixo tem vários botõezinhos de curtir, compartilhar, dá like, aperta todos para ajudar no engajamento pra gente conseguir chegar o máximo possível com essa mensagem aí para para os outros empreendedores, para pegar a história do Sandro e se inspirar! Justamente não só com a nossa trajetória, ter essas referências e insights que a gente teve, mas também passar isso adiante. O livro do Sandro tá aqui embaixo, né, com o link na descrição do vídeo para você conseguir comprar, em 15 dias chega no Brasil inteiro! E também coloca o BG do do Sandro de novo, Tiagão. Sempre eu coloco o Tiagão na fogueira aí, ó: @sandroaugusto01. Se você entrar lá no @sandroaugusto01, inclusive vai estar lá O Brasil Que Dá Certo também para vocês seguirem lá o conteúdo da página deles. Tamo junto, Sandro, mais uma vez muito obrigado e até a próxima! Valeu, gente, sucesso!
